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    Quais os 15 Vinhos de Uva Pinot Noir Mais Indicados Bons e Baratos?

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    PosiçãoVinho Uva Pinot NoirPreçoOnde Comprar
    1Saint Clair FamilyR$99,90Ver
    2VIllaggio Grando – Herciópolis

    R$180,00Ver
    3Annie 2016R$99,90Ver
    4Chauvot-Labaume Borgonha

    R$179,00Ver
    5Punto Maximo – Califórnia – EUAR$93,00Ver
    6Felitche 2018R$39,90Ver
    7Nieto Senetiner 2016R$64,90Ver
    8Don Guerino Reserva 2018R$59,90Ver
    9Nimbus Single Vineyard 2016R$143,90Ver
    10Boya 2016R$132,00Ver
    11Santa Rita 120 Reserva Especial 2017R$46,89Ver
    12Miolo 2017R$56,90Ver
    13Ana Cristina 2014R$110,00Ver
    14La Posta Glorieta 2016R$121,36Ver
    15Brancott Estate 2016R$117,90Ver

    A Pinot Noir é a uva escolhida e responsável pela produção de vinhos Borgonha. É de fato uma das preferidas para os grandes e importantes rótulos!

    Como são os vinhos deste tipo de uva?

    Os tintos elaborados com a uva pinot noir são capazes de atrair desejos de maneira imediata.

    Eles são muito etéreos, elegantes e fluídos, diferente de qualquer outro tipo. A cor no entanto, não muito escura, mas jamais perdem para outras castas no quesito poder e intensidade.

    São esguios e mais encorpados, porém, com leveza, sofisticação e prazer. Além disso, são joviais, refinados e estimulantes.

    O nome tem relação com o formato da uva bem como a cor negra do seu cacho. Lembra a pinha dos pinheiros.

    Dentre as diversas uvas viníferas, ela é uma das mais antigas, além de sua origem e sua ascendência ser aproximada da selvagem vinha que deu origem a família toda das viníferas.

    Essa uva é tão renomada que com ela produz o tinto mais disputado e mais caro do mundo. O Romanée-Conti é um celebre que pode custar cerca de US$20.000,00 depois do seu lançamento.

    Mas calma, existem vários rótulos deliciosos com diferentes faixas de valor. Devido ao seu difícil cultivo, os vinhos mais baratos ainda possuem valores mais altos se comparados a outros rótulos.

    Pela peculiaridade nesse cultivo é que não a torna difundida assim como a famosa Cabernet Sauvignon.

    Venha conferir a nossa seleção dos 15 mais indicados em custo x benefício!

    1 – Saint Clair Family

    Aos olhos, essa bebida já se mostra com uma intensa, viva, vibrante e linda cor rubi. Os aromas são verdadeiramente deliciosos e bem atraentes ao saírem do copo e agradam todos os sentidos.

    Lembra algo muito floral, maduro e um leve tostado. Sua textura é sedosa, cremosa e de uma linda fluidez.

    Os taninos são bem finos e se destacam. É possível notar framboesa madura, especiarias, possui uma limpidez e suavidade que é muito estimulante.

    É um vinho que mantém perfeitamente bem no corpo ao longo de mais de duas horas, persistente e detém seu final mais longo.

    Preço médio – R$99,90.

    Harmonização:

    • Wrap do salmão defumado c/ queijos cremosos;
    • Queijo brie com copa e/ou filé mignon au-poivre.

    2 – VIllaggio Grando – Herciópolis

    Esse rótulo, é a prova que essa uva pinot noir, se trabalhada da forma correta ela é capaz de produzir rótulos excelentes no Brasil.

    O Grando, possui aromas belos de fruta madura, de especiaria e com um toque bem suave de ervas finas ao fundo.

    É um vinho com adstringência boa, profundo e mais possante. Conta com notas da framboesa e da cereja negra. É muito frutado, e integrado por acidez.

    Além de possuir um toque mais frutado completado pela baunilha na composição.

    Seu preço fica na casa dos R$180,00.

    Harmonização:

    • Massas diversas, ao molho vermelho;
    • Pizzas com calabresa, peperoni e outros do tipo.

    3 – Annie 2016

    Este conta com uma cor linda do rubi e é seguida de um corpo bom, riqueza e uma base por baixo untuosa.

    Ele é bem frutado e remete as framboesas mais maduras, possui frescor bom e muita vivacidade.

    O seu frutado maduro é de verdade o seu diferencial e destaque.

    Costuma ser vendido por aproximados R$ 99,90.

    Harmonização:

    • Atum;
    • Risoto ao fungo;
    • Pato com molho de laranja.

    4 – Chauvot-Labaume Borgonha

    Sua cor bem escura o denomina um vinho mais profundo. Esse rótulo conta um corpo que lembra um fruto vermelho, maduro e fresco, especialmente algo como a framboesa.

    Tem ótima acidez e suas notas são de gengibre bem suave que eleva a sua vivacidade e sua complexidade.

    É bem fluido, sápido e agradável na boca.

    Seu valor de venda é de aproximadamente R$179,00.

    Harmonização:

    • Aves;
    • Pescados;
    • Frutos do Mar;
    • Queijo Curado;

    5 – Punto Maximo – Califórnia – EUA

    Esse contém pinot noir com um toque amadeirado único. Esse estilo dominou a era dos anos 90, e hoje muitos ainda aderem essa beleza.

    O Punto é muito distinto de qualquer outro com toques de cassis mais maduros, e baunilha, um tom bem tostado, cremoso e rico, que lembra uma geleia de fruta.

    Acidez, no ponto certo para entregar mais vivacidade a bebida como um todo.

    Seu preço fica na casa dos R$93,00.

    Harmonização:

    • Carne vermelha assada;
    • Queijos mais duros.

    6 – Felitche 2018

    Esse vinho é tinto de cor intensa rubi, mostra frutas maduras e remete ao pimentão vermelho e assado, ainda um toque de páprica.

    Os taninos do são mais marcantes e presentes, mas sem incomodar, é uma bebida muito firme na boca. Além disso ele é bem frutado remetendo a framboesa.

    Seu preço médio é de R$39,90.

    Harmonização:

    • Carnes mais leves com legumes;
    • Risotos.

    7 – Nieto Senetiner 2016

    A altitude também é uma aliada para a pinot noir. Na Argentina, esse rótulo é definitivamente bem resolvido, contém uma cor que lembra um rubi bem escuro e suas notas lembra o balsâmico.

    É bem encorpado, muito dramático e conta com sabor de framboesa no meio.

    Seu custo é de aproximados R$64,90.

    Harmonização:

    • Pratos condimentados;
    • Queijos duros.

    8 – Don Guerino Reserva 2018

    Esse rótulo é menos fechado no quesito aromas. Possui um corpo muito firme e também austero. Ele tem um toque frutado mais maduro de cerejas e de framboesas.

    A sua acidez entrega muita profundidade. De fato é um vinho muito gastronômico e ótima para compor refeições.

    O valor da garrafa fica em torno de – R$59,99.

    Harmonização:

    • Queijos com massa dura;
    • Carnes assadas.

    9 – Nimbus Single Vineyard 2016

    Lindo vinho, e com uma textura mais fluída e sápida. Ele tem a capacidade de deslizar por todo o paladar.

    Possui um bom corpo e uma boa intensidade, além de contar com as notas mais alcatroadas com o fundo de amora negra, framboesa e ainda de uva sobremadura.

    É jovial, fresco, apetitoso e possui um leve toque fumé.

    O preço médio de um exemplar é de R$143,90.

    Harmonização:

    • Receitas com cogumelos silvestres;
    • Lagosta grelhada;
    • Salmão.

    10 – Boya 2016

    Com cor escura tipo rubi, esse é um belo vinho tinto e seus tons das uvas sobre maduras são o seu diferencial.

    É um vinho de muita personalidade, vivaz, profundo e com ótimos nervos. Além disso, entrega nuances de frutos negros, cereja escura, e ainda vestígios de framboesa.

    Deu preço aproximado é de R$132,00.

    Harmonização:

    • Aves diversas;
    • Suínos;
    • Carnes de caça.

    11 – Santa Rita 120 Reserva Especial 2017

    É um vinho excelentemente, com um ótimo ataque, perfeito na boca e com um final lindo de prova. Tem uma cor vermelho rubi, ótima limpidez e muito brilho.

    O aroma é muito atraente e certamente se destacam e chamam muita a atenção. É verdadeiramente uma sensação muito agradável.

    Com um toque de framboesa madura, vestígios bem suave de ervas finas e de gengibre ressaltando ainda mais esse vinho.

    Ele é suave, jovial, definido e com frescor agradável. Para completar, ele tem um corpo belo, é sofisticado é bom de se beber.

    Com valores médios de R$46,89.

    Harmonização:

    • Carne de cordeiro.

    12 – Miolo 2017

    É um vinho que começa com muito perfume e bem atraente. Se mostra com um corpo bom, aroma de amora preta e bem persistente no paladar.

    Escuro e suavemente sobremaduro. Possui uma base bem rica e agradável na boca.

    O custo de uma garrafa fica em torno de R$56,90.

    Harmonização:

    • Carnes com pouco condimento;
    • Carne grelhada;
    • Massas com molho de tomate e/ou de queijos leves;
    • Arroz de galinha;
    • Polenta;
    • Capeletti.

    13 – Ana Cristina 2014

    Esse é um rótulo brasileiro e já consagrado. Ele vem do alto de São Joaquim e se mostra mais meditativo, estruturado e com muita força.

    O seu corpo cresce ao longo da degustação e sua base é rica e com as notas de baunilha.

    Ele é profundo, possui acidez equilibrada, vivaz, com textura mais cremosa e persistente. Tende a ser ainda melhor com mais tempo de guarda.

    O preço médio de um exemplar é de R$110,00.

    Harmonização:

    • Peixe assado;
    • Queijo de cremosidade média;
    • Massas;
    • Carnes bem temperadas com especiarias.

    14 – La Posta Glorieta 2016

    A framboesa madura e fresca é bem definida nessa bebida. Conta com uma ótima cremosidade, complexidade e que remete de maneira suave aos minerais e as ervas finas.

    É um vinho perfeitamente acabado, estimulante e muito agradável.

    A média de preço é em torno de R$121,36.

    Harmonização:

    • Aves de caça como patos e gansos.

    15 – Brancott Estate 2016

    Detém uma cor linda e revela o corpo mais redondo, sofisticado e com bastante frescor.

    É frutado, bem maduro com toques de framboesa, com notas de baunilha balsâmicas e suavemente defumadas.

    Equilibrado e suporta muito bem o tempo em que está na taça. Isso é seu diferencial. Vale ressaltar que o aroma e o sabor que constam nele são muito definidos, cheios, limpos e agradável quando se bebe.

    O preço médio é de R$ 117,90.

    Harmonização:

    • Aves;
    • Carne vermelha;
    • Pratos à base do funghi.

    Conclusão

    Todos os rótulos selecionados acima possuem como protagonista a uva Pinot noir.

    Cada um possui sua particularidade bem como a refeição ideal para servir junto.

    Saiba que, essa seleção conta com vinhos que obtiveram notas ótimas na prova e que vale a pena experimentar!

    Além disso, eles possuem valores convidativos e com ótimo custo benefício. Aprecie! Você jamais irá se arrepender!

    Referências:

    https://winecellar.co.za/pinot_noir/

    https://www.liquor.com/best-pinot-noirs-5073672

    https://www.foodandwine.com/wine/classic-pinot-noir-0

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    Quais os 15 Vinhos da Itália Mais Indicados Bons e Baratos?

    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinho ItalianoPreçoOnde Comprar
    1Luccarelli PrimitivoR$90,00Ver
    2Caleo Montepulciano D’AbruzzoR$70,00Ver
    3Della Valpolicella Re Teodorico Amarone D. O. C. G.R$298,00Ver
    4Barolo Carrá SerralungaR$275,00Ver
    5Giacondi Chianti D. O. C. G.R$122,00Ver
    6Sangiovese di Toscana IGT 2015R$51,00Ver
    7Paiara Tormaresca 2014R$77,00Ver
    8Piccini Toscana Orange Label 2014R$65,00Ver
    9Cannonau I Fiori DOC 2014R$75,00Ver
    10Branco Soave DOC Clássico 2018R$120,00Ver
    11Pilandro II Pozzetto – BrancoR$57,00Ver
    12ArèteR$120,00Ver
    13Conte Corsano RosatoR$84,00Ver
    14Codici Rosato Puglia (Rosé)R$71,00

    Ver
    15Monteferrato Chiaretto DOC Tinetta – RoséR$99,00Ver

    Se você conhece um pouco sobre a Itália, sabe que a região é conhecida não somente pelas maravilhosas massas, mas também pelo vinho. Aliás, junto com Portugal, Chile e alguns outros países, os italianos são responsáveis pelo melhores rótulos dessa bebida.

    Podemos dizer que provar um vinho Italiano é praticamente uma obrigação para quem está ingressando agora nesse universo. E se você quer experimentar, mas não sabe onde começar, abaixo fizemos uma lista com 15 opções para você.

    Qual o vinho típico da Itália?

    Existem várias opções de vinhos típicos desse país, separamos 15 excelentes opções entre tintos, brancos e rosés para quem está começando e a para quem já entende do assunto também. Confira nossa lista!

    1 – Luccarelli Primitivo

    A partir de: R$90,00.

    Os vinhos Puglia é aquele rótulo que agrada principalmente aos iniciantes, mas também é uma ótima pedida quando você está naquela reunião de amigos com gostos diferentes.

    É um rótulo de alto teor alcoólico e encorpado. O açúcar residual da uva usada deixa o vinho super agradável e fácil de beber.

    Seu tom é de um rubi intenso, com aromas de cereja, ameixa e mirtilo juntamente com notas de baunilha devido ao repouso no carvalho. É seco, mas possui taninos macios e uma boa acidez.

    Na hora de servir, opte por massas, como espaguete a bolonhesa e lasanha de presunto e queijo. Ele combina igualmente com pappardelle ao molho alfredo e lasanha de brócolis.

    2 – Caleo Montepulciano D’Abruzzo

    Com valores iniciando em R$70,00.

    Esse tinto da Montepulciano D’Abruzzo é fabricado em uma das regiões vinícolas mais antigas do mundo: Abruzzo. O local fica às margens do mar Adriático. Cercado de montanhas, essas protegem os vinhedos das intempéries, permitindo, assim, que as uvas recebam as influências do clima mediterrâneo.

    Para os iniciantes, tudo interfere no gosto do vinho, desde a região onde ele é plantado, no tipo de terra usada no plantio, clima, etc.

    É um vinho tinto seco, mas super agradável de beber, detém um aroma cheio de frescor, com notas de ameixa, cereja, e especiarias, além de um toque de vegetal.

    Tem uma boa dose de taninos macios, além de ser frutado.

    Com um preço bem acessível, ele acompanha muito bem carnes vermelhas, massas, risoto de camarão e vários tipos de queijo.

    3 – Della Valpolicella Re Teodorico Amarone D. O. C. G.

    Cada garrafa fica em torno de R$298,00.

    Ok, esse rótulo não tem um valor tão acessível assim, mas como sempre falamos: tudo gira em torno da sua experiência.

    O Amarone é um dos vinhos tintos mais icônicos da Itália. Para produzi-lo, as uvas passam por um processo chamado de appassimento, que consiste na secura da fruta em grades. Esse método resulta em aromas mais pronunciados.

    E claro, não podemos nos esquecer do Terroir único da região de Vêneto, formado por montanhas.

    A coloração dessa bebida é de um vermelho bem intenso, com um toque de rubi. Seu aroma é um mix de especiarias com groselha preta e vermelha.

    Na boca, é um vinho rico e encorpado. Seu teor alcoólico é relativamente alto, cerca de 14.5%.

    No momento da harmonização, opte por queijos envelhecidos e carne vermelha.

    4 – Barolo Carrá Serralunga

    O custo de cada exemplar fica em R$275,00.

    O Barolo é conhecido como o vinho dos reis. Este é produzido unicamente na região de Piemonte.

    Confeccionado com uvas do tipo Nebbiolo, é o orgulho do país, sendo considerado um dos melhores vinhos do mundo. Desta forma, vale o seu preço mais elevado.

    Com taninos marcantes, é uma bebida cheia de personalidade e corpo. A cor é de um vermelho bem intenso, com um aroma de frutas vermelhas junto com tons picantes, o que com certeza será uma surpresa para o paladar.

    As notas desse rótulo são uma mistura de couro, tabaco, cacau e rosas. O sabor é robusto e equilibrado, com um final longo.

    Uma taça desse ícone Italiano cai muito bem com massas e carnes vermelhas.

    5 – Giacondi Chianti D. O. C. G.

    Com valores na casa dos R$122,00.

    Quer experimentar um dos vinhos mais consumidos da Itália? Eis ele aqui. Aliás, este Giancondi é também um dos rótulos mais ingeridos ao redor do mundo.

    Feito com uvas Sangiovese, traz um aroma frutado e perfumado, onde logo se percebe os toques de nozes tostadas, notas florais e cereja doce.

    Tem uma textura persistente e saborosa, com taninos bem colocados, fazendo dele um vinho fácil de beber, além de elegante. Tudo isso faz dele um delicioso rótulo vindo direto da famosa e importante região de Toscana.

    Uma taça desse clássico italiano vai bem com queijos temperados e carne vermelha.

    6 – Sangiovese di Toscana IGT 2015

    A garrafa deste sai por R$51,00.

    Esse tinto não só é produzido com uma das uvas mais cultivadas da Itália, como também é feito na região mais famosa do país na produção de vinhos: a Toscana!

    Seu tom é de um rubi intenso com toques violetas. No olfato, carrega um mix de cereja e notas florais. Seu sabor é macio, equilibrado e seco.

    É um rótulo leve e fresco, que combina bem com aperitivos, massas, carne vermelha, branca e pizza.

    7 – Paiara Tormaresca 2014

    O valor de cada unidade está em torno de R$77,00.

    Esse vinho é produzido com a uva mais famosa da Itália, a negroamaro, que é combinada com a Cabernet Sauvignon. Desce macio na garganta, além de ter um bom nível de taninos e uma acidez equilibrada. Já o aroma é de morangos maduros.

    Para harmonização, combine-o com bacalhau, massas e carnes vermelhas de caça, como a de cordeiro.

    8 – Piccini Toscana Orange Label 2014

    Com preço aproximado de R$65,00.

    Outro rótulo da Toscana, os vinhos dessa região são encontrados aos montes no Brasil atualmente e seus preços também acompanham bem a realidade brasileira.

    Leva na sua composição uvas do tipo sangiovese, ciliegiolo e malvasia nera. Detém notas de frutas silvestres maduras e uma refrescante acidez.

    Vai bem com queijos, pizza e massas.

    9 – Cannonau I Fiori DOC 2014

    O valor de cada garrafa é de R$75,00.

    Este é um dos poucos rótulos disponíveis da região da Sardegna no Brasil. Tinto, o vinho é fabricado com uvas do tipo Cannonau.

    Tem uma cor intensa, chegando quase ao violeta. O aroma é um agradável, com cheiro de ervas e frutas vermelhas. Já o seu sabor é fresco e marcante.

    Na hora da harmonização, acredite se quiser, é um excelente companheiro para sopas, principalmente a do tipo minestrone, além de embutidos, frios, massas, aves e carnes vermelhas.

    10 – Branco Soave DOC Clássico 2018

    A partir de R$120,00.

    O primeiro branco da nossa lista, esse rótulo é produzido pela Campagnola, uma empresa que produz vinhos de altíssima qualidade. No mercado desde 1907, hoje a companhia trabalha com cerca de 50 produtores, trazendo bebidas cada vez mais sofisticadas e diferentes.

    De tom amarelo como um clássico branco, seu buquê é delicado e leve, com um sabor seco mas, ao mesmo tempo, com muito frescor. Tem tons minerais e bastante acidez.

    Seu final é equilibrado, leve e prolongado. Combine-o com entradas, pratos leves, opções vegetarianas, aperitivos e peixes. Essa combinação é sucesso garantido.

    11 – Pilandro II Pozzetto – Branco

    Seu preço gira em torno de R$57,00.

    Para os amantes de vinho branco, vocês não podem deixar de provar esse rótulo. Ele é produzido em Marche, Veneto, conhecido por ser uma das regiões mais premiadas quando se fala em vinhos brancos italianos.

    Feito com uvas 100% Verdicchio, detém uma cor dourada e traz um aroma repleto de florais e frutas brancas. Já no paladar, este vinho baratíssimo traz acidez com algumas notas de capim limão e amêndoas. É super refrescante!

    Com um final longo, ele é sua melhor opção para combinar com aqueles pratos que levam peixe grelhado e comida japonesa.

    12 – Arète (outra opção em vinho branco)

    Com valores a partir de R$120,00.

    Diretamente da Sicília, seu nome remete à Arète, citado nos textos de Sócrates.

    Esse termo usado pelo filósofo servia para descrever o conceito de excelência e virtude. Só por isso já dá para imaginar a qualidade desse rótulo.

    Em tom amarelo com toques esverdeados, essa bebida chega ao olfato com um aroma suave de frutas cítricas, pêra e maçã. Na boca, é muito equilibrado, com um excelente nível de acidez, fazendo dele uma bebida muito saborosa.

    Uma taça dessa divindade cai como uma luva quando combinados com frutos do mar e peixes.

    E falando em deuses e divindades, uma outra curiosidade com relação ao nome desse vinho é que Arète é uma deusa mitológica grega. É ela quem oferece a Hércules uma vida cheia de glória, mas também repleta de desafios.

    13 – Conte Corsano Rosato

    Cada exemplar é vendido em torno de R$84,00.

    Fãs dos rosés, chegou a vez de vocês. Começamos nossas opções desse rótulo com um vinho onde as cascas das uvas são mantidas em contato com o suco da uva durante todo o processo de fermentação.

    Isso é feito para se alcançar o tom desejado da bebida, que é de rosa salmão. Por conta desse preparo, ele combina o aroma de um vinho branco e o frescor do tinto.

    No olfato, traz cheiros carregados de notas de framboesa e pêssego. Já no paladar, você sentirá um mix de frutas como melancia, tangerina, e toques quase tímidos de flores brancas e minerais.

    Ele combina perfeitamente com pratos à base de frutos do mar, peixes, pizzas, aperitivos e saladas.

    14 – Codici Rosato Puglia (Rosé)

    A garrafa custa em média R$71,00.

    Outro vinho da região de Puglia, este é um rótulo cheio de refrescância e tons frutados, com destaque para as especiarias e frutas vermelhas. Tem um bom equilíbrio, assim como a sua acidez está no nível ideal.

    Com um valor super convidativo, ele é o seu par perfeito para aquele jantar com massas a bolonhesa, queijos e carnes vermelhas.

    15 – Monteferrato Chiaretto DOC Tinetta – Rosé

    Com valores a partir de: R$99,00.

    A vinícola La Bollina é conhecida por fabricar vinhos de alta qualidade. Uma curiosidade sobre a marca é que sua empresa fica localizada na residência histórica da Marquesa Figari de Gênova.

    Feito com as mais modernas técnicas de vinificação, você irá se deparar com uma bebida em coloração viva de rosa salmão, com um aroma persistente e repleto de notas florais.

    É um rótulo bem equilibrado, com sabor de frutas doces e bastante frescor.

    Se pretende fazer um jantar com peixe, ou mesmo servir entradas e aperitivos, ele é sem dúvida, a melhor escolha.

    Conclusão

    É inegável como a Itália é um país repleto de excelentes comidas e bebidas – somos suspeitos para falar por causa da nossa descendência italiana – ainda bem, pois quem saí ganhando somos nós, os apaixonados por esses dois itens mais que necessários para uma vida mais feliz.

    Não esqueça que, caso esteja começando agora no mundo dos vinhos, opte por iniciar essa experiência sempre pelos tintos suaves e ir progredindo para as opções mais secas e outros blends, como branco e rosé.

    E por mais que foquemos nós iniciantes, nossa lista tem opções para todos os gostos e, claro, para todos os bolsos também. É só escolher qual melhor se encaixa nas suas necessidades e aproveitar para trazer um pouquinho da Itália para dentro da sua casa.

    Referências:

    https://initalia.virgilio.it/migliori-vini-rossi-italia-classifica-2021-45553

    https://italysfinestwines.it/migliori-vini-rossi-italiani/

    https://www.ilforchettiere.it/luca-maroni-migliori-vini-italiani-2021/

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    Como Fazer o uso Inteligente das Sobras de Vinho para Evitar o Desperdício?

    Com certeza todo mundo já passou, pelo menos uma vez na vida, pela triste situação pós festa de ver que várias garrafas de vinhos que foram abertas estão pela metade, sem contar aquele restinho que sempre fica na taça de um ou outro.

    Triste porque, teoricamente, é um desperdício e você vai ter que se livrar desses restos na pia de cozinha. Dá uma dor no coração só de pensar.

    Brincadeiras à parte – nem tanto assim -, sabia que existem maneiras de você reaproveitar essas sobras do seu jantar sem o destino ser necessariamente o ralo?

    Sim, você pode utilizar as sobras das taças e das garrafas para várias situações, sem ter que jogar fora aquela ótima safra só porque você não tomou todo o vinho em um mesmo dia.

    Qual o prazo recomendado para consumir cada tipo de vinho?

    Mas antes de falarmos o que você pode fazer com essas sobras, vamos primeiro saber por quanto tempo esses vinhos podem ser consumidos após terem sido abertos.

    Assim que se abre uma garrafa de vinhos, ele entra em contato imediatamente com o oxigênio, o que faz com que suas características sensoriais sofram alterações, e na maioria das vezes, estas ocorrem em pouquíssimo tempo. Sendo assim, é preciso saber até quando é seguro consumir esses rótulos.

    E esse tempo muda de acordo com o tipo de vinho!

    Espumante

    Após ser aberto, um espumante tem um tempo de vida que varia de um a dois dias, na geladeira. Mas isso só é possível se ele for vedado com uma tampa específica, pois assim ele não perde seu gás.

    Além disso, você também precisa levar em consideração como aquele rótulo foi processado para saber seu tempo de vida. Aqueles que tiveram um método tradicional costumam durar mais do que aqueles que passaram pelo processo charmat.

    Isso ocorre por conta das características aromáticas do vinho e também pela concentração de ácidos.

    Os itens com aromas tostados, por exemplo, que são aqueles encontrados no método tradicional, são menos sensíveis do que o charmat, que detém cheiros florais e cítricos.

    Branco

    Aqui, é preciso levar em consideração que existem dois tipos de vinhos brancos: os encorpados e os leves.

    Os encorpados, como Sémillon, Marsanne e Chardonnay, têm um tempo útil que varia entre dois e três dias na geladeira após aberto, com a sua tampa.

    Estes rótulos duram menos que os leves, pois a maioria deles já passam por um tempo em barricas de carvalho, sendo expostos há mais tempo ao oxigênio.

    Já os brancos leves podem ficar até três dias armazenados com sua tampa. Por serem mais ácidos, eles resistem mais tempo na geladeira. Contudo, lembre-se que a intensidade do aroma pode mudar. Infelizmente é um risco que se corre após a abertura da garrafa.

    Rosé

    A regra para os rosés é a mesma dos vinhos brancos: três dias na geladeira com sua tampa, correndo o risco de ocorrer alteração na intensidade dos aromas.

    Tinto

    Os tintos também são divididos em duas categorias e por isso o tempo muda entre eles: encorpados e leves.

    Os encorpados, como Malbec, Cabernet Sauvignon e Tannat, duram de três a quatro dias após abertos. O seu tempo mais longo está diretamente ligado à quantidade de acidez presente nesses rótulos, assim como o nível de álcool e os taninos.

    Isso quer dizer que quanto maior forem essas três características, mais tempo ele pode ser guardado após aberto.

    Quanto aos leves (Pinot Noir, Gamay e Carménère sem carvalho), eles têm no máximo três dias de vida na geladeira. Estes duram menos que os encorpados justamente por terem menos taninos.

    Fortificado

    Por fim, temos os rótulos fortificados, entre eles: Madeira, Jerez e Porto. Dentre todos, eles são os que mais têm tempo de vida. Com sua tampa e na geladeira, eles podem durar de quinze a vinte dias. É bastante tempo!

    Esse tempo de vida maior é possível graças a quantidade de açúcar nestes rótulos, além da adição de álcool vínico que eles possuem.

    Quais são as principais características que resultam na extensão do tempo de vida de um vinho após aberto?

    Sem dúvida que a característica que mais influencia no tempo de vida do vinho após sua abertura é o oxigênio.

    Assim que a bebida entra em contato com esse elemento, ocorre o processo oxidativo. Quando este começa a acontecer, a bebida começa a sofre alterações em suas características.

    É por culpa dele que o vinho fica com gosto ruim depois de passar alguns dias na geladeira.

    Sendo assim, o oxigênio é o vilão e herói da história, pois ele interfere diretamente nas melhores características do vinho, ou seja, sabor e aroma.

    Sem esquecer que ele também não é bem-vindo durante o processo de vinificação, principalmente nos rótulos de vinho branco e rosé, e por isso são evitados a todo custo.

    Contudo, nem sempre o oxigênio é o “bad guy”. Nos tintos, por exemplo, ele ajuda no processo de fermentação por facilitar a transformação dos açúcares.

    Vale lembrar que alguns vinhos quando abertos precisam fazer contato com o ar (oxigênio) para começarem a “soltar” o seu melhor sabor e aroma.

    Outro fator que conta muito para a mudança do vinho é sua exposição à luz e a variação de temperatura, que altera o processo químico da bebida, o que inclui a oxidação.

    Por isso ele deve ser sempre armazenado na geladeira com uma tampa específica, para evitar todas essas alterações o máximo possível.

    O que fazer com o restante do vinho?

    1. Vinagre caseiro

    Sabia que você pode fazer um vinagre caseiro com as sobras de vinho? Além de não desperdiçar, você ainda consegue um ótimo tempero para suas saladas e para limpar legumes e verduras.

    Para fazer essa receita, você vai precisar de:

    • Uma parte de vinagre de vinho tinto já pronto.
    • Três partes das sobras dos vinhos tintos – e outros tipos que você tem em casa.

    Coloque essas medidas em um recipiente, preferencialmente de cerâmica ou louça, e tampe logo em seguida. Esses ingredientes vão descansar por cerca de quinze a trinta dias.

    Depois de passado esse tempo, é só coar a misturar e colocar em algum pote para armazená-lo.

    2. Temperar e cozinhar (risoto, ensopado, carnes, sobremesa)

    Como você já deve saber, o uso do vinho na culinária é muito comum, o que quer dizer que você pode e deve usar as sobras para incrementar alguns pratos.

    Uma das opções é fazer um ensopado, pois este reforça o sabor do prato. Para sopas cremosas ou caldos, prefira os vinhos brancos. Já os tintos caem muito bem com comidas à base de tomate ou carne.

    E não precisa exagerar na quantidade, algumas colheres são mais do que o suficiente.

    Uma outra alternativa de prato salgado são os risotos. Mas para este você vai usar somente vinhos brancos secos, que já é um ingrediente dessa refeição. A bebida é usada para dar ainda sabor mais a este alimento.

    Por fim você pode reutilizar as garrafas abertas para fazer sobremesa, principalmente aquelas com frutas.

    Para acompanhar, você pode preparar uma calda à base de vinho. Uma boa alternativa é cozinhar peras, morangos, maçãs e/ou pêssegos com açúcar e vinho, sempre em fogo baixo e por cerca de dez minutos. E pronto!

    3. Congelar

    Essa nem eu sabia e adorei a ideia: se você não pretende consumir as sobras tão cedo, congele o vinho.

    Assim, quando quiser, você poderá usar essas sobras para fazer algum prato ou mesmo drinks. Uma ideia é fazer gelo com ele. Basta colocar saquinhos de plástico próprio para isso, ou mesmo na forminha e pronto. Bem legal essa alternativa!

    4. Sangria

    Mais uma sugestão para você fazer em casa com as garrafas abertas: sangria. É uma bebida gostosa e super refrescante que leva vinho – você pode usar vários tipos -, refrigerante de limão ou água com gás, e pedaços de fruta como laranja, maçã e morango.

    Caso tenha, adicione também uma colher de licor de laranja. Aí é só colocar bastante gelo e está pronto. A bebida perfeita para você aproveitar nos dias quentes.

    5. Vinho quente

    Gosta de vinho quente? Ótimo, então suas dobras já tem um destino. Você vai precisar das sobras da bebida, açúcar, água, canela em pau e maçã em fatias. Pode ser tanto vermelha como verde.

    Enquanto a sangria cai bem nos dias quentes, o vinho quente é perfeito para dar uma esquentada durante as estações de frio, como agora. E não precisa esperar festa junina para fazer não. Qualquer dia é dia.

    6 – Consumir no dia seguinte

    Ainda temos a opção mais óbvia de todas, que é consumir o vinho no dia seguinte. Claro que se forem muitas garrafas fica um pouco mais difícil, agora se for uma ou duas, é tranquilo.

    E mesmo que sejam muitas, é sempre uma boa desculpa para reunir o pessoal de novo em casa para terminar as garrafas abertas. O que importa é não desperdiçar!

    Conclusão

    Ficou feliz em saber que o vinho pode ser salvo mesmo depois de aberto, não é mesmo? Deveria ser crime o desperdício dessa bebida dos Deuses, literalmente.

    Aproveite os dias de folga ou final de semana para colocar as dicas em prática. Como dito, o que importa é que o vinho terá um destino muito melhor do que o ralo da pia.

    Referências:

    https://www.eatthis.com/leftover-red-wine-ideas/

    https://greatist.com/eat/ways-use-leftover-wine#3

    https://www.foodnetwork.ca/everyday-cooking/photos/15-delicious-ways-to-use-leftover-wine/

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    Quais são os 10 Mais Indicados Vinhos de Sobremesa?

    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinho de SobremesaPreçoOnde Comprar
    1Moscato d’Asti – PRUNOTTO MOSCATO D’ASTI 2016R$270,00Ver
    2Tokaji Aszú – OREMUS TOKAJI ASZÙR$1.200,00Ver
    3Vinho do Porto Tawny – TAYLOR’S 40 YEARS OLD TAWNY PORTR$1.200,00 e 1.400,00Ver
    4Icewine – NUBDORFER BISCHOFSKREUZ RIESLING EISWEIN 2012R$1.100,00Ver
    5Banyuls – M. CHAPOUTIER BANYULS 2013R$350,00Ver
    6Jerez Pedro Ximénez – BODEGAS TRADICIÓN PEDRO XIMENEZ 20 YEARS OLDR$650,00Ver
    7Recioto della Valpolicella – TOMMASO BUSSOLA RECIOTO DELLA VALPOLICELLA CLASSICO 2005R$400,00Ver
    8Sauternes – CHÂTEAU D’YQUEM 1995R$1.200,00Ver
    9Auslese – HEYMANN LÖWENSTEIN WINNINGEN RÖTTGEN RIESLING AUSLESE 2005R$650,00Ver
    10Moscatel de Setúbal – DOMINGOS SOARES FRANCO MOSCATEL ROXO 20 ANOSR$320,00Ver

    Vinhos de sobremesa, servidos após a refeição principal, são tipicamente doces e a maioria das pessoas não consegue consumi-los em grande quantidade por considerá-los enjoativos. Para os apaixonados, isso não existe, pois eles não cansam jamais!

    Eles harmonizam perfeitamente com alimentos adocicados e podem ser consumidos sem acompanhamento, na modalidade de “digestivo”. Infinitas possibilidades se encaixam: brancos, tintos, rosés ou espumantes. Leves ou encorpados. Jovens ou envelhecidos.

    A característica geral básica é o alto teor de açúcar. Diversas técnicas são empregadas na produção desse tipo: passificação, congelamento, podridão nobre, colheita tardia, fortificação e muitas outras. Veja a seguir a lista que elaboramos com os 10 melhores vinhos de sobremesa.

    1 – Moscato d’Asti – PRUNOTTO MOSCATO D’ASTI 2016

    Elaborado a partir das uvas Moscato Bianco di Canelli, esse vinho é leve e refrescante. As uvas cultivadas na região italiana de Piemontês são colhidas e o mosto é então refrigerado em tanques de inox, sob temperaturas muito baixas e quase congelantes.

    A seguir, ele é fermentado em tanques fechados, o que contribui para conservar o dióxido de carbono. E, então, é novamente resfriado até que se obtenha o nível desejado de doçura, permanecendo no tanque até o momento do engarrafamento.

    Com notas florais e herbais, possui equilíbrio harmonioso entre doçura e acidez. O final é agradável, com toques de mel e limão, realçando o frescor do produto. O baixo teor alcóolico (5%) permite que seja consumido mesmo em dias de trabalho.

    A média de preço é R$270,00.

    2- Tokaji Aszú – OREMUS TOKAJI ASZÙ

    Esse vinho tem uma história interessante. Com as vinhas situadas na região nordeste da Hungria, às margens dos importantes rios Tisza e Bodrog, por volta de 1650 o Império Otomano ameaçava invadir essas terras.

    Como medida cautelar, o clérigo responsável pelas vinícolas, ordenou o adiamento da colheita, o que fez com que as uvas “passassem do ponto”, desenvolvendo o fungo que as desidrata e eleva a taxa de açúcar nelas contidas: é a chamada “podridão nobre”.

    E assim surgiu um dos vinhos doces mais celebrados do mundo. Ele é intenso, complexo e completo na boca: uma perfeição dos deuses. O sabor de frutas como maçã, pêssego e laranja é proeminente. Encorpado e equilibrado.

    Seu teor alcóolico é moderado (12,5%) e a garrafa custa em torno de R$1.200,00.

    3 – Vinho do Porto Tawny – TAYLOR’S 40 YEARS OLD TAWNY PORT

    Vinhos do Porto são largamente conhecidos por qualquer apreciador de vinho que se preze e existem 2 tipos: os Ruby, avermelhados, e os Tawny, de tonalidade acastanhada, esses são um blend de vinhos envelhecidos.

    O Tawny 40 anos foi produzido em quantidade limitada. Passou por um processo de 40 anos de envelhecimento em madeiras, o que o tornou intenso e complexo em aromas e sabores. Na boca, nota-se de imediato os frutos secos misturados ao frescor herbal.

    É equilibrado, cheio de volume, concentrado, com toques elegantes. O teor alcoólico é bem elevado: 29% e custa entre R$1.200,00 e 1.400,00.

    4 – Icewine – NUBDORFER BISCHOFSKREUZ RIESLING EISWEIN 2012

    Produzido apenas em regiões muito frias, esse vinho é elaborado a partir de uvas congeladas, que são colhidas antes do seu apodrecimento. Desse modo, o açúcar natural da fruta não se perde e permanece congelado.

    A Alemanha é a origem mais comprovada do Icewine e o período do surgimento foi o início do século XIX, porém, é no Canadá que a produção ganha destaque. Nesse processo, é importante que as uvas sejam rapidamente congeladas. Assim, evita-se perda do mosto e apodrecimento das mesmas.

    Elaborado a partir das uvas Riesling congeladas através de um cuidadoso processo, essa bebida equilibra com perfeição a acidez e a doçura, fator determinante para os grandes vinhos. Possui um aroma suave de maçãs, laranjas, ervas e pêssegos.

    O final é longo, deixando na boca notas de mel, maracujá e minerais que se destacam no paladar. Com um baixo teor alcoólico (8,5%), a garrafa custa em média R$1.100,00.

    5 – Banyuls – M. CHAPOUTIER BANYULS 2013

    Oriundo da França, precisamente da região de Languedoc – Roussillon e produzido pela famosa vinícola M. Chapoutier, esse vinho é composto em sua maioria por uvas do tipo Grenache.

    Elaborado desde o século XII, num sistema semelhante ao do Vinho do Porto, onde há uma interrupção na etapa da fermentação (quando o nível de açúcar ainda encontra-se elevado) para adição de álcool ao mosto.

    Com um intenso aroma de mistura de frutas vermelhas e negras, toques florais e frutos secos com especiarias, esse vinho é encorpado, muito equilibrado e com um final longo, onde se revelam notas de baunilha, coco e cacau.

    Poderoso, possui alto teor alcoólico (17%) e a garrafa custa em média R$350,00.

    6 – Jerez Pedro Ximénez – BODEGAS TRADICIÓN PEDRO XIMENEZ 20 YEARS OLD

    A linha de produção dos Jerez é bastante ampla e vai dos mais secos aos extremamente doces.

    Na produção deste vinho, as uvas são expostas ao sol após a colheita, o que provoca seu ressecamento, a tal ponto que a bebida torna-se bastante enegrecida, em razão da quantidade de açũcar nela presente.

    Sua concentração e textura lembram a de um xarope e os aromas são bastante variados, do figo seco a toques florais e herbais. Tanto volume e concentração quase torna o produto oleoso, mas é equilibrado, persistente e duradouro no paladar.

    Com alto teor alcoólico de 15,5%, a garrafa custa em torno de R$650,00.

    7 – Recioto della Valpolicella – TOMMASO BUSSOLA RECIOTO DELLA VALPOLICELLA CLASSICO 2005

    Elaborado a partir de uvas passificadas, num processo de secagem que dura de 100 a 300 dias após a colheita, onde as frutas são colocadas em prateleiras de junco. Há o cuidado de colher apenas os cachos mais distantes do centro (recie = orelhas, no dialeto local).

    Para o Recioto, são utilizadas uvas de diversas variedades: Corvina, Corvinone e Rondinella. Molinara, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot, entre outras. Após a desidratação, elas seguem para a etapa de amadurecimento em tonéis de carvalho.

    O produto tem uma exuberante cor rubi – purpúreo e aroma bem diversificado e complexo, com nuances de frutas vermelhas, toques florais, minerais e de especiarias doces. O paladar é equilibrado, volumoso, intenso e sofisticado.

    Um vinho que pode ser apreciado sozinho ou acompanhado de sobremesas à base de chocolate. Custa cerca de R$400,00 a garrafa.

    8 – Sauternes – CHÂTEAU D’YQUEM 1995

    Da famosa região de Bordeaux, França, esse branco doce possui em sua composição 80% de uvas Sauvignon Blanc e o restante 20% de Semillon “nobremente podre”, num processo de fermentação e pausa de quase 4 anos em tonéis de carvalho francês.

    Disso resulta um produto doce, intenso e ácido, uma combinação interessante. É o vinho doce mais famoso do mundo, e com louvor, diga-se de passagem.

    Quando as condições climáticas não favorecem o aparecimento do fungo que caracteriza o produto, as uvas são então encaminhadas para a produção de vinhos brancos e secos. Esse é um vinho indescritível e marcante.

    A garrafa custa em torno de R$1.200,00: é o sonho dos enólogos, e o teor alcoólico é alto; cerca de 13,5%.

    9- Auslese – HEYMANN LÖWENSTEIN WINNINGEN RÖTTGEN RIESLING AUSLESE 2005

    Produzido a partir das uvas Riesling dos antigos vinhedos instalados em solo de puro xisto, no Baixo Mosel, Auslese é traduzido como “seleção”, o que em si já resume o produto: é uma seleção de cachos colhida após o ataque do fungo da “podridão nobre”.

    Também produzido na Áustria, seu aroma é rico e diversificado, com toques cítricos, minerais, florais e de mel. Equilibra uma suave doçura com uma acidez brusca, o que o torna um vinho leve, além de possuir baixo teor alcoólico de 8%. O preço da garrafa é aproximadamente R$650,00.

    10 – Moscatel de Setúbal – DOMINGOS SOARES FRANCO MOSCATEL ROXO 20 ANOS

    Com sólido prestígio em Portugal, o vinho tem história antiga, pois entre os séculos XII e XIV foi apreciado por Dom Dinis, então rei lusitano e teve também a preferência de Dom Manuel. A fama ganhou proporções continentais e era encomendado pelas cortes francesas e inglesas no século XIV.

    O produto é elaborado sob rigoroso controle de qualidade e só atinge o nível da comercialização após pelo menos 2 anos de descanso. O mínimo exigido na categoria Superior é de 5 anos, e há ainda indicações de 10, 20, 30 e até mais de 40 anos nessa produção.

    Produzido exclusivamente a partir das uvas Moscatel Roxa, é uma bebida com intensidade marcante, paladar volumoso e final longo, onde se misturam toques de mel, iodo e frutas secas. O teor alcoólico é pronunciado em 18%. Custa cerca de R$320,00.

    Referências:

    https://usualwines.com/blogs/knowledge-base/dessert-wine

    https://winefolly.com/wine-pairing/7-tasty-pairings-for-dessert-and-wine/

    https://www.masterclass.com/articles/dessert-wine-guide

    https://delishably.com/beverages/Best-Fruity-Sweet-Tasting-Wines

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    Vinho da Entrada à Sobremesa: Como Aprender a Harmonizar Melhor?

    Almoços e jantares são a desculpa perfeita para tomar um bom vinho, ainda mais quando a ocasião é super especial, como aniversários, dia das mães, dos pais e festas de fim de ano.

    É a oportunidade perfeita não só de experimentar rótulos novos, mas também de fazer algo inesquecível para as pessoas especiais na sua vida.

    Com o intuito de te ajudar nessa empreitada de fazer um almoço ou jantar super especial para amigos ou familiares, separamos algumas dicas de como fazer essa ocasião ainda mais inesquecível com vinhos que serão combinados desde a entrada, até às deliciosas sobremesas.

    Quais são os erros comuns que não combinam com vinho?

    Mas antes, vamos a um ponto fundamental para esse encontro: saber o que não combina com vinho.

    Apesar dessa bebida ser muito versátil e poder ser harmonizada com praticamente todos os tipos de comida, até mesmo hambúrguer, existem, sim, alguns pratos que não caem bem com esse líquido.

    Apesar desse ser o ponto que divide especialistas, eles comentam que, na verdade, é preciso mais experiência para chegar na combinação perfeita. Seja como for, não custa nada ficar ligado no que “pode” e no que “não pode”.

    Essa notícia com certeza não vai agradar os fãs de pratos asiáticos, principalmente aqueles que adoram comidas japonesas. Esses são bem difíceis de se harmonizar com vinho, e isso se deve aos elementos presentes nessa gastronomia.

    A maioria dos pratos leva ovos, cogumelos e carnes cruas, comidas que possuem um dificuldade em harmonizar pois possuem gostos mais “puros” e diferentes dos pratos combinados. Além disso, elas também levam temperos super fortes, como shoyu e wasabi, que também não ajudam a encontrar a combinação perfeita entre comida e bebida.

    E falando em temperos proibidos, aí vai mais alguns para sua lista:

    • Azeite de dendê;
    • Curry.

    Se você não tem tanta experiência em harmonização, é melhor deixá-los de fora do seu jantar especial. O mesmo vale para a feijoada, que é uma comida muito forte.

    Quais são petiscos que combinam com vinho?

    Antes do prato principal você pode servir as famosas entradas, como uma tábua de embutidos, por exemplo. Esse item é perfeito para você reunir a família e matar um pouquinho da fome até o prato principal ficar pronto.

    Mas como escolher o vinho ideal, já que a gama de petiscos é bem grande? Uma regra geral para conseguir uma harmonização perfeita é ficar atento ao tipo de prato, ou seja, se você está fazendo petiscos leves, o ideal é escolher rótulos também leves.

    Para comidas mais ácidas, é preferível rótulos mais frescos. Já para pratos gordurosos, prefira vinhos com taninos marcantes e fortes.

    Isso é uma dica mais geral, mas você também precisa levar em consideração a textura e o peso de cada prato que pretende servir. No começo pode ser um pouco difícil, mas com a prática logo estará fazendo isso de olhos fechados.

    Agora sim, vamos para as dicas de como escolher os melhores vinhos de acordo com os pratos.

    Quais são os pratos feitos com carne, pescados, embutidos e estruturados que harmonizam com vinho?

    Se você está pensando em fazer um petisco com filé acebolado ou tábua de frios, as melhores opções de vinhos são os tintos jovens e com taninos mais firmes.

    A combinação é perfeita entre os dois, a carne conta com gordura e a bebida ajuda a suavizar o paladar. Os taninos presentes nos vinhos tintos deixam a boca menos adstringente e regulariza assim buscando a neutralidade.

    Algumas opções de rótulos:

    • Chardonnay;
    • Sauvignon;
    • Pinot Noir;
    • Barolo;
    • Bordeaux;
    • Brunello di Montalcino.

    Quais são os petiscos feitos com frutos do mar e peixes que combinam com vinho?

    Se você pretende investir em petiscos com peixes e/ou frutos do mar, então, pode apostar nos vinhos brancos! Por serem mais aromáticos e leves do que os tintos, eles são as melhores opções para acompanhar esse tipo de prato.

    O nível de acidez desses rótulos são perfeitos com frutos do mar. Dentre algumas opções que combinam super bem com vinho branco estão: bolinho de bacalhau, camarão ao alho, óleo ou no vapor, e iscas de peixe frito.

    Alternativas de vinhos brancos:

    • Chardonnay;
    • Sauvignon Blanc;
    • Chablis.

    Quais são os petiscos mais gordurosos que harmonizam com vinho?

    Se a sua escolha for petiscos mais gordurosos, prefira os vinhos com bastante acidez, pois eles têm o poder de limpar o seu paladar, melhorando ainda mais a sua experiência entre esses dois elementos.

    Isso vale para polenta, frango a passarinho batata e queijo frito. Para encontrar uma harmonização perfeita para esses pratos, você deve investir em vinhos ácidos como espumantes e tintos, preferencialmente que sejam mais leves e com mais frescor.

    Algumas opções:

    • Pinot Gris;
    • Chardonnay;
    • Sauvignon Blanc.

    E na hora do jantar, qual vinho é melhor para acompanhar?

    Agora que você já sabe quais vinhos escolher na hora dos “food fingers”, chegou o momento de saber quais serão os rótulos para o prato principal.

    Quais são as melhores uvas para combinhar com carnes bovinas, suínas e outras?

    Se você já conhece um pouco sobre o mundo da harmonização de vinhos, com certeza já deve ter ouvido falar que os vinhos tintos são as melhores opções para acompanhar as carnes, o que não deixa de ser verdade.

    Por ter uma concentração mais elevada de taninos, ele é perfeito para combinar com esses pratos gordurosos pois como ja falamos, limpa o seu paladar a cada gole, melhorando não só a boca a cada gole de vinho, mas também salientando as características da carne que você está comendo.

    Mas lembra que comentamos lá no começo que apesar dessa ser uma regra geral que facilita a harmonização para quem está começando, outros fatores precisam ser levados em consideração? Pois bem, este é o caso aqui.

    Isso porque existe uma infinidade de carnes e cortes. Por exemplo, você escolheu um prato que leva opção mais leve, com menos condimento e baixo teor de gordura, que é o caso das almôndegas e dos filés.

    Sendo assim, os melhores rótulos para fazer uma harmonização perfeita são os tintos mais leves, como Merlot e Pinot Noir.

    Agora, se o prato principal for um peça de picanha ou carne de cordeiro, aí a sua escolha tem que se voltar para os rótulos tintos encorpados, como Tannat, Syrah e Cabernet Sauvignon.

    Quais os melhores rótulos para harmonizar com pratos de frutos do mar?

    Está pensando em preparar um belíssimo prato com frutos do mar ou aquele peixe grelhado? Ótima escolha. Aqui, as melhores opções são:

    • Chardonnay Blanc;
    • Pinot Grigio;
    • Cabernet Sauvignon.

    Todos esses são mais leves e aromáticos.

    A mesma regra que vale para as carnes vermelhas, devido aos seus diferentes cortes, essa regra é aplicada aqui também.

    Por exemplo, se pretende servir peixe grelhado com molhos leves, a pedida perfeita são os vinhos brancos secos, frutados ou espumante ao estilo Brut.

    Para molhos pesados, vinho branco mais maduro ou um tinto frutado.

    Quais as melhores uvas para combinar com massas em geral?

    Na hora que tiver que escolher o rótulo ideal para acompanhar as massas, o segredo está no tipo de molho que leva o seu prato.

    Os molhos brancos ou a base de queijo, por exemplo, combinam perfeitamente com as bebidas do tipo branco, e rosé.

    Agora, se você vai fazer o clássico molho bolonhesa, prefira os tintos secos.

    Para molhos picantes ou bastante condimentados, vá de vinhos com baixo teor alcoólico, como frisantes, por exemplo.

    Algumas opções:

    • Chardonnay;
    • Pinot Noir.

    Quais são os melhores vinhos para harmonizar com a sobremesa?

    Para os apaixonados por doce, chegou o momento mais esperado desse jantar especial: a sobremesa. Mas fique atento, pois esse prato pode ser um vilão na sua harmonização.

    Pelo fato de serem pratos feitos à base de açúcar, é comum que o vinho fique em segundo plano, pois a sobremesa tem o poder de mascarar os sabores de fruta da bebida, assim como aumentar o nível de acidez natural do alcoólico e deixá-lo mais amargo.

    É por este motivo que a harmonização com sobremesa é uma das mais difíceis. Mas difícil não quer dizer impossível. A dedicação será maior, mas o resultado será igualmente proporcional.

    A dica de ouro, de forma geral, para aceitar nessa combinação é apostar em rótulos mais frutados e doces, com baixo nível de acidez, como vinho do porto e espumantes. Mas claro que existem variações, por isso separamos algumas dicas de acordo com o tipo de sobremesa.

    Quais são os rótulos para combinar com sobremesa a base de chocolate?

    Sobremesa feita com chocolate não tem erro, não é mesmo? É impossível alguém não gostar dessa maravilha!

    Trata-se de um doce com altos níveis de gordura e com sabor marcante. Sendo assim, se você quer encontrar o vinho perfeito para o seu brownie, torta ou mousse de chocolate, invista em rótulos tânicos ou com forte presença de açúcar.

    Bom exemplo é o famoso vinho do Porto, assim como bebidas mais encorpadas. Ambos são excelentes alternativas de harmonização.

    Sugestões de vinhos:

    Quais são os rótulos para combinar com chocolate ao leite?

    • Grenache;
    • Gamay;
    • Merlot;
    • Chardonnay;
    • Pinot Gris;
    • Viognier;
    • Moscatel.

    Quais são os rótulos para harmonizar com chocolate amargo?

    • Cabernet Sauvignon;
    • Syrah;
    • Malbec;
    • Tannat.

    Quais são os rótulos para combinar com chocolate branco?

    • Riesling;
    • Viognier;
    • Torrontés.

    Quais são os vinhos para harmonizar com sobremesas feitas de leite e ovos?

    Mas se ao invés de usar o bom e velho chocolate como sobremesa você preferir servir pudim, manjar ou cremes a base de leite e ovos, você vai ter que optar por vinhos classificados como “late harvest”. Basicamente, são rótulos onde a colheita da uva foi feita tardiamente.

    É um vinho que combina muito bem com o gosto suave característico desses doces.

    Rótulos recomendados:

    • Moscatel;
    • Sauvignon Blanc;
    • Gewürztraminer;
    • Furmint;
    • Riesling.

    Quais são os vinhos para combinar com doce de leite?

    Assim como o chocolate, o doce de leite também é muito marcante, principalmente por ser bem açucarado. Sendo assim, a sua melhor escolha são os rótulos com alto nível de acidez. Essa combinação faz com que o ácido da bebida bata de frente com a doçura quase exagerada do doce de leite, tornando o item menos enjoativo e mais agradável na boca.

    As melhores opções são:

    • Chardonnay;
    • Iced Wine.

    Quais são os rótulos para harmonizar com café?

    Não podemos nos esquecer das sobremesas à base de café, como o delicioso Tiramisu ou um Frappuccino. Para estas belezuras em questão, a melhor escolha na hora da harmonização é optar por vinhos que possuem as mesmas características e sabores do prato escolhido.

    Sugestão de vinho:

    • Marsala.

    Quais são os vinhos para combinar com fruta?

    Por fim, se a sua sobremesa será à base de fruta, como saladas, tortas ou cheesecake, a pedida são os vinhos doces mas, ao mesmo tempo, delicados e leves.

    Todas essas características farão com que o gosto de fruta da sua sobremesa seja realçado.

    • Espumantes (Moscatel).

    Qual a diferença entre vinho suave e de sobremesa?

    Você deve estar se perguntando: por que não podemos escolher um vinho suave para tomar com meu doce, ao invés de um de sobremesa? Porque eles são diferentes entre si.

    É muito comum que as pessoas confundam o vinho suave com aqueles classificados como vinho de sobremesa, principalmente porque ambos têm um alto nível de doçura.

    Mesmo tendo pontos parecidos, essas diferenças interferem na sua experiência ao saborear um prato doce acompanhado dessa bebida.

    No quesito sabor, por exemplo, os vinhos de sobremesa tem uma doçura mais intensa e concentrada, diferente do suave.

    Já quando falamos em técnica, o primeiro é produzido com o próprio açúcar da fruta, enquanto o segundo leva uma adição de açúcar exógeno ao fim da vinificação. Por isso, você deve ficar atento e não confundir os dois, pois isso pode atrapalhar a sua harmonização.

    E não fique preocupado com o fato de você estar comendo doce com doce, parece estranho, mas essa combinação é perfeita quando se escolhe o rótulo ideal.

    Não podemos esquecer que muito além do açúcar, um vinho conta com a acidez, taninos e outras características que fazem essa junção funcionar muito bem.

    O mesmo vale para eventuais erros. Fique tranquilo se não sair como o esperado.

    A harmonização perfeita consiste não só de dicas, mas de prática também.

    Quanto mais você praticar, mais aprimorado ficará esse hobbie.

    Por isso não tenha medo de cometer erros no começo, é super normal.

    Além do mais, é errando que se aprende, certo?!

    Referências:

    https://winefolly.com/wine-pairing/wine-dinner-from-starters-to-dessert/

    https://www.charlottemagazine.com/a-charlotte-beginners-guide-to-pairing-wine-and-dessert/

    https://www.foodandwine.com/wine/15-rules-great-wine-and-food-pairings

    https://www.winemag.com/2014/11/12/mastering-the-art-of-wine-and-food-pairings/

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    Quais os 11 Melhores Vinhos Aurora e Como Harmonizar?

    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinho AuroraPreçoOnde Comprar
    1Espumante Aurora Demi-secR$30,00Ver
    2Saint Germain BrutR$25,00Ver
    3Pinot Bandeira Método tradicional Extra BrutR$75,00 e 90,00Ver
    4Brut BrancoR$25,00Ver
    5Brut Pinot NoirR$45,00 e 50,00Ver
    6Pequenas Partilhas Cabernet FrancR$58,00 e 65,00Ver
    7Pinto Bandeira Pinot NoirR$52,00 e R$75,00Ver
    8Reserva TannatR$55,00Ver
    9Pinto Bandeira ChardonnayR$65,00Ver
    10Aurora Colheita TardiaR$25,00Ver
    11Varietal MerlotR$32,00Ver


    A Aurora é a vinícola de maior tamanho existente no Brasil. Ela conta com cerca de 1.100 associados e sua produção por ano é de 27 milhões, aproximadamente, de litros do vinho.

    Além disso, são 10.000.000 de litros do suco da uva. Ela ainda, comemora sempre uma sucessão de prêmios com suas melhores versões.

    Como fizemos a seleção dos melhores Vinho Aurora?

    O primeiro da lista é o espumante Aurora Moscatel. Ele é o vinho do Brasil que conseguiu a classificação 56ª entre os 100 melhores no mundo.

    Esse ranking, é feito pela WAWWJ (Assoc. Mundial dos Jornalistas e dos Escritores de Licores e vinhos).

    Ele na classificação geral, é o segundo espumante em melhor colocação (exceto Champagnes) e ainda possui 7 prêmios internacionais.

    Já o Aurora Reserva Merlot 2011 é o melhor merlot na classificação geral e conseguiu a 65ª posição nessa lista mundial. Ele ainda, possui 11 premiações.

    Para a escolha desse ranking, foram considerados cerca de 51617 premiações que foram conseguidas pelas vinícolas em 67 países.

    Além disso, considerou-se também 75 concursos no âmbito internacional bem como a relevância de cada um e a posição ocupada pelos vinhos dentro da sua categoria.

    O terceiro da lista acima, é o Espumante Marcus James Brut. Ele não ficou entre os 100 melhores, mas ainda assim ficou na posicão 135ª e contabiliza 8 prêmios internacionais.

    Aonde fica a fábrica de vinhos?

    A Cooperativa Vinícola Aurora está situada na cidade de Bento Gonçalves, no estado do Rio Grande do Sul. Ela conta com representantes e escritórios em diversas partes do território nacional.

    Para contato além do site da empresa temos os seguintes números:

    • SAC: 08007014555;
    • Matriz em Bento Gonçalves – RS: (054)3455-2000
    • Filial em São Paulo: (011)3051-6124

    Quais são os melhores rótulos?

    Além dos melhores em classificação no ranking mundial, a vinícola possui outros vários tipos extremamente saborosos. Dentre eles, abaixo estão a lista com 11 melhores:

    1 – Espumante Aurora Demi-sec

    Possui cor amarelo palha e com nuances na cor esverdeada. Ele é um espumante da Serra Gaúcha, muito fresco com notas da maça verde e da pera.

    É bem equilibrado entre doçura e acidez além de característica de espumantes jovens e com muito frescor.

    Combina excelentemente com filé de peixe, molhos doces como geleia ou agridoce, com queijos, com risoto de legume leve.

    Ele possui ótimas avaliações e quem já provou certamente o recomenda.

    Seu preço é na casa dos R$30,00.

    2 – Saint Germain Brut

    É um tipo de espumante de cor amarelo palha esverdeado. Possui aroma fresco com notas da maça verde e também da pera.

    Sua acidez é muito equilibrada e muito refrescante. É um exemplar perfeito para harmonizar com pratos leves devido a sua estrutura média e seu frescor.

    Filé de anchova, filé de peixe, conserva e antepastos, grelhados, empanados e outros pratos com frango e alho.

    Para quem possui um paladar sensível, ele pode ser um tanto ácido e forte. Isso conforme avaliações de quem já consumiu.

    Com um ótimo custo benefício, seu preço é na casa dos R$25,00.

    3 – Pinot Bandeira Método tradicional Extra Brut

    Também com cor amarela palha, esse amadurece durante 2 anos sob contato com leveduras.

    Espumante que remete a doçura do damasco e também a robustez da amêndoa tostada.

    Ao paladar é possível notar um elegante toque das flores da laranjeira e uma acidez bem delicada.

    Moqueca do tipo capixaba, ostra gratinada, ceviche com fruto do mar, canapés, e receitas com carne branca são excelentes acompanhamentos.

    Esse exemplar está no TOP 5 dos vinhos rosés em todo o mundo. Ele venceu inclusive os rótulos franceses.
    Possui ótima avaliação dos consumidores e sua taxa de recomendação é alta.

    Seu valor é excelente pelo que entrega, ficando entre R$75,00 e 90,00.

    4 – Brut Branco

    Com casta Chardonnay 100%, esse branco é fino e bem constante. Predomina as frutas cítricas e as tropicais. Seu volume é ótimo na boca, refrescante e equilibrado.

    Harmoniza com os antepastos acompanhados de molho untuoso, canapé, risoto de frutos do mar e também com peixes.

    Ganhou o prêmio top 100 no ano de 2015. A grande maioria aprovou e com certeza o compraria novamente.

    O seu preço é de R$25,00 e é ótimo para os dias mais quentes!

    5 – Brut Pinot Noir

    Amarelo cobre com tonalidade lindíssima. O perlage é persistente e delicado. O aroma é fresco, que remete a amoras brancas, morango e de erva aromática.

    Tem boa estrutura, é cremoso, equilibrado e bastante refrescante.

    Pode-se combinar com espaguete marinara, sashimi, yakissoba, filé do salmão, frango com curry e paella. É a primeira proposta com Pinot Noir 100% vinificado no branco feito em território brasileiro.

    A sua avaliação também é bem alta entre os consumidores. Difícil encontrar uma desvantagem!

    O valor de seu preço é entre R$45,00 e 50,00.

    6 – Pequenas Partilhas Cabernet Franc

    100% Cabernet Franc, esse passa pelas barricas do carvalho americano e francês durante 6 meses.

    É muito intenso ao paladar e sua coloração é rubi. Possui aroma de fruta negra que remete a ameixa e a amora.

    Além disso conta com um toque refinado do tabaco. Representa a jovialidade e o frescor das uvas Cabernet Franc.

    Excelente para servir com carne assada com pouco condimentos, massas com molho funghi, queijo médio e com risoto também ao funghi.

    Quem já degustou recomenda sempre!

    Com seu preço entre R$58,00 e 65,00 é uma ótima opção!

    7 – Pinto Bandeira Pinot Noir

    Possui uma linda cor purpura e ao olfato é possível notar frutas vermelhas, toque de flores e nuances terrosas.

    Além disso, especiarias, anis, figo maduro também são percebidos.

    Na boca é possível sentir os taninos delicados, com acidez boa e um elegante corpo.

    As notas que se destacam são da pimenta negra conferindo-lhe uma persistência deliciosa no retrogosto.

    Perfeito para servir junto de aves escuras, carne suína potente, vitela, bovinos mais macios, queijo médio e receitas com funghi.

    Para alguns, o final prolongado pode ser um pouco desconfortável.

    Seu preço no mercado é entre R$52,00 e R$75,00.

    8 – Reserva Tannat

    Ficando dentro de barricas de carvalho ao longo de 10 meses. Conta com uma cor viva e profunda. É certamente um vinho bem intenso, com aroma de fruta negra madura, do carvalho, de especiarias e lembra café tostado.

    Ao paladar, se mostra volumoso e muito concentrado. Indica-se decantar durante 30 minutos anteriormente a degustar.

    Diante de tanta personalidade, ele é ótimo para servir junto de carré do cordeiro, costela de boi, queijo mais forte, embutidos e salame italiano.

    Seu sabor bem marcante pode causar certa estranheza para alguns paladares.

    Com valores na casa dos R$55,00 é um ótimo exemplar.

    9 – Pinto Bandeira Chardonnay

    Amarelo palha límpido e com aroma de frutas, flores, coco e baunilha. Passa na barrica por 3 meses.

    É muito persistente na boca e mostra equilíbrio entre frescor e cremosidade. Isso o torna, agradável, complexo e bem diferenciado.

    Uma alternativa perfeita para combinar com queijo médio, carnes branca e receitas com fruto do mar.

    É recomendado pela maioria das pessoas que já o degustaram e possui uma boa nota pelos apreciadores de vinhos.
    Seu preço é em média R$65,00.

    10 – Aurora Colheita Tardia

    Sob a cor amarelo ouro esse vinho possui um aroma fino de castanha, nozes, flor branca e de mel. Na boca se mostra muito aveludado e suave.

    Ele é ideal para sobremesa como, por exemplo, fondue do chocolate, torta de limão, mousse do maracujá, Tiramisú e com suflês de baunilha. Além disso, queijo Gorgonzola e Roquefort também são combinações perfeitas.

    É um vinho com avaliações altas e recomendado por muitos.

    Seu custo é de aproximados R$25,00, fazendo ser um ótimo acompanhante para o dia a dia.

    11 – Varietal Merlot

    Feito 100% de Merlot, essa versão passa pelos carvalhos franceses durante 6 meses. Ele é feito com fruta madura e possui o corpo aveludado, é muito refrescante e agradável.

    Ótimo para servir com espaguetes al pesto, cordeiro ao vinho, bacalhoada, picanhas grelhadas e queijo médio.

    É um vinho fino, e que a grande maioria dos degustadores o recomenda. Possui também ótimas avaliações dos consumidores.

    O valor de cada garrafa é de aproximadamente R$32,00.

    Vinho Aurora é bom?

    A Vinícola Aurora é a principal representante do Brasil nesse ranking de 100 melhores vinícolas em todo o mundo.

    Melhor dizendo, ela é a vinícola responsável de por o Brasil nesse ranking e por esse motivo, nos coloca como referência mundial em vinhos.

    Então, sem dúvidas os vinhos dessa vinícola são bons, finos e muito saborosos.

    Onde comprar barato?

    A Aurora não tem um e-commerce próprio, entretanto, ela possui inúmeros parceiros espalhados pelo Brasil.

    Todos os produtos, são encontrados facilmente nas redes de hipermercados, supermercados e também nas lojas especializadas em vinhos. É possível encontrar em todos os estados bem como no Distrito Federal.

    Além disso, é possível encontrar em e-commerce como:

    • Magazine luiza;
    • Extra;
    • Americanas;
    • Amazon, dentre outros diversos.

    Como a vinícola elabora vinhos em harmonia com a natureza?

    A Aurora se preocupa com a produção orgânica que permite o crescimento dos alimentos equilibradamente no ritmo ditado pela natureza.

    Desse modo, os frutos retêm maior energia vital e tornam excelentes fontes de nutrientes além de ficar longe de agrotóxicos.

    O sistema da produção agrícola procura sempre manejar o solo de maneira equilibrada com os outros recursos da natureza, como:

    • Água potável;
    • Topografia;
    • Ar puro;
    • Solo;
    • Clima;
    • Biodiversidade mineral;
    • Animal;
    • Vegetal;
    • Insetos;
    • Microvida do solo.

    O foco é conservá-los a longo prazo mantendo sempre em harmonia entre si e também com os seres humanos.

    Quais são as considerações finais?

    A Vinícola Aurora é de fato a referência e detentora de inúmeros prêmios do Brasil e do mundo.

    Você pode conhecer alguns rótulos dela e cada um deles é excelente para brindar com amigos e familiares.

    Vale ressaltar que cada pessoa possui uma sensibilidade ao paladar e, por essa razão para que você saiba o seu preferido é preciso experimentar.

    Toda degustação é única e proporciona sensações e prazeres. Por isso, não deixe de provar. Temos a certeza de que não irá se arrepender!

    Referências:

    https://southamericawineguide.com/winery/aurora-winery/

    https://www.enoveneta.it/en/2019/07/09/vinicola-aurora-the-biggest-brazilian-winery/

    https://www.wine-searcher.com/merchant/46070

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    Curiosidades

    Como Armazenar Vinho em Casa Corretamente? Quais Cuidados Você Deve Ter?

    O vinho sempre será uma ótima opção para completar uma determinada refeição ou para apreciá-lo ao em algum momento do dia.

    Para acertar na escolha, o ideal é identificar o tipo de uva além da marca que o produziu. Isso, de fato influencia de maneira significativa na sua qualidade.

    Além disso, saber guardá-lo corretamente é primordial para preservar todos os seu benefícios, sabores e aromas.

    Quais as principais dicas para estocar o vinho?

    Da mesma maneira em que o interesse por vinhos se eleva, há também o aumento da quantidade de garrafas se adquire.
    No entanto, quanto maior conhecimento sobre essa bebida, maior a confiança e cuidado para com os mesmos.

    Por isso, para garantir que eles permaneçam sob perfeitas condições de consumo, é preciso atentar-se as seguintes condições:

    • Temperatura;
    • Local;
    • Posição da garrafa;
    • Iluminação;
    • Trepidação;
    • Vibração;
    • Ventilação.

    Como escolher o local adequado para seu vinho?

    Para que seu vinho dure com todas as suas características em sua casa, é necessário escolher o local mais adequado para isso.

    Opte por armazenar em um local na sua casa que ofereça as seguintes condições:

    • Temperatura ambiente mais fresca;
    • Firmeza desta temperatura;
    • Baixa claridade;
    • Umidade controlada.

    Além disso, nesse local precisa ser possível posicionar as garrafas adequadamente e bem firmes. Isso porque locais com vibrações indesejadas podem também interferir nas características do vinho;

    Confira mais abaixo todos os detalhes!

    É verdade que cada tipo de vinho tem um prazo de validade determinado?

    Em geral, os vinhos tintos são mais resistentes para guarda em relação aos brancos, rosés e espumantes. Vale lembrar que se armazenados de maneira e condição corretas.

    Existem aqueles que são feitos especialmente para guarda, pois o seu potencial e qualidade aumentam ainda mais.

    Sinceramente, é muito difícil determinar o tempo exato quando se trata de uma garrafa lacrada, porém, há a divisão de 3 etapas para facilitar, são elas:

    • Vinhos que são mais jovens, eles são preparados para o consumo imediato/rápido, ou seja, para consumir entre 1 até 2 anos;
    • Os vinhos que possuem o potencial médio de guarda, não são mais tão jovens, então, o consumo varia de 3 para mais anos;
      Ex: Malbec de Mendoza.
    • Tintos produzidos para o envelhecimento durante longo prazo, a duração é de 5 até mais anos;
      Ex: Riojas envelhecidos.
    • Branco, espumantes e rosés – Esses no geral são de consumo imediato. Por esse motivo, é ideal consumir no máximo até 2 anos. Eles com o passar do tempo tendem a perder sua complexidade bem como suas características e qualidade.

    Qual posição vertical ou horizontal é a mais correta de um vinho ser armazenado?

    Esse questionamento é um tanto polêmico e de fato muitas pessoas têm a dúvida em relação a posição mais adequada para armazenar vinhos.
    Há discusões diversas os quais alguns especialistas defendem que não importa se a garrafa fique deitada ou pé.
    Já outros afirmam ser a horizontal a melhor posição para guardá-los. A justificativa é que nessa maneira de organizar as garrafas, as rolhas são hidratadas, ou seja, a oxidação e o ressecamento é evitado.
    Bom, há, no entanto, estudos científicos que testaram as duas situações e a conclusão é a seguinte:

    • Manter as garrafas deitadas é a maneira mais popular e mais segura para conseguir manter os benefícios e qualidade do vinho.

    Então se está cientificamente comprovado, por que fazer o contrário, não é mesmo?
    Além disso no local precisa ser possível posicionar as garrafas adequadamente e bem firmes.

    Em qual temperatura deve ser estocado o vinho?

    Um vinho servido sob a temperatura ideal, é primordial para garantir que a sua qualidade e o seu sabor cheguem 100% à mesa.

    Por isso, cuidar da temperatura no momento de armazená-lo é extremamente importante. A temperatura mais indicada para realizar a armazenamento da bebida é cerca de 12ºC.

    Vale ressaltar, que essa temperatura pode aumentar até no máximo 24ºC caso o vinho não seja imediatamente consumido.

    Em contrapartida, exposto sob temperaturas menores do que 12ºC, os vinhos não são afetados em sua qualidade, porém, podem cooperar para retardar o processo de envelhecimento.

    Para algumas uvas, no entanto, essa temperatura mais baixa é bem interessante.

    É importante frisar que oscilações constantes na temperatura também tendem a prejudicar a qualidade e o sabor do vinho.

    Por essa razão, cuide sempre para que não ocorra oscilações térmicas sob variação maior que 2,7ºC dentro de um único ano.

    As garrafas devem ficar em ambiente fresco e distante da umidade?

    Como já mencionado, a umidade também deve ser uma preocupação na hora de guardar seu vinho.

    Se você desejar realizar a guarda na sua residência, é essencial que preste atenção na umidade do local. Ela pode interferir negativamente nos aspectos originais da bebida.

    O local então precisa ter umidade considerável, isto é, o percentual mais adequado é de 65 até 75 % no ambiente.

    Se o espaço se manter com a umidade muito baixa, as rolhas das garrafas podem ficar ressecadas e facilitar a passagem de oxigênio para a bebida. Essa oxigenação indevida, pode alterar o aroma e o sabor da bebida.

    Qual o tempo de armazenamento do vinho?

    Acima abordamos as etapas para manter o tempo de vida do vinho ideal, prolongando sua validade de maneira a preservar suas características.

    Há entretanto a famosa lenda de que quando mais velho for o vinho melhor será o seu potencial, sabor e qualidade.

    A realidade é que não são todas as espécies de uvas ou de vinhos que tem uma reação satisfatória quanto à ação do tempo.

    Mesmos os vinhos fabricados para guarda, possuem um prazo máximo e que ao ultrapassar, a qualidade é certamente prejudicada.

    O prazo máximo de guarda então é de 10 anos. Lembrando sempre de identificar a capacidade de cada um conforme já mencionado.

    O local deve ter luz normal, pouca ou nenhuma luz?

    A luz seja solar ou artificial, se entra em contato direto com as garrafas podem prejudicar a bebida.

    Se muito fortes, no entanto, podem interferir no sabor, no aroma e na cor da mesma. Por isso, o ideal é que o lugar esteja sob a mínima iluminação possível.

    Após aberto, o vinho pode manter e continuar contato com oxigênio?

    Depois que abrir a garrafa de vinho, se desejar guardá-lo, é importante cuidar para que o líquido tenha o mínimo de contato com oxigênio possível.

    É importante deixar claro que após a sua abertura, o vinho tem a sua vida útil contada. Por isso, para evitar a entrada de oxigênio tampe bem a garrafa. Nunca a guarde na geladeira sem tampa ou sem rolha.

    De qualquer maneira, existem algumas exceções, mas em sua grande maioria, os vinhos depois de abertos e após cerca de 3 dias já não lhe proporcionará as propriedades em sua totalidade.

    Ademais, o calor é responsável por provocar e acelerar as reações que alteram as características dele. Portanto, é aconselhável não guardar por muitos dias após abri-lo. O máximo indicado é 1 dia apenas.

    É importante também que, antes de abrir a garrafa novamente, retire-a da geladeira cerca de 30 minutos antes de servir.

    Após aberto, qual o cuidado com a rolha?

    Existem muitos acessórios disponíveis para vedar a garrafa. Porém, ainda sim o vinho perde seu potencial após três dias.

    Se não tiver nenhum tipo de acessório, cuide da rolha original ao abrir, e quando for guardar o seu vinho, afunde bem a mesma para garantir a vedação. É importante que a rolha fique sempre hidratada mantendo a garrafa deitada.

    Adega climatizada sempre é necessária?

    Muitas pessoas ainda questionam sobre ter uma adega climatizada em casa. Mas então, é preciso investir em uma?
    Certamente não!

    Se você reservar um lugar em sua casa exclusivo para armazenar seus vinhos e lembrando sempre de considerar a iluminação, a temperatura, a ventilação, a umidade e também o posicionamento das garrafas, ter uma adega não é de fato obrigatório.

    As adegas climatizadas são ideais para aquelas pessoas que vivem nas cidades com altas temperaturas e que não consegue manter a ideal para armazenar. Elas também são ótimas para que dispõe de pouco espaço em casa.

    Adegas elétricas são de fato funcionais, porém, se você no momento não deseja investir em uma, não há problema algum, siga os passos, cuide dos detalhes de armazenamento e com certeza seus vinhos manter-se-ão com seus potenciais e qualidades preservados e intactos.

    Conclusão

    Abordamos os principais cuidados que você precisa ter para guardar e preservar um bom vinho.

    Se você é amante dessa bebida maravilhosa, mas ainda não estocou algumas garrafas em sua casa por não conhecer a maneira correta, saiba que isso agora pode mudar.

    Se optar por comprar um Adega ótimo! Mas se esse não é o momento de investir nela, siga esses simples e pequenos cuidados e com certeza aumentara a durabilidade dos seus vinhos e consequentemente a qualidade, o potencial, o sabor e o aroma deles.

    Agora escolha seus rótulos preferidos, guarde-os com carinho e sirva com a qualidade total seus convidados, amigos e familiares.

    Referências:

    https://www.wineware.co.uk/wine-refrigeration/how-to-store-wine-at-home-guide

    https://www.lifestorage.com/blog/storage/7-valuable-secrets-about-how-to-store-wine-video/

    https://learn.winecoolerdirect.com/how-to-store-your-wine/

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    Quais os 10 Melhores Vinhos da Austrália Bons e Baratos?

    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoMarca de Vinho AustralianoPreçoOnde Comprar
    1Bear Crossing Cabernet Merlot 2013R$65,00Ver
    2Brokenwood Pinot Noir 2008R$199,00Ver
    3Bloodstone Shiraz 2010R$155,00Ver
    4Clarendon Hills Bakers Gully Syrah 2009R$370,00Ver
    5Hardy’s Stamp of Austrália Shiraz Cabernet 2014R$76,00Ver
    6Clarendon Hills Clarendon Grenache 2009R$380,00Ver
    7Heartland Shiraz 2010R$144,00Ver
    8John Duval Plexus 2010R$830,00Ver
    9Kilikanoon Prodigal Grenache 2012R$227,00Ver
    10Three Bridges Durif 2010R$220,00Ver

    Essa história de que só a Itália, França ou Portugal fazem os melhores vinhos do mercado ficou para trás.

    Não que estes países só façam bebidas de qualidade, ou porque eles são experts nesse assunto, mas com o passar dos anos e com um amplo investimento no setor, outros lugares conquistaram seu lugar ao sol quando o tema é um vinho de qualidade.

    Este é o caso da Austrália, por exemplo. Muito além dos koalas e dos cangurus, os australianos estão mostrando que vieram para ficar no mundo dos vinhos. Notícia que, para os amantes dessa bebida, é ótima, quantas mais opções, melhor, certo?

    Com o intuito de propagar a “palavra australiana”, abaixo fizemos uma lista com os 10 melhores vinhos do país para você provar.

    Pronto para conhecer mais sobre o país de animais grandes e peçonhentos por meio de seus vinhos?

    1 – Bear Crossing Cabernet Merlot 2013

    A partir de R$65,00.

    Se você nunca provou um vinho australiano, então você pode começar por esse rótulo que é 65% Cabernet e 35% Merlot.

    Tem se difundido bastante na Austrália e no mundo por conta da sua qualidade e preço acessível, além do fato de que são produzidos pela Angove, uma tradicional vinícola da região que está em atividade desde 1886.

    Chega ao nariz e à boca com um agradável toque de doçura de frutas vermelhas frescas.

    No paladar, além de ser adocicado, ele é acompanhado de uma acidez muito bem equilibrada. Por conta disso, ele faz com que o sabor fique bastante tempo na boca, juntamente com um final mais longo.

    Seu teor alcoólico é de 14%, então cuidado para não abusar muito dele.

    2 – Brokenwood Pinot Noir 2008

    A partir de R$199,00.

    Com safra de 2008, esse Pinot Noir passou cerca de um ano confinado em barricas de carvalho francês. Tem toques de framboesas maduras e cerejas, além de notas florais, especiarias, minerais e ervas frescas que são sentidas no paladar.

    Demonstra uma ótima acidez, é estruturado e carnudo, com taninos de excelente textura que proporcionam um equilíbrio perfeito entre as frutas.

    Por conta da sua composição, é perfeito para consumidores que preferem rótulos mais doces. Mostra traços de minerais e o final é persistente. O teor alcoólico também é de 14%.

    3 – Bloodstone Shiraz 2010

    Com valores a partir de R$155,00.

    Produzido na região do McLaren, uma das mais famosas na produção de vinhos australianos, é um rótulo 100% Shiraz que passa cerca de um ano e dois meses em barricas feitas de carvalho francês.

    O Bloodstone ficou conhecido por ter as principais características de um vinho australiano: é condimentado e bem denso. Aliás, por conta disso, tem um coloração bem escura, que quase chega a ser preta de tão grossa.

    Quando chega ao nariz, traz aromas de canela, alcaçuz e noz moscada, proporcionando uma mistura muito agradável ao olfato.

    Já no paladar, por ser um vinho denso, fica bem concentrado. Os taninos são vividos e bem trabalhados. É uma bebida elegante. Combina muito bem com carne bovina e de cordeiro.

    O único ponto negativo desse rótulo é que provavelmente você terá que importar ele, pois não é achado facilmente no Brasil.

    4 – Clarendon Hills Bakers Gully Syrah 2009

    Um pouco caro mas vale o investimento, preço na casa dos R$370,00.

    100% Syrah, este vinho fica cerca de um ano e seis meses em barricas de carvalho, sendo que 60% delas são novas.

    É um rótulo com um visual de violáceo fechado, com aromas intensos e complexos. Ele traz toques de cânfora, pimenta verde e fruta negra quase passada.

    Apesar do aroma forte, no paladar se torna fresco e equilibrado, com taninos de qualidade que proporcionam uma textura bem agradável.

    Sua acidez é viva, longa e persistente. Muitos dizem que é aquele tinto para momentos especiais. Seu teor alcoólico é de 14,5%.

    5 – Hardy’s Stamp of Austrália Shiraz Cabernet 2014

    Com ótimo custo benefício, no valor de R$76,00.

    Produzido ao sul da Austrália, esse rótulo leva uma mistura de 75% de Shiraz e 25% de Cabernet Sauvignon. Este tinto passa seu estágio inicial em madeira até ser engarrafado. É um vinho estruturado e frutado, com taninos macios e uma acidez na medida certa.

    Possui toques de cerejas maduras e amora, além de florais, tabaco, elementos tostados e especiarias.

    De todos os citados até aqui, tem o menor nível alcoólico: 13%.

    6 – Clarendon Hills Clarendon Grenache 2009

    A partir de R$380,00.

    Este é produzido totalmente no vinhedo Clarendon. Ele passa um ano e seis meses em barricas de carvalho francês novos e velhos. Seu aroma é composto de groselhas e cerejas, assim como notas florais, ervas secas e especiarias picantes.

    É possível notar igualmente toques tostados de chocolate e tabaco. Esse frutado tem uma ótima acidez, além de taninos com uma excelente textura. O teor alcoólico é de 14,5%.

    7 – Heartland Shiraz 2010

    Com valores a partir de R$144,00.

    Passando um ano em barricas de carvalho americano e francês, é um rótulo 100% composto por uvas do tipo Shiraz.

    Detém notas florais, de terra, especiarias picantes, chocolate amargo e ervas secas, além de ameixas.

    No paladar com certeza vai surpreender até os mais experientes por conta do equilíbrio que apresenta entre todos os seus elementos. É carnudo e estruturado, com uma boa composição nos taninos.

    Seu final é cheio e longo, com toques de minerais, além de deter uma acidez bem refrescante. Mas cuidado com ele, pois seu teor alcoólico é de 14,8%.

    8 – John Duval Plexus 2010

    O mais caro da nossa lista, com preço a partir de R$830,00.

    Diretamente do Barossa Valley, esse John Duval é uma mistura de Shiraz (51%), Grenache (30%) e Mourvèdre (19%). Armazenado em carvalho francês, passa cerca de um ano e três meses dentro dessas barricas.

    O rótulo traz uma complexidade para o olfato. Possui aromas de frutas pretas maduras, que são seguidas de notas de especiarias doces e florais.

    É possível perceber igualmente toques de baunilha e chocolate. Aliás, uma ótima combinação.

    No paladar, vai agradar aqueles que preferem vinhos mais maduros. Ele é bem estruturado, possui ótimos taninos, gerando uma acidez refrescante e termina com um final persistente, com toques de grafite.

    Além de tudo isso, seu teor alcoólico não é tão alto: 13,1%.

    9 – Kilikanoon Prodigal Grenache 2012

    Seu valor é de R$227,00.

    Utilizando uvas 100% Grenache, o rótulo fica em descanso por dezoito meses até ser engarrafado. E para quem tem curiosidade de experimentar um rótulo australiano dessa uva, então o Kilikanoon é para você.

    É denso no nariz, trazendo uma combinação entre chocolate amargo e blueberry para o olfato. No paladar é complexo, pois apresenta uma mistura de taninos bem trabalhados com acidez e um corpo médio alto.

    O final é marcante e longo. Já o teor alcoólico é de 14,5%.

    10 – Three Bridges Durif 2010

    Com preços a partir de R$220,00.

    Encerramos nossa lista trazendo o primeiro Durif das indicações. Com permanência de dezoito meses nas barricas francesas, ele detém um aroma de frutas pretas e vermelhas frescas, que se combinam com notas de ervas secas, florais e especiarias picantes.

    É estruturado, possui uma boa textura, além de ótimos taninos e uma excelente acidez. O teor alcoólico é de 14%.

    Referências:

    https://www.theguardian.com/lifeandstyle/australia-food-blog/2015/feb/23/the-ten-best-australian-wines-for-under-20

    https://www.foodandwine.com/wine/australian-wines-drink-now

    https://www.theurbanlist.com/a-list/best-cheap-wine

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    Gastronomia

    Como Harmonizar 10 Pizzas e Vinhos do Jeito Certo?

    A pizza certamente é uma das iguarias mais apreciadas no território brasileiro. Ela é perfeita para encontro de amigos, em refeições mais descoladas ou até mesmo em um dia de domingo.

    Independentemente de ser caseira, delivery ou da famosa pizzaria, toda e qualquer pizza demanda um bom vinho para acompanhamento.

    Seja qual for a sua base, as incontáveis combinações feitas com carne, queijo, embutido, vegetais e até mesmo doce, o momento de harmonizar com o vinho desperta sempre a imaginação.

    Como combinar os sabores das pizzas com os vinhos para surpreender seus amigos?

    Além de versátil, a pizza e o vinho são a combinação perfeita e muito deliciosa. Ela surgiu na região Itália, e se mantém entre os favoritos pratos da sociedade brasileira.

    Em pesquisa feita pela Associação das Pizzarias Unidas do estado de São Paulo, no ano de 2019, contam que no Brasil aproximadamente 1.000.000 de pizzas são produzidas por dia.

    Dada paixão do brasileiro por essa iguaria, comemora-se o dia Nacional da pizza todo dia 10 do mês de julho. E, para tal celebração, uma boa taça de vinho não pode ficar de fora.

    1 – Pizza de queijo + Vinho Italiano

    Iniciamos então, da forma mais tradicional. Os vinhos feitos na Itália são clássicos, e os feitos com uva Sangiovese possuem taninos mais macios, sua acidez é boa além de ser muito frutado.
    Esse tipo é excelente para harmonizar com as pizzas com base de queijo mussarela, por exemplo.

    2 – Pizza Margherita + Vinho Branco

    A Margherita, é a mais famosa em todo o mundo. Ela é preparada com molho do tomate, folhas do manjericão e por vezes rodelas do tomate.

    Além deles, adiciona-se o queijo mozzarella que é moderadamente salgado e pouco pungente.

    Para combinar com essa versão, nada melhor do que os vinhos brancos que contam com as notas especiais e feitos, por exemplo, com a Sauvignon Blanc.

    O Torrontés ou o Grüner Veltliner são ótimos para proporcionar diferente e agradáveis sensações.

    3 – Pizza de frango + catupiry + Pinot Noir

    A pizza de frango com o catupiry é a união dos sabores suave da carde de frango com a cremosidade do queijo catupiry em uma só fatia.

    Essa deliciosa iguaria pede um vinho do tipo mais delicado para não competir com essa harmonia de sabores.
    Por isso, o Pinot Noir, é a escolha perfeita, pois é leve, discreto e acidez sutil e bem elegante.

    4 – Pizza Portuguesa + Malbec

    A portuguesa, geralmente contem presunto, queijo, ovo, cebola, tomate, azeitonas e ervilhas.

    Diante de uma variedade de ingredientes e sabores, o vinho ideal precisa ter uma acidez bem acentuada, porém não muito potente para não sobrepor o paladar.

    Por essa razão, o Malbec é perfeito para harmonização por sua textura, seu sabor frutado, equilibrado e bem refrescante.

    5 – Calabreza + Vinho tinto mais estruturado

    Em consideração ao valor que a calabresa tem na combinação, isto é, devido seu sabor intenso, os vinhos ideais são os mais estruturados tintos.

    Escolha um Cabernet Sauvignon, Sangiovese ou até mesmo Cabernet Franc para combinar.

    E se a calabresa conter tons mais picantes, o Syrah ou um espumante mais leve é perfeito.

    6 – Pizza de pepperoni + Riesling

    Para uma versão embutida picante e muito marcante assim como pepperoni, um vinho mais ácido é extremamente necessário.

    Ele precisa ter um sabor levemente adocicado para adversar com o sal da carne. Assim, vinhos que são elaborados com uvas Rieslings tendem a ser a melhora alternativa.

    7 – Pizza quatro queijos + Chardonnay

    Essa pizza geralmente une a mozzarella, a gorgonzola, o parmesão e também o catupiry, porém é possível encontrar com outros tipos de queijos.

    Devido a pungência entre os queijos, ou seja, tendem a deixar seu paladar mais salgado e oleoso, a harmonização ideal é com vinho feito com uvas Chardonnay.

    Um branco feito com essa uva que possui resíduos do açúcar é sim uma pedida perfeita e agradável para criar um contraste e equilíbrio nos sabores.

    8 – Pizza Napolitana 8 + Pinot Grigio

    A Napolitana é feita com pedaços do tomate, lascas do queijo, orégano, alho e azeite. Há aqueles que utilizam o alho natural ou há quem utilize o alho frito.

    Vale então apostar no Pinot Grigio ou qualquer outro branco com boa acidez para criar harmonia entre os sabores.

    9 – Pizza de bacon + Malbec

    As pizzas de bacon são de fato uma das predileções dos brasileiros. Trata-se de um prato de caráter mais gorduroso, mais intenso e carnudo.

    Por esse motivo, o vinho ideal para harmonizar sensações é aquele de corpo mais estruturado, concentrado, com os sabores mais profundos e muito frutados.

    As versões Malbec, entretanto, são os que melhores combinam e criam o contraste ideal no momento da degustação.

    10 – Pizza doce + Vinho do Porto

    Engana-se quem acredita que os vinhos tradicionais portugueses harmonizam melhor somente com os pratos salgados!

    O Vinho do Porto, por exemplo, é muito conhecido por seu sabor mais adocicado, por ser um dos mais fortificados em todo o mundo e ainda por seus aromas tendem a variar entre as frutas negras, a canela e o chocolate.

    Ele é verdadeiramente a harmonização perfeita para as pessoas apreciadoras das pizzas doces, por exemplo, de chocolate com morango.

    Quais são as considerações finais?

    É notório como atualmente, não há uma maneira certa de se preparar uma pizza seja na massa ou no seu recheio.

    As famosas e tradicionais receitas centenárias italianas, já foram de certa forma aprimoradas, transformadas e fragmentadas.

    E hoje, há infinitas opções que podem ser encontradas no mercado, feitas em casa ou pedidas em uma pizzaria.

    Cada um hoje tem a sua receita, o seu ingrediente e o seu jeito preferido de preparar uma boa pizza.

    No entanto, diante de um mundo de sabores e eclético, o vinho sempre será a combinação mais acertada.

    Existem infinitas opções e cada um possui um ingrediente capaz de fazer toda a diferença.

    Sim, essa mistura do vinho com a pizza é certamente uma maravilhosa experiência que te levará uma vivência de muitas sensações, descobertas e prazeres.

    Referências:

    https://www.wineselectors.com.au/pairing-wine-and-pizza

    https://www.thespruceeats.com/great-wines-for-pizza-night-3511108

    https://www.marieclaire.com/food-cocktails/news/a22934/the-ultimate-wine-and-pizza-pairing-guide/

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    O que Caracteriza um Vinho de Guarda?

    O mundo dos vinhos é muito vasto. Temos vinho tinto, branco, rosé, frisante, doce, suave, seco, do porto, bordô e muitos outros. O que é ótimo, pois nos dá várias opções na hora de consumir. Mas por ter tantas alternativas assim, podemos deixar passar despercebido alguns rótulos, como o vinho de guarda.

    Você já ouviu falar dele? Já provou? Sabe o que é? Se a resposta foi não para todas as perguntas a seguir, você está no lugar certo. Pois hoje vamos falar o que é um vinho de guarda e muito mais.

    Como descobrir tal vinho?

    Você tem uma garrafa de vinho na geladeira que comprou recentemente. Provavelmente vai querer abrir no final de semana, certo? Mas se você quisesse deixar para fazer isso daqui só algumas semanas, meses, ou quem sabe anos, porque não?

    Então, o que é um vinho de guarda? É um rótulo que você pode armazenar por muitos meses e até anos. Mas não tantos quanto se imagina.

    Mas é aí que tá, você sabe por quanto tempo você pode guardar este rótulo?

    Muito se fala dentro do universo de vinhos que quanto mais velho for a garrafa e seu conteúdo, melhor. Bom, não necessariamente. Isso porque nem todos eles foram feitos para serem guardados por muito tempo. Na verdade, um número bem pequeno pode passar por isso.

    Para você ter uma ideia, atualmente apenas 10% dos rótulos que chegam ao mercado têm a capacidade de durar alguns anos. Todos os outros 90% são vinhos que devem ser consumidos na hora ou em breve.

    Os próprios enólogos recomendam que o vinho seja aberto e ingerido em seus primeiros anos de vida. E, sinceramente, quem é que consegue guardar uma garrafa por tanto tempo assim? E como guardar um doce maravilhoso para daqui dois dias, é quase impossível!

    Mas, para aqueles que desejam viver essa experiência, saiba que você pode guardar seu tinto por até 5 anos. Já os rosés e os brancos, 3 anos. Claro, esse tempo só é válido para os vinhos de guarda, por isso pesquise bem antes de comprar e guardar.

    Quais são as diferenças entre este e o considerado jovem?

    Como dito, um vinho de guarda é aquele que você pode armazenar por alguns anos, mas não é só isso. A principal diferença entre ele é um rótulo jovem é que ele precisa de um tempo – meses ou anos – para chegar ao seu auge, a maturidade ideal para ser consumido.

    Este processo feito pelo enólogo acontece em barris ou nas próprias garrafas de vinhos. Esse tempo em descanso traz a bebida toda uma complexidade de sabores e aromas, além de mais elegância e maciez.

    Um fato bem interessante é que por conta dessa guarda, você consegue observar mudanças, não só no gosto ou aroma do vinho, mas na sua aparência em si. Os brancos, por exemplo, ganham um tom mais dourado e as notas condimentares ficam mais salientadas.

    Já o tinto passa do vermelho rubi para um tom granada e os aromas variam entre chocolate, especiarias e tabaco.

    Enquanto isso, os chamados vinhos jovens são aqueles feitos para serem consumidos logo após a sua elaboração. Eles passam por um amadurecimento rápido em barricas de carvalho ou tanques de aço. E não se preocupe quanto a qualidade, mesmo que esse processo seja mais rápido, ele terá frescor e sabores/aromas de frutas.

    Diferente do de guarda, estes não terão suas cores mudadas e nem peculiaridades mais comuns visto nesses “mais velhos”. Mas, de qualquer forma, ambos têm suas qualidades.

    Todo vinho tem potencial para ser de guarda, que potencial é esse?

    Não, como dito, apenas 10% dos vinhos presentes no mercado podem ser de guarda. Isso porque para que ele se encaixe nesta categoria, vários pontos são levados em consideração, como:

    • Solo;
    • Clima;
    • Localização geográfica;
    • Escolha da uva;
    • Conhecimento do processo pelo enólogo.

    Não é tão fácil quanto parece. No caso das uvas, as mais comuns usadas para fazer vinhos de guarda tinto são:

    • Cabernet Franc;
    • Cabernet Sauvignon;
    • Grenache;
    • Merlot;
    • Syrah;
    • Mourvèdre;
    • Petit Verdot;
    • Carignan;
    • Tannat;
    • Tempranillo;
    • Nebbiolo.

    Já para vinhos brancos, destacam-se:

    • Grenache Blanc;
    • Chardonnay;
    • Chenin;
    • Muscadelle;
    • Semillon;
    • Gewurztraminer;
    • Riesling;
    • Roussanne.

    Como é a produção desses vinhos?

    A produção de vinho de guarda muda conforme o tipo da uva. Para vinhos tintos, ele se torna um vinho de guarda usando uma boa extração de taninos durante a maceração da fruta.

    Para os vinhos brancos, o que conta é um bom nível de acidez.

    Sua coloração é diferente?

    Sim! Por passarem um tempo guardados, os vinhos acabam mudando sim de cor. Isso ocorre devido a um processo chamado de micro oxigenação.

    Os tintos, ao invés de vermelho rubi passam a ter uma cor meio alaranjada, quase como aquele visto em tijolos. Os espumantes e os brancos ganham uma coloração entre âmbar e dourado.

    Os rosés ficam também num tom alaranjado, só que mais forte. E os fortificados ganham uma coloração âmbar ou castanha.

    Em relação ao aroma, o que muda?

    Como dito, o aroma também se transforma nos vinhos de guarda. É comum observar a formação de aromas terciários e o bouquet.

    Os cheiros mais comuns nesses rótulos são de castanha, amêndoas, nozes, avelã, couro, caramelo, terra úmida e folhas secas. Assim como frutas secas, ameixas, figo e damasco.

    Como fazemos para manter estocado os vinhos de guarda?

    Assim como a produção é importante para os vinhos de guarda, o seu armazenamento também é.

    Para começar, sua temperatura deve ficar entre 17 e 18 °C. As garrafas devem ser colocadas na vertical, isso é importante pois é essencial que a rolha fique em contato constante com a bebida.

    Por fim, você precisa ter uma adega. Está tem que ser escura, protegida de raios UV e com umidade no ar entre 60 a 70%.

    Ou seja, se você quiser experimentar um rótulo desses, você terá que se preparar pois ele não pode ser guardado de qualquer maneira.

    Apesar de um pouco mais complicado, com certeza vale a pena passar por essa experiência. E você também pode usar a desculpa de que quer provar um vinho de guarda para fazer aquela adega que sempre quis. No final das contas, todo mundo sai ganhando.

    Referências:

    https://www.australianwine.com/en-AU/our-story/articles/which-wines-should-you-be-ageing

    https://www.extension.iastate.edu/wine/wine-aging

    https://vinepair.com/wine-101/guide-to-aging-wine/

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