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    Vinho para a Ceia de Natal: Confira o Guia Completo!

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    O Natal é uma data que envolve muitos sentimentos, é quando lembramos que mais um ano está se encerrando e de que é hora de começar as tradições festivas, apesar de não ter neve no Brasil, a decoração e a data são importantes por aqui.

    Reunir a família, troca de presentes, mostrar um pouco da magia as crianças e fazer um jantar diferente, e eis que surge a dúvida de qual é o melhor vinho para aquele prato que será servido.

    Sabendo disso, separamos algumas dicas e sugestões para te ajudar a fazer a escolha dos vinhos para acompanhar você e sua família durante a ceia, algumas sugestões de receitas e dicas valiosas de como escolher o vinho mais adequado.

    Quais são as principais características de um bom vinho para a ceia de Natal?

    Vamos sugerir alguns pontos importantes para você escolher os vinhos para a ceia, mas essas dicas podem ser aproveitadas em outras ocasiões caso queira fazer uma boa harmonização.

    • Os espumantes são excelentes para essa ocasião, podemos optar desde os mais secos aos mais doces, pois harmonizam bem com sobremesas, como no caso dos elaborados com uvas moscatel, entradas e pratos leves.
    • No caso do vinho branco, busque vinhos mais estruturados que tenham passado por barris de carvalho durante sua maturação, pois a harmonização com pernil e carnes brancas é excelente. No caso do salmão, recomendamos um vinho de maior acidez.
    • O clássico vinho tinto deve ter equilíbrio, e estrutura média além de uma boa acidez e complexidade ao paladar, a chance de agradar a maioria dos seus convidados é garantida.

    Aperitivos

    Os espumantes são uma escolha excelente para acompanhá-los, geralmente servimos os aperitivos antes do momento da ceia. Caso você sirva torradinhas com patês tradicionais pode harmonizar o sabor com um Espumante Dancing Flame ou Talise Brut.

    Se sua escolha for por uma tabua de queijos, a escolha será de acordo com os queijos servidos, queijos brie e semelhantes combinam com vinho branco, já queijos mais duros como o parmesão são ótimos com vinho tinto.

    Entradas

    Temos algumas sugestões de entradas que você pode preparar e harmonizar com vinhos excelentes, antes do grande momento, a ceia de Natal, todas as entradas que vamos citar são excelentes com espumante, nossa dica é o Victoria Geisse.

    Vamos começar pelo cuscuz, uma receita tradicional do Nordeste, mas na versão paulista e mini faz desse prato uma ótima entrada, sendo fácil de preparar, o espumante é uma bebida que combina muito com esse prato.

    O queijo brie empanado é delicioso e sua harmonização também pode ser feita com vinho rosé. Assim como a bruschetta de queijo brie com presunto de parma, aproveite ele com a nossa dica de espumante.

    E como nossa última opção de entrada, linguiças espanholas, além de ótimas como entrada você pode deixa-las a disposição para que os convidados apreciem entre uma taça de vinho e outra durante as conversas.

    Frutas da Estação

    O Brasil como você sabe é um país tropical e na época das festividades estamos no verão por aqui, e com isso uma boa quantidade de frutas para aproveitar durante toda a época. Elas fazem parte tradicionalmente da mesa dos brasileiros.

    As frutas na mesa carregam significados simbólicos, como é o caso das uvas que simbolizam a boa sorte. Harmonizar um bom vinho com as frutas da estação é mais simples do que parece.

    Aposte em vinhos de boa acidez e com uma leve doçura, espumantes com uvas moscatéis são ótimas escolhas, assim como vinho branco elaborado com uvas Gewürztraminer.

    Castanhas Secas

    Castanhas e frutas secas são muito apreciadas nesta época do ano, são fáceis de manusear e beliscar durante uma taça de vinho e uma conversa. Para acompanhá-los vinhos amadeirados são uma excelente escolha assim como vinho do porto no estilho Tawny.

    Panetone

    Um dos primeiros sinais de que o Natal está próximo é ver nas prateleiras de mercado panetones de todos os sabores, além dos anúncios das fabricações de suas versões gourmet.

    Para escolher o vinho que será responsável por acompanhar essa que é uma das tradições do Natal, basta checar quais os ingredientes que compõem o panetone, para que dessa forma o vinho escolhido não gere conflito de sabores.

    Para os tradicionais panetones com frutas cristalizadas, vinhos que possuem notas frutadas são uma ótima opção. Uma combinação sem erro, são os elaborados com uvas Moscatel devido a sua leveza, notas frutadas e florais.

    Os panetones com gotinhas de chocolate, não possui um sabor tão intenso e pedem por um vinho de frutas negras ou vermelhas, sempre na opção doce e com um teor alcoólico um pouco mais elevado, você pode optar pelo fortificado Marsala.

    No caso dos panetones trufados ou recheados com chocolate, as vezes muito chocolate, o sabor é mais intenso e os vinhos licorosos são ótimos, devido a intensidade de sabor, tornando-se uma combinação grandiosa.

    Para uma opção menos adocicada, como o panetone com nozes, um bom espumante doce é perfeito, nossa dica aqui é que você escolha por um espumante elaborado com uvas moscato.

    Lentilha

    Normalmente consumida no Ano-Novo, a lentilha faz parte da tradição de algumas famílias por ter como significado a prosperidade. Talvez você nunca tenha pensado em harmonizá-las com vinho, mas saiba que combinam e muito com a bebida. Você pode optar por um dos espumantes que já indicamos aqui ou com vinhos elaborados com uvas Cabernet Sauvignon.

    Carne Vermelha

    No caso das carnes vermelhas, a harmonização não possui tanto segredo, de acordo com a carne escolhida o vinho irá acentuar e balancear os sabores.

    Um contrafilé, preparado como bife necessita de um vinho mais encorpado, como é o caso do clássico Malbec.

    No caso da picanha, uma carne macia e com uma capa de gordura, aposte em um bom Cabernet Sauvignon, rico em taninos e acidez, para que os sabres fiquem equilibrados.

    Uma carne mais gordurosa, como é o caso da costela, além de ser saborosa, pede um vinho encorpado. Por ser feita cozida, na maioria das vezes, e servida com molho, a harmonização é perfeita com um tinto Syrah.

    Na opção de carne vermelha com pouca gordura, como é no caso do lagarto, preparado no forno ou panela de pressão, sua necessidade é por um vinho de baixo tanino, porém que possua acidez leve, um Pinot Noir de médio corpo é perfeito!

    Peru / Chester

    São carnes que harmonizam com vinhos capazes de acentuar o sabor, os assados de peru e chester geralmente são regados com alguma calda, que pode ou não ter vinho como um dos ingredientes. Para acompanhar a carne, vinhos feitos com uvas Pinot Noir são ótimos.

    Caso você utilize um tempero agridoce ou o fizer com castanhas, pode optar por vinhos menos alcoólicos que contenham um frescor, como acontece com os vinhos elaborados com uvas Malbec.

    Para aqueles que possuem mais apreço por vinho branco, podem apostar sem medo nos elaborados com uvas Poinot Grigio e Chardonnay.

    Tender / Pernil

    Muito consumidos nas festividades de fim de ano, harmonizam perfeitamente com vinho tinto, quase como uma combinação tradicional, os tintos com boa acidez e taninos acetinados feitos com uvas Pinot Noir e Merlot combinam com esse prato.

    A carne de pato é rica em proteínas e ganha acidez devido ao molho de laranja, então a escolha do vinho deve levar em consideração estas duas características.

    Pato

    Apesar de não ser tão tradicional na mesa de natal dos brasileiros, o pato assado ao molho de laranja é uma ótima escolha para a ocasião, além de ser bem saboroso pode surpreender sua família e convidados.

    Com essa receita ao molho de laranja a escolha de vinho jovens para harmonizar com esse prato é maravilhosa, preferencialmente os vinhos frutados que contém notas sutis e amadeiradas. Algumas sugestões são o Poggio Al Casone Chianti Superiore e Chânteau Bel-Air Raillon Côtes De Bourg.

    Peixes e Frutos do Mar

    Que peixes e frutos do mar combinam com vinho tinto, branco e rosé, todo mundo sabe. Essa versatilidade é uma ótima pedida pois é possível harmonizar com outros vinhos que já indicamos aqui, além disso, peixes são leves o que torna seu consumo uma ótima opção nas regiões mais quentes.

    Dependendo de como o peixe será preparado, você pode optar por vinhos rosé como o Plateia Rosato e o Memoro Rosato, ambos são ótimos acompanhantes para pratos bem temperados e peixes mais tradicionais, como os assados em brasa e fritos.

    Em caso de preparar o peixe com receitas da culinária nordestina, espumantes são os mais indicados devido ao frescor marcante que possuem, pois a acidez que essa categoria de vinho possui valoriza as receitas de sabor mais intenso.

    Para frutos do mar como iscas de peixe, camarão frito e ostras, os vinhos brancos aromáticos e frescos são uma excelente escolha. Sua elaboração deve ser com as uvas Chardonnay e Sauvignon Blanc, com processo de maturação sem madeira.

    Salmão

    O salmão possui uma versatilidade maior e pode ser consumido cru, o que é muito comum na culinária japonesa, cozinho, grelhado ou ainda assado. Para cada uma dessas opções existem vinhos que harmonizam melhor.

    Para o caso de ser servido cru, recomendamos um espumante, como o Espumante Brut, devido a leveza do salmão a combinação é mais do que perfeita.

    Caso o salmão seja consumido nas outras formas, que já citamos, para harmonizar melhor, utilize vinhos que são elaborados com uvas Pinot Noir, são ótimas opções. Ainda é possível optar por um vinho rosé, mais elaborado e encorpado, essa escolha é sucesso garantido.

    Bacalhau

    A harmonização do bacalhau com vinho também depende do modo em que o peixe é preparado, ou seja, os acompanhamentos são os maiores responsáveis, por assim dizer, pelo vinho que acompanha o prato.

    Caso o bacalhau seja preparado com queijo e batatas, o vinho de melhor acompanhamento é um tinto de corpo médio, taninos aveludados e uma boa acidez, porém um vinho branco intenso e cremoso também é uma boa escolha para esse prato.

    Vegetariana

    Não esquecemos dos nossos leitores vegetarianos, para vocês e aqueles que gostariam de apostar em receitas sem carne, também é possível incluir um bom vinho para acompanhar os pratos que serão servidos durante a ceia.

    Caso você prepare uma lasanha vegetariana que leva tofu, pode harmonizar com vinhos brancos elaborados com uvas Pinot Gris ou Chardonnay. Uma caçarola de vegetais e lentilha combina com tintos do sul da Itália e sul da França.
    No caso de massas com molho de tomate, aposte em tintos mais leves como Pinot Noir. E para risoto de cogumelos combina com um excelente Cabernet Sauvignon.

    Caso você participe de uma ceia vegetariana pode presentar os anfitriões com um desses vinhos, eles combinam com muitos pratos que não utilizam carnes.

    Sobremesas

    Uma das maiores delícias do Natal são as sobremesas, os doces deliciosos que são servidos e assim como os demais pratos também é possível combinar com vinho.

    A rabanada é uma das mais tradicionais, feita frita, levando canela e açúcar para finalizar, essa combinação precisar de um vinho mais doce e ácido para harmonizar de forma equilibrada. Sugerimos espumantes para essa sobremesa devido a gordura que possui.

    Caso você faça uma sobremesa como o pudim de leite, amado por muitos, saiba que também é possível harmoniza-lo com vinho, podendo escolher entre um vinho do porto ou por um vinho elaborado com uvas Moscatel.

    Conclusão

    O vinho está presente em diversas comemorações e momentos marcantes, no Natal não é diferente. Como vimos existem muitas opções de vinhos e pratos para sua ceia, seja ela com amigos, família ou pessoas que são importantes para você.

    Caso você não seja o anfitrião das festividades, não renuncie à oportunidade de degustar uma das nossas opções ou escolher um vinho com base nas dicas que demos até aqui, o importante é apreciar o momento com uma boa bebida.

    Esperamos que nossas dicas te acompanhem e que seu Natal seja o mais incrível possível ao lado das pessoas que ama.

    Referências:

    https://www.thedrinksbusiness.com/2019/12/the-best-wines-to-drink-with-christmas-dinner/

    https://blog.vinfolio.com/2017/12/05/choosing-best-wine-christmas-dinner/

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  • Gastronomia

    Vinho para Pratos Mais Pedidos no Delivery: Harmonização!

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    Muita gente taxa o vinho como sendo uma bebida sofisticada, chic, elegante e, por conta disso, ele só deve, na prática, acompanhar comidas no mesmo estilo.

    Claro que não podemos negar que o vinho realmente é uma bebida elegante e que ele combina muito bem com pratos mais elaborados. O que você não pode achar é que por conta disso ele não vai bem com as comidas do dia a dia.

    A verdade é que essa bebida combina com praticamente qualquer coisa, só resta você saber fazer essa harmonização e aproveitar o que existe de melhor neste universo.

    E que melhor forma de fazer isso senão te dando dicas de como combinar essa maravilhosa bebida com aquelas comidas mais comuns que você pede no delivery?

    Culinária brasileira

    Claro que não poderia faltar uma bela harmonização para pratos brasileiros, afinal de contas, de todos, eles são os que estão mais presentes na nossa rotina diária.

    Apostamos que você nunca pensou que poderia tomar um vinho acompanhado de um bom PF – prato feito – com arroz e feijão, não é mesmo? Pois bem, você não só pode, como deve provar essa combinação para lá de improvável, mas igualmente deliciosa.

    Aqui, a estrela do prato é o feijão, mais precisamente os temperos que são usados nessa grão. Sendo assim, a melhor opção são vinhos feitos com uvas Carménère. É uma bebida de corpo médio, de um bom equilíbrio e aromas de frutas vermelhas.

    Mas não é só de PF que se vive o homem. Se a sua pedida for um saboroso prato de feijoada, temos dicas também. Como se sabe, essa é uma comida rica em gordura, com sabores intensos e marcantes, e justamente por isso que por muito tempo se pensou que era impossível achar uma harmonização para essa iguaria.

    Mas é aí que você se engana, pois ele também tem o seu par perfeito no mundo dos vinhos. A primeira coisa que você deve descartar na harmonização com esse prato são os rótulos leves, eles não vão funcionar com um prato forte como esse.

    Ao invés disso, prefira um tinto de personalidade, principalmente aqueles produzidos com uvas Baga, uma casta de Portugal. As garrafas com Tannat, Priorato e Carménère também são uma boa pedida.

    O mesmo vale para um Barolo ou um Sagrantino di Montefalco. Todos esses rótulos são vinhos com uma boa acidez e, o mais importante de tudo, limpam o paladar a cada gole, possibilitando que você aprecie ambos os itens de maneira uniforme.

    Eles tem igualmente um bom nível de taninos, que “enxuga” a sua boca e a deixa preparada para uma nova garfada. Ah, é claro, prefira os rótulos mais intensos, que são capazes de bater de frente com a intensidade da feijoada.

    Culinária japonesa

    Você está em casa, de bobeira, e decide pedir um “japa”. Por onde começar essa harmonização? Bom, a dica para encontrar a combinação perfeita entre vinho e comida é saber quem é a estrela do seu prato.

    No caso da comida japonesa, a maior estrela aqui é, sem dúvidas, é o sushi ou sashimi, ou seja, o peixe cru.

    O sushi, para quem nunca provou, traz um sabor fresco e delicado ao paladar e ele fica ainda melhor quando acompanhado do bom e velho molho shoyo.

    Diante disso, você deve optar por vinhos secos, delicados e leves. Essa escolha vai evitar que a bebida se sobreponha ao sabor da comida.

    Outra dica é evitar os rótulos com muitos taninos, isso porque a combinação deste elemento com peixe cru trará um gosto metálico na boca, e com certeza não é isso que você quer.

    Seguindo essas dicas, você tem algumas opções de rótulos. Prefira aqueles que foram feitos com uvas Alvarinho, Sauvignon Blanc e Pinot Gris. Você também pode optar por espumantes nature ou brut. Para os fãs de vinho tinto, a sua pedida é uma garrafa de Pinot Noir, uma opção leve e com poucos taninos.

    Culinária italiana

    Quem não gosta de uma boa comida italiana, não é mesmo? Aliás, essa culinária está muito presente no nosso dia a dia, vide aquela deliciosa macarronada de domingo. E é justamente sobre ela que vamos falar.

    Se pedir um spaghetti ao molho sugo, ou seja, macarrão com molho vermelho, é preciso ficar atento a algumas características comuns desse prato. A começar, esta é uma comida de sabores bem fortes, com uma acidez alta que vem do molho de tomate e um corpo médio por conta da gordura presente nele.

    Diante desses pontos, você deve escolher rótulos secos, também de corpo médio – assim o vinho não se sobrepõe à comida -, bem aromático e com uma alta acidez, aliás, a dica mais importante para acompanhar esse prato. Essa parte é importante porque se você não tiver esse elemento no vinho, a mesma substância ficará sem graça quando sentida na macarronada.

    Por coincidência, ou não, as melhores alternativas são, justamente, os tintos italianos. Seja aqueles da região de Toscana, onde a predominância são as uvas Sangiovese, ou os rótulos com uvas Barbera, comuns de Piemonte.

    Para quem prefere um rótulo branco, vá de bebidas feitas com uvas Chardonnay.

    E falando em comida italiana, impossível falar dessa culinária sem citar a lasanha, outra queridinha dos brasileiros.

    Apesar de ter várias combinações, a mais clássica, sem dúvida nenhuma, é a bolonhesa. Por conta da massa, do molho e do queijo, é um prato com um sabor mais acentuado que combina perfeitamente com um Primitivo, uva Italiana, que é frutado e tem uma acidez na medida certa.

    Culinária mexicana

    Fã de comida mexicana, chegou a sua vez! Se a pedida de hoje é um prato dessa culinária, preferencialmente uma guacamole, a sua pedida deve ser um vinho de uva Chardonnay.

    É um rótulo leve e refrescante, que com certeza vai combinar com abacate e os nachos apimentados.

    Comida rápida

    Não está a fim de comida? Tudo bem, o vinho também vai bem com as chamadas comidas rápidas, entre elas um hambúrguer. Esse provavelmente é o número um da lista quando falamos em delivery.

    Não é para menos, é uma comida super saborosa e rápida, com várias combinações de ingredientes para agradar os mais diversos paladares.

    Neste caso em questão, para facilitar a harmonização vamos indicar os rótulos de acordo com a receita original: pão, carne vermelha, alface, tomate, queijo mussarela e ketchup, o famoso x-salada.

    Para esse clássico das sextas-feiras, o que você deve prestar atenção, mais uma vez, é na estrela do prato. No caso do hambúrguer, os principais itens são carne e queijo. Ambos trazem uma boa dose de gordura para esse alimento, por conta disso, essa refeição exige um vinho mais estruturado, com níveis de médio a alto de taninos e acidez.

    E por que isso? Porque você precisa de algo que bata de frente com a gordura presente no lanche, caso contrário você só vai sentir o gosto da comida e o vinho vai sumir no seu paladar.

    Apesar da carne e do queijo serem as estrelas desse prato, não vamos esquecer do ketchup, que traz uma doçura para a comida e, por conta disso você pode optar por rótulos mais secos, com aromas de frutas maduras para a sua harmonização.

    Essa parte dos cheiros frutados é importante porque são eles que vão enganar o nosso paladar. Ou seja, você vai sentir um sabor mais doce, agradável no paladar, mesmo sendo um vinho seco. Dica importante para aqueles que preferem as bebidas mais doces.

    Os rótulos que cumprem todos esses quesitos são aqueles que levam uvas Primitivo ou Zinfandel (dos Estados Unidos), Syrah e Cabernet Sauvignon.

    É claro que dentro dessa categoria de pratos rápidos, não podemos esquecer da tão adorada pizza. Ela com certeza também está no top de comidas mais pedidas no delivery.

    Para essa outra iguaria da culinária italiana prefira os vinhos mais encorpados, com taninos finos e um certo frescor. Um rosé, por exemplo, vai bem.

    Principalmente aqueles mais ousados, com taninos macios, delicados e com uma acidez mediana. Apesar da quantidade de recheios desse prato ser bem variada, pode seguir essa dica que a harmonização vai combinar com praticamente qualquer sabor que você escolha.

    Saladas e pratos vegetarianos

    E tem opção também para quem gosta de pedir saladas ou pratos vegetarianos no delivery. Inclusive, esse último vem ganhando bastante força nos aplicativos, afinal de contas, variedade é tudo.

    Como a maioria leva uma grande variedade de ingredientes, o segredo é apostar em rótulos mais frescos, fáceis de beber e com uma acidez média. Neste caso, um rosé se encaixa muito bem aqui por ser um vinho leve, assim como um rótulo com uvas Chardonnay ou Malvasia.

    Conclusão

    Um texto desses é um serviço de utilidade pública. Precisamos tirar da cabeça que vinho só combina com pratos sofisticados, o que não é verdade!

    Com as dicas certas, você é capaz de abrir uma garrafa desta bebida para acompanhar praticamente tudo o que você quiser.

    Referência:

    https://vinepair.com/wine-takeout-food-pairing-app/

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  • vinhos

    15 Melhores Vinhos de Israel em 2021 Bons e Baratos!

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    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinhos de IsraelPreçoOnde Comprar
    1Five Stones Vineyards Dvd G branco 2018R$149,00Ver
    2Dalton Alma Scarlet Galiléia 2016R$155,90Ver
    3Jezreel Valley Winery 2016R$269,00Ver
    4Gva’ot Masada 2016R$340,00Ver
    5Lueria Rosso Upper Galilee 2016R$140,00Ver
    6Reserva Recanati Marawi Judean Hills 2018R$169,00Ver
    7Syrah Colinas de GolãR$320,00Ver
    8Pelter Pinot NoirR$330,00Ver
    9Kosher Yarden Cabernet Sauvignon 2017R$373,00

    Ver
    10Kosher Yarden Chardonnay 2019R$188,00Ver
    11Kosher Mount Hermon White 2020R$126,00Ver
    12Kosher Yarden Syrah 2017R$325,00Ver
    13Kosher Mount Hermon Red 2020R$126,00Ver
    14Enigma de MargalitR$400,00Ver
    15Domaine Du Castel Grand VinR$317,00

    Ver

    Se tem uma palavra que podemos usar quando falamos sobre o universo do vinho é possibilidades, e ela vem de todas as formas.

    Você pode escolher sua bebida pela casta da uva, pelo estilo – tinto, rosé, branco, espumante, frisante -, doce, seco, semi seco/doce e até pelo país onde o rótulo foi fabricado.

    Pensando nisso, que tal provar alguns vinhos israelenses?

    Apesar do país ter ficado mais em alta neste mercado na última década, existem fatos que comprovam que a região já produzia essa bebida a mais de 10 mil anos atrás.

    Acho que dá para dizer que eles têm experiência no assunto, certo?!

    Quais as principais características de Israel para a produção de vinhos?

    Produzindo principalmente uvas do tipo Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah e Chardonnay, os vinhos israelenses são, de forma geral, ricos em álcool, com uma ótima textura na boca e uma concentração de sabores que impressiona ao experimentar.

    Sendo assim, abaixo separamos quinze opções para você provar.

    1 – Five Stones Vineyards Dvd G branco 2018

    Esse branco, que leva uvas Sauvignon Blanc e Gewürztraminer, mostra belos aromas florais de madressilva e jasmins. No paladar traz sabores bem concentrados e picantes de morangos, cardamomo branco e nozes.

    Seu final detém traços de água de rosas e camomila.

    A garrafa custa cerca de R$149,00 e esse rótulo combina bem com carne de vaca, pratos apimentados e queijos duros e maduros.

    2 – Dalton Alma Scarlet Galiléia 2016

    Generoso e aveludado na boca, esse rótulo conta com notas de pimenta preta em grão, cerejas pretas, café mocha e um toque de coulis de framboesa. Seu final se parece muito com sachertorte – um tipo de bolo austriaco – e farinha de amêndoas.

    Seu sabor é de frutas pretas e vermelhas que é realçado por um fundo floral bem leve. Ele leva uvas do tipo Grenache e Syraz.

    Custando R$155,90 esse rótulo vai muito bem com carne de cordeiro.

    3 – Jezreel Valley Winery 2016

    Um vinho que traz ao paladar as características das uvas da Borgonha, é um rótulo muito presente, com atitude e amplitude.

    Brilhante e rico, conta com notas balsâmicas, de frutas da montanha, cereja e um toque que lembra pinho, além de um vestígio de florais.

    Esse rótulo vai bem com carnes vermelhas. Você encontra a garrafa a partir de R$269,00.

    4 – Gva’ot Masada 2016

    Com quatros tipos diferentes de uva – Merlot, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc -, é um vinho com notas de ameixas, amoras silvestres, ganache de chocolate, cedro, alcaçuz preto e tabaco de charuto.

    Possui um bom potencial de guarda, apesar disso, pode ser consumido imediatamente.

    Para a harmonização aposte em pratos com carnes vermelhas e de cordeiro. A garrafa tem um valor de R$340,00.

    5 – Lueria Rosso Upper Galilee 2016

    Com uma mistura de uvas Sangiovese, esse vinho detém aromas de cerejas puras, especiarias doces e notas minerais e de couro.

    No paladar se mostra fresco e vibrante, com toques de morangos, cerejas silvestres, ervas e apresenta um final de mirtilos e violeta.

    Aprecie esse rótulo junto com carnes de caça ou vermelhas. Cada garrafa tem um preço aproximado de R$140,00.

    6 – Reserva Recanati Marawi Judean Hills 2018

    Saboroso e sutil ao olfato, este exemplar mostra uma excelente acidez no paladar, juntamente com um toque de limão, flores de amêndoas, pera dura e mel, tudo isso suportado por uma ótima textura que reveste a boca e que ainda deixa um gosto agradável no paladar mesmo após o consumo.

    Perfeito para combinar com carne vermelha.

    Possui um ótimo custo benefício, com cada unidade saindo por R$169,00.

    7 – Syrah Colinas de Golã

    Ao contrário da maioria dos vinhos feitos no Novo Mundo com a varietal Syrah, este não conta com bordas ásperas, pelo contrário. Trata-se de uma bebida muito generosa, encorpada, bem frutada e com notas de frutas vermelhas com caroço.

    Seu final é agradável e longo no paladar, trazendo um toque amargo com ervas selvagens, além de taninos médios.

    Acompanha muito bem pizzas, massas, carnes vermelhas e queijos maduros. A garrafa custa cerca de R$320,00.

    8 – Pelter Pinot Noir

    Refinado, este rótulo é feito com a varietal Pinot Noir. Possui um ótimo equilíbrio, com um corpo sedoso, um leve toque de carvalho e notas de frutas escuras.

    Ele tem valores que ficam em torno de R$330,00 e cai como uma luva com carne vermelha e de cordeiro.

    9 – Kosher Yarden Cabernet Sauvignon 2017

    Originário da Galileia, este, Cabernet Sauvignon tem um coloração rubi profunda, com um bouquet bem complexo e aromático, trazendo uma aroma de frutas vermelhas, como ameixa, cereja e framboesa, além de notas herbais terrosas.

    Seu final é persistente e longo. Apesar de ter um bom potencial de guarda, de dez a quinze anos, pode ser consumido imediatamente sem perder seus traços.

    Com a garrafa a R$373,00 ele vai bem com carnes vermelhas e de caça.

    10 – Kosher Yarden Chardonnay 2019

    Mais um rótulo da Galileia. Aliás, a região é considerada uma das melhores na produção de vinho em Israel.

    Com varietal Chardonnay, detém uma coloração intensa de amarelo e toques dourados. No olfato, traz aromas de pera madura e limão fresco que é combinado com notas cremosas, de damasco e florais.

    É fácil de beber, tem um ótimo corpo e uma boa acidez. Pode ser consumido imediatamente, mas tem um potencial de guarda de sete anos.

    Para acompanhar essa garrafa de R$188,00 aposte em massas, peixes e frango.

    11 – Kosher Mount Hermon White 2020

    Feito com uvas Sauvignon Blanc, Moscato e Viognier, esse vinho tem um coloração amarela pálida com toques esverdeados.

    No nariz traz um aroma de frutas cítricas, como abacaxi, toranja e tangerina juntamente com notas de frutas brancas, como pêssego, além de toques florais e herbais.

    É um rótulo branco, muito fácil de beber. No paladar tem uma boa persistência e corpo médio.

    Aposte em pratos com peixes, frutos do mar e frango para acompanhar uma garrafa deste exemplar.

    O preço está bem em conta, fazendo dele uma opção de excelente custo benefício, com valores a partir de R$126,00.

    12 – Kosher Yarden Syrah 2017

    Com aromas de frutas vermelhas maduras, como cereja e ameixa, esse vinho tinto tem uma coloração púrpura bem intensa, além de notas defumadas, herbais e terrosas, com um toque de anis.

    Detém um ótimo corpo, é persistente e tem potencial de guarda de dez anos.

    Aposte em massas e carnes de caça para acompanhar essas garrafas.

    Com relação a valores, seu preço no mercado gira em torno de R$325,00.

    13 – Kosher Mount Hermon Red 2020

    Com uvas Malbec, Cabernet Franc, Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, esse Kosher tem um tom de rubi intenso, com um bouquet complexo e aromático.

    Traz ao olfato notas herbais e de frutas vermelhas, além de toques terrosos, de violeta e especiarias.

    Na boca é fresco e persistente.

    Vai bem com carne de caça e carneiro.

    Seu preço costuma ser de R$126,00.

    14 – Enigma de Margalit

    Um blend de Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc, é um vinho bem agradável, robusto, aveludado, com notas de amoras e cerejas escuras, além de carvalho e ervas selvagens secas.

    Harmoniza-se muito bem com pratos que levam carnes vermelhas.

    Seu preço de mercado fica em torno de R$400,00.

    15 – Domaine Du Castel Grand Vin

    Este é um clássico em Israel. Leva um blend de uvas Petit Verdot, Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec de Eli Ben-Zaken.

    Profundo, possuindo um traço comum em blends com Cabernet e passando por um envelhecimento de quase dois anos em barril, a bebida tem um aroma de frutas concentradas, cedro, cassis, ameixas e ervas quentes.

    Para a harmonização opte por pratos com carnes vermelhas, carré e paleta de cordeiro e frango.

    Cada garrafa possui um valor aproximado de R$317,00.

    Onde comprar?

    Apesar de ter uma forte presença nos Estados Unidos, os vinhos israelenses não são tão comuns no Brasil, por outro lado, essa presença na terra do Tio Sam pode facilitar sua compra – muitas vezes impedindo que você mesmo tenha que fazer a importação da bebida.

    Como são rótulos que ainda estão crescendo no mercado, é provável que você só ache as bebidas em lojas de vinhos online, o que nem de longe é algo ruim.

    Isso porque você tem a possibilidade de fazer uma pesquisa mais ampla – e igualmente rápida – para achar os melhores valores.

    Além do custo, não deixe de se atentar nas avaliações da loja que pretende fazer a compra. Tal cuidado evita que você caia em golpes e fique sem seu vinho e seu dinheiro.

    Conclusão

    Mesmo ainda ganhando fama no mercado – na verdade essa ascensão dos vinhos israelenses vem acontecendo desde o final dos anos 80 -, não podemos esquecer que Israel está neste mercado há muitos anos, e isso com certeza é um ponto que devemos dar valor.

    Eles podem não ser tão estrelinhas quantos os rótulos italianos, por exemplo, mas tem, sim, suas qualidades únicas.

    Aproveite que agora você sabe mais sobre os vinhos da região e não deixe de provar os rótulos que sugerimos aqui, tenho certeza que você não vai se arrepender.

    Referências:

    https://www.foodandwine.com/wine/the-12-israeli-wines-you-need-to-drink-to-be-an-expert

    https://www.winemag.com/region/israel/

    https://www.vivino.com/toplists/top-25-israeli-cabernet-sauvignon-wines-israel-right-now-isr

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  • vinhos

    15 Melhores Vinhos da Romênia em 2021 Bons e Baratos!

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    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinhos da RomêniaPreçoOnde Comprar
    1Feteasca AlbaR$58,90Ver
    2Tamâiosa RomâneascaR$52,00Ver
    3Negru de DragasaniR$40,00Ver
    4Crâmposie SelectionataR$60,00Ver
    5Feteasca NeagraR$80,00Ver
    6Feteasca RegalaR$40,00Ver
    7Busuioaca de BohotinR$50,00Ver
    8Grasa de CotnariR$30,00Ver
    9FrâncusaR$40,00Ver
    10Babeasca NeagraR$52,00Ver
    11Martisor Pinot Grigio 2017R$39,61Ver
    12La Umbra Merlot 2018R$44,57Ver
    13Încânta Pinot Noir 2018R$42,24Ver
    14Waitrose Blueprint Romeno Pinot Noir 2018R$50,00Ver
    15Rhea Dealu Mare Viognier 2016R$60,00Ver

    Podemos apostar que quando você pensa em países com uma produção de vinhos, dificilmente você pensaria na Romênia. Acertamos?

    É algo bem comum, na verdade, mesmo o local sendo o sexto colocado na produção de vinhos dentro da Europa. Aliás, a área está no mesmo nível da França, tendo condições perfeitas, tanto de solo quanto no clima para o cultivo de uvas e é justamente sobre as bebidas dessa região que falaremos.

    Quais as principais características da Romênia para a produção de vinhos?

    O país conta com uma excelente produção de vinhos, que variam dos doces até os secos. A grande maioria detém um sabor de moscatel juntamente com notas de especiarias, principalmente aqueles que passam pelo processo de envelhecimento.

    Sem mais delongas, vamos às sugestões de rótulos para você conhecer e experimentar.

    1 – Feteasca Alba

    O Feteasca Alba é feito com uma uva romena de mesmo nome. Branco, esse vinho acaba se destacando por ser uma bebida bem equilibrada e com um excelente sabor. Também é possível encontrá-lo em várias versões: semi seco, semi doce e seco.

    Com aroma de favo do mel e sendo uma bebida bem frutada, ele cai como uma luva com pratos feitos com carne branca ou peixes.

    Para experimentá-lo você terá que desembolsar um valor de R$58,90.

    2 – Tamâiosa Româneasca

    Vinho seco, você pode encontrar esse rótulo em três tipos de variedades: seco, meio doce e doce. É produzido com uvas Merlot e por ter uma quantidade alta e natural de açúcar, ele acaba sendo um vinho floral e com notas da própria fruta.

    Aqueles que são semi doces apresentam aromas de noz-moscada e canela, assim como uma acidez muito presente.

    Para a harmonização, aposte no seco, combinado com saladas, aperitivos ou comidas asiáticas picantes. Já o doce vai melhor com sobremesas.

    O seu preço gira em torno de R$52,00.

    3 – Negru de Dragasani

    Não só de vinhos brancos se faz nossa lista. O Negru de Dragasani é um tinto cheio de sabor que foi feito com polpas bem suculentas.

    Também produzido com uma uva local, é uma bebida com aromas bem densos de amora, mirtilo e cerejas pretas, com um toque de especiarias e castanhas.

    Por ter uma textura fresca no paladar, ele pode ser servido com costela de porco, queijo fresco e fiambre.

    É um rótulo com ótimo custo benefício e a garrafa está na média de R$40,00.

    4 – Crâmposie Selectionata

    Mais uma opção branca! Já deu para perceber que essa é a especialidade da Romênia, certo? A bebida é feita igualmente com uma casta originária do país, a Crâmposie Selectionata, que também dá nome a esse rótulo.

    Se mostra seco, mas equilibrado, com notas de frutas exóticas, maçã, pera, citrinos e toques minerais.

    Ele vai bem tanto sozinha quanto acompanhando as sobremesas.

    Para provar essa maravilha da Romênia você gastará algo em torno de R$60,00.

    5 – Feteasca Neagra

    Esse tinto é produzido com uma uva romena muito apreciada e antiga no país, tanto que é considerado um dos melhores tintos da região. Ou seja, você tem que prová-lo!

    Picante, é uma bebida com uma boa textura de taninos na boca, além de contar com aromas de cerejas pretas, ameixas e amoras.

    É encorpado e com um bom nível de acidez. Pelas suas características, harmoniza perfeitamente com borrego, massas, rosbife, ratatouille, além de sobremesas feitas com chocolate preto, como mousse ou bolo.

    Esse queridinho tem um excelente custo benefício, pode experimentar sem medo. A garrafa custa em média R$80,00.

    6 – Feteasca Regala

    Feteasca Regala também leva uva de mesmo nome, que é uma da junção entre a fruta Grasa de Cotnari e a Feteasca Alba.

    Você vai se deparar com um vinho de bouquet complexo e sabores intensos de frutas tropicais e maçã verde. É perfeito para quem gosta de vinhos brancos secos ou semi secos.

    Aposte em pratos com massas, aves, peixes ou mariscos para acompanhar esse rótulo.

    Cada unidade costuma ter um preço de R$40,00.

    7 – Busuioaca de Bohotin

    É fã de rosé?

    Sua hora chegou! Entre as opções romenas, não deixe de experimentar o Busuioasca de Bohotin. A variedade de uva usada na sua produção é local e muito parecida com a Tamâioasa Româneasca.

    A bebida é composta de um sabor de pétalas de rosa, com aromas de mel, morango e manjericão.

    Harmoniza bem com carnes brancas e peixes.

    Ele possui um valor a partir de R$50,00.

    8 – Grasa de Cotnari

    O Grasa de Cotnari costuma ter duas colorações, o que te ajuda a saber a idade do rótulo. É esverdeado quando jovem, e amarelo dourado após passar pelo processo de envelhecimento.

    É prioritariamente um vinho doce, mas é achado também em versões secas ou semi secas.

    Conta com aromas de maçã, pêssego e damasco. Já no paladar mostra sabores de amêndoas e mel.

    O companheiro perfeito para acompanhar as sobremesas, principalmente as mais elaboradas.

    Sua garrafa costuma ter um preço de R$30,00.

    9 – Frâncusa

    Este rótulo se apresenta como uma bebida seca, com notas de fruta e de flores. É um vinho branco com uma suavidade bem especial. Se mostra bastante refrescante no paladar.

    Combina principalmente com peixes, frutos do mar e aves.

    Possui um excelente custo benefício com cada garrafa custando R$40,00.

    10 – Babeasca Neagra

    Aqui temos um tinto que possui uma coloração rubi. Seu corpo é leve, com um alto nível de acidez, frutado em médio tom e com taninos que quase não são percebidos pelo paladar.

    No nariz traz aromas de ginjas, ameixas, com tons florais de violeta e íris.

    Para fazer uma harmonização perfeita, procure por pratos com queijo curado, frango e leguminosas.

    O rótulo costuma ter um valor de R$52,00.

    11 – Martisor Pinot Grigio 2017

    Casta muito conhecida na Itália, esse vinho romeno é produzido com Pinot Grigio. É um rótulo branco, frutado, atraente e, respectivamente, fácil de beber.

    Tem sabor de limão e lima, além de um toque de mineralidade.

    Combina bem acompanhando peixes e frango grelhado. Também pode ser apreciado sozinho.

    Custa em torno de R$39,61.

    12 – La Umbra Merlot 2018

    De um tom de vermelho vivo, esta bebida não passa por barricas de carvalho e por isso acaba sendo menos texturizado e com um frescor muito maior.

    Ele detém sabores de ameixa, é bem frutado e vai bem com carne assada ou queijos fortes.

    A garrafa costuma ser vendida por um preço de R$44,57.

    13 – Încânta Pinot Noir 2018

    Produzido com uvas do tipo Pinot Noir, este tinto tem um sabor bem suculento de framboesa e groselha, com notas de cereja e florais no paladar, além de um final macio e longo.

    Ao contrário da maioria dos tintos, pode ser consumido bem gelado, inclusive em dias mais quentes.

    Para a harmonização aposte em carnes curadas, porco, vitela, aves, peixes e queijo.

    Este rótulo é daqueles que possuem um ótimo custo benefício, com preço de R$42,24.

    14 – Waitrose Blueprint Romeno Pinot Noir 2018

    A combinação perfeita para acompanhar pratos com frango assado, esse vinho tinto tem sabores característicos de framboesa e frutas vermelhas.

    Ele fica melhor ainda se você deixá-lo por um curto período de tempo na geladeira antes de servir.

    Um excelente rótulo para acompanhar pratos em dias mais quentes.

    Cada unidade costuma custar R$50,00.

    15 – Rhea Dealu Mare Viognier 2016

    Edição limitada, esse vinho branco é feito com uvas do tipo Viognier. Por conta disso, mostra notas de manga, damasco, pêssego e flor de maçã.

    O rótulo leva uma pequena adição de vinho envelhecido em barricas de carvalho francês, o que faz a bebida ficar ainda mais enriquecida. Esse processo dá ao líquido maior profundidade e riqueza.

    Já na harmonização aposte em pratos com peixe ou frango para acompanhar esta bebida única.

    Esta maravilha, deliciosa, costuma ter um valor de R$60,00 por garrafa.

    Onde comprar?

    Mesmo sendo o sexto maior produtor de vinho na Europa, os vinhos romenos não são tão conhecidos no Brasil, o que é uma pena, pois os brasileiros não sabem o que estão perdendo.

    Por conta disso, é um pouco mais difícil você achar opções em mercados, por exemplo. Mas é aí que a internet entra em ação para nos salvar, mais uma vez.

    Você com certeza vai se deparar com algumas opções em sites especializados em vendas de vinhos.

    Talvez o único detalhe mais complicado é que você tenha que importar a bebida, mas nada muito complicado, a não ser nas taxas que você provavelmente vai ter que pagar, é claro.

    Por isso, antes de fazer a compra faça uma bela pesquisa para achar um preço mais em conta ou uma loja que já trabalhe com esses vinhos sem a necessidade de você ter que fazer a importação.

    Ah, e claro, não esqueça de fazer uma pesquisa sobre a loja antes finalizar a compra. É sempre bom saber se a empresa é de confiança para não cair em golpes.

    Conclusão

    E você, já tomou algum vinho Romeno? Se não, essa é a sua oportunidade, ainda mais que agora você não tem uma, mas quinze opções para provar e se deliciar.

    Mesmo que a Itália e França sejam experts em vinhos de alta qualidade, não custa nada dar uma chance para países menos conhecidos, mas que possuem as mesmas qualidades dessas regiões super famosas.

    Referências:

    https://www.winemag.com/region/romania/

    https://vincarta.com/blog/romanian-wine-facts/

    https://www.decanter.com/premium/romanian-wines-to-try-413410/

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  • Gastronomia

    Salada de Morango com Pinot Noir Rosé: Harmoniza Como?

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    É muito comum a combinação de vinhos com alimentos, seja em uma refeição completa como um jantar, ou aperitivos para desfrutar da bebida sozinho ou acompanhando.

    Saladas também fazem parte desse grupo de harmonização de sabores, normalmente são fáceis de preparar, são leves e caem bem em diversas ocasiões e climas. Com isso em mente, apresento para vocês a salada de morangos que vai elevar seu paladar.

    Quais são os ingredientes?

    A salada é fácil de se preparar e não exige grandes habilidades na cozinha, os itens que vamos utilizar são fáceis de encontrar, principalmente bons morangos dentro da estação.

    Então vamos os ingredientes que você vai precisar:

    • 240 ml de morangos em fatias;
    • 41,25g de coração e folhas de aipo em fatias mais finas;
    • 18 g de azeite, reserve um pouco mais para regar a salada;
    • 9 g de vinagre de vinho branco (pode ser substituído por vinagre balsâmico branco);
    • 2 ramos pequenos de estragão fresco;
    • 2 bolas de 113 g de queijo burrata;
    • Pimenta agosto;
    • Sal marinho a gosto.

    Qual é o modo de preparo?

    O preparo é bem simples e fácil, basta misturar levemente os morangos já fatiados com as folhas e corações de aipo, o azeite, o vinagre e as folhas de agrião em uma tigela de tamanho pequeno. Acrescente pimenta, sal e misture bem.

    Em outra tigela ou travessa mais rasa, se preferir, de modo suave rasque a burrata, a intenção é que fique mais rústico mesmo, além de evidenciar a cremosidade que fica no centro, trás um aspecto interessante ao visual.

    Com um pouco de azeite regue a burrata e tempere com um pouco de sal e pimenta, misture bem para que o tempero seja bem absorvido.

    Ajeite a burrata no centro da travessa escolhida, acrescente ao redor os morangos para ter um prato apetitoso só de olhar e sirva com uma taça de vinho rosé.

    Como explicar a junção de sabores do morango com o pinot noir?

    Esta salada é composta por ingredientes salgados e frutados, fazendo o casamento perfeito, complementando os aromas e sabores do rosé.

    Os morangos são aromáticos e ótimos pois realçam o sabor da fruta e o cítrico presente no vinho.

    Já as fatias de aipo, são responsáveis por revelarem ao palato o sabor único do Pinot Noir. Ao mesmo tempo que o estragão destaca os elementos frutados e cheios de sabor.

    Toda essa composição de sabores fica mais rica quando temos contato com a cremosidade da burrata e o azeite, juntos provocam equilíbrio a acidez existente no rosé. Simplesmente uma explosão de sabores!

    Conclusão

    A combinação de sabores é uma das experiências mais agradáveis que já tive. A salada de morangos com burrata por si, já é exuberante ao paladar, combinada com o este vinho se tornar ainda mais saborosa, uma combinação perfeita.

    É uma receita fácil de preparar, que não leva muito tempo e não exige um preparo mirabolante, tenho certeza que ao experimentar a combinação você não sentira nenhum arrependimento.

    Referências:

    https://more-is-better.blogspot.com/2020/02/strawberry-salad-recipe-perfect-with.html

    http://www.palmandvine.com/strawberry-salad/

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  • vinhos

    15 Melhores Vinhos do Líbano em 2021 Bons e Baratos!

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    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinhos do LíbanoPreçoOnde Comprar
    1Musar Jeune 2017R$341,97Ver
    2Musar Jeune Blanc 2016R$199,10Ver
    3Château Musar Rouge 2012R$796,41Ver
    4Musar Jeune rosé 2018R$341,97Ver
    5Château Musar Blanc 2010R$739,32Ver
    6Château Musar Rouge 2012 MagnumR$796,41Ver
    7Ixsir Altitudes White 2020R$200,00Ver
    8Domaine des Tourelled – Marquis des Beys 2005R$150,00Ver
    9Karam Winery St. John Jezzine 2006R$356,00Ver
    10Château Ksara Cuvée de Troisième Millénaire 2008R$177,00Ver
    11Château Ka Cadet de Ka 2008R$150,00Ver
    12Ixsir Grande Reserve Red 2012R$335,92Ver
    13Ixsir Altitudes White 2017R$183,92Ver
    14Isxir Grande Reserve White 2017R$329,90Ver
    15Ixsir Altitudes Red 2016R$229,90Ver

    Sabia que o Líbano é um dos lugares mais antigos na fabricação de vinhos? O vale do Bekka, onde se encontra a maior parte dos vinhedos do país, já era citado na bíblia como uma região produtora dessa bebida.

    Além de ser um dos lugares mais antigos onde essa atividade é praticada, o local também conta com um vinho único, o Château Musar, considerado por muitos especialistas um dos melhores do mundo, principalmente porque este tem características oxidativas e únicas.

    Quais as principais características dos vinhos do Líbano?

    As características do vinho dependem, obviamente, da uva utilizada na sua produção, mas, de forma geral, as bebidas libanesas costumam ser bem aromáticas, densas e complexas.

    É comum que o rótulo tenha toques de especiarias, inclusive as picantes. Outra característica que se destaca nesses vinhos são as cores, que são quase sempre de um vermelho fogo, trazida pelas uvas Grenache e Syrah.

    Sem mais delongas, vamos às dicas de rótulos para você provar.

    1 – Musar Jeune 2017

    Por ser elaborado com técnicas mais modernas, esse Musar Jeune não tem tantas notas oxidativas.

    O rótulo é um blend, com 60% de Cinsault, 20% de Cabernet Sauvignon e mais 20% de Syrah. Não passa por carvalho e apresenta um aroma de frutas e especiarias.

    No paladar é fresco e macio. Um vinho de guarda, vai bem com cordeiro e outros tipos de carnes.

    Seu preço gira em torno de R$341,97.

    2 – Musar Jeune Blanc 2016

    O Musar Blanc é feito com um corte de uvas francesas do tipo Chardonnay e Viognier, além da italiana Vermentino.

    Um vinho que não passa por madeira, puro e com notas de amêndoas, frutas tropicais e especiarias. Seu final é bem cremoso na boca.

    Este branco combina com peixes grelhados, camarão, frutos do mar e frango assado com ervas.

    A garrafa gira em torno de R$199,10.

    3 – Château Musar Rouge 2012

    Um dos vinhos mais aclamados do Líbano, esse Château Musar é um tinto que traz características de rótulos franceses de décadas anteriores. Ele tem uma grande quantidade de notas oxidativas.

    É um vinho de guarda, que fica ainda melhor depois de passar alguns anos armazenado.

    Encorpado, esse rótulo é um blend de uvas Cabernet Sauvignon, Cinsault e Carignan.

    Para a harmonização aposte em queijos encorpados, carnes grelhadas, caça e cordeiro.

    Apesar do preço, R$796,41 a garrafa, vale a pena experimentar esse vinho único diretamente do Líbano.

    4 – Musar Jeune rosé 2018

    Rosé diretamente do vale de Bekaa, detém uma coloração intensa, com aroma de frutas vermelhas, como framboesa e morango. Seu toque é fresco e seco no paladar.

    É um ótimo vinho para usar em receitas. Além disso, ele combina com vários tipos diferentes de pratos como entradas, frutos do mar, salmão, aves, carne de porco, embutidos e entradas.

    Custa cerca de R$341,97.

    5 – Château Musar Blanc 2010

    Como dito, os vinhos libaneses são conhecidos por ter um estilo mais oxidativo. Se você deseja experimentar essa característica, este é um ótimo rótulo para você escolher com esse propósito.

    Esse branco traz características que remetem a uma outra era. Feito com castas do tipo Merwah e Obaideh, é encorpado e tem um excelente potencial de guarda, cerca de dez anos. Ele só tem uma exigência: ser decantado antes de servir.

    Para a harmonização aposte em pratos com carne de porco ou brancas. O preço da garrafa é de R$739,32.

    6 – Château Musar Rouge 2012 Magnum

    Este exemplar é um vinho de bouquet marcante, além de ser muito bem equilibrado e encorpado na boca.

    Leva uvas do tipo Cabernet Sauvignon e Cinsault na sua composição.

    Com potencial de guarda, pode ser combinado com pratos com carne, massas e cogumelos. A garrafa custa R$796,41.

    7 – Ixsir Altitudes White 2020

    Um blend, esse branco conta com vários tipos de uvas: 40% de Muscat, 30% de Viognier e 15% de Sémillon e Sauvignon Blanc.

    Traz um perfume da própria uva, além de notas de limão. No paladar tem toques de flores brancas, especiarias do mediterrâneo e frutas de caroço, além de uma textura bem encorpada.

    Aposte em pratos com peixe, frutos do mar grelhado, massas e pizzas para acompanhar esse rótulo.

    Cada garrafa deste vinho gira em torno de R$200,00.

    8 – Domaine des Tourelled – Marquis des Beys 2005

    Com 50% de Syrah e 50% de Cabernet Sauvignon, é uma bebida com aroma de tabaco, folhas e um fundo de cedro com amoras.

    No paladar é suculento, com sabor de frutas e especiarias. Tem taninos aderentes e uma acidez bem refrescante.

    Vai bem com carne vermelha e de porco. Para provar um desses você terá que desembolsar R$150,00.

    9 – Karam Winery St. John Jezzine 2006

    O Karam traz uma mistura de sabores ao paladar, como ameixa, cereja e nectarina com um toque terroso.

    Feito com um blend de Syrah, Merlot e Cabernet Sauvignon, seus taninos estão bem presentes, além de ter uma acidez que lhe dá um bom potencial de guarda. Apesar disso, pode ser consumido prontamente.

    A harmonização que mais conbina com essa bebida é com carnes vermelhas.

    A garrafa custa cerca de R$356,00.

    10 – Château Ksara Cuvée de Troisième Millénaire 2008

    Quem gosta de vinhos perfumados, vai adorar esse Château. Ele traz ao olfato toques de incenso, especiarias e amora. Já no paladar mostra notas de alcaçuz e sândalo.

    Detém taninos grandes e redondos, além de uma ótima acidez. Leva cerca de 40% de Petit Verdot e 30% de Syrah e Cabernet Franc.

    Custa em torno de R$177,00 e pode ser harmonizado com carnes vermelhas.

    11 – Château Ka Cadet de Ka 2008

    O cheiro desse Château no nariz é repleto de potpourri e ervas frescas. No paladar mostra toques de ervas do meditarraneo e cereja.

    É também um blend, com uvas Merlot (10%), Syrah (20%) e Cabernet Sauvignon (70%).

    Para achar sua harmonização perfeita opte por cordeiro e carnes vermelhas.

    A garrafa sai a partir de R$150,00.

    12 – Ixsir Grande Reserve Red 2012

    Tinto de um tom vermelho rubi, esse exemplar conta com aromas bem ricos em minerais, frutas e especiarias maduras.

    Seu sabor é concentrado, com uma textura fina, além de ser bem rico e suave. Tem um gosto final marcado pela uva.

    O rótulo leva um blend de Cabernet Sauvignon e Syrah.

    Vai bem com carnes vermelhas grelhadas, massas e frango.

    Cada unidade possui um valor de R$335,92.

    13 – Ixsir Altitudes White 2017

    Ixsir é um blend de uva típica do Líbano, além de duas francesas: Obeideh, Viognier e Muscat. Um vinho elegante, de cor amarelo palha, com aroma de flores e notas de toranja e moscatel.

    No paladar é suave e com uma acidez que deixa o vinho fresco na boca.

    Se vai fazer um jantar com peixe, frango grelhado, frutos do mar, ou servir aperitivos e queijos, ele é uma excelente opção.

    Tem um bom custo benefício, tendo seu valor em: R$183,92.

    14 – Isxir Grande Reserve White 2017

    Um blend de uvas Viognier, Chardonnay e Sauvignon, esse branco detém aroma de frutas cítricas e pêssego, com um toque final de flores.

    Na boca se apresenta cremoso, com uma boa acidez e um final longo e levemente amadeirado.

    Perfeito para servir com entradas como torradas, além de frango assado e peixes.

    O preço do rótulo gira em torno de R$329,90.

    15 – Ixsir Altitudes Red 2016

    Este exemplar leva um tipo de uva para lá de especial, a Caladoc, que nada mais é que uma mistura entre Grenache e Malbec. Além dessas duas o rótulo também conta com Syrah, Cabernet Sauvignon e Tempranillo.

    Detém um bouquet bem equilibrado, que tem um aroma de frutas vermelhas e pretas, carvalho, amora e groselha.

    No paladar se mostra macio, complexo, com um final sedoso e incrivelmente agradável.

    Ele combina perfeitamente com cordeiro, carnes vermelhas assadas, ensopados, pato e queijos de pasta mole.

    O preço da garrafa fica em torno de R$229,90.

    Onde comprar?

    Muito dificilmente você vai achar um vinho libanês no supermercado. A alternativa, então, é comprar pela internet.

    A vantagem é que você pode fazer uma pesquisa bem ampla – e até rápida – para encontrar o preço que caiba no seu bolso.

    Só não esqueça de verificar a procedência da loja onde está fazendo a compra.

    Conclusão

    Apesar de algumas regiões serem muito mais conhecidas na produção de vinhos de alta qualidade, não podemos nos esquecer que vários outros locais também fabricam bebidas ótimas, só nos resta pesquisar e ir atrás para conhecer esses rótulos novos.

    Isso te possibilita experimentar vinhos de lugares que até então eram desconhecidos para você.

    Referências:

    https://www.decanter.com/wine-reviews-tastings/five-of-the-best-wines-from-lebanon-75368/

    https://www.winemag.com/region/lebanon/

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  • Curiosidades

    Maison Ruinart: Requinte e Classe na Produção de Champagne!

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    Imagine você poder conhecer toda a história por trás daquele champanhe que você tanto gosta, uma maravílha, né? Melhor ainda, que tal saber como a sua bebida preferida é produzida. Seria o máximo, certo?

    Falando em passeios, nosso foco será na visitação proporcionada pela Maison Ruinart e você, como um bom apreciador de Champagne, já deve saber que a companhia é uma das mais importantes quando falamos desse tipo de bebida.

    Aliás, ela não só é uma das melhores do ramo, como também contribuiu para a história do champanhe.

    Então, se você estiver por Reims, separe um tempo para conhecer a Maison Ruinart. Abaixo te contamos o porquê você deve fazer uma visita à vinícola.

    Qual é a origem da Maison Ruinart?

    A origem da Maison Ruinart é muito parecida com a criação da maioria das empresas: para atender uma necessidade do mercado.

    Com o sucesso da produção de vinhos em Reims, o monge beneditino Dom Thierry Ruinart, na época empresário no ramo têxtil, decidiu investir no setor pensando no futuro.

    Após a liberação do armazenamento de bebidas em garrafas, em 1729, Nicolas Ruinart, sobrinho de Thierry, viu a oportunidade de criar um negócio para atender essa demanda. Assumindo o negócio do tio, logo Nicolas abandonou de vez o ramo têxtil e investiu todo o dinheiro da família no setor de vinhos.

    Pouco tempo depois ele se tornou o primeiro empresário a transportar champanhe, que na época só era transportado e vendido em barris, coisa que encarecia a bebida e por isso está só era consumida pela realeza – que tinha dinheiro para pagar esse tipo de transporte.

    Inicialmente, as primeiras garrafas eram uma forma de presente para os compradores de tecido, e estes eram distribuídos pelo irmão de Dom Ruinart, que era um comerciante do ramo têxtil.

    Qual é a história da Maison Ruinart?

    Acredite se quiser, mas ela foi a primeira marca a vender champanhe!

    Em 1729, o rei Luís 14 liberou o armazenamento de bebidas em garrafas e foi aí que o comerciante Nicolas Ruinart viu uma bela oportunidade e criou a Maison Ruinart, a primeira empresa a vender champanhe em garrafas. Nessa época a região de Champagne sequer tinha sido demarcada.

    Porém, mesmo tirando a ideia do papel, as primeiras garrafas não foram exatamente vendidas. Ao invés disso, o empresário decidiu dar estas unidades para seus melhores clientes e assim aproveitando para ganhar atenção e elogios a seu novo produto.

    E Nicolas não parou por aí. Já no século XVIII, ao perceber que ele estava em uma região com muitos túneis subterrâneos e grutas – crayères -, ele decidiu usar isso ao seu favor, fazendo destes locais uma espécie de adega natural para envelhecer as suas garrafas de champanhe. Isso fez a companhia ser a primeira a usar cavas para armazenar bebidas.

    Apesar de anos depois várias marcas terem se instalado em Reims, a Maison Ruinart saiu na frente por ter sido a primeira a chegar na região.

    Por conta disso, ela não só garantiu um grande número de crayères, 24 de 100, como também ficou com as mais profundas, com cerca de quarenta metros de profundidade. Eis aí o motivo pela vinícola ter uma importância relevante na história do champanhe.

    Outro marco conquistado pela Maison Ruinart é o fato da empresa ter sido a primeira a produzir o estilo rosé, e existem documentos que comprovam esse feito.

    Segundo os livros de contabilidade da casa, em 1764, a Maison vendeu 120 garrafas de vinhos, sendo que 60 delas tinham o chamado Oeil de Perdix, uma bebida de cor rosada.

    Acredita-se que a bebida tenha sido produzida com a adição das cores advindas do sabugueiro, que deu ao líquido o tom rosa que conhecemos hoje que, aliás, estava em alta na época.

    Este primeiro carregamento foi enviado para o Duque de Mecklembourg-Strelitz, da Alemanha.

    Atualmente, o rosé da Maison Ruinart leva vinho branco e tinto, um método usado desde o século XIX. A casta mais comum para a produção da bebida é a uva Chardonnay, que é cultivada em Montagne de Reims, além de Pinot Noir.

    As cavas da Maison Ruinart

    Não podemos negar que um dos pontos que mais chama atenção são as cavas da Maison Ruinart, o coração da casa.

    Como dito, a empresa acabou ficando com um grande número de cavas por ter chegado primeiro em Reims. Quem não conhece o local pode facilmente se perder nestes túneis que se estendem por mais de 8 quilômetros debaixo da terra.

    Com cerca de 38 metros de profundidade, milhares de garrafas de champanhe descansam entre três a doze anos até serem vendidas e consumidas.

    E apesar de ser o lugar perfeito para esse processo e ser parte importante da história da Maison, o local não foi construído com esse propósito.

    Cerca de dois mil anos atrás, essas regiões começaram a ser exploradas como fonte de calcário, que era usado na construção de Reims.

    Conforme esses túneis eram cavados mais fundo, mais perigoso era permanecer neste ambiente. Por conta disso, os exploradores abandonavam o local e iam para o point seguinte.

    Em 1768, o filho do fundador da Maison, Claude Ruinart teve a ideia de comprar essas galerias subterrâneas para armazenar as bebidas.

    O local era perfeito para proteger o champanhe da vibração e da luz do sol, além de manter uma temperatura constante entre 10 e 11 graus.

    Inclusive, é por conta desse clima que durante a visitação as cavas os visitantes recebem um cobertor.

    Por volta da Primeira Guerra Mundial, as partes mais fundas dos túneis eram usados como abrigo contra as bombas. Já durante os anos 50 e 60, o local se tornou uma espécie de salão de festas que era frequentado por artistas do cinema e escritores.

    Atualmente, o grupo de túneis é reconhecido como patrimônio cultural pela UNESCO, desde 2015.

    Atualmente quem é o proprietário?

    Atualmente, a Maison Ruinart pertence ao grupo LVMH, que é comandado por Louis Vuitton e Moët Hennessy. Apesar de pertencer a um grupo grande, a empresa não é tão badalada como outras companhias, é uma marca mais discreta, mas sem perder sua importância e sua elegância.

    Como podemos visitar este famoso local?

    Para conhecer esse local que praticamente carrega a história do Champagne em Reims, é preciso fazer uma reserva, com antecedência, pela internet.

    As visitas normalmente acontecem entre março e novembro, de terça a sábado.

    Essas visitas são guiadas e normalmente são feitas em inglês ou francês – um bom momento para você treinar seu idioma. Mas caso não queira, você pode mandar um email pedindo por um guia que fale português.

    O primeiro passo dessa visitação é com o profissional contando toda a história da Maison Ruinart, do início até os dias atuais.

    Vamos conferir o interior da Maison Ruinart?

    Após essa parte histórica, começa a visita em si, onde os visitantes são levados para o primeiro nível de túneis da empresa, onde você poderá ver algumas garrafas de champanhe envelhecendo, além de máquinas que são usadas no processo de fabricação da bebida.

    Depois disso, a visita segue para a parte mais funda da propriedade, às cavernas a 40 metros de profundidade. Para se ter ideia, esse local tem a mesma altura da Catedral de Notre Dame de Reims, ou seja, é fundo de verdade.

    A visitação se encerra com uma degustação de uma taça de champanhe, que pode ser um rosé ou um branco dos brancos – Blanc de Blancs. O legal de você ir acompanhada é que cada um pode pedir um tipo diferente de bebida, e assim você prova os dois.

    Por fim, essa degustação é seguida de uma visita a loja da Maison, onde você pode trazer alguns rótulos para casa.

    Parada obrigatório, é claro. Melhor souvenir que este não tem.

    Como reservar um almoço ou jantar?

    Pelo próprio site da empresa, o almoço ou jantar pode ser reservado para grupos de oito a doze pessoas.

    Com relação ao preço, tudo depende da cotação do euro, do menu, acompanhamento e do chefe que vai servir a refeição, mas o preço gira em torno de 350 euros.

    Uma coisa legal desse jantar é que ele foi criado por uma personagem, feita pela artista japonesa Kanaka Kuno, a Petit R, que conta a história da Maison Ruinart por meio da gastronomia.

    Um momento bem interessante que é finalizado com a boneca abrindo uma garrafa de champanhe, que também é aberta no “mundo real” e servida aos visitantes.

    Qual é o perfil e o processo de produção da empresa?

    O perfil dos espumantes da Maison Ruinart é elegante, puro e fresco. A ideia principal da companhia é criar champanhes fora do perfil tradicional, ou seja, aqueles produzidos com leveduras em autólise – easty -, ou oxidativos.

    O foco da companhia é produzir um vinho que fique mais próximo do sabor da fruta, preservando e potencializando toda a riqueza e frescor aromático que a uva traz para a bebida de forma natural.

    Para poder alcançar esse perfil, não existe nenhum segredo mirabolante. Na verdade, o ponto principal é evitar que o champanhe entre em contato com o oxigênio em qualquer fase da produção. Para isso, a companhia utiliza gás inerte para evitar este elemento.

    Além disso, o vinho base é sempre fermentado em inox ao invés de barricas de carvalho, como é de costume.

    Por fim, a Maison Ruinart também evita uma fermentação muito longa. Como se sabe, quanto mais lento for esse processo, mais oxidativo será a bebida, e o objetivo é justamente o contrário disso.

    Quais são os melhores champanhes Ruinart?

    1. Ruinart de Ruinart

    Feito com uvas brancas, o Ruinart de Ruinart é produzido com castas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay.

    O aroma principal é de frutas limpas e maduras, principalmente de maçã amarela e pera, acompanhada de notas de amêndoas e ameixa branca.

    Tem um mousse bem delicado e uma boa acidez, que faz a bebida ser bem cremosa no paladar.

    Com relação ao valor, vai depender muito da safra escolhida, mas uma garrafa custa a partir de R$1.000,00.

    2. Ruinart Rosé

    Com o Ruinart você vai se deparar com um champanhe de cor bem intensa e uma tonalidade salmão.

    Complexo, ele chega com um perfil bem frutado no nariz, com aromas de tangerina doce, morango, romã e figos frescos, com um toque floral de oleandro, além de notas de especiarias como pimenta rosa.

    No paladar também traz um sabor de fruta, principalmente framboesa.

    O rótulo gira em torno de R$850,00.

    3. Blanc de Blancs

    Com uvas Chardonnay, esta versão traz todo o brilho dessa uva.

    Ele tem um aroma de frutas tropicais, como manga, pera, cardamomo e casca de limão que se junta a notas florais e de brioche.

    No paladar é fino, mas cremoso.

    Uma garrafa possui o custo de aproximadamente R$550,00.

    4. Dom Ruinart Blanc de Blancs

    O Dom Ruinart blanc de Blancs também é feito com uvas Chardonnay, que passam por uma estágio de 10 meses dentro da garrafa, diferente do citado acima.

    O que acaba conferindo à bebida um aroma de frutas secas, amêndoas tostadas, além de biscoito amanteigado, brioche e especiarias, como noz moscada e baunilha.

    Detém uma estrutura firme no paladar, assim como finura e uma boa efervescência.

    O custa de um exemplar é de R$860,00.

    Conclusão

    Uma das coisas mais legais do universo do vinho é que você pode se aprofundar nesse assunto a ponto de conhecer como a sua bebida preferida é produzida, e isso é muito interessante.

    Gostar de vinho e das bebidas derivadas feitas com essa fruta vai muito além de apenas degustar o líquido. Conhecer a história das companhias também faz parte desse processo, ainda mais de uma das empresas mais relevantes e importantes neste ramo.

    Então, se pretende fazer uma viagem até a França, não deixe de passar por Reims. Essa cidade vai te levar de volta aonde tudo começou na história dos champanhes, e é uma experiência que com certeza vale a pena.

    Referências:

    https://www.sailsandspices.com/ruinart-champagne/

    https://observador.pt/especiais/nestas-pedreiras-de-giz-dormem-os-champanhes-da-casa-mais-antiga-do-mundo/

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  • Gastronomia

    Harmonização de Vinho com Carne de Cordeiro!

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    Enquanto algumas comidas são mais difíceis de se harmonizar com vinho – mas não impossível -, outras, porém, parecem ter nascido para acompanhar essa bebida, como é o caso do cordeiro.

    Esse tipo de carne vermelha vai muito bem com uma infinidade de vinhos tintos, o que com certeza facilita o seu trabalho neste momento.

    Quais as principais características da Carne de Cordeiro?

    O cordeiro, ao mesmo tempo que ele é uma carne mais gordurosa e agressiva, é um tipo de proteína mais saudável. Ele apresenta também um gosto mais doce e delicado, principalmente quando é servido mal passado.

    Aqui no Brasil pode não ser tão comum, mas é muito servido no leste do Mediterrâneo, ao norte da África e na Índia.

    Além dessas características, é uma carne muito fácil de harmonizar com diferentes tipos de vinhos, e vamos falar quais, a seguir.

    Mas já saiba que: o tipo de vinho ideal para acompanhar esse prato vai depender da preparação da carne.

    Quais as harmonizações recomendadas?

    1 – Bordô

    A combinação mais clássica entre vinho e cordeiro é com o bordô ou Bordeaux. Esse rótulo é composto principalmente de uvas vermelhas, como Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc.

    As características desse tinto é um corpo médio a encorpado e com uma acidez bem equilibrada. Além de um sabor bem frutado e super agradável no paladar.

    Já a cor é de um vermelho bem intenso, com toques de roxo, e aroma da própria uva.

    Neste caso, o bordô vai muito bem com um cordeiro assado com ervas. Você ainda pode arriscar um Bordeaux branco, com uvas Sauvignon Blanc e Sémillon.

    O custo vai depender muito do rótulo que você escolher, mas existem opções que giram em torno de R$15,90 até R$200,00.

    2 – Rioja

    Fabricado em uma região ao nordeste da Espanha de mesmo nome, o local é responsável por produzir este vinho repleto de características incríveis. A bebida leva uma mistura de uvas Garnacha e Tempranillo.

    A Garnacha fica responsável por trazer um sabor frutado ao blend, enquanto a Tempranillo cuida da acidez, que é bem agradável.

    Outra principal característica desse rótulo é o sabor do carvalho, onde os produtores buscam oferecer um equilíbrio perfeito entre a madeira e a fruta.

    Por causa do seu processo de envelhecimento, o vinho ganha uma cor escura, com um bouquet que traz menos intensidade do carvalho, além de ser potente e concentrado.

    Para este rótulo é recomendado que se prepare um pernil de cordeiro.

    O preço mais em conta começa a partir de R$49,90.

    3 – Chianti

    Região toscana da Itália de mesmo nome, o local é conhecido por produzir vinhos tintos bem ácidos com uvas Sangiovese.

    É um rótulo com uma cor vermelha bem próxima do rubi, com aromas de frutas, como cereja, ameixa e notas florais no olfato.

    A receita aqui deve ser de um cordeiro refogado com alho e alecrim. Uma combinação perfeita de sabores para o seu paladar.

    Você também acha Chiantis a partir de R$49,90.

    4 – Assyrtiko

    Lembra que comentei que a combinação clássica é o vinho tinto com cordeiro? Pois é, apesar de ser o tipo de harmonização impossível de dar errado, você pode sim apostar em um rótulo branco, como é o caso do Assyrtiko.

    Cultivado na Grécia, essa espécie de uva é muito famosa e consumida em Santorini. O Assyrtiko tem um corpo médio, já aqueles que são armazenados em carvalho são mais encorpados.

    Por estar mais propenso à oxidação, coisa que é muito explorada pelos produtores de Santorini, essa uva acaba ganhando uma coloração bem escura, além de ser uma bebida muito aromática, que com certeza vai agradar o seu olfato.

    O papel desse vinho branco vai ser cortar a gordura do cordeiro, que é bem presente nessa carne. Pelo fato do Assyrtiko ter uma alta acidez, ele torna essa combinação perfeita.

    Para acompanhar esse branco grego aposte em um cordeiro assado no forno com orégano e batata com limão.

    O Assyrtiko é um dos mais caros da nossa lista. Dificilmente você vai achar uma garrafa por menos de R$170,00 reais.

    5 – Pinot Noir

    Este é perfeito para acompanhar pratos mais delicados feitos com essa carne, como costela de cordeiro com vegetais, ensopado ou um noisette.

    É um vinho feito com uva de casca mais fina e, por conta disso, está propenso a ter um sabor mais delicado e um tom de vermelho mais claro.

    O aroma consiste em toques de frutas, como framboesa, cereja e amora, além de ervas, flores e especiarias. Para aqueles rótulos que foram envelhecidos ainda é possível observar no olfato cheiros de cogumelos secos, couro e até uma presença de animais.

    Não é à toa que a Pinot Noir é considerada uma das cepas mais elegantes do mundo e com certeza vai cair como uma luva no seu cordeiro.

    Se conseguir achar uma boa promoção, você garante um Pinot Noir a partir de R$40,00 reais.

    6 – Syrah

    O Syrah oferece uma harmonização perfeita com o cordeiro, isso porque é um vinho com bastante acidez, combinando com o peso da carne, além de cortar a gordura presente nessa proteína.

    É uma uva bem versátil e se adapta bem a diversos tipos de climas. Por conta disso – por ser cultivada em várias regiões -, a bebida acaba ganhando diferentes características, mas no geral é um vinho com notas de frutas pretas e pimenta, além de mostrar taninos bem presentes no paladar.

    Você pode apostar no Syrah com pratos de cordeiro feitos com especiarias ou ervas.

    É possível achar uma Syrah a partir de R$22,90.

    7 – Malbec

    Já falamos do pernil de cordeiro? Aliás, esse é um dos melhores cortes dessa carne, que é cozido por muitas horas de forma lenta. Caso vá servir um prato desses, pode apostar sem medo em um Malbec argentino.

    Essa uva dá uma coloração forte ao vinho, quase a cor natural da fruta. Tem um aroma frutado bem marcante, além de um sabor que permanece na boca por muito mais tempo.

    Os valores variam, mas você consegue achar rótulos a partir de R$22,00 reais.

    Conclusão

    Se você nunca provou cordeiro por ter dificuldade em combiná-lo com um bom vinho, isso não é mais um problema.

    Com essas dicas vai ficar muito fácil acertar na harmonização e você ainda ganha pontos com os convidados pois cordeiro e vinho são uma combinação deliciosa!

    Referências:

    https://www.decanter.com/learn/food/wine-with-lamb-easter-food-matching-296118/

    https://unravelingwine.com/lamb-wine-pairing/

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  • Curiosidades

    O que é Enoturismo? Como Escolher a Melhor Rota dos Vinhos?

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    Existem várias maneiras de se preparar para fazer uma viagem, você já deve ter ouvido falar de quem viaja com o intuito de ver museus e lugares históricos de um país, mas já pensou no Enoturismo como um ponto de partida para conhecer novos lugares e sabores?

    Se ainda não havia pensado nessa modalidade de turismo ou apenas não a conhecia, vamos te apresentar essa opção de viagem, algumas dicas para se preparar com calma e de forma mais assertiva possível.

    Viajar é sempre uma aventura e incluir no seu roteiro o Enoturismo, ou fazê-lo exclusivamente não é diferente. Então sirva uma taça do seu vinho favorito e nos acompanhe para saber mais sobre seu próximo destino como turista.

    O que é Enoturismo?

    É um modelo de viagem em que o turista tem como objetivo visitar vinícolas de diferentes estados ou países, degustando vinhos, conhecendo as uvas que são cultivadas no local, o processo de fabricação dos vinhos e a história do local.

    Normalmente é praticado por enólogos e apreciadores, este tipo de viagem é interessante pois você não precisa ficar exclusivamente focado em conhecer as vinícolas, pode mesclar com outros pontos turísticos.

    Existem algumas práticas no enoturismo bem comuns:

    • Passeio por parreiras;
    • Almoço harmonizado;
    • Se hospedar em um hotel vinícola;
    • Participar da vindima (colheita das uvas e pisar nelas de forma simbólica);
    • Ter aulas sobre vinhos.

    Vale lembrar que você pode fazer este tipo de turismo em família, como é algo livre vocês podem turistar por outros locais, como museus, parques e pontos turísticos. O planejamento é a chave para bom proveito do trajeto.

    Como Funciona?

    Se você está pensando em incluir vinícolas e produtoras de vinho em sua próxima viagem, além do destino é importante ter uma noção prévia dos produtores que existem na região e quais rótulos são produzidos.

    Ou seja, assim como qualquer roteiro de viagem o planejamento é o primeiro grande passo. Não precisa ser algo maçante, procure fazer dele o mais divertido, enquanto pesquisa por vinícolas em lugares que sempre quis visitar, você pode descobrir muita coisa boa.

    Neste tipo de turismo você vai conhecer a história daquele vinho, da família que está por trás daqueles rótulos, vai saber quais são as uvas cultivadas, o tempo de colheita, maturação, enfim todo o preparo do vinho e no fim participar de uma degustação dos vinhos da casa.

    O ponto de partida aqui é descobrir para onde você deseja ir, os princípios básicos da fabricação do vinho são um ponto de partida, mas cada local conta uma história e você pode querer descobrir mais sobre o país e ainda provar vinhos incríveis.

    Conhecer um outro país que sempre quis, descobrir uma vinícola pequena, cheia de tradição e história e que pode te proporcionar momentos inesquecíveis durante seu passeio.

    Como programar a melhor rota?

    Após escolher seu destino, seja exclusivamente para o Enoturismo ou não, algumas características são bem parecidas, verificar o local onde você vai se hospedar, clima, dias de férias, valor que irá precisar e principalmente se quer voltar para casa com algumas garrafas.

    Você pode optar por acessar o site das vinícolas das maiores as menores, não ignore os pequenos produtores, você pode se surpreender com as histórias que terá contato. Ou ainda utilizar um mapa enoturístico que pode facilitar sua vida.

    Ao acessar o site das produtoras do destino escolhido você pode descobrir o que faz parte da visitação, existem diversas atrações que você pode participar além da visitação e até mesmo aprender a como fabricar seu próprio vinho.

    Uma dica importante é saber se os locais que deseja visitar, estão de portas abertas aos turistas, algumas vinícolas não estão à disposição de visitação e isso você vai descobrir durante o planejamento.

    Existem algumas boas opções para começar a viajar no Brasil, como produtores de vinhos com uma qualidade excelente. A Serra gaúcha é detentora do roteiro mais tradicional que temos para o enoturismo. É uma ótima opção para começar!

    A cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul conta com a Vinícola Ravanello, uma das referências no mercado, e proporciona o turismo voltado para degustar seus vinhos mais conhecidos. Ela possui cinco horários fixos para visitação e não é necessário agendar com antecedência.

    O vale do São Francisco, está localizado na divisa entre Bahia e Pernambuco, um roteiro que vem ganhando força para este tipo de turismo. A região é famosa por sua agricultura ser irrigada com as águas do rio velho Chico.

    As uvas produzidas na região são grandes, suculentas e de uma excelente qualidade, o que encorajou várias vinícolas a se consolidarem no entorno. Dizem que o sol característico da região acentua o sabor das uvas na bebida.

    No sertão nordestino, algumas variedades são cultivadas, entre elas a Syrah que é destaque ao ponto de ser comparada com as melhores uvas cultivadas em todo mundo, irresistível!

    Dentre as produtoras do local, as principais vinícolas são: Botticelli, Ouro Verde e Santa Maria. O turismo irá te proporcionar inúmeras sensações, você bebera vinho, poderá passear de barco pelas águas do famoso rio São Francisco, além de comer da comida local.

    Caso queira se aventurar fora do Brasil, existem ótimas opções para conhecer vinícolas ao redor do mundo, Argentina, Portugal, Chile, Estados Unidos, França e África do Sul, estão entre os mais citados, mas existem outras regiões aguardando por você.

    Após saber um pouco mais sobre as opções de destino no Brasil e os países que se pode começar a pesquisar sobre o Enoturismo você vai notar que planejar sua viagem com certeza ficará mais divertida e direcionada.

    Como dissemos, vale muito a pena marcar sua viagem e mesclar a visita aos produtores com outros pontos turísticos locais, a sua viagem vai ser repleta de passeios engrandecedores.

    Conclusão

    O Enoturismo pode parecer muito difícil a primeira vista, principalmente para quem não está acostumado a viajar, com pontos turísticos, locais de visitação e tudo mais, mas o segredo está no planejamento da viagem.

    Após pesquisar e anotar nossas dicas, com certeza será muito mais fácil para você pensar em uma rota de viagem e se programar, lembrando que é possível mesclar esse turismo com outras atividades que também agradem você e quem for te acompanhar.

    Referências:

    https://www.winenium.com/what-is-enotourism/

    https://www.winenium.com/what-is-enotourism/

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  • Gastronomia

    Champagne com Chocolate: Como Fazer a Harmonização!

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    Taí uma das nossas coisas preferidas da vida: comer e beber. Realmente é muito difícil pensar em algo que seja melhor que essas duas atividades.

    Imagina então quando podemos juntar esses dois elementos na mesma ocasião, mas precisamente uma deliciosa taça de espumante acompanhada de um generoso pedaço de chocolate – ou das sobremesas feitas com ele.

    Apesar da combinação agradar muitos – afinal, como juntar duas delícias pode ser algo ruim? -, ela gera algumas controvérsias com os especialistas. Mas não podemos negar que é um tipo de harmonização que faz muito sucesso.

    Aposto que você mesmo já teve inveja daquela cena de filme onde o protagonista se esbalda em uma caixa de bombons com uma belíssima garrafa de espumante.

    Pois agora você não precisa mais, pois abaixo vamos dar dicas de como realizar essa harmonização.

    Qual é a origem desta harmonização?

    Não se sabe ao certo como essa harmonização surgiu, o que sabemos é que essa combinação era praticamente impensável a dez anos atrás, principalmente na região de Champagne, na França.

    Além do mais, parece uma tarefa difícil, pois estamos falando de elementos com características bem diferentes. Enquanto o champagne é ácido, o chocolate é amargo. Desta forma então, como achar a combinação perfeita?

    O segredo está em diminuir o amargor do chocolate e ir mais para os aromas do doce, incluindo frutas ou merengues nas sobremesas feitas com ele.

    Mas é claro que a experiência do chef de cada restaurante conta aqui, afinal, é um jogo de equilíbrio. É preciso pensar muito bem em cada detalhe, pois existe uma grande probabilidade de um ingrediente sobrepor o outro.

    Por exemplo, se o espumante domina o paladar, automaticamente o chocolate não vai ser percebido. Agora, se o chocolate é o que está mais presente, ele vai esconder as notas da bebida. É realmente um desafio.

    A tática de muitos chefes é esquecer o tradicional e se arriscar com elementos bem diferentes, mas que combinam muito bem se forem devidamente harmonizados.

    Mesmo porque algo muito parecido já acontece: a combinação de espumante com bolo, principalmente em casamentos.

    Disso para o chocolate, a distância não é tão grande assim.

    Seja como for, e independente da sua origem, é uma mistura que faz muito sucesso e provavelmente vai continuar fazendo nos próximos anos. O fator primordial está em você escolher o lugar perfeito para provar um prato desses ou mesmo arriscar fazer um em casa, porque não.

    Quais são os tipos de chocolate que formam este par?

    Como existem diversos tipos de espumantes, cada um vai combinar melhor com tipos diferentes de chocolates. Abaixo vamos fazer algumas explicações para que você entenda melhor.

    Espumante Ice e Ice rosé (demi-sec)

    Um espumante Ice é uma bebida para ser ingerida com gelo. Ela conta com uma gostosa refrescância e notas de pera, pêssego e frutas tropicais.

    Já na sua versão rosé você perceberá toques de frutas vermelhas, morango e framboesa.

    Mas independente da sua escolha, ambos combinam muito bem com morango banhado em chocolate branco. O mesmo vale para um mousse de chocolate e blueberries.

    Demi-sec

    Se você é fã de chocolate ao leite com marshmallow e/ou wafer, assim como trufas meio amargas, o escolhido deve ser um espumante demi-sec. Isso porque esta é uma bebida com um pouco mais de açúcar, entre 20 a 60 gramas por litro, o que torna a harmonização entre os dois mais leve, refrescante e bem equilibrada.

    Prosecco

    Já para acompanhar o espumante italiano, um líquido de acidez marcante, com um sabor leve e um ótimo equilíbrio você deve optar por laranjas secas e damascos cobertos de chocolate.

    Essa é, aliás, a harmonização preferida entre os jovens. E não seria o contrário, já que deve ser uma experiência única.

    Brut

    Se você gosta do Brut então pode apostar sem medo em uma taça dessa bebida acompanhada de bombons de chocolate com nozes.

    Por ser um líquido com toques de frutas e uma acidez bem refrescante, ele se torna um excelente companheiro para acompanhar as sobremesas. Pode confiar, não tem erro.

    Moscatel

    O moscatel, que pode ser tanto vinho ou espumante feito com essa espécie de uva, por si só já é uma bebida perfeita para harmonizar com sobremesas.

    É um líquido doce e que vai combinar muito bem com aquela sua torta de morango com chocolate branco.

    Para a versão rosé desse espumante, é preferível que ele acompanhe trufas de chocolate amargo com coco ralado ou bombom de chocolate branco também com coco.

    Aliás, se você prefere o chocolate branco ao preto, dê sempre preferência ao moscatel. As bolhas da bebida e a sua acidez tem o capacidade de limpar o seu paladar, tirando a gordura e a doçura do chocolate a cada gole. Desta forma você consegue saborear os dois igualmente.

    Quais são as junções mais conhecidas?

    Podemos dizer que a junção mais conhecida entre espumante e chocolate é o morango mergulhado em chocolate preto ou a clássica caixa de bombons. Aliás, em praticamente qualquer filme de romance é possível ver cenas como essa.

    O legal é que é algo que vai além das telas e realmente pode ser feito em casa, seja para você, em um momento que você quer se mimar, ou para fazer algo especial com o seu par. De qualquer forma, pode apostar sem medo nessa combinação pois é sucesso na certa.

    Não é à toa que muitos hotéis de luxo usam essa dupla para atrair clientes, com certeza, é porque funciona.

    Conclusão

    Inicialmente, essa combinação pode parecer meio estranha, principalmente porque estamos acostumados a harmonizar chocolate com vinho ao invés do espumante.

    Contudo, não se deixe levar pelas aparências e principalmente pela opinião alheia. Apesar de podermos buscar os argumentos de especialistas – e nem todos são a favor dessa harmonização -, devemos tirar a prova por nós mesmos.

    Mesmo que você não goste, pense pelo lado bom: você ainda tem duas ótimas coisas para consumir, mesmo que separadamente.

    O que conta mesmo é experimentar coisas novas, mesmo que o resultado não te agrade tanto, no final das contas. Se gostar, ótimo, caso não, deixe o espumante para combinar com outra comida e use o chocolate com vinho. Problema resolvido!

    Referências:

    https://glassofbubbly.com/champagne-chocolate-yes-or-no/

    https://www.thespruceeats.com/pairing-champagne-and-chocolate-3511113

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