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Curiosidades

13 tipos de Uvas Tradicionais e Famosas na Produção de Vinho

Apreciado por grande parte das pessoas em todo o mundo, o vinho é de fato uma bebida requintada.

A forma como é produzido, o local onde é produzido e o qual é realizado o cultivo das uvas bem como a qualidade da cepa usada para cada receita, concede a cada garrafa características distintas em relação a qualquer outra.

Há uma imensa variedade em rótulos em todo mercado, e muitas pessoas gostam de experimentar os distintos sabores disponíveis.

Você sabe que tanto o vinho branco quanto o tinto podem ser elaborados com o mesmo tipo de uva?

Sim, tudo depende da forma em que se produz bem como a particularidade de cada vinícola.

Em virtude disso, produzimos esse artigo mais completo para sanar dúvidas quanto aos tipos de uvas mais utilizadas para produzir vinhos de qualidade.

O que uma uva precisa para ser boa para fabricação de vinhos?

A uva é a matéria-prima de todos os vinhos, no entanto, a sua qualidade tende a interferir sempre no produto final.

São inúmeros os fatores que são capazes de influenciar especialmente a parte inicial da produção.

Desse modo, para que a uva seja considerada de qualidade e ideal para produzir um bom vinho, depende dos seguintes fatores:

  • Qualidade de cada solo;
  • Condições do clima e temperatura, bem como a sua oscilação diária;
  • Metodologia de plantio, cultivo e colheita;
  • Manipulação adequada, dentre outros.

Todos esses fatores são imprescindíveis para formar uma bebida com aromas, sabores e texturas agradáveis.

Cada casta da uva, é indica para produzir um tipo do vinho. Além disso, há outros fatores pois a produção é oriunda da combinação de 2 ou mais tipos de uvas.

Grande parte dos vinhos existentes, é elaborada por uvas “Vitis vinífera” com origem na Europa, por exemplo a Merlot, a Cabernet Sauvignon e a Chardonnay, entre tantas outras.

Veja abaixo as 13 uvas mais usadas:

1 – Pinot Noir

No que tange ao cultivo, essa uva sob nome Pinot Noir é muito oposta às uvas Cabernet Sauvignon.

Isso dado que, elas precisam estar em perfeitas condições para que a sua colheita constitua ótimos vinhos.

Quando elas são plantadas nas áreas que não possuem um equilíbrio no clima e nem na temperatura ambiente, as bebidas tendem a ser muito mais adocicadas e até consideradas sem qualidade.

Trata-se, portanto, de um tipo que pode ser encontrado apenas na região da Bulgária, França, Chile, Califórnia ou na Argentina.

Nesses países, a uva consegue se desenvolver perfeitamente e, por consequência, gerar bebidas mais requintadas, complexas, únicas e muito elegantes.

Os vinhos criados através da Pinot Noir são ditos como misteriosos, com seu taninos bem firmes e menos acentuados.
O aroma é bem característico e singular, o que torna essa uva ideal para as varietais.

Embora ela seja mais utilizada para vinhos tintos, ainda é possível ver versões de vinho branco, rosé e até mesmo espumantes com ela.

Qualquer uma destas bebidas são consideradas de muita qualidade, valor e apreciado por muitos.

2 – Merlot

Vinho produzido com Merlot geralmente é a preferência de quem preza pela elegância na degustação.

A suavidade bem como a longevidade bem variada são características marcantes dele. Tanto os vinhos mais jovens quanto os mais envelhecidos são de igual qualidade.

Esta uva é facilmente distinguida devido a sua aparência mais aveludada, azulada e ainda por contar com bagos maiores.

Este último, no entanto, é que proporciona aos vinhos taninos medianos sendo então contemplados pelas pessoas.

Essas uvas, são cultivadas nos países que possuem climas diferentes. Isto é:

  • Produção em regiões quentes – Os vinhos tendem a ser mais frutado, com poucos taninos, mais estruturados especialmente quando permanecidos durante um tempo nos carvalhos;
  • Produção em regiões frias – Os vinhos geralmente são dotados de taninos maiores mesmo que eles sejam mais jovens. Além disso, possui a estrutura mais robusta e, por isso, é a preferência de muitos especialistas.

De modo geral, as bebidas com a Merlot, possuem uma textura doce e bem macia. Os aromas são comumente das frutas mediterrâneas e vermelhas.

Pode-se notar a presença de cereja, figo, framboesa, morango, ameixa, groselha e amora.

Há versões sob tons florais da violeta e da rosa, bem como também amadeirados como o cedro e o carvalho.

Além disso, apresentam em seu aroma notas de tabaco, cacau, baunilha, erva, fumaça e também especiarias.

Diante das possibilidades, nota-se que essa uva é uma variante ótima tanto para vinho de corte quando para varietal, oferecendo mais complexidade e sensações únicas.

3 – Cabernet Sauvignon

Essa é indiscutivelmente uma uva muito popular e bem democrática. Sob origem francesa, é permissível o seu cultivo em outras regiões no mundo desde que sejam em climas temperados e quentes.

Devido a sua extrema qualidade, a Sauvignon é conhecida como a verdadeira rainha de todas as uvas tintas.

Ela é inclusive, usada com um tipo de termômetro para medir o valor da vinícola.

Muitas pessoas defendem a ideia de que se um rótulo é bom, automaticamente todos os outros serão.

A sua plantação é específica para frutificação tardia ou média. Isso é o que a torna especial, pois, os vinhos com ela contam com sabores e aspectos bem diferentes.

Nos lugares mais frios, traços do pimentão tendem a se acentuar. Em contrapartida, nos lugares mais quentes há a acentuação de ameixas e amoras silvestres.

Essa uva é utilizada para os vinhos feitos para acompanhar satisfatoriamente as refeições.

Em geral, a maioria das bebidas com elas produzidas são tintas, no entanto, é possível encontrar versões do branco. Tais bebidas são do tipo seco e com aroma e amargor bem característico.

Ademais, o corpo é estruturado e seus taninos bem discretos e, por isso, é perfeito para acompanhar pratos mais intensos como bacalhau, queijo forte e carne de boi.

4 – Cabernet Franc

Como o nome já é bem sugestivo, nota-se que essa uva é oriunda da França. A sua junção com o tipo SauvignonBlanc originou a Cabernet Franc.

Esse tipo de uva, quando submetida a temperatura bem como às chuvas de maneira correta, ela tende a florescer e amadurecer mais cedo.

Ela é verdadeiramente muito sensível às variações da temperatura e, por isso, quando exposta ao frio extremo, a bebida fica podre.

Entretanto, quando exposta a muito calor, o seu amadurecimento é precoce e pode acarretar em uma bebida com excesso de notas de ervas e vegetais em seu aroma.

Por isso então, é imprescindível o cultivo adequado e correto para manter os cachos menores e sob a cor intensa e profunda da violeta.

Seus bagos são mais delicados, suculentos e redondos. Resulta-se, portanto, em bebidas suaves mesmo com o residual de açúcar.

Os vinhos fabricados exclusivamente com essa uva, são varietais bons, com o corpo médio ou leve, além da coloração ser mais suave.

São vinhos de tom vegetal no fundo, com aroma de groselha e ainda da framboesa.

Os produtores, utilizam a Franc para fabricar vinho de corte com sabor de fruta e de especiarias. Isso é que garante maciez e frescor para a bebida.

É excelente para harmonizar com carnes grelhadas e também com vegetais.

5 – Chardonnay

A Chardonnay foi a mais mencionada nas literaturas e também no cinema. Ela é famosa por conceber vinhos brancos mais notáveis e apreciados em todo o mundo. É tão falada que o seu nome e confundido inclusive o com da bebida em questão.

A sua origem é na França, porém, vários países como a Austrália, os Estados Unidos, a Nova Zelândia, Chile, África do Sul, Argentina e até mesmo no Brasil, ela é cultivada.

Desse modo, é muito importante checar sempre a procedência da uva antes de experimentar qualquer rótulo.

Isso porque, as variações de temperatura, chuva e solo são determinantes para garantir sabor e textura qualificada para a bebida.

Portanto, as características do vinho são diretamente ligadas ao país de sua origem e também da vinícola produtora.

Bom, as cultivadas no calor são encorpadas e com menos acidez. Nas áreas cujo clima é mais ameno, a bebida fica com um sabor cítrico.

Já as sob cultivo no frio são mais doces e apresentam notas do pêssego e do melão, o corpo é médio, sua acidez é alta, e ao paladar é mais duro sob nota da ameixa e da maça verde.

Quando passam pela barrica da madeira, todas as características sofrem alterações como, por exemplo, ficam com a concentração de álcool maior e acentua o açúcar, fazendo-se pensar até que não são vinhos secos.

Diante disso, percebe-se que a Chardonnay é muito versátil e tem a capacidade de produzir variados tipos do vinho.

Inclusive com uva de corte para fabricação de espumante, uma bebida bem equilibrada e ao mesmo tempo muito complexa.

6 – Malbec

Sua história é muito semelhante à da Tannat. Ambas são de origem na França e são cultivadas na área da Argentina com muita excelência. Essa região, na verdade é a responsável pela maior parte dos vinhos feitos dessa uva no mundo.

Esse tipo de vinho se tornou a assinatura dos argentinos e um dos mais apreciados. A variação repentina do clima em apenas um dia, ou seja, muito quente e muito frio em um único dia, é perfeita para conceber às uvas amadurecimento e crescimento no tempo adequado.

O resultado, é um vinho cheio de texturas aveludadas, com sabor muito intenso e com aromas do figo, da ameixa e ainda da cereja. Além deles, é possível notar a presença do tabaco, da baunilha, do café e do cacau.

Se a bebida for envelhecida no carvalho, seu corpo é ainda mais firme e prazeroso ao paladar. Nessas versões, há existência de aroma do couro e de torrada. Sua cor é muito intensa, mas há opções em rosé e espumantes feito da Malbec.

Esse vinho é apto para acompanhar desde receitas mais leves até as mais complexas e marcantes.

7 – Moscato

A Moscato pode ser encontrada na cor verde ou tinta. É uma das mais antigas uvas cultivadas ao redor do mundo.

Elas são conhecidas pela produção de vinho rosé, branco e tintos sob altíssima qualidade. De modo geral, ela consegue dar origem a vinhos doces e com teor baixo alcoólico.

A bebida feita com ela, contém aroma frutado da tangerina, do pêssego e da flor da laranja. Devido ao alto frescor, fabrica-se com ela espumantes moscatéis de extrema qualidade.

O aroma dessa bebida é tão singular, que qualquer especialista o reconhece facilmente. Esse aspecto é aproveitado para vinho de sobremesa devido ao açúcar residual bem pronunciado.

O vinho da uva moscato então, é a combinação ideal das saladas de frutas, bolos, creme de mamão, mousse ou ainda o petit gateau.

8 – Sauvignon Blanc

Esta uva branca é a mais famosa em todo o mundo! Como já mencionado anteriormente, ela em junção com a Franc origina a rainha Cabernet Sauvignon. É de fato muito nobre e uma das mais arcaicas bordalesas desse universo.

O cultivo é feito na sua terra de origem, entretanto, ela é destaque também na região da Nova Zelândia.

Por esse motivo, a uva de cada região apresenta aspectos distintos e bem característicos da cultura de cada uma delas.

Sob os solos franceses, utiliza-se a uva para corte e com os blends com a Semillón. Ambas passam, pelo método nobre podridão com o intuito de elevar o teor de açúcar em todos os bagos.

Já em Loire, região dos alpes franceses, essa uva é popular como uma varietal. Suas bebidas são ricas e sua fama se espalha pelo mundo.

São do tipo seco, muito refrescantes e ainda apresentam os traços mais frutados, com aroma vegetal e mineral.

Na Nova Zelândia, o sabor frutado é ainda mais acentuado do que na França. O segredo é a forma de cultivo com as colheitas realizadas em estágios distintos da maturação.

A resultância pode ser sentida ao longo da degustação da bebida, que é muito mais encorpada quando se comparada aos outros rótulos.

Além disso, com mais complexidade e com os aromas das ervas, da lima, do aspargo e ainda da maça verde.

De modo geral, são tipos de vinhos bem marcantes, aromáticos, com acidez adequada e muito frescos.

Essa uva, permite a combinação perfeita com aspargos e queijos de cabra, os quais geralmente são muito difíceis de harmonizar com vinhos.

9 – Semillón

Mesmo não sendo tão famosa quanto a Sauvignon Blanc ou Chardonnay, a Semillón está entre as brancas mais plantadas em Bordeaux, na região da França.

A cultivação é muito simples, com o seu brotamento demorado e com maturação acelerada.

A colheita é acertada no momento em que as uvas estão sob a cor mais rosada e bem acobreada.

Nessas circunstâncias, os vinhos ficam mais frutados com notas de maça, pêra, uva, nectarina, limão, melão e também do figo.

Algumas vinícolas, optam por deixá-las em processo de aprodrecimento nobre para acentuar ainda mais os açúcares.

Esse processo nobre é derivado do “Botrytis cinérea”, um espécime de fungo muito específica.

Esse procedimento, garante uma bebida de sobremesa com aroma de mel, pêssego, marmelo, damasco e até abacaxi.

São vinhos de baixa complexidade, brancos e de corte, com textura macia e muito saborosos.

10 -Tannat

As Tannat são uvas francesas, porém, as vinícolas do Uruguai as adotaram para produzir seus variados e excelentes vinhos.

No Brasil, entretanto, elas são cultivadas eminentemente nas áreas da Serra Gaúcha e também na Campanha Gaúcha. De fato, elas não perdem em nenhum momento pela qualidade.

Mesmo que a qualidade seja igualada, os aspectos da uva Tannat cultivada na França são muito diferentes das cultivadas nos solos sul-americanos.

A diferença está na temperatura da chuva, seja mais baixa e mais intensa, de maneira respectiva, no Brasil e também no Uruguai.

O resultado, é um tipo de bebida mais fresca, fina, com taninos extremamente marcantes e bem latina.

Devido a essas particularidades, antigamente era desprezada para a elaboração de varietal. Surgiu a partir daí a ideia de tê-la como ingrediente principal nos vinhos de corte.

Esta uva Tannat envelhece muito bem e quando preservadas nas barricas por tempo adequados, tendem a conceber vinhos excepcionais e com altíssima qualidade.

Com ela, é possível apreciar uma bebida imensamente saborosa, encorpada, redonda, e muito agradável ao paladar.

Sua tonalidade é um vermelho bem escuro e seu aroma conta com notas do morango, da ameixa, da baunilha e de framboesa.

É então um tipo que combina com pratos que são mais gordurosos como assados, churrasco e outros tipos de receitas condimentadas.

11 – Gewurztraminer

Aparentemente, é um nome muito complexo e complicado de se dizer. Para simplificar, deve-se pronunciar “gaverztramener”. É uma palavra alemã e significa “uva para tempero”.

Essa uva em questão, consegue dar origem a vinhos muito fáceis de serem amados e principalmente de serem identificados pelos seus aspectos bem singulares e marcantes.

O período de maturação dessa espécie é relativamente ágil. Para isso, o seu cultivo deve ser realizado nas áreas com temperatura mais amena.

Esse equilíbrio é importante, pois quando submetidas ao calor o processo de amadurecimento é muito precoce.

E quando esse fato ocorre, todas notas e nuances das flores e das especiarias se perdem, deixando a bebida um tanto sem graça, isto é, considerada sem qualidade satisfatória.

Geralmente, os vinhos oriundos desta uva são rosés e brancos que contam com sabores muito particulares.

O que diferencia essa bebida para as outras de costume, é o aroma da lichia, de canela, de gengibre, de abacaxi e de damasco.

Os vinhos desta uva, se encontram na lista dos mais aromáticos diante das classificações vigentes.

Embora sejam demasiadamente frutadas, podem ser mais secas ou doces, porém, sempre apresentaram muita doçura, independente da quantia do açúcar residual.

Geralmente, seus vinhos, são muito encorpados e densos.

Assim como qualquer rosé ou branco, a sua degustação é ideal para locais mais quentes ou com boas temperaturas.

Isso visto que, são extremamente aromáticos e perfeitos para acompanhar receitas marcantes e condimentadas. Os pratos indianos são verdadeiramente a combinação perfeita.

12 – Barbera

De origem italiana, mas, muito popular em todo o território brasileiro, uma vez que foi transportada pelos colonos que migraram para cá.

A uva Barbera, tem o poder de se transformar em diferentes bebidas. É capaz de produzir vinhos leves, intensos e até complexos, além de oferecer um potencial extremamente sadio ao envelhecimento.

Essa uva até a década de 1980, era usada para elaborar os vinhos mais grosseiros. Desde então, iniciou um processo de otimização do cultivo, e assim, ela ganhou espaço nos rótulos mais reconhecidos e nobres do mercado vinícola.

Ela se tornou especial, quando a plantação passou a ser efetuada nas áreas com o solo mais nobre e quente. Tais características se destacam na Itália, na Califórnia e também no Estados Unidos.

Os tintos elaborados com ela são bem escuros, em tom rubi, com acidez mais elevada, e muito propício para ser envelhecido.

Sob guarda, ao longo dos anos, esses vinhos ficam bem mais redondos, muito macios e o aroma das frutas vermelhas originais são satisfatoriamente mantidos.

Essa versão, é uma das poucas que podem ser harmonizadas com salmão defumado, carne de cordeiro, com molhos de anchovas e brócolis.

13 – Riesling Itálico

Esta, é uma espécie de extrema importância para a fabricação e cultivo brasileiro. Ela é especialmente plantada na Serra Gaúcha e encarregada de produzir vinho branco e espumante nacional.

Embora seu nome faça referência ao país da Itália, a sua origem não é precisa. Além do Brasil, a Croácia também é uma grande produtora dessa uva.

Ela faz muito sucesso devido a sua boa acidez e a capacidade de ficar perfeita em temperatura mais baixa, ou seja, quando são resfriadas.

Desse modo, os vinhos feitos com essa uva, acabam por ser uma bebida que harmoniza de maneira especial com os lugares sob temperatura ambiente predominantemente alta. E o Brasil, é um território que se encaixa nesse quesito.
O seu frescor e seu corpo bem leve são muito característicos bem como o aroma pode variar entre cítricos e frutados.

Por essa razão, essa uva é a preferência de muitas vinícolas para elaborar versões de corte e espumante.

Outra maneira especial de desfrutar do potencial da uva Riesling Itálico, é utilizá-la em produções de vinho de sobremesa.

O seu equilíbrio dentre a doçura e a acidez, o torna ideal para acompanhar doces feitos de frutas com laranja e limão.

Conclusão

Você já conhecia todos os atributos de cada tipo de uva? São várias opções que são utilizadas para formar vinhos distintos, com sabores e aromas bem particulares. Cada uma é capaz de oferecer experiências e prazeres incalculáveis.

Se você ainda não é um apreciador de vinhos, sugiro que comece já, pois, verdadeiramente está perdendo experiências incríveis. Sentar em uma mesa com amigos, conversar, beliscar um petisco e deliciar uma taça de vinho é realmente algo maravilhoso!

Nesse momento, você já é capaz de saber a diferença entre cada espécie de uva bem como suas principais propriedades.

A partir desse artigo, certamente você está pronta para fazer a sua escolha entre versões tintas, branco, espumante ou rosé.

E ainda de fazer a degustação compreendendo todas as classificações, registro pessoal de cada tipo e das percepções no paladar que cada opção é capaz de proporcionar.

Quem entra para esse mundo de apreciadores de vinhos, percebe o quão valioso e prazeroso é cada um deles!

Referências:

https://www.foodrepublic.com/2018/05/20/15-types-of-grapes-to-know-eat-and-drink/

https://winefolly.com/lifestyle/the-18-noble-grapes-wine-challenge/

https://michiganwinecountry.com/wines-grapes/wine-grape-varieties/

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