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    Harmonização entre Vinho e Paella: Conheça Nossas Sugestões!

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    A harmonização de vinhos e alimentos é uma verdadeira arte, pois busca equilibrar sensações, sabores e aromas estabelecendo o melhor que ambos tem a oferecer.

    Esse processo pode nos levar a profundos níveis de sutileza, pois o vinho a depender do alimento e sua composição, pode levar a sensações distintas, podendo ser agradáveis ou não.

    No vinho existem inúmeras variáveis, como safra, tipo de uva, método de produção, região, idade, acidez, frescor, temperatura, entre muitos outros fatores, os quais, cada um vai influenciar em algum aspecto as sensações produzidas pelo vinho e àquelas produzidas pelo alimento.

    A culinária espanhola é muito rica e diversificada em sabores e a Paella é um dos pratos tradicionais mais conhecidos no mundo.

    O qual, possui uma grande diversidade de ingredientes e uma combinação espetacular de aromas, cores e sabores, que fazem desse prato um dos mais requisitados da culinária hispânica.

    Para acompanhar este belíssimo prato, nada melhor do que um bom vinho, o qual deve ser escolhido com cuidado, para que haja a combinação ideal conforme o tipo de paella, pois, como o prato, apesar de ser tradicional, possui variações bruscas de sabores e aromas, cada tipo de vinho irá harmonizar e trazer sensações diferentes ao degustar cada tipo deste prato.

    O que é Paella?

    Ela é um prato que consiste numa mistura de arroz com legumes, temperos e especiarias como: pimentão, tomate, alecrim, açafrão, óleo de azeite, sal, e muitos outros.

    Os quais são combinados e podem conter diversos tipos de carne, a depender do tipo que se quer preparar.

    Qual é a origem da Paella?

    Estima-se que ela surgiu em meados do século XV, na região da Valência, local onde o arroz é muito cultivado até os dias atuais.

    Originalmente, esse prato surgiu entre os camponeses que saiam para trabalhar na lavoura do arroz e consigo levavam um pouco desse arroz, sal, óleo de oliva e uma panela redonda, achatada e rasa que tinha alças para facilitar o transporte e o manejo, conhecida como Paella.

    Essa panela facilitava a preparação do alimento, cozinhando os ingredientes de forma proporcional.

    Além disso, aos ingredientes que os camponeses costumavam levar consigo para o campo, eram adicionadas as carnes que eram de caça, como coelho e pato ou ainda galinha ou porco.

    Tornando-se um alimento saboroso, funcional e nutritivo para aqueles camponeses que passavam o dia todo no campo, uma vez que era fácil o transporte tanto dos ingredientes como também da panela para o preparo.

    Inclusive, o nome desse prato ficou ligado ao tipo de panela deixando marcado daquela época, até os dias de hoje, sendo que, atualmente, essa panela é conhecida como paellera.

    Paella Valenciana

    A Paella do tipo Valenciana é o prato original, que é utilizado com carnes brancas ou caças como coelho e pato.

    Para harmonizar com esse prato clássico, nada melhor do que um vinho tradicional espanhol como o Rioja.

    Paella com frutos do mar

    Nas feitas com frutos do mar as carnes são substituídas por camarões, lulas, mexilhões, lagostas e outros elementos comuns na costa espanhola.

    Para essa combinação marítima um vinho branco como um Sauvignon Blanc ou um Chardonnay são as melhores escolhas.

    Na versão mista

    A Paella Mista, conhecida também como “Paella mar y tierra ”, como o próprio nome já diz, é um prato que combina carnes com frutos do mar.

    E para essa diversidade de sabores o ideal seria um vinho Rosé, o qual tem como características principais o frescor e leveza, por serem vinhos mais jovens.

    Vegetariana

    Já a Paella Vegetariana, não possui carnes, as quais são substituídas por uma variedade de legumes e vegetais como tomate, alcachofra, feijão verde, ervilhas, azeitonas, grão de bico, aspargos, brócolis, enfim, uma variedade de ingredientes que dão um toque e um colorido especial a este prato.

    Para esta combinação um vinho tinto leve como Merlot ou Pinot Noir é uma excelente escolha.

    Paella negra

    A do tipo negra é bem característica, pois, o arroz possui a cor preta.

    E, isso não se deve pela escolha do tipo do arroz, mas pelo seu ingrediente secreto, que é a tinta de lula ou polvo.

    É justamente essa tinta que dá essa cor especial a este prato, que em geral vai acompanhado de outros mariscos como camarão, lula, polvo, mexilhões entre outros.

    Para essa coloração exótica do arroz e esse sabor forte e diferenciado, um vinho branco é a melhor opção, pois combinaria a delicada textura desse vinho com o sabor forte da Paella.

    Conclusão

    Como vimos, a Paella é um prato super tradicional da culinária espanhola e que possui grande versatilidade, atendendo a todos os gostos e ocasiões.

    Para cada sabor, há um vinho especial para harmonizar e tornar o seu momento ainda mais especial.

    Portanto, se for para um restaurante espanhol não esqueça de provar esse prato e se deliciar com um bom vinho para tornar o momento ainda mais mágico.

    Referências:

    https://www.kj.com/blog/how-to-pair-wine-with-paella

    https://winetourismspain.com/blog/which-wine-good-paella/

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    Vinho e Sorvete: Experimente Estas Combinações Deliciosas!

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    Não sei vocês, mas quando pensamos em harmonização de comida com vinho sempre acabamos indo para o lado salgado da coisa, não sei porque.

    Talvez seja pelo fato da maioria dos rótulos combinarem principalmente com pratos salgados.

    Mas, como se sabe, existem sim, vinhos que caem como uma luva em harmonizações doces.

    Aqui o nosso foco será em como combinar essa bebida com uma das sobremesas preferidas dos brasileiros – e provavelmente do mundo: o sorvete.

    Contudo, que tal aprender a como fazer um sorvete de vinho antes das dicas de harmonização?

    Qual é a receita do sorvete de vinho?

    Para fazer o seu sorvete de vinho você vai precisar de:

    • Uma garrafa de vinho tinto da sua escolha;
    • 250 mililitros de leite integral;
    • 150 gramas de açúcar refinado;
    • 30 mililitros de creme de leite fresco;
    • Quatro gemas de ovo;
    • Canela em pau, a gosto.

    Com os ingredientes em mãos, você vai ferver o vinho juntamente com a canela em pau.

    Faça isso em fogo baixo até que o volume diminua.

    Você vai perceber que a bebida vai ficar mais espessa, quando isso acontecer, retire a canela e deixe a bebida de lado.

    Agora, aqueça o creme de leite e o leite juntos, até que ambos fiquem com uma consistência bem parecida com um creme.

    Reserve!

    Em outro pote, bata o açúcar refinado junto com as gemas de ovos até que a mistura dobre de volume.

    Junte esse chantilly com o leite e o creme de leite, leve ao fogo baixo até que você consiga uma consistência mais grossa. Fique atento para que este não ferva.

    Agora, espere esfriar e junte essa mistura com o vinho fervido com a canela.

    Misture tudo muito bem e leve para a geladeira por, no mínimo, três horas.

    Para conseguir uma consistência mais cremosa, mexa o sorvete algumas vezes antes dele congelar.

    Aí é só servir com uma calda a seu gosto.

    Quais as principais características para harmonizar vinho com sorvete?

    Assim como nos pratos salgados, você vai escolher o vinho ou espumante de acordo com o sabor do sorvete.

    Por exemplo, o chocolate amargo combina muito bem com Porto e Tawny e assim por diante.

    Abaixo separamos algumas combinações, confira!

    Sorvete de creme e petit gâteau

    Podemos dizer que essa sobremesa é um verdadeiro paraíso: sorvete de creme com petit gâteau.

    Para essa combinação dos deuses você pode apostar em rótulos brancos, isso porque este é um vinho intenso, com sabor de ameixa, pêssego em calda e damasco, além de notas de mel, proporcionando uma combinação perfeita.

    Outro ponto que você deve se atentar é para os vinhos de sabor persistente.

    Essa característica facilita a harmonização com a calda quente de chocolate presente nessa sobremesa.

    Sorvete e salada de frutas

    Se você adora salada de frutas então a sua melhor opção são os rosés com notas desses mesmos frutos.

    Por causa da semelhança de sabores, harmoniza bem com sorvete e salada de frutas.

    Na hora de escolher o seu rosé, prefira os mais leves, frutados, frescos e com uma doçura média, isso vai oferecer um bom equilíbrio entre o doce e a bebida.

    No sabor chocolate amargo

    Como já falamos anteriormente, o par perfeito para o seu sorvete de chocolate amargo é um vinho do tipo Tawny ou Porto.

    Ambos têm um teor alcoólico bem alto capaz de neutralizar a cremosidade desse sabor.

    É uma excelente opção por ter uma potência similar na boca.

    Além de ir bem com sorvete de chocolate amargo você também pode apostar nestes rótulos para acompanhar versões de caramelo salgado e castanhas diversas, pois oferecem um excelente equilíbrio entre amargor e doçura.

    De morango

    Para acompanhar os sorvetes de morango, que é uma opção frutada e fresca, aposte novamente nos rosés.

    Isso porque ambos têm uma potência muito similar.

    A combinação entre os dois cai como uma luva para os dias quentes, onde esses ambos vão se combinar perfeitamente.

    Com sabor de banana

    Apesar de não ser o sabor mais comum, o sorvete de banana existe e é muito apreciado.

    Aliás, ele tem uma vantagem: você pode fazer o seu em casa, o que é ainda melhor pois evita os elementos hidrogenados que costumam vir em versões vendidas no mercado.

    Como o sorvete de banana é uma alternativa leve, ele combina perfeitamente com espumante do tipo moscatel.

    O gosto frutado desse rótulo vai valorizar ainda mais o sabor do sorvete no paladar.

    Prefira, principalmente, espumantes com notas de frutas cítricas e tropicais.

    Essa combinação oferece uma junção bem interessante ao paladar.

    Ah, uma boa pedida é você adicionar um crumble de maçã, isso deixará a harmonização ainda mais perfeita.

    Sorvete de frutas vermelhas

    Para os amantes de sorvete de frutas vermelhas a combinação perfeita se encontra na garrafa de um tinto encorpado, com sabor de cereja e groselha preta.

    Suas duas opções são: Cabernet Sauvignon e um Merlot.

    Sorvete de sabores cítricos

    Quer achar o companheiro perfeito para acompanhar aquela taça de sorvete de limão ou abacaxi?

    Então pode apostar em um Pinot Gris.

    É um rótulo mais leve, de sabor seco e com um toque de limão.

    Ou seja, a harmonização vai ser por semelhança de sabor entre bebida e sobremesa.

    De baunilha

    Se você quer complementar o seu sorvete de baunilha, uma boa opção é juntá-lo com churros.

    A partir daí você pode optar por vinhos brancos, principalmente aqueles feitos com uvas Chardonnay.

    Este rótulo é ideal para amenizar o sabor de fritura do churros, isso porque é um vinho com uma acidez bem alta.

    Prefira as opções com notas de baunilha, assim você consegue uma harmonização por semelhança de gostos, tanto da bebida quanto da sobremesa.

    Agora, se você quer comer o sorvete de baunilha sozinho, opte por espumantes italianos prosecco.

    Por ter perlage, as bolhas, ele vai ajudar na degustação, trazendo frescor ao paladar, além de fazer uma limpeza neste.

    Prefira aqueles com aromas de frutas cítricas tropicais e maduras e que seja elegante, fresco e leve no paladar.

    O prosecco também combina com sorvete de passas ao rum.

    O que não combina com sorvete?

    Assim como a maioria das harmonizações, sempre vai ter algum detalhe que não combina com esse tipo de comida.

    Nesta situação, você deve evitar, a todo custo, vinhos com muitos taninos.

    Essa é uma característica difícil de “domar” na harmonização.

    Apesar da adstringência ser a responsável por dar textura, corpo e complexidade ao vinho, ela acaba se tornando uma vilã em algumas situações.

    Os taninos combinam bem com carnes gordurosas, isso porque esse elemento tem o poder de limpar a gordura do paladar. Mas quando ele é combinado com o sorvete, a única coisa que ele faz é deixar um gosto amargo na boca.

    Especialistas que chegaram a provar um vinho seco e tânico com sorvete disseram que a experiência foi horrível por conta do amargor e pelo sorvete acabar apagando as características do vinho.

    Sendo assim, na hora de fazer sua harmonização entre vinhos e sorvetes evite os rótulos ricos em taninos.

    E com relação a temperatura?

    Bom, teoricamente ambos são elementos que são servidos bem gelados, o vinho nem tanto – dependendo do tipo, é claro -. Mas o ideal é que pelo menos um não esteja tão gelado, pois uma temperatura muito fria diminui os sabores, tanto da bebida quanto da sobremesa, isso porque o paladar acaba ficando “entorpecido”.

    O recomendado é que você sirva a sobremesa em temperatura ambiente.

    É isso mesmo!

    Talvez aqui no Brasil não funcione tanto, afinal de contas, somos um país tropical.

    Mas a dica é deixar o item amolecer um pouco, assim você poderá sentir melhor os sabores.

    Outro dica é esperar sete segundos entre a colher de sorvete e o gole de vinho.

    Doce com doce combina?

    Sim! O segredo nesse tipo de harmonização é pegar um vinho mais doce que o sorvete.

    Mesmo parecendo uma dose exacerbada de doçura, pode confiar que dá certo.

    Na verdade, o que não dá certo aqui é você pegar um rótulo seco.

    O vinho seco fica mais adstringente e amargo quando combinado com algo doce. Mas, como tudo nessa vida, tem exceções.

    Se por um acaso você tem um elemento salgado no seu sorvete, aí você pode apostar em rótulos secos, como Riesling.

    Ele vai bem com sobremesa sabor de chá verde ou queijo de cabra.

    Conclusão

    A combinação entre sorvete e vinho parece bem improvável, ainda mais se pensarmos que ambos são itens doces, mas como deu para perceber, não só é provável, como acontece.

    O segredo, como na harmonização com pratos salgados, é escolher o vinho certo para cada sabor. Se você souber fazer isso vai perceber como essa combinação pode ser extremamente saborosa e refrescante.

    Imagine você sentado à beira da piscina com um belo copo de vinho e um potão de sorvete?

    Se melhorar, estraga!

    Agora é só você seguir nossas dicas e provar essa combinação para lá de excepcional.

    Referências:

    https://www.winemag.com/2021/08/05/wine-ice-cream-pairing-tips/

    https://spoonuniversity.com/lifestyle/wine-and-ice-cream-pairings

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  • Gastronomia

    Harmonização Vinho com Tiramisù: Como Fazer esta Combinação?

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    O que exatamente é uma combinação do vinho com tiramisù?

    Você sabe qual vinho combina com essa sobremesa?

    Nem todas as pessoas sabem como definir o vinho de sobremesa que melhor combina com o tiramisù.

    Cada variedade de sobremesa é adequada para diferentes tipos de vinho.

    Para as pessoas que apreciam uma boa sobremesa, essa é sem dúvidas um clássico de degustação obrigatória!

    O nome de origem italiana significa algo bem próximo a “levanta-me” bem como também “leva-me para cima”.

    Esses significados, fazem alusão à uma energia que o prato tem, ou seja, trata-se de uma comida muito revigorante, vibrante e com uma perfeita harmonia entre todos os seus ingredientes.

    O que é a sobremesa Tiramisù?

    Tiramisù é uma sobremesa muito clássica e conhecida pela maioria das pessoas.

    É típica da Itália e possivelmente sua origem é na cidade Treviso, localizada na área do Vêneto.

    É um tipo de doce que certamente quebra muitas limitações ao combinar biscoito, café, licor, queijo, chantilly e muito mais.

    Agora imagina ter um acompanhante como o vinho para fazer uma combinação perfeita?

    Sim, dependendo do vinho você agrega ainda mais valor a sobremesa e leva seus convidados a loucura!

    Qual é a receita do verdadeiro Tiramisù italiano?

    Esta sobremesa é preparada com um biscoito de massa do pão-de-ló.

    Esse biscoito é chamado de savoiardi e também conhecido como dedo de senhora.

    Ele é embebido de café, licor e posteriormente forrado com chantilly preparado com ovo, açúcar e queijo tipo mascarpone.

    Ao final, é adicionado uma cobertura de cacau em pó sem adição de açúcar para dar um toque mais especial.

    A estrutura feita em camadas desse Tiramisù, estabelece uma combinação brilhante com o doce do chantilly, com o sabor delicado que o queijo mascarpone e com o toque mais ousado e escuro do cacau e do café.

    Esse perfil único de sabor, torna essa sobremesa aberta para uma várias harmonizações com vinhos.

    Quais são os ingredientes?

    A quantia abaixo de cada ingrediente, resulta em uma receitar para atender 8 pessoas.

    • 120 ml com café bem forte e sem açúcar, preferencialmente expresso;
    • 4 colheres do tipo de sopa com vinho, preferencialmente Marsala seco;
    • 2 colheres do tipo de sopa com essência da baunilha;
    • 5 colheres do tipo de sopa com açúcar;
    • 3 unidades de gema;
    • 300 gr. de queijo tipo mascarpone;
    • 3 unidades de claras batidas em neve;
    • 200 gr. de biscoito pão-de-ló;
    • ¾ de xícara do tipo de chá com cacau em pó 80%.

    Como preparar?

    Para preparar essa sobremesa, separe um recipiente e junte o café, o Marsala (vinho), e três colheres do açúcar.

    Depois reserve.

    Em outra tigela, adicione as gemas, a outra parte do Marsala, e três colheres do açúcar.

    Coloque essa tigela apoiada dentro de uma panela com água fervente para que a medida que a mistura seja batida com um mixer portátil ou batedor de batedeira, os ovos cozinhem com a ajuda do vapor.

    Bata sem parar até que a mistura triplique o seu tamanho e fique com a cor mais clara. O tempo aproximado é de sete minutos.

    Posteriormente, retire o recipiente do vapor e adicione o queijo mascarpone e novamente bata até que o mesmo se incorpore na mistura.

    Acrescente então as claras em neve aos poucos e mexa delicadamente.

    Agora é o momento de montar.

    Inicie fazendo uma camada de biscoitos já totalmente embebidos com o café e Marsala.

    Lembre-se de mergulhar de maneira generosa, porém sem encharcá-los.

    Sobre essa camada de biscoito, coloque meia parte do creme e polvilhe por cima um pouco do cacau em pó.

    Repita essa sequência novamente com o biscoito, o creme por cima e finalize com o cacau polvilhado.

    Conserve na geladeira por cerca de 6 horas.

    Na Itália o vinho utilizado na receita original é o Marsala, porém ele ainda é pouco conhecido no Brasil e por isso, há outras opções que podem substituir essa combinação, como por exemplo, o vinho do Porto.

    Com o pão de ló é feito o biscoito utilizado na receita tradicional, entretanto, os brasileiros costumam a substituir pelo biscoito tipo champanhe devido a maior facilidade de ser encontrado.

    Além disso, o queijo utilizado é o mascarpone, e caso não seja encontrado facilmente, pode ser substituído pelo cream cheese misturado com o creme de leite enlatado.

    A proporção ideal é 2 por 2.

    Como harmonizar?

    Bom, o vinho mais indicado para harmonizar com essa sobremesa é certamente o Marsala.

    Isso porque, como já vinhos ele faz parte da receita tradicional criada pelos italianos.

    Entretanto, ao longo dos anos, as pessoas passaram a experimentar a receita com outros tipos de vinho e gostaram da experiência.

    Se souber escolher de maneira correta, vinho mais fortificado pode substituir o da receita original perfeitamente.

    Você já colocou uma colher do mousse do chocolate tipo belga em sua boca?

    Caso positivo, certamente você adorou e “agradeceu aos céus” pelo sabor extremamente maravilhoso.

    Mas queremos te dizer que, a experiência em degustar uma sobremesa como o tiramisù, pode ser ainda melhor.

    Existem duas maneiras de harmonizar satisfatoriamente vinho com doce.

    Para isso, basta saber escolher o vinho certo e que combine com a sobremesa.

    Então, anote esse segredo e tenho certeza de que você nunca vai errar na escolha:

    • – Um dos segredos para harmonizar doce com vinho, é aproximar ao máximo o nível do açúcar entre eles. Isso para evitar uma sobreposição de um com o outro.
    • – Outra maneira é procurar harmonizar complementando o sabor de um com o outro, ou seja, escolher um vinho que contenha componentes que complementa o sabor da sobremesa. Para deixar mais fácil de entender, pode-se combinar a cremosidade do tiramisù com um que contenha nota cítricas e minerais, por exermplo.

    Veja a seguir a nossa seleção para você escolher o que mais combina com o seu paladar:

    Com vinho espumante?

    1 – Moscato

    Esse é um típico estilo italiano, preparado com uva Muscat Blanc.

    É um espumante bem leve e com muito sabor e aroma.

    Preço médio de R$ 69,90.

    2 – Donelli Vini Espumante Moscato Dolce

    Muito aromático e também frutado, esse é um tipo de espumante adocicado que possui uma excelente combinação com sobremesa.

    Seu valor médio é de R$ 59,90.

    Com vinho doce?

    3 – Vin Santo

    Esse, muitas vezes é tido como um vinho de sobremesa.

    Ele é bem encorpado, muito doce e conta com aromas de damasco seco, mel e caramelo.

    Valor médio de R$ 179,90.

    4 – Brunello di Montalcino

    Esse também é bem doce, encorpado e com nota der fruta silvestre, de alcaçuz, chocolate e ainda de couro.

    O custo de uma garrafa é de R$ 359,90.

    Com vinho Branco

    5 – Albariño – Cadre Sea Queen Albarino 2019

    O Albariño é branco, encorpado e seco.

    Possui uma baixa concentração alcoólica e sua acidez é muito refrescante.

    Possui aromas de pêssego e de fruta cítrica.

    Além disso, conta com notas da toranja, da casca do limão, do damasco e do melão doce.

    Seu toque mais frutado neutraliza o sabor do café com o creme tiramisù.

    Preço médio é de R$ 169,90.

    6 – Riesling

    Os do tipo Riesling, possui geralmente uma concentração alcoólica de 11% e possuem uma maior quantia de açúcar, apresentando um doce mais rico.

    Possui sabores do pêssego e mel.

    O valor de cada unidade fica em torno de R$ 163,90.

    Possui combinar o tiramisù com outras bebidas?

    Embora possa causar um pouco de estranheza, o tiramisù quebra muitas barreiras em relação a harmonização.

    Entretanto, você não precisa se restringir na combinação apenas com vinho.

    Essa maravilhosa receita italiana, também pode ser harmonizada com alternativas diferentes de bebidas alcoólicas.

    Para acertar na escolha, é necessário ter cautela, isso porque, o teor alto do álcool e os sabores com perfis mais complexos podem sobrepujar todos os tons mais delicados dessa sobremesa.

    Opte sempre por bebidas à base de frutas e mais adocicadas como, por exemplo, damasco, pêssego, maçã e outras frutas mais cítricas.

    Esse quesito, permite o equilíbrio entre a bebida escolhida com a sobremesa e ainda uma experiência mais agradável e satisfatória ao paladar.

    Conclusão

    O Tiramisù é verdadeiramente uma experiência na degustação, muito eclética e que ao mesmo momento é bem leve e cheia de sensações cremosas.

    Diante de todos os detalhes descritos, existem apenas uma certeza, isto é, que o vinho precisa ser doce para que tenha uma combinação perfeita com o tiramisù.

    Se sua textura é mais cremosa e também oleosa proveniente do queijo tipo mascarpone, o mais indicado ainda é um vinho do tipo espumante, por exemplo.

    Lembre-se sempre de escolher um vinho que possui uma textura correta para suportar de maneira satisfatória o persistente sabor do café.

    De uma coisa temos certeza, vale a pena experimentar!

    Referências:

    https://www.thewinewiki.com/food-pairings/tiramisu-wine-pairing/

    https://www.lacucinaitaliana.com/italian-food/italian-dishes/tiramisu-best-wine-pairings

    https://www.nataliemaclean.com/food-pairing/tiramisu/1207

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    Vinho para a Ceia de Natal: Confira o Guia Completo!

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    O Natal é uma data que envolve muitos sentimentos, é quando lembramos que mais um ano está se encerrando e de que é hora de começar as tradições festivas, apesar de não ter neve no Brasil, a decoração e a data são importantes por aqui.

    Reunir a família, troca de presentes, mostrar um pouco da magia as crianças e fazer um jantar diferente, e eis que surge a dúvida de qual é o melhor vinho para aquele prato que será servido.

    Sabendo disso, separamos algumas dicas e sugestões para te ajudar a fazer a escolha dos vinhos para acompanhar você e sua família durante a ceia, algumas sugestões de receitas e dicas valiosas de como escolher o vinho mais adequado.

    Quais são as principais características de um bom vinho para a ceia de Natal?

    Vamos sugerir alguns pontos importantes para você escolher os vinhos para a ceia, mas essas dicas podem ser aproveitadas em outras ocasiões caso queira fazer uma boa harmonização.

    • Os espumantes são excelentes para essa ocasião, podemos optar desde os mais secos aos mais doces, pois harmonizam bem com sobremesas, como no caso dos elaborados com uvas moscatel, entradas e pratos leves.
    • No caso do vinho branco, busque vinhos mais estruturados que tenham passado por barris de carvalho durante sua maturação, pois a harmonização com pernil e carnes brancas é excelente. No caso do salmão, recomendamos um vinho de maior acidez.
    • O clássico vinho tinto deve ter equilíbrio, e estrutura média além de uma boa acidez e complexidade ao paladar, a chance de agradar a maioria dos seus convidados é garantida.

    Aperitivos

    Os espumantes são uma escolha excelente para acompanhá-los, geralmente servimos os aperitivos antes do momento da ceia. Caso você sirva torradinhas com patês tradicionais pode harmonizar o sabor com um Espumante Dancing Flame ou Talise Brut.

    Se sua escolha for por uma tabua de queijos, a escolha será de acordo com os queijos servidos, queijos brie e semelhantes combinam com vinho branco, já queijos mais duros como o parmesão são ótimos com vinho tinto.

    Entradas

    Temos algumas sugestões de entradas que você pode preparar e harmonizar com vinhos excelentes, antes do grande momento, a ceia de Natal, todas as entradas que vamos citar são excelentes com espumante, nossa dica é o Victoria Geisse.

    Vamos começar pelo cuscuz, uma receita tradicional do Nordeste, mas na versão paulista e mini faz desse prato uma ótima entrada, sendo fácil de preparar, o espumante é uma bebida que combina muito com esse prato.

    O queijo brie empanado é delicioso e sua harmonização também pode ser feita com vinho rosé. Assim como a bruschetta de queijo brie com presunto de parma, aproveite ele com a nossa dica de espumante.

    E como nossa última opção de entrada, linguiças espanholas, além de ótimas como entrada você pode deixa-las a disposição para que os convidados apreciem entre uma taça de vinho e outra durante as conversas.

    Frutas da Estação

    O Brasil como você sabe é um país tropical e na época das festividades estamos no verão por aqui, e com isso uma boa quantidade de frutas para aproveitar durante toda a época. Elas fazem parte tradicionalmente da mesa dos brasileiros.

    As frutas na mesa carregam significados simbólicos, como é o caso das uvas que simbolizam a boa sorte. Harmonizar um bom vinho com as frutas da estação é mais simples do que parece.

    Aposte em vinhos de boa acidez e com uma leve doçura, espumantes com uvas moscatéis são ótimas escolhas, assim como vinho branco elaborado com uvas Gewürztraminer.

    Castanhas Secas

    Castanhas e frutas secas são muito apreciadas nesta época do ano, são fáceis de manusear e beliscar durante uma taça de vinho e uma conversa. Para acompanhá-los vinhos amadeirados são uma excelente escolha assim como vinho do porto no estilho Tawny.

    Panetone

    Um dos primeiros sinais de que o Natal está próximo é ver nas prateleiras de mercado panetones de todos os sabores, além dos anúncios das fabricações de suas versões gourmet.

    Para escolher o vinho que será responsável por acompanhar essa que é uma das tradições do Natal, basta checar quais os ingredientes que compõem o panetone, para que dessa forma o vinho escolhido não gere conflito de sabores.

    Para os tradicionais panetones com frutas cristalizadas, vinhos que possuem notas frutadas são uma ótima opção. Uma combinação sem erro, são os elaborados com uvas Moscatel devido a sua leveza, notas frutadas e florais.

    Os panetones com gotinhas de chocolate, não possui um sabor tão intenso e pedem por um vinho de frutas negras ou vermelhas, sempre na opção doce e com um teor alcoólico um pouco mais elevado, você pode optar pelo fortificado Marsala.

    No caso dos panetones trufados ou recheados com chocolate, as vezes muito chocolate, o sabor é mais intenso e os vinhos licorosos são ótimos, devido a intensidade de sabor, tornando-se uma combinação grandiosa.

    Para uma opção menos adocicada, como o panetone com nozes, um bom espumante doce é perfeito, nossa dica aqui é que você escolha por um espumante elaborado com uvas moscato.

    Lentilha

    Normalmente consumida no Ano-Novo, a lentilha faz parte da tradição de algumas famílias por ter como significado a prosperidade. Talvez você nunca tenha pensado em harmonizá-las com vinho, mas saiba que combinam e muito com a bebida. Você pode optar por um dos espumantes que já indicamos aqui ou com vinhos elaborados com uvas Cabernet Sauvignon.

    Carne Vermelha

    No caso das carnes vermelhas, a harmonização não possui tanto segredo, de acordo com a carne escolhida o vinho irá acentuar e balancear os sabores.

    Um contrafilé, preparado como bife necessita de um vinho mais encorpado, como é o caso do clássico Malbec.

    No caso da picanha, uma carne macia e com uma capa de gordura, aposte em um bom Cabernet Sauvignon, rico em taninos e acidez, para que os sabres fiquem equilibrados.

    Uma carne mais gordurosa, como é o caso da costela, além de ser saborosa, pede um vinho encorpado. Por ser feita cozida, na maioria das vezes, e servida com molho, a harmonização é perfeita com um tinto Syrah.

    Na opção de carne vermelha com pouca gordura, como é no caso do lagarto, preparado no forno ou panela de pressão, sua necessidade é por um vinho de baixo tanino, porém que possua acidez leve, um Pinot Noir de médio corpo é perfeito!

    Peru / Chester

    São carnes que harmonizam com vinhos capazes de acentuar o sabor, os assados de peru e chester geralmente são regados com alguma calda, que pode ou não ter vinho como um dos ingredientes. Para acompanhar a carne, vinhos feitos com uvas Pinot Noir são ótimos.

    Caso você utilize um tempero agridoce ou o fizer com castanhas, pode optar por vinhos menos alcoólicos que contenham um frescor, como acontece com os vinhos elaborados com uvas Malbec.

    Para aqueles que possuem mais apreço por vinho branco, podem apostar sem medo nos elaborados com uvas Poinot Grigio e Chardonnay.

    Tender / Pernil

    Muito consumidos nas festividades de fim de ano, harmonizam perfeitamente com vinho tinto, quase como uma combinação tradicional, os tintos com boa acidez e taninos acetinados feitos com uvas Pinot Noir e Merlot combinam com esse prato.

    A carne de pato é rica em proteínas e ganha acidez devido ao molho de laranja, então a escolha do vinho deve levar em consideração estas duas características.

    Pato

    Apesar de não ser tão tradicional na mesa de natal dos brasileiros, o pato assado ao molho de laranja é uma ótima escolha para a ocasião, além de ser bem saboroso pode surpreender sua família e convidados.

    Com essa receita ao molho de laranja a escolha de vinho jovens para harmonizar com esse prato é maravilhosa, preferencialmente os vinhos frutados que contém notas sutis e amadeiradas. Algumas sugestões são o Poggio Al Casone Chianti Superiore e Chânteau Bel-Air Raillon Côtes De Bourg.

    Peixes e Frutos do Mar

    Que peixes e frutos do mar combinam com vinho tinto, branco e rosé, todo mundo sabe. Essa versatilidade é uma ótima pedida pois é possível harmonizar com outros vinhos que já indicamos aqui, além disso, peixes são leves o que torna seu consumo uma ótima opção nas regiões mais quentes.

    Dependendo de como o peixe será preparado, você pode optar por vinhos rosé como o Plateia Rosato e o Memoro Rosato, ambos são ótimos acompanhantes para pratos bem temperados e peixes mais tradicionais, como os assados em brasa e fritos.

    Em caso de preparar o peixe com receitas da culinária nordestina, espumantes são os mais indicados devido ao frescor marcante que possuem, pois a acidez que essa categoria de vinho possui valoriza as receitas de sabor mais intenso.

    Para frutos do mar como iscas de peixe, camarão frito e ostras, os vinhos brancos aromáticos e frescos são uma excelente escolha. Sua elaboração deve ser com as uvas Chardonnay e Sauvignon Blanc, com processo de maturação sem madeira.

    Salmão

    O salmão possui uma versatilidade maior e pode ser consumido cru, o que é muito comum na culinária japonesa, cozinho, grelhado ou ainda assado. Para cada uma dessas opções existem vinhos que harmonizam melhor.

    Para o caso de ser servido cru, recomendamos um espumante, como o Espumante Brut, devido a leveza do salmão a combinação é mais do que perfeita.

    Caso o salmão seja consumido nas outras formas, que já citamos, para harmonizar melhor, utilize vinhos que são elaborados com uvas Pinot Noir, são ótimas opções. Ainda é possível optar por um vinho rosé, mais elaborado e encorpado, essa escolha é sucesso garantido.

    Bacalhau

    A harmonização do bacalhau com vinho também depende do modo em que o peixe é preparado, ou seja, os acompanhamentos são os maiores responsáveis, por assim dizer, pelo vinho que acompanha o prato.

    Caso o bacalhau seja preparado com queijo e batatas, o vinho de melhor acompanhamento é um tinto de corpo médio, taninos aveludados e uma boa acidez, porém um vinho branco intenso e cremoso também é uma boa escolha para esse prato.

    Vegetariana

    Não esquecemos dos nossos leitores vegetarianos, para vocês e aqueles que gostariam de apostar em receitas sem carne, também é possível incluir um bom vinho para acompanhar os pratos que serão servidos durante a ceia.

    Caso você prepare uma lasanha vegetariana que leva tofu, pode harmonizar com vinhos brancos elaborados com uvas Pinot Gris ou Chardonnay. Uma caçarola de vegetais e lentilha combina com tintos do sul da Itália e sul da França.
    No caso de massas com molho de tomate, aposte em tintos mais leves como Pinot Noir. E para risoto de cogumelos combina com um excelente Cabernet Sauvignon.

    Caso você participe de uma ceia vegetariana pode presentar os anfitriões com um desses vinhos, eles combinam com muitos pratos que não utilizam carnes.

    Sobremesas

    Uma das maiores delícias do Natal são as sobremesas, os doces deliciosos que são servidos e assim como os demais pratos também é possível combinar com vinho.

    A rabanada é uma das mais tradicionais, feita frita, levando canela e açúcar para finalizar, essa combinação precisar de um vinho mais doce e ácido para harmonizar de forma equilibrada. Sugerimos espumantes para essa sobremesa devido a gordura que possui.

    Caso você faça uma sobremesa como o pudim de leite, amado por muitos, saiba que também é possível harmoniza-lo com vinho, podendo escolher entre um vinho do porto ou por um vinho elaborado com uvas Moscatel.

    Conclusão

    O vinho está presente em diversas comemorações e momentos marcantes, no Natal não é diferente. Como vimos existem muitas opções de vinhos e pratos para sua ceia, seja ela com amigos, família ou pessoas que são importantes para você.

    Caso você não seja o anfitrião das festividades, não renuncie à oportunidade de degustar uma das nossas opções ou escolher um vinho com base nas dicas que demos até aqui, o importante é apreciar o momento com uma boa bebida.

    Esperamos que nossas dicas te acompanhem e que seu Natal seja o mais incrível possível ao lado das pessoas que ama.

    Referências:

    https://www.thedrinksbusiness.com/2019/12/the-best-wines-to-drink-with-christmas-dinner/

    https://blog.vinfolio.com/2017/12/05/choosing-best-wine-christmas-dinner/

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  • Gastronomia

    Vinho para Pratos Mais Pedidos no Delivery: Harmonização!

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    Muita gente taxa o vinho como sendo uma bebida sofisticada, chic, elegante e, por conta disso, ele só deve, na prática, acompanhar comidas no mesmo estilo.

    Claro que não podemos negar que o vinho realmente é uma bebida elegante e que ele combina muito bem com pratos mais elaborados. O que você não pode achar é que por conta disso ele não vai bem com as comidas do dia a dia.

    A verdade é que essa bebida combina com praticamente qualquer coisa, só resta você saber fazer essa harmonização e aproveitar o que existe de melhor neste universo.

    E que melhor forma de fazer isso senão te dando dicas de como combinar essa maravilhosa bebida com aquelas comidas mais comuns que você pede no delivery?

    Culinária brasileira

    Claro que não poderia faltar uma bela harmonização para pratos brasileiros, afinal de contas, de todos, eles são os que estão mais presentes na nossa rotina diária.

    Apostamos que você nunca pensou que poderia tomar um vinho acompanhado de um bom PF – prato feito – com arroz e feijão, não é mesmo? Pois bem, você não só pode, como deve provar essa combinação para lá de improvável, mas igualmente deliciosa.

    Aqui, a estrela do prato é o feijão, mais precisamente os temperos que são usados nessa grão. Sendo assim, a melhor opção são vinhos feitos com uvas Carménère. É uma bebida de corpo médio, de um bom equilíbrio e aromas de frutas vermelhas.

    Mas não é só de PF que se vive o homem. Se a sua pedida for um saboroso prato de feijoada, temos dicas também. Como se sabe, essa é uma comida rica em gordura, com sabores intensos e marcantes, e justamente por isso que por muito tempo se pensou que era impossível achar uma harmonização para essa iguaria.

    Mas é aí que você se engana, pois ele também tem o seu par perfeito no mundo dos vinhos. A primeira coisa que você deve descartar na harmonização com esse prato são os rótulos leves, eles não vão funcionar com um prato forte como esse.

    Ao invés disso, prefira um tinto de personalidade, principalmente aqueles produzidos com uvas Baga, uma casta de Portugal. As garrafas com Tannat, Priorato e Carménère também são uma boa pedida.

    O mesmo vale para um Barolo ou um Sagrantino di Montefalco. Todos esses rótulos são vinhos com uma boa acidez e, o mais importante de tudo, limpam o paladar a cada gole, possibilitando que você aprecie ambos os itens de maneira uniforme.

    Eles tem igualmente um bom nível de taninos, que “enxuga” a sua boca e a deixa preparada para uma nova garfada. Ah, é claro, prefira os rótulos mais intensos, que são capazes de bater de frente com a intensidade da feijoada.

    Culinária japonesa

    Você está em casa, de bobeira, e decide pedir um “japa”. Por onde começar essa harmonização? Bom, a dica para encontrar a combinação perfeita entre vinho e comida é saber quem é a estrela do seu prato.

    No caso da comida japonesa, a maior estrela aqui é, sem dúvidas, é o sushi ou sashimi, ou seja, o peixe cru.

    O sushi, para quem nunca provou, traz um sabor fresco e delicado ao paladar e ele fica ainda melhor quando acompanhado do bom e velho molho shoyo.

    Diante disso, você deve optar por vinhos secos, delicados e leves. Essa escolha vai evitar que a bebida se sobreponha ao sabor da comida.

    Outra dica é evitar os rótulos com muitos taninos, isso porque a combinação deste elemento com peixe cru trará um gosto metálico na boca, e com certeza não é isso que você quer.

    Seguindo essas dicas, você tem algumas opções de rótulos. Prefira aqueles que foram feitos com uvas Alvarinho, Sauvignon Blanc e Pinot Gris. Você também pode optar por espumantes nature ou brut. Para os fãs de vinho tinto, a sua pedida é uma garrafa de Pinot Noir, uma opção leve e com poucos taninos.

    Culinária italiana

    Quem não gosta de uma boa comida italiana, não é mesmo? Aliás, essa culinária está muito presente no nosso dia a dia, vide aquela deliciosa macarronada de domingo. E é justamente sobre ela que vamos falar.

    Se pedir um spaghetti ao molho sugo, ou seja, macarrão com molho vermelho, é preciso ficar atento a algumas características comuns desse prato. A começar, esta é uma comida de sabores bem fortes, com uma acidez alta que vem do molho de tomate e um corpo médio por conta da gordura presente nele.

    Diante desses pontos, você deve escolher rótulos secos, também de corpo médio – assim o vinho não se sobrepõe à comida -, bem aromático e com uma alta acidez, aliás, a dica mais importante para acompanhar esse prato. Essa parte é importante porque se você não tiver esse elemento no vinho, a mesma substância ficará sem graça quando sentida na macarronada.

    Por coincidência, ou não, as melhores alternativas são, justamente, os tintos italianos. Seja aqueles da região de Toscana, onde a predominância são as uvas Sangiovese, ou os rótulos com uvas Barbera, comuns de Piemonte.

    Para quem prefere um rótulo branco, vá de bebidas feitas com uvas Chardonnay.

    E falando em comida italiana, impossível falar dessa culinária sem citar a lasanha, outra queridinha dos brasileiros.

    Apesar de ter várias combinações, a mais clássica, sem dúvida nenhuma, é a bolonhesa. Por conta da massa, do molho e do queijo, é um prato com um sabor mais acentuado que combina perfeitamente com um Primitivo, uva Italiana, que é frutado e tem uma acidez na medida certa.

    Culinária mexicana

    Fã de comida mexicana, chegou a sua vez! Se a pedida de hoje é um prato dessa culinária, preferencialmente uma guacamole, a sua pedida deve ser um vinho de uva Chardonnay.

    É um rótulo leve e refrescante, que com certeza vai combinar com abacate e os nachos apimentados.

    Comida rápida

    Não está a fim de comida? Tudo bem, o vinho também vai bem com as chamadas comidas rápidas, entre elas um hambúrguer. Esse provavelmente é o número um da lista quando falamos em delivery.

    Não é para menos, é uma comida super saborosa e rápida, com várias combinações de ingredientes para agradar os mais diversos paladares.

    Neste caso em questão, para facilitar a harmonização vamos indicar os rótulos de acordo com a receita original: pão, carne vermelha, alface, tomate, queijo mussarela e ketchup, o famoso x-salada.

    Para esse clássico das sextas-feiras, o que você deve prestar atenção, mais uma vez, é na estrela do prato. No caso do hambúrguer, os principais itens são carne e queijo. Ambos trazem uma boa dose de gordura para esse alimento, por conta disso, essa refeição exige um vinho mais estruturado, com níveis de médio a alto de taninos e acidez.

    E por que isso? Porque você precisa de algo que bata de frente com a gordura presente no lanche, caso contrário você só vai sentir o gosto da comida e o vinho vai sumir no seu paladar.

    Apesar da carne e do queijo serem as estrelas desse prato, não vamos esquecer do ketchup, que traz uma doçura para a comida e, por conta disso você pode optar por rótulos mais secos, com aromas de frutas maduras para a sua harmonização.

    Essa parte dos cheiros frutados é importante porque são eles que vão enganar o nosso paladar. Ou seja, você vai sentir um sabor mais doce, agradável no paladar, mesmo sendo um vinho seco. Dica importante para aqueles que preferem as bebidas mais doces.

    Os rótulos que cumprem todos esses quesitos são aqueles que levam uvas Primitivo ou Zinfandel (dos Estados Unidos), Syrah e Cabernet Sauvignon.

    É claro que dentro dessa categoria de pratos rápidos, não podemos esquecer da tão adorada pizza. Ela com certeza também está no top de comidas mais pedidas no delivery.

    Para essa outra iguaria da culinária italiana prefira os vinhos mais encorpados, com taninos finos e um certo frescor. Um rosé, por exemplo, vai bem.

    Principalmente aqueles mais ousados, com taninos macios, delicados e com uma acidez mediana. Apesar da quantidade de recheios desse prato ser bem variada, pode seguir essa dica que a harmonização vai combinar com praticamente qualquer sabor que você escolha.

    Saladas e pratos vegetarianos

    E tem opção também para quem gosta de pedir saladas ou pratos vegetarianos no delivery. Inclusive, esse último vem ganhando bastante força nos aplicativos, afinal de contas, variedade é tudo.

    Como a maioria leva uma grande variedade de ingredientes, o segredo é apostar em rótulos mais frescos, fáceis de beber e com uma acidez média. Neste caso, um rosé se encaixa muito bem aqui por ser um vinho leve, assim como um rótulo com uvas Chardonnay ou Malvasia.

    Conclusão

    Um texto desses é um serviço de utilidade pública. Precisamos tirar da cabeça que vinho só combina com pratos sofisticados, o que não é verdade!

    Com as dicas certas, você é capaz de abrir uma garrafa desta bebida para acompanhar praticamente tudo o que você quiser.

    Referência:

    https://vinepair.com/wine-takeout-food-pairing-app/

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  • vinhos

    15 Melhores Vinhos de Israel em 2021 Bons e Baratos!

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    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinhos de IsraelPreçoOnde Comprar
    1Five Stones Vineyards Dvd G branco 2018R$149,00Ver
    2Dalton Alma Scarlet Galiléia 2016R$155,90Ver
    3Jezreel Valley Winery 2016R$269,00Ver
    4Gva’ot Masada 2016R$340,00Ver
    5Lueria Rosso Upper Galilee 2016R$140,00Ver
    6Reserva Recanati Marawi Judean Hills 2018R$169,00Ver
    7Syrah Colinas de GolãR$320,00Ver
    8Pelter Pinot NoirR$330,00Ver
    9Kosher Yarden Cabernet Sauvignon 2017R$373,00

    Ver
    10Kosher Yarden Chardonnay 2019R$188,00Ver
    11Kosher Mount Hermon White 2020R$126,00Ver
    12Kosher Yarden Syrah 2017R$325,00Ver
    13Kosher Mount Hermon Red 2020R$126,00Ver
    14Enigma de MargalitR$400,00Ver
    15Domaine Du Castel Grand VinR$317,00

    Ver

    Se tem uma palavra que podemos usar quando falamos sobre o universo do vinho é possibilidades, e ela vem de todas as formas.

    Você pode escolher sua bebida pela casta da uva, pelo estilo – tinto, rosé, branco, espumante, frisante -, doce, seco, semi seco/doce e até pelo país onde o rótulo foi fabricado.

    Pensando nisso, que tal provar alguns vinhos israelenses?

    Apesar do país ter ficado mais em alta neste mercado na última década, existem fatos que comprovam que a região já produzia essa bebida a mais de 10 mil anos atrás.

    Acho que dá para dizer que eles têm experiência no assunto, certo?!

    Quais as principais características de Israel para a produção de vinhos?

    Produzindo principalmente uvas do tipo Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah e Chardonnay, os vinhos israelenses são, de forma geral, ricos em álcool, com uma ótima textura na boca e uma concentração de sabores que impressiona ao experimentar.

    Sendo assim, abaixo separamos quinze opções para você provar.

    1 – Five Stones Vineyards Dvd G branco 2018

    Esse branco, que leva uvas Sauvignon Blanc e Gewürztraminer, mostra belos aromas florais de madressilva e jasmins. No paladar traz sabores bem concentrados e picantes de morangos, cardamomo branco e nozes.

    Seu final detém traços de água de rosas e camomila.

    A garrafa custa cerca de R$149,00 e esse rótulo combina bem com carne de vaca, pratos apimentados e queijos duros e maduros.

    2 – Dalton Alma Scarlet Galiléia 2016

    Generoso e aveludado na boca, esse rótulo conta com notas de pimenta preta em grão, cerejas pretas, café mocha e um toque de coulis de framboesa. Seu final se parece muito com sachertorte – um tipo de bolo austriaco – e farinha de amêndoas.

    Seu sabor é de frutas pretas e vermelhas que é realçado por um fundo floral bem leve. Ele leva uvas do tipo Grenache e Syraz.

    Custando R$155,90 esse rótulo vai muito bem com carne de cordeiro.

    3 – Jezreel Valley Winery 2016

    Um vinho que traz ao paladar as características das uvas da Borgonha, é um rótulo muito presente, com atitude e amplitude.

    Brilhante e rico, conta com notas balsâmicas, de frutas da montanha, cereja e um toque que lembra pinho, além de um vestígio de florais.

    Esse rótulo vai bem com carnes vermelhas. Você encontra a garrafa a partir de R$269,00.

    4 – Gva’ot Masada 2016

    Com quatros tipos diferentes de uva – Merlot, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc -, é um vinho com notas de ameixas, amoras silvestres, ganache de chocolate, cedro, alcaçuz preto e tabaco de charuto.

    Possui um bom potencial de guarda, apesar disso, pode ser consumido imediatamente.

    Para a harmonização aposte em pratos com carnes vermelhas e de cordeiro. A garrafa tem um valor de R$340,00.

    5 – Lueria Rosso Upper Galilee 2016

    Com uma mistura de uvas Sangiovese, esse vinho detém aromas de cerejas puras, especiarias doces e notas minerais e de couro.

    No paladar se mostra fresco e vibrante, com toques de morangos, cerejas silvestres, ervas e apresenta um final de mirtilos e violeta.

    Aprecie esse rótulo junto com carnes de caça ou vermelhas. Cada garrafa tem um preço aproximado de R$140,00.

    6 – Reserva Recanati Marawi Judean Hills 2018

    Saboroso e sutil ao olfato, este exemplar mostra uma excelente acidez no paladar, juntamente com um toque de limão, flores de amêndoas, pera dura e mel, tudo isso suportado por uma ótima textura que reveste a boca e que ainda deixa um gosto agradável no paladar mesmo após o consumo.

    Perfeito para combinar com carne vermelha.

    Possui um ótimo custo benefício, com cada unidade saindo por R$169,00.

    7 – Syrah Colinas de Golã

    Ao contrário da maioria dos vinhos feitos no Novo Mundo com a varietal Syrah, este não conta com bordas ásperas, pelo contrário. Trata-se de uma bebida muito generosa, encorpada, bem frutada e com notas de frutas vermelhas com caroço.

    Seu final é agradável e longo no paladar, trazendo um toque amargo com ervas selvagens, além de taninos médios.

    Acompanha muito bem pizzas, massas, carnes vermelhas e queijos maduros. A garrafa custa cerca de R$320,00.

    8 – Pelter Pinot Noir

    Refinado, este rótulo é feito com a varietal Pinot Noir. Possui um ótimo equilíbrio, com um corpo sedoso, um leve toque de carvalho e notas de frutas escuras.

    Ele tem valores que ficam em torno de R$330,00 e cai como uma luva com carne vermelha e de cordeiro.

    9 – Kosher Yarden Cabernet Sauvignon 2017

    Originário da Galileia, este, Cabernet Sauvignon tem um coloração rubi profunda, com um bouquet bem complexo e aromático, trazendo uma aroma de frutas vermelhas, como ameixa, cereja e framboesa, além de notas herbais terrosas.

    Seu final é persistente e longo. Apesar de ter um bom potencial de guarda, de dez a quinze anos, pode ser consumido imediatamente sem perder seus traços.

    Com a garrafa a R$373,00 ele vai bem com carnes vermelhas e de caça.

    10 – Kosher Yarden Chardonnay 2019

    Mais um rótulo da Galileia. Aliás, a região é considerada uma das melhores na produção de vinho em Israel.

    Com varietal Chardonnay, detém uma coloração intensa de amarelo e toques dourados. No olfato, traz aromas de pera madura e limão fresco que é combinado com notas cremosas, de damasco e florais.

    É fácil de beber, tem um ótimo corpo e uma boa acidez. Pode ser consumido imediatamente, mas tem um potencial de guarda de sete anos.

    Para acompanhar essa garrafa de R$188,00 aposte em massas, peixes e frango.

    11 – Kosher Mount Hermon White 2020

    Feito com uvas Sauvignon Blanc, Moscato e Viognier, esse vinho tem um coloração amarela pálida com toques esverdeados.

    No nariz traz um aroma de frutas cítricas, como abacaxi, toranja e tangerina juntamente com notas de frutas brancas, como pêssego, além de toques florais e herbais.

    É um rótulo branco, muito fácil de beber. No paladar tem uma boa persistência e corpo médio.

    Aposte em pratos com peixes, frutos do mar e frango para acompanhar uma garrafa deste exemplar.

    O preço está bem em conta, fazendo dele uma opção de excelente custo benefício, com valores a partir de R$126,00.

    12 – Kosher Yarden Syrah 2017

    Com aromas de frutas vermelhas maduras, como cereja e ameixa, esse vinho tinto tem uma coloração púrpura bem intensa, além de notas defumadas, herbais e terrosas, com um toque de anis.

    Detém um ótimo corpo, é persistente e tem potencial de guarda de dez anos.

    Aposte em massas e carnes de caça para acompanhar essas garrafas.

    Com relação a valores, seu preço no mercado gira em torno de R$325,00.

    13 – Kosher Mount Hermon Red 2020

    Com uvas Malbec, Cabernet Franc, Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, esse Kosher tem um tom de rubi intenso, com um bouquet complexo e aromático.

    Traz ao olfato notas herbais e de frutas vermelhas, além de toques terrosos, de violeta e especiarias.

    Na boca é fresco e persistente.

    Vai bem com carne de caça e carneiro.

    Seu preço costuma ser de R$126,00.

    14 – Enigma de Margalit

    Um blend de Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc, é um vinho bem agradável, robusto, aveludado, com notas de amoras e cerejas escuras, além de carvalho e ervas selvagens secas.

    Harmoniza-se muito bem com pratos que levam carnes vermelhas.

    Seu preço de mercado fica em torno de R$400,00.

    15 – Domaine Du Castel Grand Vin

    Este é um clássico em Israel. Leva um blend de uvas Petit Verdot, Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec de Eli Ben-Zaken.

    Profundo, possuindo um traço comum em blends com Cabernet e passando por um envelhecimento de quase dois anos em barril, a bebida tem um aroma de frutas concentradas, cedro, cassis, ameixas e ervas quentes.

    Para a harmonização opte por pratos com carnes vermelhas, carré e paleta de cordeiro e frango.

    Cada garrafa possui um valor aproximado de R$317,00.

    Onde comprar?

    Apesar de ter uma forte presença nos Estados Unidos, os vinhos israelenses não são tão comuns no Brasil, por outro lado, essa presença na terra do Tio Sam pode facilitar sua compra – muitas vezes impedindo que você mesmo tenha que fazer a importação da bebida.

    Como são rótulos que ainda estão crescendo no mercado, é provável que você só ache as bebidas em lojas de vinhos online, o que nem de longe é algo ruim.

    Isso porque você tem a possibilidade de fazer uma pesquisa mais ampla – e igualmente rápida – para achar os melhores valores.

    Além do custo, não deixe de se atentar nas avaliações da loja que pretende fazer a compra. Tal cuidado evita que você caia em golpes e fique sem seu vinho e seu dinheiro.

    Conclusão

    Mesmo ainda ganhando fama no mercado – na verdade essa ascensão dos vinhos israelenses vem acontecendo desde o final dos anos 80 -, não podemos esquecer que Israel está neste mercado há muitos anos, e isso com certeza é um ponto que devemos dar valor.

    Eles podem não ser tão estrelinhas quantos os rótulos italianos, por exemplo, mas tem, sim, suas qualidades únicas.

    Aproveite que agora você sabe mais sobre os vinhos da região e não deixe de provar os rótulos que sugerimos aqui, tenho certeza que você não vai se arrepender.

    Referências:

    https://www.foodandwine.com/wine/the-12-israeli-wines-you-need-to-drink-to-be-an-expert

    https://www.winemag.com/region/israel/

    https://www.vivino.com/toplists/top-25-israeli-cabernet-sauvignon-wines-israel-right-now-isr

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  • vinhos

    15 Melhores Vinhos da Romênia em 2021 Bons e Baratos!

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    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinhos da RomêniaPreçoOnde Comprar
    1Feteasca AlbaR$58,90Ver
    2Tamâiosa RomâneascaR$52,00Ver
    3Negru de DragasaniR$40,00Ver
    4Crâmposie SelectionataR$60,00Ver
    5Feteasca NeagraR$80,00Ver
    6Feteasca RegalaR$40,00Ver
    7Busuioaca de BohotinR$50,00Ver
    8Grasa de CotnariR$30,00Ver
    9FrâncusaR$40,00Ver
    10Babeasca NeagraR$52,00Ver
    11Martisor Pinot Grigio 2017R$39,61Ver
    12La Umbra Merlot 2018R$44,57Ver
    13Încânta Pinot Noir 2018R$42,24Ver
    14Waitrose Blueprint Romeno Pinot Noir 2018R$50,00Ver
    15Rhea Dealu Mare Viognier 2016R$60,00Ver

    Podemos apostar que quando você pensa em países com uma produção de vinhos, dificilmente você pensaria na Romênia. Acertamos?

    É algo bem comum, na verdade, mesmo o local sendo o sexto colocado na produção de vinhos dentro da Europa. Aliás, a área está no mesmo nível da França, tendo condições perfeitas, tanto de solo quanto no clima para o cultivo de uvas e é justamente sobre as bebidas dessa região que falaremos.

    Quais as principais características da Romênia para a produção de vinhos?

    O país conta com uma excelente produção de vinhos, que variam dos doces até os secos. A grande maioria detém um sabor de moscatel juntamente com notas de especiarias, principalmente aqueles que passam pelo processo de envelhecimento.

    Sem mais delongas, vamos às sugestões de rótulos para você conhecer e experimentar.

    1 – Feteasca Alba

    O Feteasca Alba é feito com uma uva romena de mesmo nome. Branco, esse vinho acaba se destacando por ser uma bebida bem equilibrada e com um excelente sabor. Também é possível encontrá-lo em várias versões: semi seco, semi doce e seco.

    Com aroma de favo do mel e sendo uma bebida bem frutada, ele cai como uma luva com pratos feitos com carne branca ou peixes.

    Para experimentá-lo você terá que desembolsar um valor de R$58,90.

    2 – Tamâiosa Româneasca

    Vinho seco, você pode encontrar esse rótulo em três tipos de variedades: seco, meio doce e doce. É produzido com uvas Merlot e por ter uma quantidade alta e natural de açúcar, ele acaba sendo um vinho floral e com notas da própria fruta.

    Aqueles que são semi doces apresentam aromas de noz-moscada e canela, assim como uma acidez muito presente.

    Para a harmonização, aposte no seco, combinado com saladas, aperitivos ou comidas asiáticas picantes. Já o doce vai melhor com sobremesas.

    O seu preço gira em torno de R$52,00.

    3 – Negru de Dragasani

    Não só de vinhos brancos se faz nossa lista. O Negru de Dragasani é um tinto cheio de sabor que foi feito com polpas bem suculentas.

    Também produzido com uma uva local, é uma bebida com aromas bem densos de amora, mirtilo e cerejas pretas, com um toque de especiarias e castanhas.

    Por ter uma textura fresca no paladar, ele pode ser servido com costela de porco, queijo fresco e fiambre.

    É um rótulo com ótimo custo benefício e a garrafa está na média de R$40,00.

    4 – Crâmposie Selectionata

    Mais uma opção branca! Já deu para perceber que essa é a especialidade da Romênia, certo? A bebida é feita igualmente com uma casta originária do país, a Crâmposie Selectionata, que também dá nome a esse rótulo.

    Se mostra seco, mas equilibrado, com notas de frutas exóticas, maçã, pera, citrinos e toques minerais.

    Ele vai bem tanto sozinha quanto acompanhando as sobremesas.

    Para provar essa maravilha da Romênia você gastará algo em torno de R$60,00.

    5 – Feteasca Neagra

    Esse tinto é produzido com uma uva romena muito apreciada e antiga no país, tanto que é considerado um dos melhores tintos da região. Ou seja, você tem que prová-lo!

    Picante, é uma bebida com uma boa textura de taninos na boca, além de contar com aromas de cerejas pretas, ameixas e amoras.

    É encorpado e com um bom nível de acidez. Pelas suas características, harmoniza perfeitamente com borrego, massas, rosbife, ratatouille, além de sobremesas feitas com chocolate preto, como mousse ou bolo.

    Esse queridinho tem um excelente custo benefício, pode experimentar sem medo. A garrafa custa em média R$80,00.

    6 – Feteasca Regala

    Feteasca Regala também leva uva de mesmo nome, que é uma da junção entre a fruta Grasa de Cotnari e a Feteasca Alba.

    Você vai se deparar com um vinho de bouquet complexo e sabores intensos de frutas tropicais e maçã verde. É perfeito para quem gosta de vinhos brancos secos ou semi secos.

    Aposte em pratos com massas, aves, peixes ou mariscos para acompanhar esse rótulo.

    Cada unidade costuma ter um preço de R$40,00.

    7 – Busuioaca de Bohotin

    É fã de rosé?

    Sua hora chegou! Entre as opções romenas, não deixe de experimentar o Busuioasca de Bohotin. A variedade de uva usada na sua produção é local e muito parecida com a Tamâioasa Româneasca.

    A bebida é composta de um sabor de pétalas de rosa, com aromas de mel, morango e manjericão.

    Harmoniza bem com carnes brancas e peixes.

    Ele possui um valor a partir de R$50,00.

    8 – Grasa de Cotnari

    O Grasa de Cotnari costuma ter duas colorações, o que te ajuda a saber a idade do rótulo. É esverdeado quando jovem, e amarelo dourado após passar pelo processo de envelhecimento.

    É prioritariamente um vinho doce, mas é achado também em versões secas ou semi secas.

    Conta com aromas de maçã, pêssego e damasco. Já no paladar mostra sabores de amêndoas e mel.

    O companheiro perfeito para acompanhar as sobremesas, principalmente as mais elaboradas.

    Sua garrafa costuma ter um preço de R$30,00.

    9 – Frâncusa

    Este rótulo se apresenta como uma bebida seca, com notas de fruta e de flores. É um vinho branco com uma suavidade bem especial. Se mostra bastante refrescante no paladar.

    Combina principalmente com peixes, frutos do mar e aves.

    Possui um excelente custo benefício com cada garrafa custando R$40,00.

    10 – Babeasca Neagra

    Aqui temos um tinto que possui uma coloração rubi. Seu corpo é leve, com um alto nível de acidez, frutado em médio tom e com taninos que quase não são percebidos pelo paladar.

    No nariz traz aromas de ginjas, ameixas, com tons florais de violeta e íris.

    Para fazer uma harmonização perfeita, procure por pratos com queijo curado, frango e leguminosas.

    O rótulo costuma ter um valor de R$52,00.

    11 – Martisor Pinot Grigio 2017

    Casta muito conhecida na Itália, esse vinho romeno é produzido com Pinot Grigio. É um rótulo branco, frutado, atraente e, respectivamente, fácil de beber.

    Tem sabor de limão e lima, além de um toque de mineralidade.

    Combina bem acompanhando peixes e frango grelhado. Também pode ser apreciado sozinho.

    Custa em torno de R$39,61.

    12 – La Umbra Merlot 2018

    De um tom de vermelho vivo, esta bebida não passa por barricas de carvalho e por isso acaba sendo menos texturizado e com um frescor muito maior.

    Ele detém sabores de ameixa, é bem frutado e vai bem com carne assada ou queijos fortes.

    A garrafa costuma ser vendida por um preço de R$44,57.

    13 – Încânta Pinot Noir 2018

    Produzido com uvas do tipo Pinot Noir, este tinto tem um sabor bem suculento de framboesa e groselha, com notas de cereja e florais no paladar, além de um final macio e longo.

    Ao contrário da maioria dos tintos, pode ser consumido bem gelado, inclusive em dias mais quentes.

    Para a harmonização aposte em carnes curadas, porco, vitela, aves, peixes e queijo.

    Este rótulo é daqueles que possuem um ótimo custo benefício, com preço de R$42,24.

    14 – Waitrose Blueprint Romeno Pinot Noir 2018

    A combinação perfeita para acompanhar pratos com frango assado, esse vinho tinto tem sabores característicos de framboesa e frutas vermelhas.

    Ele fica melhor ainda se você deixá-lo por um curto período de tempo na geladeira antes de servir.

    Um excelente rótulo para acompanhar pratos em dias mais quentes.

    Cada unidade costuma custar R$50,00.

    15 – Rhea Dealu Mare Viognier 2016

    Edição limitada, esse vinho branco é feito com uvas do tipo Viognier. Por conta disso, mostra notas de manga, damasco, pêssego e flor de maçã.

    O rótulo leva uma pequena adição de vinho envelhecido em barricas de carvalho francês, o que faz a bebida ficar ainda mais enriquecida. Esse processo dá ao líquido maior profundidade e riqueza.

    Já na harmonização aposte em pratos com peixe ou frango para acompanhar esta bebida única.

    Esta maravilha, deliciosa, costuma ter um valor de R$60,00 por garrafa.

    Onde comprar?

    Mesmo sendo o sexto maior produtor de vinho na Europa, os vinhos romenos não são tão conhecidos no Brasil, o que é uma pena, pois os brasileiros não sabem o que estão perdendo.

    Por conta disso, é um pouco mais difícil você achar opções em mercados, por exemplo. Mas é aí que a internet entra em ação para nos salvar, mais uma vez.

    Você com certeza vai se deparar com algumas opções em sites especializados em vendas de vinhos.

    Talvez o único detalhe mais complicado é que você tenha que importar a bebida, mas nada muito complicado, a não ser nas taxas que você provavelmente vai ter que pagar, é claro.

    Por isso, antes de fazer a compra faça uma bela pesquisa para achar um preço mais em conta ou uma loja que já trabalhe com esses vinhos sem a necessidade de você ter que fazer a importação.

    Ah, e claro, não esqueça de fazer uma pesquisa sobre a loja antes finalizar a compra. É sempre bom saber se a empresa é de confiança para não cair em golpes.

    Conclusão

    E você, já tomou algum vinho Romeno? Se não, essa é a sua oportunidade, ainda mais que agora você não tem uma, mas quinze opções para provar e se deliciar.

    Mesmo que a Itália e França sejam experts em vinhos de alta qualidade, não custa nada dar uma chance para países menos conhecidos, mas que possuem as mesmas qualidades dessas regiões super famosas.

    Referências:

    https://www.winemag.com/region/romania/

    https://vincarta.com/blog/romanian-wine-facts/

    https://www.decanter.com/premium/romanian-wines-to-try-413410/

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  • Gastronomia

    Salada de Morango com Pinot Noir Rosé: Harmoniza Como?

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    É muito comum a combinação de vinhos com alimentos, seja em uma refeição completa como um jantar, ou aperitivos para desfrutar da bebida sozinho ou acompanhando.

    Saladas também fazem parte desse grupo de harmonização de sabores, normalmente são fáceis de preparar, são leves e caem bem em diversas ocasiões e climas. Com isso em mente, apresento para vocês a salada de morangos que vai elevar seu paladar.

    Quais são os ingredientes?

    A salada é fácil de se preparar e não exige grandes habilidades na cozinha, os itens que vamos utilizar são fáceis de encontrar, principalmente bons morangos dentro da estação.

    Então vamos os ingredientes que você vai precisar:

    • 240 ml de morangos em fatias;
    • 41,25g de coração e folhas de aipo em fatias mais finas;
    • 18 g de azeite, reserve um pouco mais para regar a salada;
    • 9 g de vinagre de vinho branco (pode ser substituído por vinagre balsâmico branco);
    • 2 ramos pequenos de estragão fresco;
    • 2 bolas de 113 g de queijo burrata;
    • Pimenta agosto;
    • Sal marinho a gosto.

    Qual é o modo de preparo?

    O preparo é bem simples e fácil, basta misturar levemente os morangos já fatiados com as folhas e corações de aipo, o azeite, o vinagre e as folhas de agrião em uma tigela de tamanho pequeno. Acrescente pimenta, sal e misture bem.

    Em outra tigela ou travessa mais rasa, se preferir, de modo suave rasque a burrata, a intenção é que fique mais rústico mesmo, além de evidenciar a cremosidade que fica no centro, trás um aspecto interessante ao visual.

    Com um pouco de azeite regue a burrata e tempere com um pouco de sal e pimenta, misture bem para que o tempero seja bem absorvido.

    Ajeite a burrata no centro da travessa escolhida, acrescente ao redor os morangos para ter um prato apetitoso só de olhar e sirva com uma taça de vinho rosé.

    Como explicar a junção de sabores do morango com o pinot noir?

    Esta salada é composta por ingredientes salgados e frutados, fazendo o casamento perfeito, complementando os aromas e sabores do rosé.

    Os morangos são aromáticos e ótimos pois realçam o sabor da fruta e o cítrico presente no vinho.

    Já as fatias de aipo, são responsáveis por revelarem ao palato o sabor único do Pinot Noir. Ao mesmo tempo que o estragão destaca os elementos frutados e cheios de sabor.

    Toda essa composição de sabores fica mais rica quando temos contato com a cremosidade da burrata e o azeite, juntos provocam equilíbrio a acidez existente no rosé. Simplesmente uma explosão de sabores!

    Conclusão

    A combinação de sabores é uma das experiências mais agradáveis que já tive. A salada de morangos com burrata por si, já é exuberante ao paladar, combinada com o este vinho se tornar ainda mais saborosa, uma combinação perfeita.

    É uma receita fácil de preparar, que não leva muito tempo e não exige um preparo mirabolante, tenho certeza que ao experimentar a combinação você não sentira nenhum arrependimento.

    Referências:

    https://more-is-better.blogspot.com/2020/02/strawberry-salad-recipe-perfect-with.html

    http://www.palmandvine.com/strawberry-salad/

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  • vinhos

    15 Melhores Vinhos do Líbano em 2021 Bons e Baratos!

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    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinhos do LíbanoPreçoOnde Comprar
    1Musar Jeune 2017R$341,97Ver
    2Musar Jeune Blanc 2016R$199,10Ver
    3Château Musar Rouge 2012R$796,41Ver
    4Musar Jeune rosé 2018R$341,97Ver
    5Château Musar Blanc 2010R$739,32Ver
    6Château Musar Rouge 2012 MagnumR$796,41Ver
    7Ixsir Altitudes White 2020R$200,00Ver
    8Domaine des Tourelled – Marquis des Beys 2005R$150,00Ver
    9Karam Winery St. John Jezzine 2006R$356,00Ver
    10Château Ksara Cuvée de Troisième Millénaire 2008R$177,00Ver
    11Château Ka Cadet de Ka 2008R$150,00Ver
    12Ixsir Grande Reserve Red 2012R$335,92Ver
    13Ixsir Altitudes White 2017R$183,92Ver
    14Isxir Grande Reserve White 2017R$329,90Ver
    15Ixsir Altitudes Red 2016R$229,90Ver

    Sabia que o Líbano é um dos lugares mais antigos na fabricação de vinhos? O vale do Bekka, onde se encontra a maior parte dos vinhedos do país, já era citado na bíblia como uma região produtora dessa bebida.

    Além de ser um dos lugares mais antigos onde essa atividade é praticada, o local também conta com um vinho único, o Château Musar, considerado por muitos especialistas um dos melhores do mundo, principalmente porque este tem características oxidativas e únicas.

    Quais as principais características dos vinhos do Líbano?

    As características do vinho dependem, obviamente, da uva utilizada na sua produção, mas, de forma geral, as bebidas libanesas costumam ser bem aromáticas, densas e complexas.

    É comum que o rótulo tenha toques de especiarias, inclusive as picantes. Outra característica que se destaca nesses vinhos são as cores, que são quase sempre de um vermelho fogo, trazida pelas uvas Grenache e Syrah.

    Sem mais delongas, vamos às dicas de rótulos para você provar.

    1 – Musar Jeune 2017

    Por ser elaborado com técnicas mais modernas, esse Musar Jeune não tem tantas notas oxidativas.

    O rótulo é um blend, com 60% de Cinsault, 20% de Cabernet Sauvignon e mais 20% de Syrah. Não passa por carvalho e apresenta um aroma de frutas e especiarias.

    No paladar é fresco e macio. Um vinho de guarda, vai bem com cordeiro e outros tipos de carnes.

    Seu preço gira em torno de R$341,97.

    2 – Musar Jeune Blanc 2016

    O Musar Blanc é feito com um corte de uvas francesas do tipo Chardonnay e Viognier, além da italiana Vermentino.

    Um vinho que não passa por madeira, puro e com notas de amêndoas, frutas tropicais e especiarias. Seu final é bem cremoso na boca.

    Este branco combina com peixes grelhados, camarão, frutos do mar e frango assado com ervas.

    A garrafa gira em torno de R$199,10.

    3 – Château Musar Rouge 2012

    Um dos vinhos mais aclamados do Líbano, esse Château Musar é um tinto que traz características de rótulos franceses de décadas anteriores. Ele tem uma grande quantidade de notas oxidativas.

    É um vinho de guarda, que fica ainda melhor depois de passar alguns anos armazenado.

    Encorpado, esse rótulo é um blend de uvas Cabernet Sauvignon, Cinsault e Carignan.

    Para a harmonização aposte em queijos encorpados, carnes grelhadas, caça e cordeiro.

    Apesar do preço, R$796,41 a garrafa, vale a pena experimentar esse vinho único diretamente do Líbano.

    4 – Musar Jeune rosé 2018

    Rosé diretamente do vale de Bekaa, detém uma coloração intensa, com aroma de frutas vermelhas, como framboesa e morango. Seu toque é fresco e seco no paladar.

    É um ótimo vinho para usar em receitas. Além disso, ele combina com vários tipos diferentes de pratos como entradas, frutos do mar, salmão, aves, carne de porco, embutidos e entradas.

    Custa cerca de R$341,97.

    5 – Château Musar Blanc 2010

    Como dito, os vinhos libaneses são conhecidos por ter um estilo mais oxidativo. Se você deseja experimentar essa característica, este é um ótimo rótulo para você escolher com esse propósito.

    Esse branco traz características que remetem a uma outra era. Feito com castas do tipo Merwah e Obaideh, é encorpado e tem um excelente potencial de guarda, cerca de dez anos. Ele só tem uma exigência: ser decantado antes de servir.

    Para a harmonização aposte em pratos com carne de porco ou brancas. O preço da garrafa é de R$739,32.

    6 – Château Musar Rouge 2012 Magnum

    Este exemplar é um vinho de bouquet marcante, além de ser muito bem equilibrado e encorpado na boca.

    Leva uvas do tipo Cabernet Sauvignon e Cinsault na sua composição.

    Com potencial de guarda, pode ser combinado com pratos com carne, massas e cogumelos. A garrafa custa R$796,41.

    7 – Ixsir Altitudes White 2020

    Um blend, esse branco conta com vários tipos de uvas: 40% de Muscat, 30% de Viognier e 15% de Sémillon e Sauvignon Blanc.

    Traz um perfume da própria uva, além de notas de limão. No paladar tem toques de flores brancas, especiarias do mediterrâneo e frutas de caroço, além de uma textura bem encorpada.

    Aposte em pratos com peixe, frutos do mar grelhado, massas e pizzas para acompanhar esse rótulo.

    Cada garrafa deste vinho gira em torno de R$200,00.

    8 – Domaine des Tourelled – Marquis des Beys 2005

    Com 50% de Syrah e 50% de Cabernet Sauvignon, é uma bebida com aroma de tabaco, folhas e um fundo de cedro com amoras.

    No paladar é suculento, com sabor de frutas e especiarias. Tem taninos aderentes e uma acidez bem refrescante.

    Vai bem com carne vermelha e de porco. Para provar um desses você terá que desembolsar R$150,00.

    9 – Karam Winery St. John Jezzine 2006

    O Karam traz uma mistura de sabores ao paladar, como ameixa, cereja e nectarina com um toque terroso.

    Feito com um blend de Syrah, Merlot e Cabernet Sauvignon, seus taninos estão bem presentes, além de ter uma acidez que lhe dá um bom potencial de guarda. Apesar disso, pode ser consumido prontamente.

    A harmonização que mais conbina com essa bebida é com carnes vermelhas.

    A garrafa custa cerca de R$356,00.

    10 – Château Ksara Cuvée de Troisième Millénaire 2008

    Quem gosta de vinhos perfumados, vai adorar esse Château. Ele traz ao olfato toques de incenso, especiarias e amora. Já no paladar mostra notas de alcaçuz e sândalo.

    Detém taninos grandes e redondos, além de uma ótima acidez. Leva cerca de 40% de Petit Verdot e 30% de Syrah e Cabernet Franc.

    Custa em torno de R$177,00 e pode ser harmonizado com carnes vermelhas.

    11 – Château Ka Cadet de Ka 2008

    O cheiro desse Château no nariz é repleto de potpourri e ervas frescas. No paladar mostra toques de ervas do meditarraneo e cereja.

    É também um blend, com uvas Merlot (10%), Syrah (20%) e Cabernet Sauvignon (70%).

    Para achar sua harmonização perfeita opte por cordeiro e carnes vermelhas.

    A garrafa sai a partir de R$150,00.

    12 – Ixsir Grande Reserve Red 2012

    Tinto de um tom vermelho rubi, esse exemplar conta com aromas bem ricos em minerais, frutas e especiarias maduras.

    Seu sabor é concentrado, com uma textura fina, além de ser bem rico e suave. Tem um gosto final marcado pela uva.

    O rótulo leva um blend de Cabernet Sauvignon e Syrah.

    Vai bem com carnes vermelhas grelhadas, massas e frango.

    Cada unidade possui um valor de R$335,92.

    13 – Ixsir Altitudes White 2017

    Ixsir é um blend de uva típica do Líbano, além de duas francesas: Obeideh, Viognier e Muscat. Um vinho elegante, de cor amarelo palha, com aroma de flores e notas de toranja e moscatel.

    No paladar é suave e com uma acidez que deixa o vinho fresco na boca.

    Se vai fazer um jantar com peixe, frango grelhado, frutos do mar, ou servir aperitivos e queijos, ele é uma excelente opção.

    Tem um bom custo benefício, tendo seu valor em: R$183,92.

    14 – Isxir Grande Reserve White 2017

    Um blend de uvas Viognier, Chardonnay e Sauvignon, esse branco detém aroma de frutas cítricas e pêssego, com um toque final de flores.

    Na boca se apresenta cremoso, com uma boa acidez e um final longo e levemente amadeirado.

    Perfeito para servir com entradas como torradas, além de frango assado e peixes.

    O preço do rótulo gira em torno de R$329,90.

    15 – Ixsir Altitudes Red 2016

    Este exemplar leva um tipo de uva para lá de especial, a Caladoc, que nada mais é que uma mistura entre Grenache e Malbec. Além dessas duas o rótulo também conta com Syrah, Cabernet Sauvignon e Tempranillo.

    Detém um bouquet bem equilibrado, que tem um aroma de frutas vermelhas e pretas, carvalho, amora e groselha.

    No paladar se mostra macio, complexo, com um final sedoso e incrivelmente agradável.

    Ele combina perfeitamente com cordeiro, carnes vermelhas assadas, ensopados, pato e queijos de pasta mole.

    O preço da garrafa fica em torno de R$229,90.

    Onde comprar?

    Muito dificilmente você vai achar um vinho libanês no supermercado. A alternativa, então, é comprar pela internet.

    A vantagem é que você pode fazer uma pesquisa bem ampla – e até rápida – para encontrar o preço que caiba no seu bolso.

    Só não esqueça de verificar a procedência da loja onde está fazendo a compra.

    Conclusão

    Apesar de algumas regiões serem muito mais conhecidas na produção de vinhos de alta qualidade, não podemos nos esquecer que vários outros locais também fabricam bebidas ótimas, só nos resta pesquisar e ir atrás para conhecer esses rótulos novos.

    Isso te possibilita experimentar vinhos de lugares que até então eram desconhecidos para você.

    Referências:

    https://www.decanter.com/wine-reviews-tastings/five-of-the-best-wines-from-lebanon-75368/

    https://www.winemag.com/region/lebanon/

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  • Curiosidades

    Maison Ruinart: Requinte e Classe na Produção de Champagne!

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    Imagine você poder conhecer toda a história por trás daquele champanhe que você tanto gosta, uma maravílha, né? Melhor ainda, que tal saber como a sua bebida preferida é produzida. Seria o máximo, certo?

    Falando em passeios, nosso foco será na visitação proporcionada pela Maison Ruinart e você, como um bom apreciador de Champagne, já deve saber que a companhia é uma das mais importantes quando falamos desse tipo de bebida.

    Aliás, ela não só é uma das melhores do ramo, como também contribuiu para a história do champanhe.

    Então, se você estiver por Reims, separe um tempo para conhecer a Maison Ruinart. Abaixo te contamos o porquê você deve fazer uma visita à vinícola.

    Qual é a origem da Maison Ruinart?

    A origem da Maison Ruinart é muito parecida com a criação da maioria das empresas: para atender uma necessidade do mercado.

    Com o sucesso da produção de vinhos em Reims, o monge beneditino Dom Thierry Ruinart, na época empresário no ramo têxtil, decidiu investir no setor pensando no futuro.

    Após a liberação do armazenamento de bebidas em garrafas, em 1729, Nicolas Ruinart, sobrinho de Thierry, viu a oportunidade de criar um negócio para atender essa demanda. Assumindo o negócio do tio, logo Nicolas abandonou de vez o ramo têxtil e investiu todo o dinheiro da família no setor de vinhos.

    Pouco tempo depois ele se tornou o primeiro empresário a transportar champanhe, que na época só era transportado e vendido em barris, coisa que encarecia a bebida e por isso está só era consumida pela realeza – que tinha dinheiro para pagar esse tipo de transporte.

    Inicialmente, as primeiras garrafas eram uma forma de presente para os compradores de tecido, e estes eram distribuídos pelo irmão de Dom Ruinart, que era um comerciante do ramo têxtil.

    Qual é a história da Maison Ruinart?

    Acredite se quiser, mas ela foi a primeira marca a vender champanhe!

    Em 1729, o rei Luís 14 liberou o armazenamento de bebidas em garrafas e foi aí que o comerciante Nicolas Ruinart viu uma bela oportunidade e criou a Maison Ruinart, a primeira empresa a vender champanhe em garrafas. Nessa época a região de Champagne sequer tinha sido demarcada.

    Porém, mesmo tirando a ideia do papel, as primeiras garrafas não foram exatamente vendidas. Ao invés disso, o empresário decidiu dar estas unidades para seus melhores clientes e assim aproveitando para ganhar atenção e elogios a seu novo produto.

    E Nicolas não parou por aí. Já no século XVIII, ao perceber que ele estava em uma região com muitos túneis subterrâneos e grutas – crayères -, ele decidiu usar isso ao seu favor, fazendo destes locais uma espécie de adega natural para envelhecer as suas garrafas de champanhe. Isso fez a companhia ser a primeira a usar cavas para armazenar bebidas.

    Apesar de anos depois várias marcas terem se instalado em Reims, a Maison Ruinart saiu na frente por ter sido a primeira a chegar na região.

    Por conta disso, ela não só garantiu um grande número de crayères, 24 de 100, como também ficou com as mais profundas, com cerca de quarenta metros de profundidade. Eis aí o motivo pela vinícola ter uma importância relevante na história do champanhe.

    Outro marco conquistado pela Maison Ruinart é o fato da empresa ter sido a primeira a produzir o estilo rosé, e existem documentos que comprovam esse feito.

    Segundo os livros de contabilidade da casa, em 1764, a Maison vendeu 120 garrafas de vinhos, sendo que 60 delas tinham o chamado Oeil de Perdix, uma bebida de cor rosada.

    Acredita-se que a bebida tenha sido produzida com a adição das cores advindas do sabugueiro, que deu ao líquido o tom rosa que conhecemos hoje que, aliás, estava em alta na época.

    Este primeiro carregamento foi enviado para o Duque de Mecklembourg-Strelitz, da Alemanha.

    Atualmente, o rosé da Maison Ruinart leva vinho branco e tinto, um método usado desde o século XIX. A casta mais comum para a produção da bebida é a uva Chardonnay, que é cultivada em Montagne de Reims, além de Pinot Noir.

    As cavas da Maison Ruinart

    Não podemos negar que um dos pontos que mais chama atenção são as cavas da Maison Ruinart, o coração da casa.

    Como dito, a empresa acabou ficando com um grande número de cavas por ter chegado primeiro em Reims. Quem não conhece o local pode facilmente se perder nestes túneis que se estendem por mais de 8 quilômetros debaixo da terra.

    Com cerca de 38 metros de profundidade, milhares de garrafas de champanhe descansam entre três a doze anos até serem vendidas e consumidas.

    E apesar de ser o lugar perfeito para esse processo e ser parte importante da história da Maison, o local não foi construído com esse propósito.

    Cerca de dois mil anos atrás, essas regiões começaram a ser exploradas como fonte de calcário, que era usado na construção de Reims.

    Conforme esses túneis eram cavados mais fundo, mais perigoso era permanecer neste ambiente. Por conta disso, os exploradores abandonavam o local e iam para o point seguinte.

    Em 1768, o filho do fundador da Maison, Claude Ruinart teve a ideia de comprar essas galerias subterrâneas para armazenar as bebidas.

    O local era perfeito para proteger o champanhe da vibração e da luz do sol, além de manter uma temperatura constante entre 10 e 11 graus.

    Inclusive, é por conta desse clima que durante a visitação as cavas os visitantes recebem um cobertor.

    Por volta da Primeira Guerra Mundial, as partes mais fundas dos túneis eram usados como abrigo contra as bombas. Já durante os anos 50 e 60, o local se tornou uma espécie de salão de festas que era frequentado por artistas do cinema e escritores.

    Atualmente, o grupo de túneis é reconhecido como patrimônio cultural pela UNESCO, desde 2015.

    Atualmente quem é o proprietário?

    Atualmente, a Maison Ruinart pertence ao grupo LVMH, que é comandado por Louis Vuitton e Moët Hennessy. Apesar de pertencer a um grupo grande, a empresa não é tão badalada como outras companhias, é uma marca mais discreta, mas sem perder sua importância e sua elegância.

    Como podemos visitar este famoso local?

    Para conhecer esse local que praticamente carrega a história do Champagne em Reims, é preciso fazer uma reserva, com antecedência, pela internet.

    As visitas normalmente acontecem entre março e novembro, de terça a sábado.

    Essas visitas são guiadas e normalmente são feitas em inglês ou francês – um bom momento para você treinar seu idioma. Mas caso não queira, você pode mandar um email pedindo por um guia que fale português.

    O primeiro passo dessa visitação é com o profissional contando toda a história da Maison Ruinart, do início até os dias atuais.

    Vamos conferir o interior da Maison Ruinart?

    Após essa parte histórica, começa a visita em si, onde os visitantes são levados para o primeiro nível de túneis da empresa, onde você poderá ver algumas garrafas de champanhe envelhecendo, além de máquinas que são usadas no processo de fabricação da bebida.

    Depois disso, a visita segue para a parte mais funda da propriedade, às cavernas a 40 metros de profundidade. Para se ter ideia, esse local tem a mesma altura da Catedral de Notre Dame de Reims, ou seja, é fundo de verdade.

    A visitação se encerra com uma degustação de uma taça de champanhe, que pode ser um rosé ou um branco dos brancos – Blanc de Blancs. O legal de você ir acompanhada é que cada um pode pedir um tipo diferente de bebida, e assim você prova os dois.

    Por fim, essa degustação é seguida de uma visita a loja da Maison, onde você pode trazer alguns rótulos para casa.

    Parada obrigatório, é claro. Melhor souvenir que este não tem.

    Como reservar um almoço ou jantar?

    Pelo próprio site da empresa, o almoço ou jantar pode ser reservado para grupos de oito a doze pessoas.

    Com relação ao preço, tudo depende da cotação do euro, do menu, acompanhamento e do chefe que vai servir a refeição, mas o preço gira em torno de 350 euros.

    Uma coisa legal desse jantar é que ele foi criado por uma personagem, feita pela artista japonesa Kanaka Kuno, a Petit R, que conta a história da Maison Ruinart por meio da gastronomia.

    Um momento bem interessante que é finalizado com a boneca abrindo uma garrafa de champanhe, que também é aberta no “mundo real” e servida aos visitantes.

    Qual é o perfil e o processo de produção da empresa?

    O perfil dos espumantes da Maison Ruinart é elegante, puro e fresco. A ideia principal da companhia é criar champanhes fora do perfil tradicional, ou seja, aqueles produzidos com leveduras em autólise – easty -, ou oxidativos.

    O foco da companhia é produzir um vinho que fique mais próximo do sabor da fruta, preservando e potencializando toda a riqueza e frescor aromático que a uva traz para a bebida de forma natural.

    Para poder alcançar esse perfil, não existe nenhum segredo mirabolante. Na verdade, o ponto principal é evitar que o champanhe entre em contato com o oxigênio em qualquer fase da produção. Para isso, a companhia utiliza gás inerte para evitar este elemento.

    Além disso, o vinho base é sempre fermentado em inox ao invés de barricas de carvalho, como é de costume.

    Por fim, a Maison Ruinart também evita uma fermentação muito longa. Como se sabe, quanto mais lento for esse processo, mais oxidativo será a bebida, e o objetivo é justamente o contrário disso.

    Quais são os melhores champanhes Ruinart?

    1. Ruinart de Ruinart

    Feito com uvas brancas, o Ruinart de Ruinart é produzido com castas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay.

    O aroma principal é de frutas limpas e maduras, principalmente de maçã amarela e pera, acompanhada de notas de amêndoas e ameixa branca.

    Tem um mousse bem delicado e uma boa acidez, que faz a bebida ser bem cremosa no paladar.

    Com relação ao valor, vai depender muito da safra escolhida, mas uma garrafa custa a partir de R$1.000,00.

    2. Ruinart Rosé

    Com o Ruinart você vai se deparar com um champanhe de cor bem intensa e uma tonalidade salmão.

    Complexo, ele chega com um perfil bem frutado no nariz, com aromas de tangerina doce, morango, romã e figos frescos, com um toque floral de oleandro, além de notas de especiarias como pimenta rosa.

    No paladar também traz um sabor de fruta, principalmente framboesa.

    O rótulo gira em torno de R$850,00.

    3. Blanc de Blancs

    Com uvas Chardonnay, esta versão traz todo o brilho dessa uva.

    Ele tem um aroma de frutas tropicais, como manga, pera, cardamomo e casca de limão que se junta a notas florais e de brioche.

    No paladar é fino, mas cremoso.

    Uma garrafa possui o custo de aproximadamente R$550,00.

    4. Dom Ruinart Blanc de Blancs

    O Dom Ruinart blanc de Blancs também é feito com uvas Chardonnay, que passam por uma estágio de 10 meses dentro da garrafa, diferente do citado acima.

    O que acaba conferindo à bebida um aroma de frutas secas, amêndoas tostadas, além de biscoito amanteigado, brioche e especiarias, como noz moscada e baunilha.

    Detém uma estrutura firme no paladar, assim como finura e uma boa efervescência.

    O custa de um exemplar é de R$860,00.

    Conclusão

    Uma das coisas mais legais do universo do vinho é que você pode se aprofundar nesse assunto a ponto de conhecer como a sua bebida preferida é produzida, e isso é muito interessante.

    Gostar de vinho e das bebidas derivadas feitas com essa fruta vai muito além de apenas degustar o líquido. Conhecer a história das companhias também faz parte desse processo, ainda mais de uma das empresas mais relevantes e importantes neste ramo.

    Então, se pretende fazer uma viagem até a França, não deixe de passar por Reims. Essa cidade vai te levar de volta aonde tudo começou na história dos champanhes, e é uma experiência que com certeza vale a pena.

    Referências:

    https://www.sailsandspices.com/ruinart-champagne/

    https://observador.pt/especiais/nestas-pedreiras-de-giz-dormem-os-champanhes-da-casa-mais-antiga-do-mundo/

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