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    Gastronomia

    Vinho e Tábua de Frios: Como Escolher e Combinar os Ingredientes

    Entenda as regras gerais de harmonização de vinhos com tábua de frios, queijos e embutidos

    Uma das maiores dúvidas para quem está começando a se aprofundar no universo do vinhos é como harmonizar essa bebida com os alimentos, sejam eles mais requintados ou coisas do dia a dia.

    De uma coisa você pode ter certeza: tem vinho para praticamente qualquer tipo de prato, você só precisa saber qual. E é justamente nesta parte que nós entramos.

    Hoje, nosso texto vai te ajudar a como combinar o vinho com ingredientes de uma tábua de frios. Vamos lá?!

    Alimentos Rústicos:

    A primeira dica de como harmonizar alimentos rústicos com vinho é saber quais fazem parte dessa categoria. Essa classificação inclui embutidos em geral como salsichas, salsichões, salames, prosciuttos e pastramis.

    Por outro lado, deixa de fora terrines, patês, confits e rillettes.

    Dito isso, vamos para o vinho. A dica aqui é pegar aquelas garrafas com rótulos não tão nobres assim, mas isso não quer dizer, é claro, que você não possa harmonizar os alimentos rústicos com algo mais sofisticado.

    Na verdade, o que você deve levar em consideração aqui é que todos os embutidos são bem gordurosos, sendo assim, irão harmonizar melhor com uvas mais ácidas.

    Aí fica ao seu critério pegar aquela garrafa mais baratinha ou algo mais trabalhado.

    Nossa sugestão é pegar o vinho mais do dia a dia e deixar os rótulos mais sofisticados para ocasiões mais especiais ou jantares com os amigos, por exemplo.

    Mas, mais uma vez, a escolha fica totalmente ao seu critério.

    Queijos

    Se tem um ingrediente que não pode faltar na sua tábua é o queijo. Provavelmente, ele é o alimento preferido para quem gosta de beliscar algo enquanto toma uma taça de vinho.

    Para achar o rótulo ideal, a primeira coisa que você precisa levar em consideração é qual queijo se destaca mais na sua tábua.

    Por exemplo, os do tipo Camembert e Brie harmonizam muito bem com uvas Pinot Noir.

    Pois, assim como esses queijos, essa uva também tem notas terrosas.

    Agora, se o destaque for aqueles mais duros, como Grana Padano, você vai preferir rótulos que levam Cabernet Sauvignon ou Merlot.

    Para facilitar um pouco, logo a seguir separamos algumas opções de vinho para diferentes texturas de queijo:

    • Queijos duros: Bordeaux, Cabernet Sauvignon, Chianti e Merlot;
    • Queijos moles: espumantes ou vinhos riesling;
    • Queijos semimoles: Pinot Noir;
    • Queijos azuis: vinho do porto;
    • Queijos frescos: Chardonnay e Sauvignon Blanc.

    Salames e semelhantes:

    O segredo de harmonização para salames e afins é o mesmo da tábua com alimentos rústicos: escolher vinhos com mais acidez.

    Pois este petisco também conta com a gordura como um dos principais ingredientes.

    Uma curiosidade: essa acidez do vinho tem como objetivo limpar essa gordura do seu paladar. Legal, não é?

    Com isso em mente, prefira os rótulos com uvas Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Tannat, Tempranillo e Nebbiolo.

    Contudo, segundo os especialistas, o melhor vinho para se harmonizar com salames e afins é o frisante.

    Esse alcoólico, por passar apenas por um tipo de fermentação, é uma bebida com doçura e acidez equilibrada.

    Perfeito se você for fazer essa tábua de frios em um dia quente e a luz do dia, já que o frisante é uma bebida fresca e com baixo teor alcoólico – cerca de 7%.

    Além disso, você também pode optar por vinhos que levam uvas do tipo Moscatel, Valpolicella, Barbera, Beaujolais e Bardolino.

    Se o leque for muito grande na hora de escolher, você pode nichar mais as opções provando o salame antes. Apesar da maioria ser fabricado com carne de porco, existem inúmeras variedades no mercado.

    Como, por exemplo, os chamados italiano ou aqueles que são feitos com carne de caça.

    Dentro da própria variedade de salames feitos com carne de porco você tem também opções, como o Finocchiona, com sementes e pólen de erva-doce; o Cacciatori, com vinho tinto e alho; e o Napolitana, com temperos africanos.

    Mesmo utilizando a mesma base, perceba que cada um tem uma característica, um ingrediente que já muda o gosto e, consequentemente, o tipo de vinho que combina melhor com ele.

    Então, já sabe, antes de escolher o vinho, prove primeiro o salame.

    Pastrami:

    Se você acaba ficando indeciso quando tem muitas variedades e consequentemente opções de vinhos para acompanhar seus frios, você não terá esse problema caso faça petiscos com pastrami.

    Justamente por não ter variedade na hora do preparo, é um corte bovino dianteiro mantido em marinada com açúcar, mel, alho, sal e água, e defumado numa crosta de sementes de pimenta preta e coentro, as alternativas de vinho acabam ficando mais limitadas.

    Neste caso, o melhor vinho para harmonizar com essa carne de sabor marcante, mas não forte, é um bom tinto. Este precisa ser leve, não muito encorpado, com taninos macios, ser frutado e ter uma boa acidez.

    Diante dessas “exigências”, o melhor é você optar por rótulos com Dolcetto, Valpolicella e Beaujolais.

    Prosciutto ou presunto cru:

    O prosciutto, para quem não sabe, são pernis de porco salgados e cobertos por uma camada de lardo e pimenta preta, com seca ao ar livre.

    Assim como os demais alimentos citados aqui, ele também tem uma boa dose de gordura, então, você já sabe qual é a exigência básica na hora da harmonização: rótulos com acidez.

    Como a variedade aqui também é grande, principalmente por conta do presunto, logo abaixo fizemos algumas sugestões para cada alternativa:

    • Prosciutto: espumantes Brut e Brut rosé;
    • Presuntos espanhóis: espumante Cava;
    • Parma: espumante Franciacorta.

    E não para por aí. Você ainda pode escolher vinhos brancos do tipo Chenin Blanc, Muscadet, Orvieto, Chablis, Pinot Grigio, Riesling, Soave, Viura e Verdicchio.

    Ambos também combinam com os rosés, principalmente o Bandol, Sancerre e o Côtes de Provence.

    Quanto aos tintos, além dos já citados, você pode incluir na lista o Côtes du Rhône, Chianti, Barbera, Borgonha, Grenache, Rioja e Pinot Noir.

    E para encerrar a harmonização do prosciutto e presunto cru, uma outra alternativa é o vinho xerez. Tanto na sua versão fina, quanto o Manzanilla.

    Essas dicas de harmonização valem igualmente para outros alimentos com processo parecido com o do prosciutto, ou seja, para bresaola, copa, capicola e culatello.

    Castanhas:

    Castanhas? Sim, é isso mesmo que você está lendo. Mas não estávamos falando de tábua de frios? Sim, e continuamos.

    Apesar do nome ser “tábua de frios”, você pode incluir outras “foods fingers” que combinam com a bebida, e isso vale para as castanhas.

    Além disso, elas também estão no grupo dos alimentos gordurosos, então eles não estão aqui aleatoriamente.

    Para quem adora uma tábua de frios com castanhas pode apostar em vinhos mais jovens, frescos e com uma boa acidez.

    Todo esse conjunto de características vai combinar muito bem com a gordura e os sabores marcantes das castanhas.

    Para facilitar na hora da escolha, opte pelos rótulos com aromas de notas de castanhas, como é o caso dos espumantes produzidos de forma tradicional.

    Tábua de frios variados:

    Falamos acima da tábua de frios com uma única opção, ou seja, aquelas com apenas um item dos citados aqui. Mas tem gente que adora fazer com ingredientes variados.

    Se este é o seu caso, existem igualmente vinhos ideias para essa tábua de petiscos variados. Para quem gosta de ousar na harmonização, pode apostar no xerez.

    Aqueles que são mais conservadores e não querem algo muito diferente do que já está acostumado, então vá de Dolcetto.

    Agora, aqueles que adoram provar coisas novas, a pedida certa é o frisante.

    Mas não tenha medo de variar, isso vale principalmente para os conservadores.

    Por mais que tenhamos aquela harmonização preferida, uma das graças desse universo é justamente poder experimentar coisas novas, ainda mais com a quantidade de variedades que temos disponível.

    Você pode variar entre um dia com tábuas de frios com aquele vinho que você já sabe que vai combinar bem com os petiscos, e outro para provar coisas e combinações novas.

    É sua chance não só de experimentar algo novo, mas também de aumentar seu conhecimento em harmonização. Ou seja, todo mundo sai ganhando!

    Conclusão:

    Por mais que pareça difícil, harmonizar vinhos e petiscos, esse não é um bicho de sete cabeças. O segredo é você saber quais são as características de cada food finger e, a partir daí, a escolha do vinho ficará muito mais fácil.

    Temos uma sugestão, quando estiver no outono, com dias quentes e noites frias, é a desculpa perfeita para você usar e abusar das tábuas de frios.

    Durante o dia você pode fazer uma tábua para acompanhar o frisante e a noite aproveite para fazer uma outra, agora com um rótulo de tinto, por exemplo, que além de gostoso, te ajuda a dar uma esquentada no corpo nesses períodos mais frios.

    Perfeito, não? Uma boa desculpa para comer um comida boa e tomar um bom vinho, não é mesmo?

    E você, quando vai fazer harmonização com tábua de frios, qual é o seu rótulo preferido?

    Referências:

    https://www.decanter.com/learn/wine-and-charcuterie-pairing-374319/

    https://www.newworld.co.nz/discover/wine/wine-and-food-matching

    https://www.winemag.com/2019/05/11/charcuterie-guide/

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    Confira os Vinhos Australianos e sua Popularidade Crescente que Estão Conquistando o Mundo

    Quando falamos em vinho de qualidade, muita gente ainda considera a Itália, França, Espanha e Portugal como os maiores e melhores produtores desta bebida, o que, de fato, é uma verdade, mas…

    Contudo, com o passar dos anos, outros países fizeram por merecer e entraram nessa lista dos mais badalados vinhos do mundo, como é o caso da Austrália.

    Sim, não é só de cangurus e animais peçonhentos incrivelmente grandes que vive a região.

    Apesar do vinho ter chegado na terra dos cangurus em 1788 junto com os primeiros europeus que se instalaram na região, foi só em 1960 que o país realmente começou a se preocupar com a qualidade do vinho.

    No começo, os australianos fabricavam bebidas fortificantes. Mas na década de 60, com o aumento per capita da população, a procura por vinhos de qualidade começou a crescer e nunca mais parou.

    Atualmente, a Austrália conta com cerca de duas mil vinícolas no país, além de ser um dos maiores produtores e exportadores de vinhos do mundo todo.

    Com o aumento da fama, o país tornou-se também um líder em mercados “mais maduros”. E vamos falar mais sobre isso a seguir.

    O sucesso dos vinhos australianos entre os apreciadores maduros

    Um dos mercados mais maduros quando falamos em consumo de vinho é a Inglaterra.

    Na terra da rainha, esses rótulos australianos lideram há alguns anos o ranking de vendas de vinhos maduros. Essa preferência acontece desde 1985.

    Dez anos depois, foi a vez dos Estados Unidos se render aos rótulos australianos.

    Com esse crescimento para lá de positivo, em 1996 o país definiu um objetivo: até 2025 a meta era alcançar um volume de negócios, exportação e doméstica, de 4,5 bilhões. E eles nem tiveram que esperar tanto assim, já que sete anos depois, em 2003, eles alcançaram esse número.

    E com a quantidade de produtores e de garrafas fabricadas por lá, é esperado que essa invasão não fique confinada apenas ao mercado inglês e americano.

    Em pouco tempo poderemos ver o domínio da Austrália no setor norte-americano, com rótulos principalmente tinto e branco, assim como no próprio Brasil. Apesar dessa participação ainda ser pequena no país.

    Essa expansão se deve, principalmente, pelos preços convidativos e bem competitivos. E é exatamente isso que o consumidor quer, algo de qualidade com a mesma base de preço de vinhos de outras regiões famosas.

    Quais são as dificuldades enfrentadas pelas vinícolas?

    Porém, nem tudo são flores. Para quem conhece um pouco sobre a Austrália, sabe que a região sofre muito com enchentes e queimadas. Além de regiões com calor escaldante.

    Nos últimos anos, vários estados e cidades foram atingidos por esses desastres naturais. Deixando muitas pessoas e muitas parreiras embaixo d’água.

    Em 2006/2007, por exemplo, incêndios florestais queimaram inúmeros hectares de vinhas em diversas localidades da Austrália. Esse momento foi visto como uma verdadeira catástrofe para os produtores de vinhos locais.

    E não muito tempo atrás, o episódio se repetiu, com o incêndio florestal que atingiu o país em 2019/2020, chegando a destruir quase que completamente toda a parte verde da Austrália.

    Parece que às vezes a proporção do sucesso se iguala aos desastres. Além dos contratempos com a natureza, a Austrália também passou por maus bocados governamentais em 2002/2003.

    Neste período, por algum motivo, o país decidiu tomar uma nova direção na produção de seus vinhos, priorizando a quantidade ao invés da qualidade. E nem precisamos dizer que isso não foi bem visto pelos consumidores desses rótulos.

    No início do milênio, os ingleses receberam uma oferta aparentemente tentadora da Austrália chamada de “Buy one, get one free”, ou seja, compre um e leve outro de graça. Essa foi uma ação bem agressiva tomada pela região com o intuito de se livrar do grande estoque guardado nos armazéns do país.

    Obviamente que tal atitude não foi recebida muito bem e manchou a imagem dos vinhos australianos, principalmente porque até 20 anos atrás, o mercado inglês só recebia rótulos de alta qualidade e com um custo x benefício para lá de vantajoso.

    Mas, como qualquer comércio está à mercê de erros e acertos, a Austrália já conseguiu apagar este episódio fatídico e segue sendo um dos preferidos entre o mercado de consumidores maduros e provavelmente do mundo.

    Aliás, não é à toa que o país virou rota para quem adora conhecer vinícolas.

    Visão do país continental e suas zonas vinícolas

    Falando nisso, vai fazer uma viagem à Austrália e ficou interessado em conhecer as regiões vinícolas do país? Você não vai se arrepender, são muito elegantes e bastante interessantes, pode ir sem medo.

    Abaixo, separamos os locais mais conhecidos e outros nem tanto, que combinam ótimas degustações de vinhos com paisagens de cair o queixo.

    Região de New South Wales

    Em New South Wales o destaque fica para a capital da Austrália, Canberra, que fica a 300 quilômetros de Sydney. São nestas duas regiões que se encontram os principais locais de visitação para os amantes de vinho.

    Você pode passear por:

    • Canberra District;
    • Hilltops;
    • Shoalhaven;
    • Southern Highlands;
    • Cowra;
    • Mudgee;
    • Orange;
    • Hunter Valley.

    Sendo essa última um dos locais de vinho mais importantes de Sidney.

    Nestas regiões, as uvas em destaque são: Shiraz, Chardonnay e Cabernet Sauvignon. Além de cepas um tanto quanto inusitadas, como Mataró, Verdelho, Palomino e Sémillon.

    Um fato curioso é que o clima em New South Wales durante o desenvolvimento da fruta é bem parecido com o do Languedoc-Roussilon, no Sul da França.

    Região de Victoria

    A região de Victoria é considerada uma das mais importantes do país. E neste mesmo local fica a cidade centro deste conglomerado vinícola: Melbourne.

    Ali, você pode explorar plantações de vinhos em quase todas as direções: oeste, noroeste, norte e nordeste.

    Entre os principais locais, você pode optar por:

    • Geelong;
    • Pyrenees;
    • Bedingo;
    • Yarra Valley;
    • Rutherglen;
    • Macedon Ranges;
    • Upper Goulburn;
    • Glenrowan;
    • Henty;
    • Grampians;
    • Sunburry;
    • Nagambie Lakes;
    • King Valley;
    • Strathbogie.

    Nestes locais, os chamados “vinhos clássicos” são produzidos a uma altitude de 500 metros do nível do mar.

    Já os tipos de uvas mais comuns da região são Shiraz – um tinto à base de casta de Grenache -, vinhos brancos à base de Roussanne, Viognier e Marsanne. A cepa que mais se encontra por lá são as brancas.

    Outro ponto interessante a se saber dessas regiões é que lá você encontra os melhores rótulos de vinhos doces fortificados, principalmente em Rutherglen.

    Infelizmente, os melhores produtores da região ainda tem fraca presença do Brasil, mesmo criando vinhos excelentes.

    Parte Sul da Austrália

    Para quem vai iniciar a viagem desbravando a South Australia – parte sul do país -, pode começar pela região McLaren Vale.

    Aliás, sabia que foi neste local que começou a produção de vinhos no sul da Austrália? Com certeza é uma região que não vai deixar a desejar.

    Além de ser o local pioneiro na produção de vinho, a região sul do país, é super fácil de chegar lá. Você pode fazer esse trajeto, de carro, em apenas 45 minutos saindo da capital do estado, Adelaide.

    Um dos pontos altos da experiência é que conforme você vai se aprofundando no Vale, as vinhas começam a dominar a paisagem.

    Outros pontos ao sul da Austrália que merecem destaque são:

    • Ilha Kangaroo;
    • Limestone Coast;
    • Southern Fleurie;
    • Currancy Creek;
    • Langhorne Creek;
    • Adelaide Hills;
    • Eden Valley;
    • Barossa Valley;
    • Adelaide Plains;
    • Clare Valley;
    • Coonawarra;
    • Riverland.

    A grande maioria desses locais estão ao redor de Adelaide. E a região deve estar no seu roteiro pois é ali que se produz as uvas para o vinho Grange.

    Porém, se não puder visitar tudo, priorize o McLaren Vale, Barrossa, Eden e Clare Valley. Eles são considerados o berço dos melhores vinhos da Austrália.

    Por lá, é possível degustar, além do Grange, ótimos Shiraz.

    Parte Oeste da Austrália

    Por fim, temos a região oeste da Austrália. Para quem quer dar uma passada por lá, prepare-se para uma longa viagem.

    A distância de Sydney, que fica em New South Wales, até Perth, a principal cidade desta lado da Austrália, é de quatro mil quilômetros.

    Com isso, dá para perceber a grandeza deste país, não é mesmo?

    Por lá, vale parar e conhecer:

    • Swan District;
    • Perth Hills;
    • Margaret River;
    • Geografie;
    • Blackwood Valley;
    • Mainjimup;
    • Frankland River;
    • Pemberton;
    • Mount Baker;
    • Albany;
    • Denmark.

    De todas, duas tem grandes destaques devido às ótimas opções de Cabernet Sauvignon: Margaret River e Swan District. Ambos os locais ficam lado a lado com o Cabernet da região de Coonawarra.

    Apesar dos rótulos australianos não serem tão badalados no Brasil quanto na Inglaterra, por exemplo, isso não é desculpa para você deixar de procurar por opções para conhecer mais sobre os vinhos da Austrália.

    É possível sim achar excelentes alternativas no mercado brasileiro desse grande produtor de vinhos do Novo Mundo, mesmo que seja um pouco mais difícil de encontrar.

    Mesmo a procura sendo um pouco mais árdua, temos certeza que vai valer a pena, no final das contas.

    E você, já teve a chance de provar algum vinho australiano ou sabia que a terra de Hugh Jackman e Chris Hemsworth está se tornando um dos epicentros de excelentes vinhos?

    Referências:

    https://www.thewinesociety.com/guides-wine-regions-australia

    https://justwines.com.au/blog/most-popular-wine-regions-of-australia/

    https://vinodelvida.com/best-australian-wine/

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    10 Melhores Vinhos da Califórnia Bons e Baratos para Comprar

    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinho da CalifórniaPreçoOnde Comprar
    1Chateau Ste. Michelle Indian Wells Cabernet SauvignonR$440,00Ver
    2Grifone PrimitivoR$70,00Ver
    3Sterling Vintner’s MeritageR$60,00Ver
    4Roustabout Meritage Paso RoblesR$70,00Ver
    5Kirkland Red Blend Napa ValleyR$60,00Ver
    6Tribunal Blend North CoastR$189,00Ver
    7Sutter Home ZinfadelR$80,00Ver
    8Sutter Home ChardonnayR$80,00Ver
    9Menage a Trois Lavish MerlotR$140,00Ver
    10Founders Estate Pinot NoirR$176,00Ver

    Apesar de pensarmos em Itália, França e Espanha como os melhores produtores de vinhos, os rótulos californianos não ficam atrás.

    Aliás, nos últimos anos a Califórnia está se tornando o centro dos melhores vinhos do Novo Mundo. Por lá você consegue encontrar rótulos fáceis de beber e frescos, assim como opções mais encorpadas e concentradas, agradando todos os paladares.

    O investimento nesse setor tem sido tão forte que atualmente existem cerca de mil e duzentas vinícolas na Califórnia. O que faz do estado o produtor de 90% de todo o vinho comercializado dentro dos Estados Unidos.

    Só para se ter ideia, se fosse um país, a Califórnia seria o quarto maior produtor de vinho do mundo, ficando atrás apenas da França, Itália e Espanha.

    E é justamente sobre esses vinhos californianos que vamos falar hoje. Mas não só sobre os rótulos de qualidade, mas também sobre aqueles com preços acessíveis.

    1 – Chateau Ste. Michelle Indian Wells Cabernet Sauvignon

    Esse Cabernet é conhecido no estado de Washington como “a rainha das tintas”. Possui um teor alcoólico de 14% e detém um gosto mais encorpado.

    No momento de comprar sua garrafa, não esqueça de verificar se realmente se trata do Indian, pois existe uma “versão” genérica da mesma vinícola.

    Vantagens:

    • Vinho de alta qualidade;
    • Sabor encorpado.

    Desvantagem:

    • Custo alto.

    Por conta do aumento do dólar, os valores estão um pouco acima do normal. Você vai encontrar uma garrafa dessas no Brasil a partir de R$440,00.

    2 – Grifone Primitivo

    A cepa utilizada neste vinho, primitivo, na verdade é um clone da Zinfandel, que é cultivada há séculos na Itália, apesar da usada neste rótulo ser da Califórnia.

    Ele detém 14% de teor alcoólico. Sendo assim, o ideal é consumir pequenas doses.

    Vantagens:

    • Utiliza cepa italiana na confecção;
    • Preço acessível.

    Desvantagem:

    • Teor alcoólico elevado.

    Esse rótulo é bem mais em conta que o anterior. Você consegue achar ele a venda a partir de R$70,00.

    3 – Sterling Vintner’s Meritage

    Esse rótulo vai agradar quem gosta de vinhos encorpados e escuros. É um tinto com forte presença de frutas escuras.

    A bebida leva uma mistura de uvas Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot e Malbec. Dos citados até aqui, tem o menor teor alcoólico: 13,5%.

    Vantagens:

    • Custo acessível;
    • Tinto adocicado.

    Desvantagem:

    • Essa presença forte de frutas pode desgraçar quem prefere algo menos doce.

    A média de preço dessa garrafa é de R$60,00.

    4 – Roustabout Meritage Paso Robles

    O Roustabout Meritage vem de uma região que está começando a se destacar na produção de vinhos tintos encorpados: Paso Robles, ao norte de Santa Bárbara.

    Ele leva uma mistura de uvas Malbec, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. Seu teor alcoólico é de 13,3%.

    Vantagens:

    • Tinto encorpado;
    • Composição de excelentes uvas;
    • Custo acessível.

    Desvantagem:

    • Ele é um pouco difícil de se achar.

    A garrafa fica numa média de R$70,00.

    5 – Kirkland Red Blend Napa Valley

    Se você deseja uma opção de vinho Bordeaux, o Kirkland Red Blend da Napa Valley é para você.

    Ele pode ser um pouco difícil de encontrar, pois é produzido pela Costco, uma rede de supermercados dos Estados Unidos, é como se fosse um Sam’s Club.

    Foi produzido com uma mistura de uvas Malbec, Cabernet Sauvignon e Franc, e Merlot.

    Vantagens:

    • Variedade excelente de uvas;
    • Preço acessível.

    Desvantagem:

    • Difícil de achar no Brasil.

    O seu custo gira em torno de R$60,00.

    6 – Tribunal Blend North Coast

    Apesar de ser de fácil consumo, fique atento ao consumir esse vinho da North Coast, isso porque seu teor alcoólico é de incríveis 14,5%.

    É um rótulo encorpado que leva uvas Zinfandel, Petite Sirah, Merlot, Dolcetto e Shiraz/Sirah.

    Vantagens:

    • Fácil de ingerir;
    • Combina com carne vermelha.

    Desvantagens:

    • Preço elevado;
    • Difícil de achar no Brasil.

    Seu preço médio é de R$189,00.

    7 – Sutter Home Zinfadel

    Esse vinho é para quem aprecia itens diferentes na bebida. Este, por exemplo, detém um toque de especiarias e pimenta. O que no paladar dá uma sensação suave e apimentada, ao mesmo tempo. Acaba sendo uma experiência e tanto!

    Já os taninos são macios e frescos. Seu sabor é de amora silvestre e é um vinho para o dia a dia, combinando com uma fatia de pizza ou um hambúrguer.

    Vantagens

    • Custo acessível;
    • Combina com comidas do dia a dia.

    Desvantagens

    • A pimenta pode causar certa estranheza para quem prefere algo mais comum.

    Você encontra a partir de R$80,00.

    8 – Sutter Home Chardonnay

    Saindo um pouco dos tintos, este Chardonnay tem um paladar cremoso e rico, com sabor de maçã madura. Já as notas são de abacaxi em calda e um toque cítrico.

    É aquele acompanhante para pratos com frango, frutos do mar, massas e costela de porco.

    Vantagens:

    • Preço acessível;
    • Combina com uma variedade de pratos.

    Desvantagem:

    • Por levar muitas frutas, pode desagradar quem prefere algo mais equilibrado.

    A garrafa de Chardonnay custa em torno de R$80,00.

    9 – Menage a Trois Lavish Merlot

    Este Merlot tem um aroma intenso de ameixas, além de um toque de pimenta preta e café. Na boca, fica bem robusto. Detém taninos aveludados, uma acidez equilibrada, madeira integrada e um longo final.

    Seu teor fica na média, 13,8%.

    Vantagens:

    • Vinho de qualidade;
    • Sabor diferente.

    Desvantagem:

    • Valor um pouco mais alto.

    Esse vinho é vendido a partir de R$140,00.

    10 – Founders Estate Pinot Noir

    Encerramos nossa lista de melhores vinhos californianos com esse Pinot Noir. É um rótulo com aroma de cereja e chocolate, violetas cristalizadas, traços de hortelã e anis. Além de frutas vermelhas e notas torradas.

    Combina com pratos mais elaborados.

    Vantagem:

    • Combinação de aromas bem diferente.

    Desvantagem:

    • Custo um pouco elevado.

    Seu valor é de R$176,00.

    Conclusão

    Quem achava que só a Itália e a França faziam excelentes vinhos, a Califórnia veio para mudar esse cenário!

    De qualquer forma, todos tem suas qualidades e, o mais importante, público para saborear os rótulos.

    E você, já provou algum vinho californiano ou sabia que o estado vem produzindo excelentes rótulos? Que tal experimentar?

    Referências:

    https://www.winemag.com/2020/12/21/best-california-red-wine/

    https://www.winenium.com/the-10-best-california-wines-you-need-to-try/

    https://www.butterfield.com/blog/2018/04/10/top-11-california-wines-must-try/

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    Vinho Branco Doce: O que Saber para Comprar e Como Harmonizar

    O vinho é uma das bebidas mais apreciadas ao redor do mundo, possuindo uma ciência toda sua, a enologia estuda sobre os vinhos desde o seu plantio ao engarrafamento da bebida.

    Bebida esta que acompanha a humanidade há séculos, comum em festas e banquetes, utilizado na cozinha e para relaxar após um longo dia ou conversar com os amigos, uma bebida ainda tida como refinada e chique.

    Além do vinho tinto, que todos conhecemos, os vinhos brancos tem ganhado espaço, por serem normalmente leves, aromáticos e refrescantes, combinam com aperitivos, refeições e doces.

    Mas você sabe como escolher um vinho branco doce? Ou como harmonizá-lo com alimentos e até mesmo na hora de cozinhar? Neste artigo, vamos abordar alguns pontos que podem te ajudar e dar algumas dicas.

    O que torna um vinho branco doce bom?

    Os vinhos doces possuem aromas marcantes, sua produção é realizada através de métodos especiais para que assim retenha o açúcar das uvas. Podendo utilizar uvas com níveis de açúcar mais elevados ou uma colheita mais tardia.

    Colheita essa que garante o amadurecimento completo das uvas, que ficam mais doces. Ou ainda interrompendo o processo de fermentação das uvas acrescentando destilados de uvas.

    Trata-se de uma elaboração mais complexa, o que garante a alta qualidade da bebida, no geral qualquer branco pode ser um vinho doce, desde que passe pela elaboração adequada, de acordo com o local e origem do vinho.

    É importante não confundir o vinho doce com o vinho dito suave, a qualidade deste é inferior pois justamente na produção do vinho doce, o açúcar é exclusivamente retirado das uvas de forma natural e não acrescentando em algum outro momento de sua produção.

    São muito conhecidos como vinhos de sobremesa, por tudo o que já dissemos aqui em relação à sua doçura natural e por terem um teor alcoólico maior, justamente pela maturação das uvas, quanto mais maduras maior é o álcool.

    A maior diferença entre este vinho e os demais, está em sua fabricação única, pois como já dissemos o açúcar que dá essa doçura é natural o que também eleva sua qualidade e proporciona um sabor extremamente agradável.

    Combina com que tipo de pratos e acompanhamento?

    Quando pensamos em vinho com o propósito de acompanhar alimentos, é muito comum esse pensamento ser limitado ao senso comum, massas, carnes, queijos e assim como o vinho tinto, o branco também harmoniza de modo mais agradável ao paladar.

    Sua harmonização funciona super bem com o que já citamos aqui, mas o vinho branco doce é uma ótima pedida para acompanhar pratos da culinária asiática e tailandesa, por serem comidas mais apimentadas e agridoces.

    Não é necessário ser um grande entendedor de vinhos ou um sommelier para harmonizar vinhos em casa, existem pequenas formas de saber que o vinho combina bem com alguns alimentos e pratos sem muito mistério.

    Caso queira apreciar a bebida com alimentos doces, estes devem ser tão doces quanto o vinho branco, pois sua doçura e acidez combinam perfeitamente com sobremesas.

    Em caso de alimentos mais salgados, em forma de aperitivos, uma boa pedida são tábuas de frios, baquetes e queijos são uma ótima pedida, os sabores se misturam e ficam acentuados o que agrada muito o nosso paladar.

    Como já comentamos aqui, pratos asiáticos combinam muito bem com vinho branco doce e saem do obvio, então experimente com tofus e molhos a base de vinagre também são ótimos devido a acidez de ambos que combinam de forma única.
    Carnes leves, acompanhadas de molhos mais agridoces são uma ótima combinação, a culinária chinesa possui uma boa variedade de pratos com essa combinação, por si só é uma culinária deliciosa para quem gosta desse contraste do agridoce e uma bebida doce cai muito bem e de forma agradável ao paladar.

    Ele é usado na cozinha para preparar pratos?

    O vinho branco é bem conhecido por sua utilização em receitas, tanto doces quanto salgados. Provavelmente o prato mais conhecido que leva vinho branco é o risoto e vamos te sugerir duas receitas para fazer em casa.

    Arroz com vinho Branco

    Ingredientes:

    • 100g manteiga;
    • 3 xícaras (chá) com arroz arbóreo;
    • 150ml do seu vinho branco;
    • 350ml com água filtrada;
    • 100g de queijo do tipo parmesão e ralado;
    • Folhas de salsinha;
    • 1 unidade de alho-poró picado;
    • Sal e pimenta do reino a gosto.

    Modo de Preparo

    Em uma panela, coloque a manteiga e espere que derreta, em seguida adicione o alho-poró e foque até que fique com aspecto translúcido, acrescente o arroz, sal e a pimenta do reino e deixe refogar por 3 minutos, acrescente as 150ml do vinho branco e refogue tudo até que o álcool evapore.

    Acrescente aos poucos a água e deixe o arroz cozinhar sempre agitando com uma colher, em fogo médio por aproximadamente 15 minutos, ou até ao arroz ficar pronto, desligue o fogo e aguarde 5 minutos, acrescente o queijo parmesão a salsa e misture bem. De preferência sirva o arroz quente.

    Gelatina de Vinho Branco

    Ingredientes:

    • 3 gelatinas incolor e sem sabor;
    • 1 garrafa (750ml) de vinho branco;
    • 4 xícaras com água filtrada;
    • ¾ de xícara com açúcar;
    • 6 cravo da índia;
    • 5 anis-estrelado;
    • 4 paus de canela;
    • erva-doce.

    Modo de preparo

    Primeiro faça um chá de erva doce, deixe ferver e desligue o fogo, tampando o recipiente utilizado para deixar o chá em infusão por aproximadamente 5 minutos. Coe o chá e reserve.

    Em uma panela, coloque o vinho e as especiarias e leve ao fogo alto, quando começar a ferver, abaixe o fogo e tampe a panela e deixe cozinhar por aproximadamente por 2 minutos, coe as especiarias e misture o líquido ao chá que reservamos.

    Com a mistura de chá e vinho com especiarias, prepare a gelatina como as instruções pedem, mexendo até que a gelatina dissolva completamente. Coloque em uma travessa de sobremesa e deixa esfriar na geladeira por no mínimo 4 horas.

    Referências:

    https://blog.vinfolio.com/2019/09/20/the-ultimate-guide-to-top-rated-sweet-white-wines/

    https://wine.lovetoknow.com/types-wine/list-sweet-white-wines

    http://frenchscout.com/types-of-white-wines

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    Vinho Branco Frisante: O Que Precisa Conhecer Antes de Comprar

    Para os amantes de vinho, o que não falta no mercado são opções dessa deliciosa bebida. Entre as diversas alternativas, hoje vamos falar do vinho branco frisante.

    O que diferencia um ótimo vinho branco frisante dos demais?

    A principal diferença entre o vinho branco frisante dos demais está na sua confecção. Ele surge já na primeira parte do processo de fermentação da uva e não tem a presença do vinho base. E é isso que dá a coloração da bebida.

    É também por essa etapa única que ele conta com uma concentração de gás carbônico, uma característica comum desse primeiro processo. As bolhas, que surgem nesta fase, podem ser adquiridas de duas formas, naturalmente ou de maneira artificial.

    Basicamente, isso quer dizer que ele é criado na pré-produção do espumante, mas conta apenas com metade do gás carbônico encontrado neste outro. O que resulta em um vinho mais leve, discreto e igualmente refrescante.

    As uvas usadas nesse tipo de vinho são:

    • Chardonnay;
    • Sauvignon Blanc;
    • Riesling.

    Abaixo, listamos as diferenças dos outros vinhos comparado com o frisante.

    Comparando com o tinto

    O vinho tinto é produzido por meio da fermentação do suco ou mosto, extraído de uvas pretas ou tintas. O primeiro passo é realizar a maceração – descanso – das cascas no mosto. É a partir deste processo que o vinho tinto ganha sua famosa coloração.

    Essa maceração junto com o tipo de uva usada é que dá a cor e a intensidade do sabor da bebida.

    Normalmente são usadas uvas do tipo:

    • Malbec;
    • Cabernet Sauvignon;
    • Merlot;
    • Pinot noir;
    • Tempranillo.

    E na comparação com os rosé, o que muda?

    O vinho rosé é conhecido por ter uma coloração mais puxada para o alaranjado até a púrpura, e esse tom também vai depender da uva usada em sua confecção.

    Este pode ser produzido de duas formas: por meio de uma mistura muito cuidadosa entre vinho tinto e branco, ou por uma maceração leve das uvas pretas no mosto.

    O resto do processo é basicamente o mesmo do tinto, a única diferença é no momento da maceração, que não pode ser muito longa, já que neste caso o objetivo é alcançar uma coloração clara.

    As uvas mais comuns usadas no rosé são:

    • Cabernet Sauvignon;
    • Chardonnay;
    • Merlot;
    • Pinot Noir;
    • Grenache.

    Diferenças entre Frisante e Espumante

    Quanto ao espumante, a diferença entre ele e o frisante está na fase de fermentação.

    O espumante passa por duas fases, a primeira é chamada de vinho base. Aqui, ele ainda não possui a quantidade ideal de gás carbônico, este só é alcançado na segunda fase.

    Além das duas fases de fermentação, o espumante passa também por dois métodos de produção: o champenoise e o charmat.

    No primeiro, a segunda fase da fermentação ocorre dentro da própria garrafa. Já no segundo, esse processo é feito em tanques de aço inoxidável.

    Entre o frisante e o espumante, outro ponto que diferencia os dois é o teor alcoólico. Enquanto o primeiro tem apenas 7%, o segundo varia entre 9,5% e 10%.

    Para este, são usadas uvas:

    • Chardonnay;
    • Pinot noir;
    • Moscatel;
    • Pinot Blanc.

    Basicamente, além do teor alcoólico e da temperatura a que é servido, a principal diferença do frisante para outros vinhos é que ele passa por menos processos de produção.

    Com que tipo de comida e acompanhamentos ele mais combina?

    Além de ser um delicioso vinho, o frisante é muito fácil de harmonizar com vários tipos de comida, isso porque é uma bebida delicada. E essa facilidade permanece mesmo sendo uma versão doce ou seca.

    Quem gosta de combinar vinhos com bebidas pela afinidade, então o ideal é fazer dele um acompanhante para comidas leves, ou seja, saladas, quiches e sobremesas.

    Agora, se você prefere apostar no contraste entre o alimento e a acidez desse álcool, você pode apostar sem medo nas carnes assadas e peixes gordurosos. A bebida ajudar a limpar a gordura do seu paladar.

    Ele também é perfeito para te acompanhar em um almoço com ceviche, camarão e outros frutos do mar. Para jantares, fica perfeito com pizza, por exemplo.

    Além de castanhas, patês, queijos, embutidos e amêndoas.

    Como ele tem um teor alcoólico bem baixo, apenas 7%, é aquela bebida ideal para você tomar durante o dia. O que quer dizer que ele não vai te atrapalhar caso você tenha que fazer alguma tarefa após o almoço, por exemplo.

    Qual a diferença dele com o champagne?

    Enquanto o frisante nasce de apenas uma fermentação da uva, o champanhe é um vinho fino e que tem uma das produções mais elaboradas e complicadas do mundo dos vinhos, com várias etapas.

    Este vinho é fermentado naturalmente, e as uvas mais usadas são:

    • Chardonnay;
    • Pinot noir;
    • Pinot meunier.

    Ele também precisa de cuidados específicos para ser consumido.

    Um fato interessante sobre esta bebida é que o seu nome, Champagne, é o mesmo da região onde ele nasceu, um local que fica a 150 quilômetros de Paris. Aliás, ele só é produzido nesta região, o que quer dizer que rótulos de outros lugares não podem ser chamados de Champagne. Por isso ele é chamado de “o espumante original”.

    Outro ponto bastante diferente é que a França desenvolveu um departamento só para checar os champagnes produzidos e seus produtores, garantindo a qualidade com um selo próprio para esta bebida. Se em alguma etapa for detectado problema ou alteração o champagne não recebe autorização de levar este nome.

    Interessante, não?

    Como servir?

    Algo que devemos aprender quando começamos a apreciar vinhos é que não só o rótulo importa, a forma como você serve cada um deles é igualmente primordial para você poder aproveitar todas as qualidades da bebida escolhida.

    No caso do frisante, o ideal é que você sirva ele numa taça menor, pois assim você evita perder o gás da bebida. Esse item também ajuda a conservar a temperatura do vinho, que deve ser baixa.

    Uma boa opção é servir na taça de espumante, mas em menor quantidade.

    E falando em temperatura, o ideal é servi-lo gelado – ao contrário do vinho tinto -, entre 6 e 8 graus celsius, o que ajuda a otimizar a sensação de frescor. Sendo assim, antes de servir no seu jantar ou almoço, não esqueça de colocar a garrafa na adega climatizada.

    Os melhores vinhos brancos frisantes

    Quando falamos de vinhos brancos de qualidade, sem dúvida nenhuma as melhores opções são aqueles denominados de Lambruscos, que são italianos.

    Contudo, você consegue achar ótimas opções em outros países produtores de vinhos, como a França, Portugal, Alemanha e o próprio Brasil (sim, temos excelentes produtos nacionais, basta dar uma pesquisada que você vai se surpreender).

    E aí, pronto para experimentar seu primeiro vinho branco frisante? Já garanta uma garrafa para apreciar no próximo dia de sol.

    Referências:

    https://winefolly.com/tips/sparkling-wine-explained-dry-to-sweet/

    http://sparklingwinos.com/the-sparkling-wines-of-italy/

    https://www.bostonmagazine.com/weddings/2015/09/25/difference-between-champagne-and-sparkling-wine/

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    10 Melhores Vinhos Merlot Bons e Baratos para Comprar

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    PosiçãoVinho MerlotPreçoOnde Comprar
    1Francês Varietal – CalvetR$75,00Ver
    2EmilianaR$60,00Ver
    3PlanetaR$260,00Ver
    4Desejo – SaltonR$90,00Ver
    5Merlot Terroir 2015 – MioloR$180,00Ver
    6Califórnia – Redwood CreekR$65,00 até R$99,00Ver
    7Chileno Reservado – Concha Y ToroR$26,00Ver
    8Portillo Merlot – Bodega SalenteinR$90,00Ver
    9Concha Y Toro – Casillero Del DiabloR$59,00Ver
    10Reserva Especial – LarentisR$70,00Ver

    Uma das vantagens em ser apaixonado por vinho é a quantidade de opções que você tem para degustar. Cada rótulo, cada detalhes e suas características únicas!

    Hoje, nossos holofotes estão voltados ao Merlot. Um vinho que detém um toque de frutas e notas de especiarias, como café, canela e chocolate. Consegue imaginar essa mistura de sabores no seu paladar?

    Ele é conhecido igualmente por ser uma bebida aveludada, macia e equilibrada, o que permite que você possa combiná-lo com uma infinidade de pratos.

    Vamos lá conhecer mais sobre esse item único do mundo dos vinhos?

    Quais são as principais características do Merlot?

    Você sabia que o nome do Merlot, na verdade, não é do vinho, mas sim da uva usada na confecção dessa bebida alcoólica?

    Essa espécie da fruta é de origem francesa, mas precisamente da região de Bordeaux. Seu nome é inspirado em um pássaro preto, muito comum na Europa, chamado “Melro”.

    É uma uva muito usada na produção de vinhos, e não à toa. Seu cultivo é fácil, por isso ela é produzida em vários países do mundo. Por conta disso, é a segunda uva mais cultivada no planeta.

    Os vinhos do tipo Merlot são considerados os mais versáteis do mercado. É uma bebida que agrada os fãs de um alcoólico mais encorpado, mas, ao mesmo tempo, aveludado e suave.

    Seu sabor depende da produção, e pode variar entre doce ou ácido e estruturado.

    Os ‘jovens’ são diferenciados dos “velhos” pelo aroma inconfundível. Enquanto o primeiro possui um cheiro mais puxado para frutas vermelhas, o segundo exala especiarias, que variam entre baunilha, canela, chocolate e café.

    Essa característica é conquistada por meio do envelhecimento em carvalho.

    Ou seja, tem Merlot para todos os gostos!

    O que devo levar em conta para escolher um ótimo rótulo?

    Com tantas peculiaridades, qual é a forma correta de escolher a melhor garrafa?

    Bom, para isso você precisa levar seis características em consideração: local de produção, aroma, sabor, ano de colheita, teor alcoólico e, claro, o custo-benefício.

    Tudo isso vai te levar a escolher o melhor. Quer dizer, o melhor para o seu paladar.

    Uma dica para você saber o sabor do vinho antes mesmo de provar é ficar atento ao clima do país onde a bebida foi produzida. Em regiões mais frias, você terá um vinho mais ácido, encorpado e estruturado.

    Já aqueles de países tropicais, serão frutados, macios e com menos acidez. Assim você já sabe, mais ou menos, o que esperar do rótulo que escolheu.

    Abaixo separamos as melhores opções para você experimentar, temos exemplares para todos os gostos, com um ótimo custo x benefício, confira!

    Surpreenda-se com os 10 melhores vinhos Merlot e seus preços

    1 – Vinho Tinto Francês Varietal – Calvet

    E já que estamos falando de uma uva francesa, nada melhor do que começar as indicações com um Merlot francês.

    Esse vinho é aquele que você abre para acompanhar a pizza, aquela panceta de porco ou lascas de porco no molho agridoce, frango tandoori, carne bovina em geral, cordon Bleu e/ou queijos do tipo light.

    Por ter um aroma mais frutado e macio, com certeza vai agradar paladares mais leves e sensíveis. Isso também faz com que você possa consumi-lo em grandes quantidades, mas com cautela, é claro.

    É considerado um vinho interessante pois, mesmo sendo produzido em Pays d’Oc, na França, ele não é nem forte e nem pesado, contrariando totalmente as características comuns de vinhos criados em lugares frios.

    Prós:

    • É um vinho leve, com aroma frutado;
    • Ótimo custo-benefício;
    • Pode ser consumido em maiores quantidades;

    Contras:

    • Pode enganar quem for comprar apenas pela região de produção.

    Seu valor fica aproximadamente na casa dos R$75,00.

    2 – Emiliana

    Esse vinho da Emiliana é ideal para quem ama uma bebida boa e barata. Tem um preço muito em conta, e sua produção é chilena, região mundialmente famosa pela criação de ótimos vinhos.

    Ele tem um aroma de frutas vermelhas, com destaque para o morango. Apresenta notas de especiarias e um suave toque de café.

    É um vinho de sabor equilibrado, com taninos doces e redondos.

    Prós:

    • Ótimo custo-benefício;
    • Produção chilena;
    • Sabor equilibrado.

    Contras:

    • Por não ser nem doce e nem ácido, pode desagradar quem prefere algo mais “definido”.

    O valor de uma garrafa desta belezinha custa em torno de R$60,00.

    3 – Planeta

    Se dinheiro não é problema – essa garrafa custa em torno de R$260,00 -, você poderá experimentar um rótulo de alta qualidade no quesito sabor.

    Seu alto custo deve-se ao fato de que este vinho é produzido na principal e mais prestigiada vinícola do sul da Itália.

    É uma bebida refinada e bem estruturada, característica advinda da combinação de uvas de três vinhedos diferentes. Apesar do sabor inigualável, deve ser consumido em pequenas doses, pois tem um teor alcoólico de 14,5%. Imagina a ressaca disso no dia seguinte?

    Cai com uma luva com carnes vermelhas, massas, aves, e diversos tipos de queijos. Seu toque é macio e frutado, com notas de ameixa, groselha e florais, o que proporciona um equilíbrio com o sabor persistente desse vinho.

    Prós:

    • Altíssima qualidade;
    • Toque de frutas e um sabor bem característico.

    Contras:

    • Teor alcoólico elevado;
    • Alto custo.

    Como falamos no começo desta parte, seu preço gira em torno de R$260,00.

    4 – Desejo – Salton

    Claro que não poderíamos esquecer das produções brasileiras nesta lista. Esse Merlot pertence a Salton, uma vinícola nacional que está em atuação no mercado há mais de 100 anos!

    Além disso, é um vinho altamente premiado, já tendo ganhado a classificação ouro no Concours Mondial de Bruxelles por diversas safras.

    Com tantas premiações, você deve pensar que é um vinho caríssimo. Pelo contrário, você consegue achar uma garrafa a partir de R$90,00. Não é tão barato, mas também não é um preço absurdamente alto para um produto de excelente qualidade.

    Este premiado vinho detém uma boa acidez e um corpo que varia entre médio e encorpado. Perfeito para combinar com uma bela picanha assada, lombo no forno com especiarias e/ou queijos duros.

    Já o aroma é de frutas vermelhas, cacau e especiarias.

    É um vinho que pode ser armazenado por oito anos, ou seja, é aquela bebida para abrir em uma ocasião muito especial.

    Prós:

    • Vinho super premiado;
    • Custo acessível.

    Contras:

    • Para quem não gosta de aroma muito doce, talvez seja um problema.

    Como dito mais acima, a garrafa fica em R$90,00.

    5 – Merlot Terroir 2015 – Miolo

    Este é um rótulo de sabor elegante, estruturado e aveludado. É um vinho premiado, tendo ganhado o primeiro lugar em uma prova às cegas feita em Londres, em 2008.

    Durante a vinificação ocorre um amadurecimento da bebida, em barricas de carvalho francês por cerca de um ano. Com isso, o vinho ganha notas e aroma de caramelo, café, cacau e baunilha. Uma combinação bem peculiar.

    Prós:

    • Vinho de qualidade e premiado;
    • Com características peculiares.

    Contra:

    • Custo ligeiramente alto.

    Um exemplar deste vinho não sai por menos de R$180,00.

    6 – Vinho Califórnia – Redwood Creek

    Mais um vinho bom e barato. Esse Merlot é intitulado de jovem e moderno. Tem um aroma frutado, é leve, com uma doçura na medida certa e uma acidez bem agradável ao paladar.

    Outro ponto interessante é que ele combina com comidas mais do dia a dia, como pizza, macarrão a bolonhesa, espetinho de carne com legumes, berinjela recheada e wrap de presunto defumado.

    Ou seja, é aquela garrafa para ser aberta em um jantar de família ou quando for assistir um bom filme!

    Prós:

    • Vinho jovem e moderno;
    • Combina com comidas do dia a dia;
    • Bom custo-benefício.

    Contra:

    • Teor alcoólico relativamente baixo.

    Não sendo muito fácil de encontrar, seu preço costuma variar bastante, indo de R$65,00 até R$99,00.

    7 – Vinho Tinto Chileno Reservado – Concha Y Toro

    Esse exemplar da Concha Y Toro é perfeito para quem busca uma opção com sabor leve, equilibrado e com taninos doces.

    O maior diferencial desse rótulo está no seu aroma de frutas vermelhas, notas tostadas e pimenta.

    Se deseja um acompanhamento para comidas mais leves, esse Concha Y Toro é a escolha ideal.

    Prós:

    • Ótimo valor;
    • Taninos doces.

    Contra:

    • Pode desagradar quem não está acostumado com aromas tão diferentes, principalmente por conta da pimenta.

    Você encontra garrafas a partir de R$26,00.

    8 – Portillo Merlot – Bodega Salentein

    Esse rótulo é composto de uma mistura de ingredientes incríveis e interessantes. Seu toque é de cereja, amoras frescas, chocolate e uma nota quase imperceptível de canela.

    Por ter taninos macios, é um ótimo acompanhamento para carnes também macias, como frango, pato laqueado e risoto com cogumelos.

    Prós:

    • Bom custo;
    • Sabores e aromas diferentes.

    Contra:

    • Esses ingredientes diferentes podem desagradar quem prefere algo mais dentro do comum.

    O preço do rótulo gira em torno de R$90,00.

    9 – Concha Y Toro – Casillero Del Diablo

    O Merlot da Casillero Del Diablo é uma combinação de aromas de ameixa, tabaco e ervas. Já o toque é um defumado de carvalho americano.

    Como acompanhante, ele casa perfeitamente com queijos suaves, carnes vermelhas, massa, risoto e comida mexicana.

    Prós:

    • Marca de qualidade;
    • Custo acessível.

    Contra:

    • O aroma do tabaco pode causar estranheza.

    Cada garrafa custa aproximadamente R$59,00.

    10 – Reserva Especial – Larentis

    Se quer experimentar um vinho nacional de alta qualidade e com um valor acessível, este Reserva Especial é a alternativa perfeita!

    Além de uma linda cor rubi intensa, seu aroma lembra especiarias juntamente com frutas maduras.

    É um vinho de sabor macio e equilibrado.

    Seu envelhecimento acontece em barricas de carvalho norte-americano, por cerca de 8 meses. Depois disso, o vinho engarrafado descansa na cave por mais 12 meses.

    Prós:

    • Produção nacional de alta qualidade;
    • Valor acessível.

    Contra:

    • Teor alcoólico é relativamente baixo – 13%

    Seu preço é de R$70,00.

    Bom, opções de Merlot para você explorar não faltam. Do mais barato ao mais caro, temos certeza que cada prova será diferente e única para você.

    Referências:

    https://www.liquor.com/best-merlot-wines-5095238

    https://wine.lovetoknow.com/most-recommended-merlot-wine

    https://www.winemag.com/varietals/merlot/

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    10 Melhores Vinhos Malbec Bons e Baratos para Comprar

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    PosiçãoVinho MalbecPreçoOnde Comprar
    1Susana Baldo Signature, Susana BaldoR$160,00Ver
    2Alamos Malbec, AlamosR$100,00Ver
    3Escorihuela Gascón – Pequeñas Producciones, Escorihuela GascónR$75,00Ver
    4El Enemigo 2015, El EnemigoR$150,00Ver
    5Gato Negro, Viña San PedroR$40,00Ver
    6Finca Las Moras Malbec, Finca Las MorasR$59,90Ver
    7Calel Malbec, CalelR$52,00Ver
    8Don Guerino Vintage, Don GuerinoR$75,00Ver
    9Benjamin Nieto, Nieto SenetineR$38,00 e 45,00Ver
    10La Linda, Luigi BoscaR$70,00Ver

    A famosa uva Malbec, é utilizada na fabricação de um vinho sem igual e muito apreciado, ela é original da França, mas foi popularizada pelos Argentinos pois o clima do país é favorável as uvas.

    Ela tem inclusive um dia para chamar de seu, no dia 17 de abril acontece a celebração mundial em nome dessa rara uva.

    A Argentina é atualmente a principal produtora desse vinho, de tom vermelho intenso que se aproxima do roxo e possui sabor adocicado e intenso.

    Não é à toa que o Malbec está entre os vinhos mais apreciados no mundo e caso você ainda não saiba qual a melhor escolha, vamos te ajudar apresentando 10 vinhos feitos com essa uva que são incríveis!

    O que saber para escolher o melhor vinho Malbec?

    Antes do nosso top 10, vamos falar um pouco sobre como escolher um bom vinho deste tipo.

    Para fazer a escolha sem ficar com tanta dúvida, vamos te dar algumas ótimas dicas que com certeza vão te ajudar na próxima vez que você.

    O Malbec faz parte dos vinhos tintos clássicos, a cor é de um vermelho intenso mais puxado para o roxo, seu aroma lembra frutas vermelhas, mas também pode-se sentir um toque floral que lembra violetas e baunilha, tornando assim seu aroma ainda mais marcante.

    Seu sabor é uma outra característica bem marcante deste vinho, trata-se um sabor levemente adocicado e que se prolonga, por isso é considerado um vinho bem equilibrado, suave e aveludado ao paladar.

    Quais são os 10 Melhores Vinhos Malbec?

    1 – Susana Baldo Signature, Susana Baldo

    O vinho Argentino de uma das mulheres mais influentes do mundo quando o assunto é vinho, em 2018 Susana ganhou esse título e não é à toa, o Signature já ganhou alguns prêmios pela sua alta qualidade.

    Trata-se de um vinho amadeirado e seco, é envelhecido durante 13 meses, devido ao suave sabor de ameixa bem madura com nuances de chocolate, baunilha e o frescor leve da menta, esse vinho é ótimo para harmonizar com carnes suínas e vermelhas.

    Seu preço fica em torno de R$160,00.

    2 – Alamos Malbec, Alamos

    Um vinho que está entre os melhores do mundo, proveniente de uma adega familiar com 40 anos de existência, esse vinho premiado é saboroso e acessível.

    Saboroso, macio e intenso, se trata de um vinho equilibrado que possui uma acidez refrescante e um sabor marcante de ameixa e amora que se prolonga, sendo agradável ao paladar, harmonizando muito bem com carnes, massas e churrasco.

    Você encontra na internet pelo preço de R$100,00.

    3 – Escorihuela Gascón – Pequeñas Producciones, Escorihuela Gascón

    Um vinho argentino de uma das mais tradicionais bodegas do país. Os vinhos dos Pequeñas Producciones são fabricados com uvas selecionadas, trazendo o melhor desta uva, sendo um vinho seco, suave, intenso e equilibrado.

    Possui aroma de frutas vermelhas, um toque de carvalho e chocolate. Harmoniza muito bem com carnes vermelhas.

    Possui preços variando em torno de R$75,00.

    4 – El Enemigo 2015, El Enemigo

    Considerado por muitos especialistas um dos melhores vinhos do mundo. Um vinho de cor intensa e muito agradável ao paladar, seu aroma com notas de frutas vermelhas e chocolate, é suave e agradável.

    Um vinho surpreendente pelo seu sabor e aroma, não é amargo e é possível senti-lo por um tempo na boca, após a bebida acabar. Harmoniza bem com carnes e cordeiro.

    Seu valor é de aproximados R$150,00.

    5 – Gato Negro, Viña San Pedro

    O Gato Negro é produzido na Argentina, sendo muito popular, intenso e suave com um aroma predominante de frutas vermelhas. Um vinho simples e agradável, sendo mais seco.

    Por ser um vinho muito conhecido, a quem se engane com sua qualidade, mas esse vinho não fica atrás de outros mais caros, harmonizando muito bem com aperitivos, grelhados e carne assada.

    O preço deste vinho é de R$40,00.

    6 – Finca Las Moras Malbec, Finca Las Moras

    É um vinho intenso, suave e bem equilibrado, seu aroma é frutado, a produção deste Finca Las Moras é feita na região de San Juan, conhecida pela produção de vinhos finos, as uvas são irrigadas com águas muito puras.

    Um vinho ideal para o dia a dia, acompanhado ou não de uma boa refeição, é bem agradável ao paladar e pode ser combinado com carnes mais pesadas.

    A garrafa sai em torno de R$59,90.

    7 – Calel Malbec, Calel

    O Calel é ideal para dividir com os amigos, seja em uma reunião com petiscos ou em um churrasco, até mesmo para degustar durante uma conversa.

    É um vinho frutado, fresco e agradável ao paladar, não sendo suave ou intenso demais.

    Seu aroma lembras compotas de frutas e pimenta preta, agradando aqueles que gostam de um vinho seco. Combina bem com massas, queijos e carnes.

    Seu preço fica na casa dos R$52,00.

    8 – Don Guerino Vintage, Don Guerino

    Brasileiríssimo, produzido na Serra Gaúcha pela vinícola Don Guerino e com vários prêmios internacionais e nacionais, provando que no Brasil bons vinhos também são fabricados.

    O Vitage tem um rótulo que chama atenção, mas seu aroma de frutas negras, café e baunilha não decepciona. Assim como o sabor, de acidez agradável e frutado, que permanece na boca.

    Esse vinho é um bom acompanhante para carnes vermelhas, lasanha à bolonhesa e aquela pizza com os amigos.

    A garrafa dessa maravilha fica em R$75,00.

    9 – Benjamin Nieto, Nieto Senetine

    Vinho produzido na argentina, envelhecido por 2 meses em barris de carvalho, com safras que mantem equilíbrio e qualidade desse vinho jovem.

    Pode ser um pouco ácido o que carrega a sensação de amargo no final, mas não compromete a experiência por ser um vinho suave, é um bom vinho para quem quer começar a degustar vinhos secos, combina bem com massas e carnes vermelhas.

    Com preços variando entre R$38,00 e 45,00.

    10 – La Linda, Luigi Bosca

    O La Linda é um dos mais reconhecidos da Vinícola Luigi Bosca, em 2016 ficou entre os melhores vinhos do mundo, porém todas as safras possuem o mesmo padrão da premiada.

    Trata-se de um vinho seco e leve, com um aroma fresco, sendo bem saboroso e equilibrado ao paladar.

    É um vinho fácil de se apreciar pois não carrega a sensação de amargor na boca, uma ótima pedida para acompanhar carnes vermelhas e queijos com sabor mais acentuado.

    Seu valor costuma ser de R$70,00.

    Conclusão

    A história de Malbec é cercada de altos e baixos, mas com um final feliz.

    Atualmente, o mundo está apaixonado por este vinho fácil de beber e muito frutado.

    A França é seu verdadeiro lar e lugar de origem, mas foi a Argentina que o introduziu ao mundo e o fez o que é – um vinho mundialmente famoso!

    Referências:

    https://www.liquor.com/malbec-wine-5090548

    https://www.vinovest.co/blog/malbec-wine

    https://www.thewinecellarinsider.com/wine-topics/wine-educational-questions/grapes-for-wine-making-flavor-characteristics-explained/malbec-wine-grapes-flavor-character-history/

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    vinhos

    Vinhos Californianos Mais Famosos e Suas Histórias

    Conheça a história por trás dos vinhos californianos

    Em meados do século XVIII, colonizadores espanhóis desembarcam em San Diego para as primeiras Missões. Em 1769, as primeiras videiras estavam sendo plantadas.

    Com o tempo, os colonos foram abrindo caminho rumo a San Francisco, na direção norte do estado. Onde quer que fossem, eles plantavam videiras.

    Dessa maneira, devido à relação com o mundo religioso, a primeira uva cultivada em território californiano recebeu o nome de “Mission Grape”.

    Em 1857, foi fundada a primeira vinícola por Agoston Haraszthy, um húngaro que transformou e inovou toda a natureza da produção e do comércio de vinhos da região.

    Porque California e Napa Valley?

    A Califórnia possui um clima privilegiado: o sol brilha durante o ano inteiro e isso é extremamente favorável para a cultura do vinho.

    A iluminação natural e direta proporciona garantia de crescimento para as uvas ao longo do ano.

    Além disso, a diversidade do terroir californiano possibilita o cultivo de variadas castas e a larga extensão da costa litorânea proporciona uma refrigeração natural da brisa, com a presença da névoa, favorecendo o crescimento de espécies que apreciam o frescor, como a Chardonnay e a Pinot Noir.

    Já as vinhas de Cabernet Sauvignon e Merlot, por exemplo, se estendem ao longo das colinas, onde podem usufruir da incidência solar direta.

    Napa Valley, por sua vez, é uma região de grande importância na produção vinícola californiana: concentra uma quantidade mundialmente imbatível de vinícolas, além de produzir uma bebida de altíssima qualidade.

    Já que há uma combinação de uma série de fatores que favorecem a excelência das frutas dessa localidade: o clima mediterrâneo, a geografia, a geologia em si, que é a composição variável do solo, que vai da areia às cinzas vulcânicas, passando pela argila, granito, cascalho e outros mais.

    Quem foi Steven Spurrier e como ele mudou os vinhos californianos?

    Ele foi um inglês, o grande organizador e idealizador do Julgamento de Paris, em 25 de maio de 1976.

    Inicialmente, o objetivo deste evento era simples, claro e direto: mostrar os produtores que haviam sido recentemente descobertos na Califórnia, os quais possuíam pouca ou nenhuma visibilidade diante do público consumidor.

    Porém, tal julgamento acabou gerando mesmo uma inesperada reviravolta na história mundial do vinho, foi um fato tão inesperado que tornou-se inspiração para filme e livro.

    Os vinhos californianos receberam nessa ocasião pontuações melhores do que as dos até então sagrados e consagrados exemplares franceses, algo totalmente fora de cogitação para essa época.

    Foi uma total quebra de padrões estabelecidos e, ainda por cima, em fora do território americano, com a presença de críticos franceses e ingleses, o que certamente propiciou maior credibilidade ao acontecimento.

    A partir daí, a reputação californiana de vinhos mudou para sempre!

    Quais são as principais uvas cultivadas na California?

    Há aproximadamente uma centena de tipos de uva cultivados nessa região, entre eles Merlot, Chardonnay, Pinot Noir e Tannat.

    Todas são originárias da região de Bordeaux, na França, com exceção das uvas Zinfandel, que são típicas dessa região dos Estados Unidos, cultivadas desde o século 19 e reconhecidas como patrimônio nacional, em razão da sua importância histórica.

    Vale destacar também o cultivo em larga escala da Cabernet Sauvignon, que é mundialmente conhecida como a “Rainha das Uvas”, por ser unanimidade entre os apreciadores.

    Quais são as características das uvas Zinfandel?

    Uva típica das altas temperaturas e das regiões secas, a Zinfandel é cultivada na Itália, nos Estados Unidos e, em menor escala, na África do Sul, no México e na Austrália. No entanto, é na Califórnia mesmo que ela é prestigiada e reconhecida como patrimônio cultural.

    Sendo banhado pelo Oceano Pacífico, o estado da Califórnia é caracterizado por verões ensolarados e brisa oceânica, o que certamente promove um frescor natural.

    Isso se reflete no sabor mais adocicado das frutas o que, durante o processo de vinificação, leva à produção de vinhos com alta graduação alcoólica (cerca de 15%).

    Essa é uma uva com sabor forte e variável: quando jovem apresenta nuanças de morango, à medida que vai amadurecendo adquire um sabor mais adocicado, como o de uma amora ou cereja.

    Pode-se também perceber em seu sabor toques de especiarias, como pimenta-do-reino, cardamomo, dentre outras.

    Alguns Rótulos que Recomendamos

    Aqui, iremos falar de modo mais genérico e abrangente, pois não é possível citar meia dúzia diante de centenas de exemplos incríveis com tantas espécies diferentes de uvas.

    • Opus One – Safra 2016
      Uma bebida com vários prêmios internacionais. Um dos melhores do mundo, trata-se de um blend das uvas Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Cabernet Franc e Petit Verdot, todas provenientes de vinícolas do Napa Valley.

      Esse produto possui a união do Velho Mundo (Domaines Barons de Rothschild) e o Novo Mundo (Robert Mondavi, renomado produtor do Napa Valley).

      Custa cerca de R$7.000,00.

    • Fox Brook Chardonnay 2019
      Sua cor é amarelo opaco com reflexos verdes, possui sabores frutados de maçã e pera e um toque de mel.

      Um vinho agradável, com boa acidez e final macio.

      Preço: cerca de R$90,00

    • Vinho de Loach Zinfandel 2019
      A cor é rubi brilhante. Possui aromas frutados de morango e cereja, além de especiarias.

      Vinho robusto, com taninos firmes e final persistente. Essa bebida se tornará mais potente com o passar dos anos, mas pode ser consumida desde já.

      Custa cerca de R$180,00

    Existem vários outros rótulos igualmente imperdíveis e tentadores. Pois a verdade é que há um mundo de sabores nas vinícolas da Califórnia! Permita-se experimentar novos sabores!

    Referências:

    https://www.butterfield.com/blog/2018/04/10/top-11-california-wines-must-try/

    https://www.jancisrobinson.com/learn/wine-regions/usa/california

    http://www.the-buyer.net/tasting/wine/best-new-wave-california-radar/

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    vinhos

    História do Vinho, Processos de Produção e Interferência nas Culturas Mundiais

    Resenha sobre a história do vinho e como ele se difundiu na humanidade através do tempo

    Muitos não sabem, mas o vinho é uma das mais antigas bebidas consumidas pela humanidade. Na Antiguidade Clássica era a bebida preferida do Deus grego Dionísio, no Antigo Testamento, já aparecia nos registros de Noé e graças ao catolicismo esta bebida chegou até as Américas.

    Os grandes impulsionadores da cultura e desenvolvimento do vinho foram os egípcios, gregos e os romanos.

    Em nosso artigo de hoje, vamos trazer até você a história desta deliciosa e apaixonante bebida. Acompanhe conosco!

    Quais foram os primeiros vinhos?

    Para falar a verdade até hoje o marco zero do vinho no mundo é incerto. Escavações antigas já encontraram rastros desta bebida em meados de 8.000 A.C..

    De acordo com os registros arqueológicos as sementes mais antigas de videiras cultivadas pelo homem datam de 8.500 a 6.500 anos A.C., nos atuais territórios da Turquia, Armênia e Geórgia Soviética.

    Já o vinho, estima-se que tenha surgido a partir de 6.000 A.C., período no qual o homem deixa de ser nômade e começa a formar as primeiras comunidades, se dedicando a domesticação de animais e ao cultivo de grãos e frutas.

    Fábula persa

    Existe uma fábula persa que fala sobre a origem de vinho. De acordo com esta lenda, na corte do rei Jamshid, as uvas eram guardadas em jarras para serem comidas fora da estação.

    Uma destas jarras, foi descartada pois as uvas estavam espumando e o cheiro exalado por elas lhes parecia estranho. Para eles, isto poderia ser venenoso.

    Foi então que uma das donzelas que perdeu o carinho e atenção de seu rei tentou o suicídio consumindo o conteúdo desta jarra. Porém, ao invés de morrer, ela se sentiu muito alegre e teve uma noite de sono reparadora.

    Ao acordar, ela foi até o seu rei e contou o ocorrido, que ficou surpreso com a descoberta e ordenou a seus criados que fizessem uma grande quantidade desta bebida para que todos pudessem consumi-la.

    E assim foi feito, todos consumiram, ficaram eufóricos e felizes. Deste modo, os persas descobriram que uso de uva fermentado não era veneno, mas sim uma bebida poderosa.

    Como era o vinho no Antigo Egito?

    O Egito, considerado o centro das civilizações localizadas no Vale do Nilo no mundo Antigo, foi um dos responsáveis pela expansão do vinho nesta época.

    Os egípcios foram, inclusive, os primeiros a descrever o processo de produção de vinho etapa por etapa.

    Nos hieróglifos aparecem registros de como era preparado o vinho naquele tempo. Veja a seguir como:

    • Plantavam as parreiras sob treliças em locais com sombra e devida proteção do sol;
    • Após serem colhidas as uvas eram pisoteadas;
    • Depois disso, extraiam mais suco através da utilização de uma lona de linho, que era devidamente esticada em uma moldura de madeira, seria uma espécie de peneira bem rudimentar;
    • Em alguns casos, as uvas eram ainda prensadas com o auxílio de pedras. Esta opção não era muito utilizada pois o vinho obtido sempre ficava com um sabor residual amargo, devido ao esmagamento das sementes e caules da uva junto com a própria fruta;
    • A bebida então obtida a partir destas três prensagens, era armazenada separadamente ou então misturada para dar origem a diferentes tipos de vinho.

    Processo de fermentação

    Uma vez prensadas, as uvas seguiam para a etapa de fermentação. Este é um processo que ocorre de forma espontânea, em especial em sucos de frutas ricas em açúcar. Neste caso, a levedura (fermento), converte o açúcar em álcool.

    Os egípcios tinham certo domínio sobre o processo de fermentação, inclusive, o pão fermentado também teve sua origem no Egito Antigo.

    O grande destaque dos egípcios no processo de fabricação do vinho é que eles faziam mais do que deixar o suco de uva fermentar, eles já manejavam este processo, ou seja, tinham a noção de que para produção de vinhos mais leves, bastava poucas semanas de fermentação, enquanto para obter vinhos de maiores teores alcoólicos era necessário deixar fermentar mais tempo.

    Eles, já sabiam inclusive, que ao se aquecer a mistura, o processo de fermentação era também acelerado. As técnicas por eles utilizadas, serviram de base para os métodos utilizados ainda hoje.

    O produto da fermentação era armazenado e selados com barro em grandes vasos contendo duas alças cada, denominados ânforas.

    Além de fazer vinhos a base de uvas, os egípcios produziam também a base de romãs, tâmaras e figos, neste caso, eles tinham a noção de que precisavam adicionar uma pequena quantia de açúcar para que a fermentação ocorresse de forma satisfatória.

    Vale ressaltar que o vinho, bebida que exige um certo trabalho de produção, era reservada apenas para ser consumida pelos faraós e seus familiares. Além disso, era costume dos faraós deixar algumas garrafas em seus sarcófagos para que eles pudessem continuar brindando esta deliciosa bebida após partirem desta vida.

    Curiosidade

    Em 1922, na tumba do faraó Tutankamon foram encontradas 36 ânforas de vinho, e em algumas delas havia a descrição da região em que foi produzido, safra da uva, nome do comerciante e até mesmo a inscrição dizendo “de boa qualidade”.

    Tal fato, só veio confirmar todo o cuidado e dedicação que os egípcios já tinham com o vinho.

    Os vinhos na Grécia, como eram feitos e sua influência na sociedade

    De acordo com os registros históricos, a chegada do vinho na Grécia ocorreu em 3.000 A.C. através de comerciantes fenícios. E ao se depararem com tal bebida, a paixão dos gregos foi imediata.

    Além disso, pode-se dizer que o vinho foi de extrema importância para o desenvolvimento deste país, tanto na área cultural quanto econômica.

    Isto se deve ao fato de que, ao contrário do Egito Antigo, no qual o vinho só podia ser servido aos faraós e seus familiares, na Grécia esta bebida podia ser consumida por todas as classes sociais.

    E os gregos consumiam muito vinho, no mínimo 3 taças, eles afirmavam que a primeira taça era para o corpo, já a segunda taça para a mente e a terceira taça para o amor.

    Na Odisseia escrita por Homero, há relatos da produção de vinho realizada pelos gregos. Evidencia-se também nesta obra a paixão deste povo por esta bebida.

    Atribui-se a Dionísio, conhecido como o Deus grego do vinho (ou Baco, em Roma) a disseminação do cultivo de uva e produção de vinho pela Ásia. Existe, inclusive, uma história mitológica sobre isto.

    Mitologia ou não, o fato é que graças aos gregos, o cultivo de uvas espalhou-se pela Ásia e inclusive, muitas variedades de uvas ainda existentes atualmente no mundo são derivadas das mudas daquela época.

    Outra contribuição significativa dos gregos ao processo de fabricação desta bebida se deve ao envelhecimento do vinho. Na época, eles tinham o costume de forrar as ânforas com o intuito de dar a bebida sabores diferenciados, para tanto faziam uso de resina de madeira.

    Esta técnica de envelhecimento foi aprimorada pelos romanos, que passaram a realizar o processo em barris feitos de carvalho.

    Na Grécia Antiga era comum fazer misturas com vinhos, na verdade, eles quase nunca eram bebidos puros, ao menos um pouco de água era adicionado. Em ocasiões formais especiarias eram adicionadas a bebida com o intuito de lhe conferir melhor sabor e aroma.

    Existem também registros no qual o vinho era utilizado para fins medicinais neste período. Hipócrates, pontuou várias propriedades medicinais desta bebida, que são citadas em textos da história da medicina.

    A partir da Grécia o vinho se espalhou para a França, Itália e toda península Ibérica.

    Como eles chegaram na Roma Antiga?

    O vinho grego chegou em Roma por volta de 1000 A.C., porém não despertou muito o interesse do povo romano. Na época a bebida mais consumida por eles era a cerveja, e o vinho eventualmente produzido era exportado para o povo bárbaro.

    O interesse dos romanos pelo vinho se deu no século I A.C., quando estes saquearam uma cidade destruída na Batalha de Cartago atual Tunísia e se depararam com uma verdadeira biblioteca sobre vinicultura.

    A partir de então, esta bebida passou a ser alvo de interesse e consumo na Roma Antiga. Em todos os lugares que invadiam, os romanos levavam o vinho. Esta era uma forma deles imporem sua cultura e costume aos povos dominados.

    Desde modo, pode-se dizer que o Império Romano levou consigo a produção de vinhos para os demais povos europeus.

    Foram os romanos também os responsáveis pela catalogação e classificação dos diferentes tipos de uva. Eles catalogaram também os principais tipos de doenças e pragas que afetavam suas parreiras.

    Foram eles que descobriram que o armazenamento do vinho em barris de carvalho trazia melhoras em seu sabor. O povo romano também foi o primeiro a armazenar a bebida em garrafas de vidro.

    O tipo de vinho preferido por eles, era o doce. Assim, para produzir o vinho de sua predileção, os romanos colhiam as uvas o mais maduro possíveis, e quando não era possível, as colhiam ainda imaturas e as deixavam no sol para secar e assim concentrar o seu teor de açúcar.

    Esta técnica de produção de vinhos é realizada até hoje por alguns vinicultores e é denominada passificação da uva.
    Outra forma utilizada pelos romanos para deixar o vinho mais doce e forte, era ferver a bebida, concentrando assim a quantidade de açúcar, tal procedimento ficou conhecido como “Defrutum”.

    Em outros casos era adicionado a bebida uma pequena quantidade de mel, dando origem ao chamado “Mulsum”.

    Outra técnica desenvolvida por eles para deixar o vinho mais doce era o de preparar um mosto permanente “semper mustum”. Neste caso, a fermentação era interrompida através da submersão da ânfora em água fria, conservando assim parte do açúcar. Este procedimento é o precursor da obtenção do “Süssreserve” das vinícolas alemãs.

    França e Idade Média, como os vinhos se desenvolveram?

    Com o declínio do Império Romano iniciou-se a Era Medieval, nesta época contudo, o vinho já era conhecido em todo o continente.

    Nesta época, esta deliciosa bebida era servida nos banquetes, primeiramente por seu sabor e segundo, porque a qualidade da água da época era bem duvidosa, então ao se fermentar o suco, realizava-se uma espécie de descontaminação.

    Pode-se dizer, então, que na Idade Média, o consumo de vinho e da cerveja, que também era produzida, não era luxo, mas sim uma necessidade de sobrevivência.

    Foi na Idade Média que a França deu início a sua fama de produtora de vinhos de qualidade.

    Na época de Carlos Magno, foram promulgadas leis de regulamentação da produção desta bebida, a fim de padronizar a produção em todo o seu reinado.

    Além disso, no período medieval, o catolicismo era predominante e o vinho, utilizado durante a comunhão nas missas, por este motivo, a produção e consumo de vinho nesta época teve um significativo aumento.

    Fatores favoráveis ao aumento da produção do vinho na França no período medieval

    • A sede da Igreja Católica foi transferida para Avignon, cidade francesa localizada no sul do país;
    • A região de Bordeaux passa a ser a principal exportadora de vinho para a Inglaterra devido à união do rei Henrique II da Inglaterra com a viúva do rei da França;
    • No século XII, na região da Borgonha, houve o estabelecimento dos monges cistercienses que trouxeram consigo as primeiras mudas das uvas da variedade Chardonnay. Esta região continua sendo o centro mundial de produção de vinho branco feito a partir desta uva.

    Pouco a pouco o vinho foi ganhando seu espaço nesta época, com isso foram surgindo novas receitas e preparações. Os espumantes, vinhos brancos e rosés surgiram neste período.

    A utilização do vinho neste período foi além do cunho religioso e gastronômico. A ele foram atribuídas propriedades curativas, fazendo assim com que ele fosse utilizado também na área médica.

    Já no final da Idade Média, as prensas para as uvas tornaram-se popular, pois além de extrair o vinho com mais qualidade, também trazia segurança às pessoas, visto que o antigo método de produção, pisa a pé, estava trazendo problemas de saúde aos trabalhadores das vinícolas.

    Estes, ao realizar a pisa a pé das uvas acabavam tendo contato com o dióxido de carbono produzido durante a fermentação, levando-os ao sufocamento.

    Como os vinhos se espalharam no resto do mundo e no Brasil?

    O primeiro país americano que teve contado com uvas viníferas foi o México, no século XVI e tudo isto graças aos missionários católicos que precisavam de vinho para a eucaristia.

    A produção mexicana de vinho foi muito bem-sucedida, sobretudo ao clima do país propício a produção de uvas.

    Com o passar do tempo, a colônia espanhola tornou-se uma forte concorrente ao fornecimento de vinho para o mercado europeu. Isto obrigou ao rei espanhol barrar a exportação do México para a Europa para não comprometer a balança comercial.

    Surgimento das plantas híbridas

    As plantas híbridas surgiram no final do século XIX, quando as folhas das parreiras francesas foram atacadas pela praga Filoxera.

    As plantas americanas eram mais resistentes a esta praga, então mudas desta espécie foram importadas e cultivadas juntamente com as francesas, garantindo assim produção de uva suficiente para atender a demanda do vinho da época.

    A partir de então, outras espécies de uvas híbridas surgiram e esta prática é utilizada até hoje pelos vinicultores.

    Vinho no Continente Africano

    A produção de vinho no continente africano teve início com a chegada dos colonizadores holandeses na África do Sul, no século XVI. Durante muito tempo, grande parte de toda a bebida produzida neste país era exportada para o Reino Unido.

    Porém depois de um acordo firmado entre a França e o Reino Unido, esta exportação parou de ocorrer até o final do apartheid.

    Na Austrália o vinho chegou a partir de mudas africanas trazidas por comerciantes. Porém a produção e consumo desta bebida neste país é ainda pequena quando comparada aos demais países. Ainda assim a Austrália vem ganhando mercado com a produção de ótimos vinhos.

    Vinho no Brasil

    Assim como no México, aqui no Brasil, o vinho chegou com o catolicismo. Em 1532, chegam até o nosso país as primeiras mudas de videiras através da expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza.

    É atribuído a Brás Cubas, fundador da cidade de Santos, a façanha de ser o primeiro a cultivar vinhas em terras brasileiras.

    Em 1626, chegam as primeiras videiras no Rio Grande do Sul, trazida por Roque Gonzáles, um padre jesuíta.

    Ele plantou algumas videiras de origem europeia, porém, estas não se adaptaram bem em nosso solo, fazendo assim com que a viticultura não se disseminasse em nosso país neste primeiro momento.

    Em 1742, a viticultura no sul do Brasil é retomada com a chegada de sessenta casais madeirenses e açorianos.

    Porém, foi a partir de 1875 que ocorre o crescimento da produção de vinho no Rio Grande do Sul, devido à chegada de imigrantes italianos, que além de terem conhecimento sobre o processo produtivo, tinham também o hábito de consumir vinhos.

    Outro grande impulso da viticultura no Brasil foi a chegada das vinícolas multinacionais na Serra Gaúcha, a partir da década de 70.

    Estas empresas trouxeram equipamentos e tecnologias que acabaram por tornar o vinho produzido no Brasil, mesmo diante às dificuldades, como sendo um vinho de qualidade e respeitado internacionalmente.

    Atualmente, nosso país continua mantendo o respeito pela qualidade de seus vinhos produzidos e comercializados. É também um mercado que vem crescendo a cada ano e fabricando vinhos premiados mundialmente!

    Considerações finais

    Mas o mundo moderno do vinho surgiu nos anos 70 com a aparência de vinhos de mesa de qualidade, saborosos e econômicos para satisfazer um novo público.

    Hoje as grandes vinícolas “modernas” perderam parte do antigo romantismo do vinho com esta revolução, apostando na tecnologia e assim economizando custos.

    Apesar dos problemas que surgiram ao longo dos anos até os dias de hoje, o mundo do vinho, agora no século 21, está de boa saúde, embora com excesso de produção, mas com avanços tecnológicos e científicos que poucos imaginavam.

    O último grande salto foi dado na comunicação e logística, dando origem à competição entre vinhos de todo o mundo.

    Atualmente podemos ter informações sobre qualquer vinho em poucos segundos, e também, sem degustá-lo, podemos ter uma ideia de como é o vinho, e podemos comprá-lo sem sair de nossa casa.

    Viram só quanta coisa sobre o vinho trouxemos até você? Diga a verdade, você tinha o conhecimento sobre tudo isso?

    Após a leitura desta bela história sobre o vinho nada melhor do que degustar um de sua preferência, não é mesmo?

    Sendo assim, desejamos um brinde a essa bebida que acompanha a civilização humana a tanto tempo!

    Referências:

    https://vinepair.com/wine-colonized-world-wine-history/

    https://winefolly.com/lifestyle/a-brief-illustrated-history-of-wine/

    https://www.thoughtco.com/wine-origins-archaeology-and-history-173240

    https://lazenne.com/blogs/lazenneblog/a-brief-history-of-wine

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    Gastronomia

    Aprenda a Fazer Ótimos 5 Risotos com Vinhos Brancos ou Tintos

    Como surgiu o risoto?

    A palavra significa “arrozinho” e nasceu no norte da Itália, precisamente na região da Lombardia.

    Sua origem vem de longa data, do século XI para maior exatidão, quando os sarracenos – como eram chamados pelos cristãos, os árabes e muçulmanos dessa época – trouxeram para essa localidade o grão diferenciado que é utilizado no risoto.

    Em 1574, nascia a receita original numa festa de casamento.

    De acordo com historiadores, o prato surgiu de maneira acidental na festa que o artista Valerius de Flanders ofereceu à sua filha pelo seu casamento.

    Flanders, um reconhecido artista responsável pelos vitrais da Catedral de Milão, era também bastante famoso na localidade por seus dotes culinários e deixou cair uma boa quantidade de açafrão na panela onde cozinhava o arroz.

    Mesmo assim, esse arroz “acidental” foi servido e bastante elogiado após o evento. Boato, invencionice popular ou verdade, essa “história” carrega dentro dela mesmo várias outras mini versões, oficiais ou não.

    E assim, cercado de lendas, surgiu o Risoto alla Milanese (risoto a milanesa)

    O que é e como fazer um bom risoto?

    Aparentemente um prato simples, onde o arroz é mantido constantemente hidratado até que chegue ao ponto “al dente”.

    O risoto também é ricamente incrementado no quesito condimentos e especiarias como orégano, queijo parmesão, açafrão e funghi costumam estar presentes em suas receitas.

    Esse é um prato que permite a criatividade em todas as etapas da sua elaboração.

    O arroz indicado para a preparação do risoto é o arroz do tipo “arbóreo”, cujos grãos quando cozidos apresentam uma textura macia e cremosa. Essa característica faz com que seja um ingrediente de alta versatilidade, com infinitas possibilidades de combinação com vários outros ingredientes.

    A cremosidade é um traço essencial do risoto e seu segredo está na liberação do amido no momento do cozimento: a amilopectina.

    Para isso, é muito importante prestar atenção na rapidez dessa etapa do processo. Deve-se também servi-lo assim que fique pronto: esse é um outro ponto – chave para obter a peculiar pastosidade.

    Como todo o processo é bastante rápido, é importante estar atento para evitar que o risoto queime. Para isso, deve-se mexer sempre. De preferência com uma colher de pau, para evitar que os grãos macios se quebrem.

    Basicamente, a cebola é refogada no azeite ou na manteiga e, a seguir, despeja-se o arroz, mantendo assim por 2 ou 3 minutos.

    Após isso, é o momento de adicionar um dos elementos básicos do risoto, o qual vai dar um toque todo especial à receita: caldo de carne, ave ou peixe, o qual pode ser industrializado ou preparado em casa.

    As receitas aqui apresentadas têm ingredientes simples, como queijo parmesão, verduras, vinhos tinto ou branco, fruta seca, cubos de caldos de carne ou frango, além de, é claro, o indispensável arroz arbóreo.

    São também receitas “Gluten Off”, rápidas e fáceis de preparar.

    Para acompanhar, a bebida mundialmente recomendada pela maioria dos Chef é o vinho rosé.

    1 – Risoto ao vinho tinto

    INGREDIENTES:

    • 375 ml de um bom vinho tinto;
    • 400 g de arroz;
    • 250 ml de água;
    • 20 g de queijo parmesão ralado;
    • 1 cebola cortada em pequenos pedaços;
    • ¾ de xícara (chá) de manteiga;
    • Sal a gosto.

    MODO DE PREPARO:

    • 1 – Refogar a cebola na metade da quantidade de manteiga, colocar o arroz e deixar fritar por 2 minutos.
    • 2 – Colocar o vinho e deixar cozinhar em fogo alto até que o mesmo tenha evaporado totalmente. Não mexer.
    • 3 – Acrescentar ao arroz a água, o sal, o parmesão e manter o cozimento em fogo brando. Caso seja necessário, pode-se adicionar mais água.
    • 4 – Desligar o fogo e manter a panela fechada por 5 minutos. Em seguida, acrescentar a manteiga restante, misturar bem e servir.

      2 – Risoto de tomate ao vinho tinto

      INGREDIENTES:

      • 3,5 colheres (sopa) de azeite;
      • 1,5 cebola cortada em pedaços;
      • meio quilo de arroz (arbóreo);
      • meio copo de um bom vinho tinto;
      • meio quilo de tomates sem pele;
      • 3,5 colheres (sopa) de manteiga;
      • 5 copos de caldo de carne;
      • 1 xícara de queijo parmesão ralado;
      • 1 xícara de queijo parmesão em fatias finas.

      MODO DE PREPARO

      • 1 – Frite uma cebola no azeite até dourar.
      • 2 – Junte o arroz e refogue por alguns minutos.
      • 3 – Adicione o vinho à panela e deixe cozinhar em fogo alto até que ele evapore.
      • 4 – Amasse delicadamente os tomates, deixando-os em grandes pedaços e junte ao arroz.
      • 5 – Pouco a pouco, vá adicionando o caldo fervente de carne e misture sem parar. Acrescente sempre mais caldo enquanto o arroz for secando.
      • 6 – No final do cozimento, retire do fogo, adicione a manteiga, o queijo ralado e o sal.

      Para um visual charmoso, coloque o risoto no centro de um prato e envolva-o com as fatias finas de queijo e pequenos ramos de ervas frescas.

      3 – Risoto de parmesão ao vinho branco

      INGREDIENTES:

      • 1 tablete de caldo sabor galinha;
      • 15 ml de azeite;
      • 3 colheres (sopa) de cebola cortadas em pedaços;
      • 4 colheres (sopa) de arroz próprio para risoto;
      • ¼ xícara (chá) de vinho branco do tipo seco;
      • 60 g de manteiga;
      • 1 colher (sopa) cheia de queijo parmesão ralado;
      • Sal e pimenta a gosto.

      MODO DE PREPARO:

      • 1 – Refogue até dourar a cebola em 1 colher (sopa) de azeite.
      • 2 – Adicione o arroz e deixe fritar por cerca de 3 minutos.
      • 3 – Junte o vinho branco e aguarde que o arroz absorva todo o líquido.
      • 4 – Dissolva o tablete do caldo de galinha em 600 ml de água, mantendo a fervura.
      • 5 – Coloque uma concha desse caldo na panela com o arroz e mexa bastante até que o líquido seja absorvido.
      • 6 – Vá repetindo o processo com todo o caldo.
      • 7 – Quando o arroz estiver “al dente”, desligue o fogo, adicione manteiga, queijo e tempero com pimenta e sal. Sirva logo em seguida.

      4 – Risoto com amêndoas ao vinho tinto

      INGREDIENTES:

      • 310 g de arroz próprio para risoto;
      • 1500 ml de água;
      • 1 tablete de caldo sabor galinha;
      • 20 ml de azeite;
      • 350 ml de um bom vinho tinto;
      • 20 g de manteiga;
      • 75 g de amêndoa triturada;
      • 230 g de queijo cremoso ou requeijão;
      • 1 cebola média cortada em pedaços pequenos;
      • 1 caule de salsão;
      • 1 cenoura de tamanho médio;
      • Sal e pimenta a gosto.

      MODO DE PREPARO:

      • 1 – Numa panela, despeje a água, o caldo de galinha, a cenoura e o salsão cortados em rodelas e deixe-os cozinhar por 15 a 20 minutos, em fogo médio, até que os legumes fiquem macios.
      • 2 – Em outra panela, refogue a cebola no azeite e junte o arroz.
      • 3 – Acrescente aos poucos a metade do vinho, o caldo com as verduras e vá misturando sem parar, até que o arroz absorva a parte líquida e fique cremoso.
      • 4 – Despeje na panela o restante do vinho, o queijo (ou requeijão) a manteiga e as amêndoas trituradas. Por fim, junte a pimenta e o sal equilibrando a seu gosto.

      5 – Risoto funghi com vinho tinto

      INGREDIENTES:

      • 300 g de arroz;
      • 40 g de funghi secchi;
      • 200 g de shimeji (ou um pacote);
      • 300 ml de vinho tinto do tipo seco;
      • 1 cebola (média) cortada em pequeninos pedaços;
      • 40 g de manteiga;
      • 1 xícara (chá) de queijo tipo parmesão, bem ralado;
      • Ramos de salsinha e cebolinha;
      • Sal e pimenta a gosto.

      MODO DE PREPARO:

      • 1 – Hidrate o funghi no vinho por cerca de 1 hora. Após esse período, escorra o funghi e reserve o vinho.
      • 2 – Numa panela, ferva 1 litro de água junto com a salsinha, a cebolinha, cebola, sal e pimenta.
      • 3 – Em outra panela, refogue a cebola na manteiga até dourar. Acrescente então o funghi e o shimeji.
      • 4 – Junte o arroz e continue refogando.
      • 5 – Adicione agora a essa panela o vinho que foi reservado da hidratação do funghi.
      • 6 – Aos poucos, vá colocando o restante do vinho. É importante não deixar o arroz secar.
      • 7 – Por fim, quando o arroz estiver “al dente”, coloque por cima pedaços de manteiga e queijo. Tampe a panela por 5 minutos e sirva em seguida.

      Muitos outros ingredientes podem ser tranquilamente adicionados a essas receitas sem que o gosto original seja prejudicado.

      Alguns exemplos são: tomate seco, presunto de parma cortado em pedaços, orégano, azeitonas, castanhas trituradas, damascos, etc.

      Desde que se mantenha a cremosidade do risoto, o céu é o limite para a sua criatividade.

      Vale lembrar que o risoto é um prato que cai bem em qualquer ocasião, seja um jantar romântico, seja um almoço agitado de família. Você simplesmente pode fazer as devidas adaptações nos ingredientes que compõem a receita.

      Também é um prato muito indicado para aquela visita que chega na última hora já avisando que vai ficar para o jantar.

      A grande vantagem em escolher essa opção é que você vai passar por Chef de Cozinha, mesmo que não tenha lá grandes habilidades culinárias. Então aproveite, pois os elogios serão para você.

      Mãos à obra e bom apetite!

      Referências:

      https://www.eatingwell.com/recipe/250205/basic-risotto/

      https://vinodelvida.com/wine-and-food/best-wine-with-risotto-pairings/

      https://www.allrecipes.com/recipe/85389/gourmet-mushroom-risotto/

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