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    Qual é a Melhor Técnica para Tirar a Rolha da Garrafa de Vinho Com e Sem Abridor?

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    PosiçãoSaca-rolhaPreçoOnde Comprar
    1Chave de vinho ou dois estágiosR$7,90Ver
    2Saca-rolhas AladoR$14,99Ver

    O vinho é um tipo de bebida alcoólica cujo a sua produção é feita a partir da fermentação das uvas mais frescas e esmagadas.

    No entanto, para garantir a total qualidade deste produto até o consumo final, a rolha se tornou um item primordial.

    Elas são responsáveis por realizar a vedação total da garrafa e evitar a proliferação de fungos e bactérias que podem interferir no sabor do vinho.

    E muitas vezes, no momento de degustar a bebida, as pessoas se deparam com dúvidas em relação a forma correta de abrir a garrafa.

    Se essa também é a sua dúvida e/ou dificuldade, continue conosco nesse artigo para conhecer sobre os acessórios e a maneira de abrir o seu vinho sem dificuldade.

    Qual é a forma correta de remover a rolha?

    A maneira mais adequada, é certamente com a ajuda do saca-rolhas. Esse é o acessório mais indicado para abrir a garrafa do vinho.

    Existem disponíveis no mercado vários tipos de saca-rolhas que facilitam no momento de extrair as rolhas corretamente. Porém, os mais utilizados são os seguintes:

    1 – Chave de vinho ou dois estágios

    saca-rolha-2-tramontina-rolhas-como-abrir-com-faca-abridor

    Esse modelo possui um cortador de tiras, uma alavanca e o saca-rolhas em sí. Para utilizar de maneira correta deve seguir os seguintes passos:

    • Remover o alumínio que envolve o topo com o cortador em movimento circular;
    • Descarte o alumínio;
    • Insira o saca-rolhas girando no sentido horário até que o mesmo seja completamente inserido na rolha;
    • Apoie na borda da garrafa a alavanca e puxe a sua alça para remover completamente a rolha.

    Embora esse modelo seja profissional, ele é muito querido pelos iniciantes.

    Esse modelo pode ser encontrado para comprar a partir de R$7,90.

    2 – Saca-rolhas Alado

    Abridor-de-vinho-do-saca-rolhas-da-asa-premium-tudo-em-um-do-saca-rolhas

    Esse modelo tende a ser mais fácil de manusear, principalmente com a ajuda das asas. Basta seguir os passos abaixo:

    • Remova a parte de alumínio com a ajuda de uma faca cuidadosamente;
    • Insira a “minhoca” do alado na rolha;
    • Aperte-a até chegar ao final da rolha e quando sentir que ela esteja segura;
    • Segure as asas e as empurre para baixo e verás que a rolha subirá conforme elas vão descendo;
    • Quando as duas alças estiverem totalmente voltadas para, segure bem o fundo do abridor, firme a garrafa com a outra mão e puxe a rolha do gargalo.

    Esse modelo pode ser encontrado a partir de R$14,99.

    Como abrir uma garrafa de vinho sem o saca-rolhas?

    Como podemos conferir, a maneira mais simples e mais adequada de abrir um vinho é sem dúvida com o saca-rolhas.
    Entretanto, as vezes é possível não estar de posse desse acessório e, por isso, listamos abaixo algumas maneiras que podem te ajudar no momento da abertura da garrafa.

    1 – Com a ajuda de prego e martelo

    • Pregue cerca de quatro pregos em fileira na rolha e deixe ficar para fora cerca de 1 centímetro;
    • Com a parte da orelha do martelo, retire os pregos com cuidado como se fosse alavanca.

    2 – Com parafuso, alicate e chave de fenda

    • Rosqueie o parafuso dentro da rolha com ajuda da chave de fenda;
    • Quando esse parafuso perfurar a rolha por completo, puxe-o pela cabeça com o alicate.

    3 – Com um sapato de salto

    • Encaixe toda a base da sua garrafa no interior sapato, ao lado do salto;
    • Mantenha firme a base da sua garrafa e utilizando a mesma mão, inicie com batidas ritmada e com continua pressão;
    • Faça isso repetidamente até que a rolha comece a sair;

    4 – Com um isqueiro ou com maçarico caseiro

    É primordial que você entenda do cuidado no manuseio para que consiga retirar a rolha sem qualquer tipo de desastre. Atente-se para não aquecer demasiadamente o vidro evitando que o mesmo se quebre.
    Siga os passos:

    • Aqueça de maneira cautelosa o ar embaixo da rolha. Isso fará o ar expandir e consequentemente empurrar para fora da garrafa a rolha;
    • Esse procedimento somente funciona se você distribuir uniformemente o calor por todo o vidro;
    • Cuidado para a garrafa não estourar.

    5 – Como faca ou com canivete: Use sempre com cautela para não se machucar

    Se essa for a sua escolha na hora de abrir a sua garrada, prefira sempre lâminas menores que sejam o suficiente para introduzir no gargalo. Isso evita acidentes e é mais fácil para retirar a rolha sem quebrá-la.

    • Selecione uma faca que seja bem pontiaguda e pequena no tamanho suficiente para inserir na garrafa;
    • As facas com serras são também boas escolhas para realizar o procedimento;
    • Coloque a lâmina delicadamente;
    • Sem pressionar muito, faça sempre movimento de vai e de vem lateral;
    • Repita esses movimentos até a lâmina atravessar completamente a rolha;
    • Em seguida, torça com cuidado a faca e retire a rolha puxando de forma lenta para cima;
    • Tenha cuidado para não partir a rolha;
    • Insira a sua faca entre o gargalho e a rolha pressionando cuidadosamente como se ela fosse uma alavanca.

    Essa opção, pode ser facilmente substituída por uma chave comum de porta que possui a mesma eficácia.

    Conclusão

    Nesse artigo, mostramos a você a melhor e mais correta maneira de abrir a garrafa de vinho que contém rolha em sua vedação.

    No entanto, cada tipo possui uma forma específica e fácil de manusear. Basta seguir as instruções que não tem erro.

    Se você é amente de um bom vinho, o ideal é investir em acessórios que possuem boa qualidade, durabilidade e facilidade no manuseio.

    Porém, além dos saca-rolhas (os mais adequados), há outras alternativas que podem te salvar se por ventura não tiver o acessório.

    Todavia, para toda e qualquer maneira escolhida para abrir a garrafa, é primordial tomar cuidado para não danificar/ quebrar a rolha ou permitir que a mesma caia dentro da bebida.

    Não deixe que o processo de abertura da garrafa seja um impedimento para apreciar a bebida junto das pessoas que ama. Siga as nossas dicas e certamente verá o quão fácil e prazeroso pode ser.

    E agora que já sabe como abrir o seu vinho, pronto, é só curtir e apreciar o momento!

    Referências:

    https://thegrapepursuit.com/open-wine-with-a-corkscrew/

    https://www.delish.com/kitchen-tools/cookware-reviews/a28931484/how-to-open-wine-bottle/

    https://www.thepioneerwoman.com/food-cooking/cooking-tips-tutorials/a32388864/how-to-open-wine-bottle/

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    Curiosidades

    Qual a Influência dos Tipos de Solos na Qualidade da Produção do Vinho?

    É ótimo abrir uma garrafa de vinho e perceber que a bebida é cheia de qualidades. Apesar do tipo de uva, fermentação, vinificação e até o nível de maturação da fruta serem importantes para criação de uma excelente bebida, existe outro ponto muito importante nesse processo que muitas pessoas esquecem: o solo.

    Assim como qualquer outra folhagem, para dar bons resultados as videiras precisam de uma terra forte, cheia de nutrientes para poder prosperar.

    Abaixo, vamos falar mais sobre isso e sobre os tipos de solo ao redor do mundo.

    Quais são os tipos de solos para o melhor cultivo da uva?

    1 – Argila e calcário

    A maior característica de um solo de argila e calcário é a sua capacidade de retenção de líquidos – água. Por conta disso, ele cria para a videira um local fresco, que é possível graças as propriedades naturais de drenagem do calcário.

    Quando nos deparamos com uma terra de argila e calcário estamos vendo um local repleto de zircão, quartzo e nutrientes, sendo esse último gerado pelos fósseis de animais, principalmente moluscos, de milhões de anos atrás.

    Esse tipo de terra é visto comumente em Champagne, Borgonha e no Vale de Loire, na França. E não é à toa que os vinhos dessa região são repletos de qualidade, limpeza e de características únicas.

    2 – Arenoso

    Um solo arenoso é uma terra com uma boa drenagem, além de reter um nível ideal de calor e que tem uma enorme resistência natural contra pragas.

    Visto em Mendoza, na Argentina, e em Piemonte, na Itália, essa terra produz um vinho bem concentrado.

    3 – Calcário

    Quando sozinho, muitos acreditam que o calcário não faz verão, como diz o ditado. Mas não é bem assim.

    Um solo com apenas esse elemento é uma terra que quase não tem matéria orgânica. Por outro lado, é um local com altos níveis de carbonato de cálcio, cerca de 70%. Essa porcentagem faz com que as uvas que são plantadas nele sejam mais ácidas, resultando em uma bebida refinada e fresca.

    É comum ver esse tipo de solo também na França e na Califórnia.

    4 – Rochoso

    Um solo rochoso tem um bom nível de drenagem, assim como a superfície é capaz de reter uma boa dose de calor. Como é dividido em camadas, isso faz com que a umidade se infiltre com mais facilidade na terra.

    Além disso, ele também dá mais liberdade para a planta fincar suas raízes mais fundo, em busca dos nutrientes que precisa.

    Como resultado, essa terra produz vinhos fortes, robustos e encorpados. Observa-se esse tipo de solo na Alemanha, França e Portugal (na região de Douro).

    Quais são os tipos solos ao redor do mundo utilizados no cultivo da uva?

    França – Châteauneuf-du-Pape

    A França é responsável pela fabricação dos melhores vinhos do mercado. Por lá você encontra um solo repleto de rochas lisas e redondas, que chegaram até o vale de Rhône após anos de enchentes que aconteceram há séculos atrás, provavelmente durante a Idade do Gelo.

    Mesmo parecendo uma terra nada propícia para o cultivo de uvas, essas pedras retém o calor durante o dia. Já à noite elas liberam essa energia para as vinhas, resultando em um vinho bem rico, com alto nível de álcool, encorpados e com um sabor beirando o picante.

    Austrália – Coonawarra

    A Austrália vem se destacando nos últimos anos no mercado de vinhos, e parte disso eles devem ao solo dessa região, mais precisamente em Coonawarra.

    Aliás, o solo por lá é para lá de inusitado. Essa região já foi um litoral, por conta disso a área tem uma base de arenito com a parte de cima em calcário.

    Ao longo de muitos anos, o calcário secou e isso causou uma desintegração da terra, que começou a erodir e provocar diversos depósitos de ferro na parte de dentro. Isso resultou em oxidação e também na famosa coloração alaranjada e vermelha das terras da Austrália.

    O resultado final é um solo muito rico em minerais e nutrientes, e que tem um excelente nível de drenagem. Por conta dessas características, a região é perfeita para o cultivo de uvas do tipo Cabernet Sauvignon.

    Alemanha – Mosel

    O que predomina em Mosel, na Alemanha, são terras de ardósia. É um solo que absorve bem o calor do sol e reflete essa energia nas frutas, garantindo que as uvas amadureçam bem.

    Além disso, é uma terra bem porosa e que garante uma dose de mineralidade excelente para o tipo de uva mais comum da região: a Riesling.

    Aliás, muitos consideram essa casta como o reflexo perfeito da área. Não é à toa que Mosel é vista como um dos pontos mais importantes do mundo na viticultura.

    Portugal – Douro

    Muitos dizem que os vinhos que são fabricados em Douro são verdadeiros sobreviventes, isso porque a região é composta basicamente de granito. Mas ao invés de ser algo ruim, esse solo, que é dividido em camadas na vertical na sua base, permite que a umidade consiga entrar na terra.

    Oferecendo, assim, mais espaço para a planta buscar nutrientes em suas profundidades. O resultado desse verdadeiro sobrevivente são vinhos fortes e encorpados.

    Espanha – Priorato

    A terra em Priorato, na Espanha, é uma mistura de quartzito com ardósia escura, além de ter um grande número de rochas e muita porosidade.

    Por conta dessas características, o solo detém uma altíssima capacidade de absorção e ainda permite que as raízes das uvas cavem até 25 metros abaixo das rochas em busca de nutrientes e dos bolsões de água.

    Sem dúvida que essa terra contribui diretamente para a fama dos vinhos produzidos em Priorato.

    Ainda temos Borgonha e Vale do Loire, na França, que é basicamente calcário e argila, uma combinação perfeita.

    Argentina – Mendonza

    Mendoza, na Argentina, com um solo composto de xisto, granito, areia e depósitos aluviais, criando um ótimo ambiente para o crescimento das frutas.

    Conclusão

    Como comentamos no texto é óbvio que vários fatores influenciam na qualidade do vinho, a começar pela própria uva e o clima, além dos processos feitos após a colheita, mas o começo de tudo, sem dúvida nenhuma, é o seu Terroir, a terra onde a uva vai ser cultivada.

    Referências:

    https://thecorkscrewconcierge.com/2021/04/dirt-matters-vineyard-soils/

    https://sommelierschoiceawards.com/en/blog/insights-1/soil-types-that-matter-for-grape-growing-164.htm

    https://winefolly.com/deep-dive/introduction-soil-types-wine/

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    Como Ler o Rótulo do Vinho de Forma Simples para Facilitar a Seleção?

    Você está no mercado, na sessão de vinhos e agora é a hora da verdade: como é que você escolhe qual vai levar para casa?

    Além do preço, outra coisa que você deve sempre olhar é se o vinho é tinto suave, seco, espumante, brut, rosé e etc. Mas é claro que tem outras classificações, como safra, local de produção, se foi feito com colheita tardia e muito mais.

    Óbvio que essas informações são importantes, mas você precisa saber identificar também outros dados que são tão essenciais quanto estes. Assim, você terá certeza de que está levando para casa aquele rótulo que vai suprir todas as suas expectativas.

    Com isso em mente, vamos te ajudar a identificar todos esses dados contidos nos rótulos dos vinhos.

    Qual é a história dos rótulos, como surgiram?

    Podemos nomear o rótulo do vinho como sendo o RG da bebida, pois ele leva as informações mais relevantes sobre esse item.

    Qual a sua origem, país/ estado de fabricação, quais uvas foram utilizadas, quem o produziu, seu teor alcoólico, enfim, todos os itens que deram origem a este produto.

    Muito se engana quem acha que este é um hábito atual. Pelo contrário, o primeiro rótulo de vinho remonta aos antigos egípcios , para variar.

    Na época, era gravado no local de fechamento das ânforas os dados do conteúdo dentro do recipiente, ou seja, ano de produção, nome, procedência e o nome do produtor. Inclusive, vários modelos desse tipo foram achados no túmulo de Tutancâmon, que morreu em 1.323 A.C.

    Na Roma antiga o processo era parecido. As embalagens eram marcadas com o nome do vinho e com número de ânforas produzidas com aquela uva em questão.

    Esse método foi preservado até 1600. Pois é nesta mesma época que a Inglaterra começava a usar as garrafas de vidro, que eram fechadas de forma hermética com as rolhas feitas de cortiça. Acredite, isso mudou muito o mundo dos vinhos.

    Por conta da troca de material, se viu a necessidade de ter um papel na embalagem contendo as informações da bebida, e foi aí que se criou o rótulo.

    O mais antigo de que se tem conhecimento foi produzido pelo monge beneditino Dom Pierre Pérignon. Aliás, foi ele que começou o método de vinificação conhecido como Champenoise.

    Com o intuito de não confundir os vinhedos de origem e as safras, o monge começou a colocar pergaminhos que iam amarrados no gargalo das garrafas, contendo essas informações.

    Contudo, o rótulo que conhecemos hoje só foi possível após a invenção da litografia, em 1796, já que agora pode-se imprimir várias cópias de um mesmo rótulo. Este era desenhado e posteriormente reproduzido em uma pedra, que depois levava uma camada de tinta em cima. Basicamente, um carimbo.

    Porém, acredita-se que o rótulo que estamos acostumados atualmente nasceu mesmo em 1840 pelas mãos do dono do Maison De Venoge, o suíço Henri-Marc.

    Neste ano, o produtor ofereceu diversas garrafas de champanhe com rótulos contendo ilustrações e os dizeres sobre a bebida, algo recorrente nos dias de hoje.

    Quais são as principais informações encontradas nos rótulos do vinho?

    Bom, a primeira coisa que você precisa saber, antes de tudo, é que existem dois tipos de rótulos, aqueles dos vinhos do velho mundo e aqueles do novo mundo.

    Nos rótulos do primeiro, o que vem em destaque é:

    • Região onde as uvas foram produzidas (Champagne, Bordeaux, Rioja, Chiant, etc);
    • Nome do produtor.

    Este hábito é muito comum na Itália, Portugal, França, Espanha e outros países da região.

    Já os vinhos do novo mundo, o rótulo vem com as seguintes informações:

    • As uvas usadas no vinho (Merlot, Chardonnay, Riesling, Cabernet Sauvignon);
    • O nome do vinho.

    Esse método é visto em vinhos do Brasil, Argentina, África do Sul, Estados Unidos, Chile, Austrália, entre outros for a da Europa.

    Dito isso, abaixo está a lista dos principais itens que você vai encontrar em uma garrafa de vinho.

    Nome do vinho

    Vamos começar com o óbvio, a primeira coisa que você verá é o nome do vinho. Este, na grande maioria das vezes, ganha destaque na etiqueta, principalmente aqueles que foram produzidos no novo mundo.

    Isso também ajuda a própria vinícola a identificar as bebidas para os clientes e para si, ainda mais se for o caso da empresa ter diversas linhas, como é o caso da chilena Concha Y Toro. Além desta principal, a companhia ainda tem a Casillero Del Diablo, Marques de Casa Concha, e outros.

    Produtor

    Outra característica muito comum é vir o nome do produtor no rótulo, usando a Concha Y Toro como exemplo novamente, este está localizado na parte inferior do rótulo, com certo destaque.

    Porém, alguns produtores não dão nomes específicos aos seus vinhos, e por isso acabam utilizando o próprio nome da vinícola. Esse título vem seguido da safra e da uva utilizada naquele item.

    Ambos os métodos são praticados tanto por produtoras grandes, quanto por pequenos.

    Variedade da(s) uva(s)

    A identificação da variedade de uva usada no vinho é mais comum ser observado nos rótulos de bebidas do novo mundo. Esses produtores não só especificam o tipo da fruta usada, mas também a quantidade de espécies que estão presentes na garrafa.

    Por mais que pareça uma informação inútil, ela é muito valiosa. Por exemplo, com esse dado você tem uma noção do que esperar daquela bebida, o estilo dela – seco, suave, amargo, etc.

    Outro ponto importante é que com esses dados, fica mais fácil acertar na harmonização.

    Quando o vinho que você escolheu possuir um único tipo de uva ou leva uma maior porcentagem de uma só, este é chamado de varietal. Agora, quando a bebida leva dois ou mais tipos diferentes de uva, ele leva o nome de assemblage ou vinho de corte.

    Região de origem

    Esse dado é mais comum nos vinhos do velho mundo. Ele tem como intuito trazer ao cliente a noção da qualidade altíssima da garrafa que ele está adquirindo.

    Por exemplo, a região de Bordeaux é muito famosa na França por produzir bebidas de enorme qualidade, e o fato deste dado estar na garrafa já traz todo um peso para o vinho.

    Além de trazer esse peso da região, ao informar onde foi produzido, temos um pouco de noção do que esperar da bebida. No caso de Bordeaux, a área é conhecida por produzir ótimas safras de tintos à base de Merlot e Cabernet Sauvignon.

    Já Chablis, na França, é conhecida pelo plantio de uvas/vinhos brancos, como o Chardonnay.

    É comum observar também o rótulo que vem com a sub-região de origem do vinho. Isso é feito quando uma pequena área se encontra dentro de outra grande e é igualmente famosa. Um exemplo é Saint-Émilion, que fica em Bordeaux.

    Ah, e prepare o bolso, pois esses que rotulam a origem da uva, sendo uma sub-região ou mesmo um único vinhedo, costumam ser mais caros, mas igualmente mais refinados. Tudo tem seu preço!

    Safra

    A safra nada mais é do que o ano em que aquele vinho foi produzido. Mas por que tenho que saber disso? Porque, como se sabe, alguns rótulos são de guarda, ou seja, ficam ainda melhores se forem guardados por alguns anos antes de abrir a garrafa.

    Estes podem ser armazenados por muito anos, até décadas, já aqueles considerados jovens, tem um limite. Os tintos podem ser guardados por até cinco anos, já os brancos e rosés, entre dois e três anos.

    Outra informação muito interessante é que quando o rótulo não vem com esse dado, como é comum observar nos vinhos do Porto e nos espumantes, quer dizer que as uvas usadas foram colhidas em anos diferentes.

    Temperatura

    Apesar de não influenciar em nada na escolha, a informação sobre a temperatura ao qual o vinho deve ser servido é interessante, principalmente para quem está começando agora a degustar essa bebida.

    Alguns rótulos do novo mundo fazem essa indicação para ajudar o cliente ter uma satisfação ainda maior ao se deliciar com a bebida da melhor maneira possível.

    Maturação e envelhecimento

    Quer saber se a garrafa que você está comprando passou por um tipo especial de cuidado, como envelhecimento no próprio recipiente ou maturação em barris de carvalho? Se o rótulo tiver os seguintes dizeres: Reserva, Riserva ou Gran Reserva, quer dizer que sim.

    Porém, é preciso ficar atento pois esse nome não quer dizer a mesma coisa em todos os países, principalmente porque só a Itália e Espanha detém regras bem específicas para a utilização dessa nomenclatura.

    Graduação alcoólica e volume

    Saber o nível de álcool no vinho também é importante, pois é este elemento o responsável por fazer a bebida durar mais tempo, mesmo que a garrafa já tenha sido aberta.

    Os vinhos fortificados são os que mais têm álcool na sua composição, podendo chegar a 22% de volume.

    Quantidade de sulfetos

    O sulfeto pode ser usado em diversas fases da produção do vinho, desde a vinificação até a fermentação.

    Ele serve para manter o frescor e prevenir a oxidação do vinho. Ou seja, te dá a garantia que você está consumindo um produto fresco, mesmo que ele já tenha sido engarrafado há muito tempo.

    Idade das vinhas

    A idade das vinhas também te dão uma noção do que esperar do vinho.

    Normalmente, aqueles produzidos com uvas de videiras mais velhas oferecem um fruto com um sabor mais concentrado, e por conta disso, essa bebida é considerada superior a outras.

    Essa informação aparece nos rótulos com os termos: Old Vines, Vinhas Velhas ou Vieilles Vignes.

    Conclusão

    Agora você já sabe ler todas as informações da garrafa de vinho. Isso com certeza vai melhorar ainda mais a sua experiência em cada degustação.

    Referências:

    https://winefolly.com/tips/how-to-read-a-wine-label/

    https://www.nytimes.com/2020/09/28/dining/drinks/read-wine-label.html

    https://vincarta.com/blog/how-to-read-a-wine-label/

    https://napavalley.wine/articles/how-to-read-a-wine-label–17

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    Gastronomia

    Como Harmonizar Salada Caesar com Vinho?

    Às vezes, não parece ser uma tarefa muito difícil tentar achar um vinho que combine com aquela comida que estamos com vontade de fazer. Já sabemos que essa bebida cai muito bem com massas, pizzas, queijos e carne vermelha. Mas e com uma salada, por exemplo, será que rola?

    Não só rola, como vamos dar dicas de como conseguir uma harmonização perfeita com a salada Caesar.

    Qual é a origem da salada caesar e porque tem esse nome?

    Mas antes de falarmos com que vinhos ela combina, contaremos um pouco da sua história.

    No dia 4 de julho de 1924, Caesar Cardini, um imigrante italiano e dono de um restaurante, teve a ideia de inventar esse prato.

    Seu objetivo era criar uma combinação que fosse gostosa e rápida o suficiente para as horas mais agitadas durante as comemorações do dia da Independência dos Estados Unidos.

    Sem nenhuma grande pretensão, Caesar criava o que seria uma das saladas mais conhecidas e reproduzidas do mundo.

    E o nome, como dá a entender, veio do seu criador: Caesar, que é Cesar em latim.

    A receita do imigrante leva ingredientes simples, mas que formam uma casamento perfeito: alface, anchovas, queijo parmesão, mostarda Dijon, suco de limão, worcestershire, azeite, croutons, vinagre e salmão ou frango.

    Quem diria que itens tão diferentes daria uma ótima combinação, não é mesmo?

    Qual é a receita tradicional e como preparar?

    Claro que com o passar dos anos e de país para país, alguns ingredientes foram adaptados.

    Abaixo, colocamos a versão mais “abrasileirada” para você fazer em casa.

    Você vai precisar de:

    • Três pés de alface americana;
    • Três colheres (sobremesa) com suco de limão;
    • Seis filas de anchova;
    • Dois (dentes) alhos;
    • Duas colheres (sobremesa) com mostarda Dijon;
    • Duas colheres (sobremesa) com molho inglês, também chamado de Worcestershire;
    • Uma xícara com azeite;
    • Uma xícara e ½ de parmesão (em pedacinhos);
    • Pão italiano cortado, preferencialmente em pequenos cubos;
    • Sal e pimenta a gosto.

    Como fazer?

    A primeira coisa que você vai fazer é preparar os croutons, ou seja, os pães em cubos. Molhe esses pedaços com um pouco de azeite e ponha para assar no forno. Depois de pronto, deixe de lado para usar depois.

    Em seguida, prepare o molho. Em um liquidificador, adicione o suco de limão, o alho, anchovas, molho inglês e, por fim, a mostarda. Comece a bater e adicione o azeite aos poucos. Também reserve o molho.

    Agora, lave as folhas de alface, seque e corte-as em pedaços, no tamanho que desejar. Coloque em um recipiente, cubra com um plástico filme e deixe na geladeira até o momento que você for servir a salada.

    Com tudo pronto, coloque primeiro a salada em um prato, em seguida, o molho, e misture bem. Agora, adicione os pedaços de pão e o queijo para decorar, e sua salada Caesar está pronto. Fácil, não é?!

    Qual tipo de vinho harmoniza com a salada?

    E agora vem a pergunta de um milhão de reais: como faço para achar um vinho que combine com todos esses ingredientes? É fácil, e essa dica vale basicamente para todos os tipos de harmonizações: atente-se ao que vai no prato.

    No caso da salada Caesar, ela pode ser feita de três formas: com salmão, frango ou à moda grega.

    Independente da versão que você escolher, você vai se deparar com uma comida crocante, com uma acidez bem presente, cremosa, picante e rica. Sendo assim, o melhor vinho(s) para harmonizar bem com esse prato são aqueles que têm o poder de acentuar ou mesmo complementar todos esses sabores.

    Se não quiser arriscar muito, pode ficar na combinação clássica: salada Caesar com tinto.

    Os dois combinam muito bem. O segredo aqui é escolher aquele rótulo com mais acidez, pois assim ele será capaz de complementar a textura mais grossa e cremosa da salada, além de ser leve na medida certa e combinar com o peso do prato.

    Aliás, essa combinação é um tanto quanto diferente, já que costuma-se harmonizar saladas com vinhos brancos, pois ambos são leves.

    Mas no caso da Caesar, é pesado com pesado, e o tinto é perfeito para bater de frente com essa característica, além de ser mais ácido, encorpado e com mais taninos, proporcionando uma combinação perfeita.

    Dentro das opções de vinhos, um bom rótulo para essa harmonização é o Merlot de corpo médio, seu nível de taninos dá à bebida um final aveludado e macio, com notas de frutas vermelhas e um final picante.

    Os rosés também podem estar nessa sua lista, principalmente o Zinfandel branco californiano. Ele é encorpado e levemente doce, que vai combinar muito bem com essa salada.

    Salada Caesar grega?

    Para este caso, que é mais leve e vegetariana, pois não leva carne e ainda inclui tomates secos, azeitonas, queijo feta e é temperada com azeite ou maionese, as melhores combinações são com tintos gregos.

    Neste caso, opte por um Xinomavro ou um Mavrotragano. Ambos são vinhos leves, cheios de sabor, equilibrados e com uma acidez borbulhante que combina bem com a textura leve desse prato.

    Um Gamay bem gelado também é uma ótima alternativa. Trata-se de uma bebida de corpo leve, com toques de florais, altos níveis de mineralidade e que combina bem com essa versão da salada.

    Salada Caesar com frango?

    Aqui, para conseguir a harmonização perfeita você tem que colocar o frango em primeiro lugar. Neste caso, ele combina melhor com vinhos mais leves, isso porque os taninos comuns dos tintos complementam a estrutura dessa carne.

    Agora, para bater de frente com o molho inglês, o queijo e o alho, é preferível algo mais ácido, que ressalta o molho e o alho, e corte o sabor do queijo. Sendo assim, prefira aqueles rótulos com notas frutadas ou picantes e que ajudam a trazer mais à tona o sabor do alface, da mostarda e das anchovas.

    Dentro dessas características, é indicado um Merlot argentino, um rótulo de textura bem macia, acidez moderada, corpo médio e notas picantes.

    Salada Caesar com salmão?

    O salmão é um peixe gordo e rico em ômega 3, diante dessas características você precisa procurar por um vinho que tenha um nível ideal de acidez, nem muita e nem pouca. Assim, opte pelos rosés.

    Ele tem a crocância que você precisa para combinar com essa versão, além de ser um tinto mais leve, com uma acidez maior e com notas minerais.

    Um Müller-Thurgau rosé vai cair como uma luva nessa situação. Muito parecido com um Riesling, ele detém notas frutadas e é crocante.

    O Sangiovese rosé pode também entrar na lista. De origem italiana, esta é uma bebida com sabor de cereja, encorpado e sua acidez é comparada com a do tomate. Ele é um pouco mais pesado que o anterior e deve ser servido bem gelado.

    Por fim, para os que querem arriscar um vinho branco com a salada Caesar, prove um Chablis, Pinot Grigio, Chenin Blanc, Albarino ou um Red Riesling. Apesar de saírem da harmonização clássica, eles trazem as características que você precisa para acompanhar sua salada.

    Conclusão

    No começo, acertar na harmonização é meio difícil mesmo, a dica é não se preocupar tanto, pois com o tempo você pega prática e logo tira de letra, seja para harmonizar com um prato de carne ou um de salada.

    Referências:

    https://www.thewinewiki.com/food-pairings/caesar-salad-wine-pairing/

    http://www.winereviewonline.com/wine_with_chicken_caesar_salad.cfm

    https://mywinecanada.com/wineblog/pair-wine-caesar-salad/

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    Curiosidades

    Como Preparar Sangria de Vinho Seguindo a Tradição e Espanhola?

    Apesar de vermos o vinho como uma bebida solo ou acompanhado de uma boa comida, ele também pode integrar drinks bem saborosos, como é o caso da sangria.

    Talvez no Brasil, a sangria não seja tão famosa quanto na Espanha, seu país de origem, mas isso não quer dizer que você não possa fazer sua própria receita em casa para provar essa maravilha espanhola.

    Qual é a origem da Sangria?

    Como comentamos mais acima, a sangria é de origem espanhola, mais precisamente da região de Andaluzia, ao sul da Península Ibérica. Porém, por lá, a bebida é mais que um drink, este líquido está presente em quase todas as festas típicas do país, e teve sua origem em comunidades bem simples da área.

    Contudo, assim como a maioria das coisas que ganharam fama, a bebida passou a ser consumida por diversas classes sociais, o que fez dela a queridinha entre os amantes de drinks internacionais.

    O seu preparo original é bem simples, (vamos apresentar algumas receitas mais abaixo) a base é feita com vinho tinto seco, este, aliás, remete às touradas, uma festa típica e muito parecida pelos espanhois.

    Apesar disso, ela varia de região para região. Por exemplo, alguns locais colocam algumas outras frutas na bebida, já outras áreas mudam o tipo de vinho.

    O Brasil é um exemplo disso. Aqui, ao invés de usarmos o vinho tinto seco, utilizam-se os espumantes rosés, que são mais leves e combinam melhor com o nosso clima quente e tropical.

    Abaixo, separamos algumas opções com diferentes bases e acompanhamentos para você fazer e experimentar.

    Sangria com vinho tinto

    1 – Sangria Tradicional

    Nada mais justo do que começar a lista com a receita original da Sangria.

    Quais são os ingredientes?

    • Abacaxi (uma unidade);
    • Duas maçãs (picadas);
    • Cinco cravos-da-Índia ( em pau );
    • Dois pêssegos;
    • Dois paus de canela;
    • Uma garrafa de vinho tinto;
    • Um cacho grande de uva do tipo Itália (cerca de 700 gramas);
    • Meio copo de suco de laranja (natural);
    • Uma lata de refrigerante soda;
    • ¼ de xícara de chá de licor de laranja;
    • Açúcar refinado (a gosto);
    • Cubo de gelo picado (a gosto).

    Qual é o Modo de preparo?

    Escolha um recipiente onde você possa pegar a bebida com uma concha. Em seguida, coloque todas as frutas nesse local, adicionando o suco de laranja, os cravos, o vinho, a canela, o licor e o refrigerante logo em seguida.

    Por último, adicione o gelo picado.

    Agora é só aproveitar.

    2 – Sangria com Gin

    Quais são os ingredientes?

    • Duas latas de água tônica;
    • Uma garrafa de vinho tinto;
    • Três maçãs;
    • Três pêssegos;
    • Um abacaxi em cubos e congelado;
    • Dez unidades de uva;
    • Uma xícara de chá de suco de laranja;
    • Uma xícara de chá de gin;
    • Quatro colheres de sopa de açúcar;
    • Cubos de gelo a gosto.

    Qual é o Modo de preparo?

    Pegue uma jarra grande que você tenha em casa e adicione o suco de laranja nela e deixe de lado. Lave todas as frutas e não retire as cascas delas. Corte-as e as deixe na jarra.

    Em seguida, coloque os cubos de abacaxi congelados e o açúcar. Misture tudo muito bem, mas com cuidado para não derramar nada. Leve esses ingredientes para descansar na geladeira por 30 minutos ou até o momento que você for servir.

    Se possível, deixe os líquidos – vinho, gin e a água tônica – gelando enquanto isso.

    Por fim, adicione-os junto com as frutas e mexa mais um vez para misturar todos os ingredientes.

    Para que ela não fique aguada, coloque os gelos direto no copo, ao invés de adicioná-los na jarra.

    3 – Com Conhaque

    Quais são os ingredientes?

    • Uma garrafa de vinho tinto;
    • Três colheres de sopa de conhaque;
    • Uma colher de sopa de licor de laranja;
    • Uma laranja pera apenas com o bagaço e cortada em cubos (sem casca, semente e pele);
    • Uma laranja pera em rodelas (sem sementes e com casca);
    • Duas maçãs, uma verde e outra vermelha, cortadas em cubos grandes;
    • Um limão taiti em rodelas (com casca);
    • Um xícara de chá de abacaxi em cubos;
    • Uma colher de sopa de açúcar;
    • Caldo de um limão;
    • Dois paus de canela (pequenos);
    • Uma xícara de chá de água mineral com gás.

    Qual é o Modo de preparo?

    Em uma jarra, preferencialmente grande, coloque todas as frutas e jogue açúcar por cima. Em seguida, venha com o conhaque e licor de laranja. Deixe tudo isso descansar por cerca de quinze minutos.

    Agora, acrescente o suco de limão, a garrafa de vinho, a canela e a água. Mexa tudo muito bem e se achar necessário, pode colocar mais açúcar. A dica é servir bem gelado.

    4 – Com Licor Cítrico

    Essa é uma opção mais leve e doce.

    Quais são os ingredientes?

    • Uma garrafa de vinho tinto;
    • Licor Cítrico;
    • Uma laranja (em cubos);
    • Uma maçã (em cubos);
    • Um limão cortado em cubos;
    • Uma colher de açúcar;
    • Uma xícara de chá de suco de laranja.

    Qual é o Modo de preparo?

    Em um recipiente, coloque todas as frutas, incluindo o limão, e as amasse bem para que estas soltem o seu suco, em seguida, venha com o açúcar. Finalize com o vinho tinto, o licor cítrico e o suco de laranja.

    5 – Simples

    Essa versão é para quem não gosta de trabalho e quer algo rápido. Tanto que, se preferir, pode fazer a receita direto no copo.

    Quais são os ingredientes?

    • Uma garrafa de vinho tinto;
    • Abacaxi em cubos;
    • Açúcar a gosto;
    • Cubos de gelo a gosto.

    No copo ou na jarra, venha primeiro com os pedaços de abacaxi. Em seguida, acrescente o açúcar, amassando bem os dois para que a fruta solte o seu sumo. Finalize com o vinho e com os cubos de gelo, misturando tudo muito bem.

    Mais simples impossível, não é mesmo?

    6 – Com refrigerante de limão e conhaque

    Quais são os ingredientes?

    • 50 mililitros de conhaque;
    • 100 mililitros de refrigerante sabor limão;
    • Doze pedaços de maçã;
    • Dez pedaços de laranja;
    • Meia garrafa de vinho tinto;
    • Açúcar a gosto.

    Qual é o Modo de preparo?

    Coloque todos esses ingredientes juntos em uma jarra e misture bem. O segredo aqui é você pegar algumas fatias de limão com água e fazer cubos de gelo com essa fruta. É o toque final que essa bebida precisa.

    7 – Com rum

    Quais são os ingredientes?

    • Laranja pera;
    • Maçã do tipo fuji;
    • Limão siciliano;
    • Canela em pó;
    • Açúcar;
    • Licor de laranja;
    • Rum;
    • Soda de limão;
    • Suco de laranja;
    • Vinho tinto seco;
    • Morango;
    • Cubos de gelo a gosto.

    Qual é o Modo de preparo?

    Basta adicionar e misturar todos os ingredientes em uma jarra e voilà. E não se esqueça, gelo só na hora de servir para a bebida não ficar aguada.

    8 – Com vodka

    Isso mesmo, vinho com vodka. Apesar da combinação meio inusitada, os dois combinam muito bem. Além disso, as frutas que vão nessa versão também são um pouco diferentes.

    Quais são os ingredientes?

    • Cereja;
    • Kiwi;
    • Limão;
    • Uva;
    • Morango;
    • Vodka;
    • Vinho tinto.

    Qual é o Modo de preparo?

    Mais uma vez, escolha um recipiente, adicione todos os ingredientes e aí é só aproveitar.

    Sangria com vinho branco

    9 – Com cerveja

    Apesar da maioria das receitas, incluindo a tradicional, levar vinho tinto, você também pode experimentar algumas opções com vinho branco.

    Quais são os ingredientes?

    • Vinho Branco;
    • Cerveja;
    • Licor de banana verde;
    • Canela.

    Qual é o Modo de preparo?

    Mais uma vez, escolha um recipiente, adicione todos os ingredientes e aí é só aproveitar.

    10 – Com Água gaseificada

    Essa é uma alternativa bem simples e leva ingredientes fáceis de achar.

    Quais são os ingredientes?

    • Vinho Branco;
    • Água com gás;
    • Hortelã;
    • Maçã;
    • Açúcar;
    • Canela.

    Qual é o Modo de preparo?

    Mais uma vez, escolha um recipiente, adicione todos os ingredientes e aí é só aproveitar.

    Além das frutas que citamos, você pode adicionar outras de sua escolha.

    11 – Com Cachaça

    Essa é a opção mais brasileira da lista, sem dúvida nenhuma.

    Quais são os ingredientes?

    • Cachaça;
    • Vinho branco;
    • Açúcar;
    • Cubos de gelo a gosto;
    • Laranja;
    • Limão;
    • Pera.

    Qual é o Modo de preparo?

    Mais uma vez, escolha um recipiente, adicione todos os ingredientes e aí é só aproveitar.

    Aqui você pode também adicionar frutas do seu gosto. Quem sabe fazer uma versão com os frutos da época? É uma boa opção, fica a dica!

    12 – Com rum

    Apesar de já ter dado opções com rum, essa versão tem ingredientes diferentes.

    Quais são os ingredientes?

    • Rum;
    • Vinho verde;
    • Frutas do seu gosto.

    Qual é o Modo de preparo?

    Mais uma vez, escolha um recipiente, adicione todos os ingredientes e aí é só aproveitar.

    Para quem não sabe, o vinho verde é uma bebida tradicional portuguesa. Apesar de não ser tão comum aqui, você com certeza vai achar no mercado ou mesmo na internet.

    13 – Com licor

    Quais são os ingredientes?

    • Vinho branco;
    • Licor;
    • Água com gás sabor limão;
    • Suco de laranja;
    • Maçã vermelha;
    • Maçã verde;
    • Açúcar;
    • Cubos de gelo a gosto.

    Qual é o Modo de preparo?

    Mais uma vez, escolha um recipiente, adicione todos os ingredientes e aí é só aproveitar.
    Os cubos de gelo são para deixar a bebida ainda mais refrescante.

    14 – Morango

    Aqui, a única fruta que você vai usar é o morango.

    Quais são os ingredientes?

    • Morango;
    • Água sem gás;
    • Água com gás;
    • Vinho branco seco;
    • Açúcar mascavo.

    Qual é o Modo de preparo?

    Mais uma vez, escolha um recipiente, adicione todos os ingredientes e aí é só aproveitar.

    O legal dessa receita, além de agradar os amantes de morango, é o açúcar utilizado. Essa é uma versão mais saudável, então você não vai ter que se preocupar com as calorias do seu drink.

    15 – Rum de coco

    Quais são os ingredientes?

    • Rum de coco;
    • Vinho branco;
    • Refrigerante de limão;
    • Abacaxi em cubos.

    Qual é o Modo de preparo?

    Mais uma vez, escolha um recipiente, adicione todos os ingredientes e aí é só aproveitar.

    Aqui, o recomendado é que você deixe a bebida na geladeira por, pelo menos, 24 horas.

    16 – Com licor de laranja

    Quais são os ingredientes?

    • Dez unidades de morango;
    • Dez unidades de uva verde;
    • Uma laranja;
    • Uma garrafa de vinho branco;
    • 200 mililitros de água com gás;
    • 100 mililitros de licor de laranja.

    Qual é o Modo de preparo?

    Lave, seque e corte todas as frutas. Em seguida, coloque na jarra e adicione o vinho, a água e o licor. Misture bem e coloque gelo ao seu gosto.

    Conclusão

    Receitas de sangria é que não vão faltar para você provar no verão. Agora é só aproveitar!

    Referências:

    https://www.winewithourfamily.com/post/wine-with-our-family-sangria-recipe

    https://unravelingwine.com/best-sangria-glasses-and-pitchers/

    https://www.delish.com/cooking/recipe-ideas/a19601715/easy-red-sangria-recipe/

    https://minimalistbaker.com/easy-traditional-red-sangria/

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    Curiosidades

    O que É e Como é Feito o Chopp de Vinho?

    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoChopp de VinhoPreçoOnde Comprar
    1DraftR$9,00Ver
    2Grape CoolR$10,00Ver
    3Stempel ( 12 unidades)R$70,00Ver
    4WienbierR$12,00Ver
    5Athena Purple ( 12 unidades )R$78,00Ver
    6Opa BierR$13,00Ver
    7BalyR$8,00Ver
    8AutênticoR$10,00Ver
    9Pink MoonR$8,00Ver
    10ImperatrizR$11,00Ver
    11Isa BierR$16,00Ver
    12Girola red Draft ( 6 unidades )R$113,00Ver

    Se você ama cerveja e também um bom vinho, tenho certeza que você já ouvi falar do famoso chopp de vinho, certo?

    Qual é a origem do chopp de vinho?

    O chopp de vinho é de origem italiana. A bebida surgiu quando os produtores locais de cerveja tiveram a ideia de acrescentar à bebida um pouco de uva. O que resultou em um líquido super saboroso, refrescante e com níveis ideais dos dois itens.

    Obviamente que a ideia acabou virando uma tradição e com o passar dos anos se tornou comum adicionar a fruta nas fabricações de cerveja e chopp. Um tempo depois, esse hábito atravessou o oceano para além da Itália e chegou a diversos outros países.

    Atualmente, os maiores produtores do chopp de vinho são os Estados Unidos, a Austrália e a Nova Zelândia. Ah, e o Brasil não fica para trás não. Aqui também encontramos cervejarias artesanais que produzem o chopp de vinho.

    Qual é o melhor chopp de vinho para degustar?

    1 – Draft

    Talvez a Draft seja uma das marcas mais conhecidas quando o assunto é chopp de vinho, e a boa notícia é que você a encontra em qualquer mercado.

    Esta bebida é produzida com um malte super puro e com lúpulo de altíssima qualidade. Além de levar uma seleção de uvas bem adocicadas e saborosas.

    Sua cor é de um violeta bem vibrante. É uma bebida bem refrescante, perfeita para os dias quentes.

    Prós:

    • Saboroso;
    • Seleção de uvas com alta qualidade;
    • Refrescante.

    Contra:

    • Só tem garrafa de 600ml.

    Você consegue achar a garrafa de 600 mililitros por menos de R$9,00.

    2 – Grape Cool

    Outra marca famosa no mercado é a Grape Cool. Uma das vantagens com relação a ela é que esta conta com diversas opções, trabalhando com latas, longneck e garrafas.

    Este vinho é feito com uma base de uva tinta gaseificada, e possui vários sabores, como pêssego, pina, zero e original.

    Prós:

    • Várias opções de sabores e tamanhos;
    • Fabricado pela vinícola Góes.

    Contra:

    • Preço um pouco alto.

    Um kit com 4 garrafas custa R$48,00, o que seria mais de R$10,00 por garrafa.

    3 – Stempel

    Sua coloração também é violeta e o cheiro é mais puxado para as características da uva, além de conter fermentado de frutas mistas.

    Prós:

    • Opções de sabores, inclusive vinho branco;
    • Baixo teor alcoólico;
    • Ótimo preço.

    Contra:

    • Apesar de vender kits, a garrafa só tem 275ml.

    O custo benefício dos kits da Stempel é ótimo.

    Você acha um conjunto com 12 garrafas por R$70,00.

    4 – Wienbier

    Aqui temos a junção entre cerveja e vinho, com a receita inspirada em Der Alchimist.

    O sabor traz um equilíbrio perfeito entre os dois ingredientes, além de um creme saboroso. A sua coloração é de um púrpura bem forte.

    Prós:

    • Equilíbrio perfeito entre cerveja e vinho;
    • Qualidade altíssima.

    Contra:

    • Preço um pouco elevado.

    Uma lata de Wienbier custa em torno de R$12,00.

    5 – Athena Purple

    A Athena Purple é fabricada com uma base de vinho tinto e chopp pilsen. Por levar os dois, combinam tanto com um dia mais quente quanto para ocasiões de baixas temperaturas.

    Seu teor alcoólico é de 5,02%.

    Prós:

    • Para dias quentes e frios;
    • Leva vinho e chopp.

    Contra:

    • É mais vendido em kits de latas de 350ml.

    Um kit com 12 unidades custa cerca de R$78,00.

    6 – Opa Bier

    Esta é uma bebida de sabor bem adocicado e o aroma é frutado. Sua cor é um rubi forte e o teor alcoólico é de 6%.

    Prós:

    • Leva vinho tinto e chopp pilsen;
    • Garrafa de 600ml.

    Contra:

    • Pode ser difícil de achar em supermercados.

    Uma garrafa custa cerca de R$13,00.

    7 – Baly

    Além de levar chopp, a Baly também leva cerveja e vinho, obviamente. Com um teor alcoólico de 4,7%, a bebida tem uma cor de roxo bem escuro e é vendida em garrafas de 600ml.

    Prós:

    • Leva cerveja, chopp e vinho;
    • Garrafas de 600ml.

    Contra:

    • Difícil de achar até na internet.

    Apesar de ser um pouco mais difícil de achar, ela é a mais barata de todas que já citamos até aqui. Você a encontra por até R$8,00.

    8 – Autêntico

    O chopp de vinho da Autêntico conta com vinho tinto suave de mesa na sua composição. É uma bebida bem leve e ideal para os dias quentes. Por conta disso, deve ser servida bem gelada.

    Seu teor alcoólico é de 7% e as garrafas mais comuns são as de 350ml, longneck.

    Prós:

    • Bebida leve e refrescante;
    • Leva tinto de mesa.

    Contra:

    • É mais comum achar garrafas de 350ml.

    É vendida a R$10,00 a unidade.

    9 – Pink Moon

    Uma mistura perfeita entre ambas as bebidas, o slogan da Pink Moon é que o vinho é feito para quem é de lua, ou seja, às vezes ama cerveja, às vezes ama vinho, e nada melhor do que a junção entre os dois.

    Algo bem legal com relação a marca é que eles vendem pets de plástico, bem prático para quem de repente não quer beber tudo de uma vez ou no mesmo dia.

    Prós:

    • Vendido em garrafas pets de 600ml;
    • Bom custo-benefício.

    Contra:

    • Mais fácil de achar a venda, até mesmo na internet.

    E ela é bem em conta também, o valor médio é de R$8,00.

    10 – Imperatriz

    A Imperatriz é produzida por meio do processo chamado de cervejeiro. Com isso, as uvas,viníferas, só são adicionadas na parte final da fermentação.

    Ele ainda traz uma mistura equilibrada no aroma das duas bebidas, além de levar vários tipos de uvas e maltês.

    Prós:

    • Combinação perfeita entre o doce do vinho e o amargor do chopp;
    • Usa vários tipos de uvas e maltês.

    Contra:

    • Preço elevado para uma lata de 350ml.

    A cor é vinho e o sabor é levemente amargo. A lata de 350ml custa em torno de R$11,00.

    11 – Isa Bier

    De todos que citamos aqui, a Isa Bier é a única com garrafas de um litro disponível. Sua composição leva vinho tinto orgânico e chopp pilsen puro malte.

    Perfeito para qualquer época do ano, a bebida tem uma coloração rosé. Tanto no paladar quanto no aroma, o que prevalece é a uva.

    Prós:

    • Sabor e aroma da uva;
    • Cor rosé;
    • Garrafa de um litro.

    Contra:

    • Mais fácil de achar na internet do que no mercado.

    A garrafa custa e, torno de R$16,00.

    12 – Girola red Draft

    Com sabor e aroma predominante do vinho, o Red Draft é perfeito para dias quentes.
    O sabor é adocicado e equilibrado. A dica é servir bem gelado.

    Prós:

    • Bebida ideal para dias quentes;
    • Sabor adocicado e com predominância do vinho.

    Contra:

    • Custo alto. O preço de um kit com 6 garrafas é de R$113,00.

    Onde comprar chopp de vinho e quanto custa?

    Para quem gosta de beber fora de casa, a maioria dos bares oferecem torres de chopp de vinho. É uma ótima opção se você estiver em grupo, por exemplo. A média da torre é de R$65 reais, mais ou menos. Parece meio pesado de primeira, mas se você tiver em seis, por exemplo, sai um pouco mais de R$10 reais para cada um.

    Outra opção são os mercados. Infelizmente, o maior tamanho vendido nesses locais são as garrafas de 600ml, além das latinhas, com cerca de 300ml.

    E você ainda tem uma terceira alternativa que é comprar pela internet. A vantagem, além de um preço mais em conta, são as alternativas de sabores.

    Você encontra chopp de vinho de pêssego, por exemplo, mais difícil de ver em bares ou mercados. Algumas marcas, como Grape Cool vende alguns kits com diferentes sabores para você degustar e escolher o seu preferido.

    Contudo, recomendamos que você faça uma boa pesquisa antes de comprar. A Draft, por exemplo, você pode achar por R$8,00, mais ou menos, enquanto em alguns lugares chegam a cobrar até R$20,00 por uma garrafa de 600ml.

    Além do preço do produto, fique atento ao frete, melhor ainda se for gratuito, assim você consegue economizar ainda mais. E claro, se puder, de preferência para as lojas conhecidas, ou faça uma pesquisa sobre a empresa antes de finalizar a compra, assim você tem certeza que receberá seu produto.

    Conclusão

    Para quem nunca provou, pode ficar tranquilo que na maioria das opções o que mais predomina é o sabor da uva, uma boa notícia para quem não é muito fã de cerveja.

    Mas de qualquer forma, com certeza vale a pena provar, ainda mais naqueles dias em que você quer beber algo com vinho, mas está muito quente abrir uma garrafa de vinho.

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    Curiosidades

    O que Dizem as Pesquisas Científicas sobre o Vinho Tinto e o Câncer de Próstata?

    Quem conhece ou já faz parte do universo dos vinhos sabe que a bebida vai além de um acompanhamento para momentos especiais, e para o dia a dia também.

    Muito se fala sobre como a bebida faz bem a nossa saúde, por contar com substâncias que, entre muitas coisas, fazem bem para o coração.

    A novidade agora é que uma pesquisa feita recentemente mostra que o consumo moderado deste álcool pode prevenir o desenvolvimento de câncer de próstata em homens.

    Imagina, poder apreciar uma taça de vinho todo dia e ainda ficar livre do câncer?

    Combinação melhor que essa não existe, não é mesmo?

    O que tem a ver o vinho tinto com a próstata?

    Afinal, que papo é esse entre vinho e câncer de proposta?

    Pesquisas neste campo científico são feitas há anos, e depois dos cientistas analisaram dados de cerca de 600 mil homens que participaram de estudos ao longo desse tempo, eles descobriram que o vinho tinto é capaz de reduzir os riscos de desenvolvimento de câncer de próstata em consumidores do sexo masculino.

    E isso é uma grande revelação, já que sempre se relacionou o desenvolvimento de câncer com o consumo de bebidas alcoólicas, mas especificamente o de próstata.

    O melhor ainda é que nessas novas pesquisas, os profissionais constatarem que não existe nenhum impacto direto entre esses dois, pelo contrário.

    Além de descobrirem que consumidores leves da bebida têm menos probabilidade de desenvolver essas células cancerígenas, foi constatado também que o maior responsável por isso é o vinho tinto, inclusive nas versões mais agressivas da doença.

    Enquanto as pessoas que preferem o branco tem um leve aumento no risco de ter este problema.

    Como foram feitas essas pesquisas?

    Para chegar nesse resultado, um grupo de urologistas internacionais realizaram algo chamado de meta-análise, em específico para identificar se e como o consumo de álcool teria algum efeito sobre o câncer de próstata e se esses efeitos iriam variar entre o vinho branco e tinto.

    Para isso, eles precisaram analisar cerca de 930 resumos e artigos, e depois selecionaram 17 estudos que estavam dentro das exigências.

    A partir daí a pesquisa foi levada para a prática, com entrevistas de 611.169 mil homens.

    A descoberta do grupo foi publicada na revista Clinical Epidemiology.

    O que é resveratrol?

    E por que o vinho pode fazer esse papel?

    Por conta de uma substância encontrada nele chamada de resveratrol.

    Este é um tipo de polifenol com propriedades que ajudam as uvas a se manterem saudáveis. Ou seja, é como um sistema de defesa dessa fruta, a protegendo de fungos, situações estressantes e até mudanças climáticas.

    Contudo, além disso, o elemento também conta uma porcentagem de antioxidante, o que traz diversos benefícios para o corpo humano. Isso porque, como o próprio nome já diz, ela impede a oxidação dos tecidos e moléculas.

    Entre as muitas vantagens, ele é um antiinflamatório, atacando inflamações e ajudando o corpo a combater organismos externos, além de auxiliar na recuperação das células.

    Ele também diminui os níveis de colesterol ruim, o LDL. Acredita-se igualmente que o resveratrol produz uma enzima que é vasodilatadora, a endotelina, que auxilia na regulação da pressão sanguínea.

    A substância ainda aumenta a produção de insulina, reduzindo, assim, as chances de desenvolvimento de diabetes, assim como protege nosso corpo contra o envelhecimento e a obesidade.

    Por fim, reduz o risco de Alzheimer e, obviamente, impede que células cancerígenas se espalhem pelo nosso corpo.

    Qual a relação do consumo do vinho tinto com o tumor masculino?

    Segundo um estudo publicado na revista Cancer Science, observou-se que o resveratrol tem o poder de aumentar a eficácia da radiação, destruindo, assim, as células cancerígenas que se encontram na próstata.

    Além disso, como comentamos acima, o resveratrol também exerce um tipo de proteção no nosso corpo, impedindo que células cancerígenas se multipliquem e espalhem, parando o processo de morte celular programada.

    Ou seja, não dá nem chance para isso acontecer, o que é ótimo, principalmente porque o câncer de próstata é o mais comum entre os homens. Só em 2017, por exemplo, cerca de 162 mil homens americanos foram diagnosticados com essa doença.

    O vinho branco tem o mesmo efeito que o tinto no combate à enfermidade?

    Infelizmente, não!

    Na verdade, os estudos notaram que quando o consumidor bebia mais vinhos brancos, o risco dele desenvolver essas células aumentou levemente, enquanto o tinto diminuiu essa probabilidade.

    Mas tudo ainda é muito incerto, e os próprios cientistas acreditam que mais estudos devem ser feitos na área, principalmente por ainda existir certa ligação entre o consumo de álcool e o câncer de próstata. E claro, de se ainda não saber como é o efeito dessa bebidas em nível celular.

    Qual a dose recomendada?

    Muitos médicos, dependendo do caso, recomendam o consumo de uma taça de vinho tinto, todos os dias. Mas para prevenir o câncer de proposta o ideal seria de quatro a cinco taças por semana.

    Isso é só uma noção, obviamente que é ideal você consultar um médico para saber se essa dose se aplica a você.

    Mas é bom lembrar que os consumidores leves já se encaixam nessa probabilidade de redução de células cancerígenas, ou seja, não precisa exagerar, afinal, não adianta nada prevenir uma doença e desenvolver outra.

    Conclusão

    Mesmo sendo um tipo de câncer muito comum para o homem, saiba que ele tem cura e é altamente tratável se for pego antes de metastatizar, ou seja, logo no início. Mas, para isso, é preciso exames periódicos.

    Porque não adianta nada você seguir a quantidade de taças de vinho e não combiná-la com um acompanhamento periódico com o seu médico. O vinho tinto tem suas vantagens, mas não faz milagre. O segredo para evitar qualquer doença ainda são as visitas regulares a estes profissionais da saúde.

    Mas com certeza que evitar doenças com a ajuda de um bom vinho tinto é melhor ainda, certo?

    Referências:

    https://www.health.harvard.edu/newsletter_article/red-wine-and-prostate-cancer

    https://www.webmd.com/prostate-cancer/news/20040923/red-wine-protects-prostate

    https://www.webmd.com/prostate-cancer/news/20040923/red-wine-protects-prostate

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    Curiosidades

    Como Reconhecer os 10 Erros mais Comuns nos Serviços de Vinho?

    O universo dos vinhos é um dos mais complexos e igualmente maravilhosos que existem. São tantas as possibilidades, de tipos de uvas, a diferentes países, blends, enfim, para todos os gostos e paladares.

    Entre as experiências mais gostosas nesse nicho é ter o prazer de degustar uma boa taça de vinho acompanhada de um belíssimo prato de comida. Mas a pergunta que fazemos é: será que todo restaurante está preparado para oferecer essa experiência? Infelizmente, a resposta é não.

    Nem todo restaurante investe em garçons que conhecem cada detalhe deste universo, e é justamente aí que está o maior erro. Pois essa falta de conhecimento pode arruinar a sua experiência, tanto no consumo do vinho, quanto no lugar em si.

    Para que você não passe por isso mais de uma vez, abaixo separamos os erros mais comuns no serviço de vinhos. Caso note algum deles enquanto estiver comendo em algum local, “corre que é cilada, Bino.”

    1 – O atendente pronuncia os nomes errados?

    É normal rolar uma confusão na pronúncia dos vinhos, ainda mais que a grande maioria está em francês. Claro que nenhum garçom ou sommelier é obrigado a aprender o idioma, mas é importante que ele saiba pelo menos saber falar corretamente o nome das castas mais conhecidas, como Pinot Noir, Chardonnay, Cabernet Sauvignon, entre outros.

    Lembrando que isso não é apenas uma questão do funcionário em si, mas do próprio restaurante que também precisa investir nesse conhecimento.

    2 – O restaurante não tem sommelier?

    Talvez esse seja o pior de todos, não ter um sommelier, ou seja, um profissional que cuide da adega, da carta de vinhos, que compra e serve a bebida. Mesmo sendo o mais absurdo de todos, e é mesmo, muitos restaurantes fazem isso para economizar.

    Mas sabemos que em muitas situações, o barato sai caro, e essa é uma dessas ocasiões.

    3 – Oferecer um vinho similar nada parecido (nem no preço)?

    Sabe quando você vai na loja e pede um determinado tênis e o vendedor traz outro modelo pois não tem o seu número?

    Pois é, o mesmo acontece nos restaurantes, normalmente com aqueles rótulos que estão em falta.

    Em situações assim, o garçom sugere uma opção similar, mas nem tanto assim. Pois a garrafa pode até ser parecida, mas o preço é três, quantos vezes mais alto do que a outra, o que com certeza pode causar um certo constrangimento com o cliente.

    4 – Não tem um saca rolhas adequado?

    Parece bobagem, mas até o uso inadequado, melhor dizendo, a não utilização de um saca-rolhas adequado pode estragar totalmente este momento. Isso porque provavelmente o garçom terá que fazer todo malabarismo para simplesmente conseguir abrir a garrafa, principalmente se a rolha for daquelas mais difíceis de sair.

    Neste caso, é bom você observar se o profissional está usando o chamado saca-rolhas de sommelier, que funciona em dupla estágio. Também conhecido como canivete, este item proporciona uma abertura mais delicada, sem chacoalhar muito a bebida, que é justamente o mais indicado.

    5 – Os vinhos são servidos na temperatura errada?

    Outro erro igualmente triste e comum é o restaurante servir o vinho na temperatura errada, chegando a trazer a garrafa em um balde com gelo. Erro gravíssimo!

    Os vinhos, em sua grande maioria, devem ser servidos entre 14 e 18 graus, mais frio que isso, você acaba tomando uma bebida salgada e amarga.

    E para piorar, o inverso também acontece, que é servir os rótulos brancos em temperatura ambiente, o que fica em torno de 20 graus. Neste caso, o balde de gelo é mais que obrigatório. O mesmo vale para os espumantes, que devem ser servidos entre 7 e 10 graus.

    Outra coisa muito importante é que os tintos podem sim, serem servidos à temperatura ambiente, mas isso, obviamente, depende da temperatura no dia em questão, e também do local onde você está.

    6 – O garçom fica sempre repondo as taças na mesa?

    Alguns garçons costumam repor a bebida na taça em tempos muitos curtos.

    Apesar da primeira vista isso parecer uma gentileza, em alguns casos ele apenas quer terminar uma garrafa para abrir outra.

    Além do mais, essa interrupção frequente pode atrapalhar a conversa dos clientes, estragando totalmente a experiência.

    O melhor a se fazer é esperar a taça esvaziar por completo ou quase lá para encher novamente.

    7 – Querer te oferecer sempre os importados?

    É ótimo tomar vinhos internacionais, mas a regra é sempre oferecer os nacionais primeiro.

    Essa é uma recomendação seguida pela maioria das vinícolas ao redor do mundo.

    O que, aliás, é bem óbvio, afinal, temos que valorizar o que é feito no nosso próprio país.

    8 – Querem te impor uma harmonização?

    É muito comum o garçom sugerir a harmonização, o que é legal, mas como dica, e não como regra!

    Ele pode sim indicar uma combinação, mas nunca impor a sua opinião. Por mais que o vinho tinto combine melhor com carnes vermelhas, o veredito final tem que ser do cliente.

    9 – Sempre servem primeiro o homem?

    Mais um erro comum e igualmente irritante: oferecer sempre a primeira prova para o homem, o que é errado.

    Na verdade, o primeiro gole, para saber se está tudo certo, deve ser servido para quem pediu a bebida. Ou seja, se a mulher fez o pedido, ela deve provar a bebida primeiro.

    Mesmo porque a mulher pode entender muito mais de vinho do que seu companheiro.

    10 – Porque só oferecer brancos ou rosé para mulheres?

    Mais uma situação chata: oferecer para mulheres sempre rosé e espumantes, que são as bebidas mais suaves.

    Isso não é regra, as mulheres gostam tanto de vinho mais encorpado quanto os homens, então sugerir somente tal opção é totalmente errôneo.

    A não ser que ela peça, espere ela dizer o que quer beber.

    Conclusão

    Pronto, agora você está preparado para provar vinhos em qualquer restaurante.

    As vezes parece até que estamos sendo chatos, coisa de quem está de frescura, mas tudo isso pode atrapalhar sua experiência e também acabar com um bom encontro.

    Caso observe alguns desses erros, já sabe que na próxima é melhor escolher outro lugar.

    Referências:

    https://www.tasteofhome.com/article/common-wine-mistakes/

    https://www.brightcellars.com/blog/the-6-most-common-wine-mistakes-and-how-to-avoid-them/

    https://vinepair.com/articles/sommelier-wine-country-guide/

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    vinhos

    Você Conhece os Vinhos de Rhône? Veja Todos os Detalhes!

    Uma rápida pesquisa sobre o mundo dos vinhos e você vai se deparar com nomes carimbados neste nicho, como é o caso de países/regiões famosas pela confecção dessa bebida.

    Um claro exemplo disso é Rhonê, que está ganhando fama, e é justamente sobre essa área da França que vamos falar no texto abaixo.

    Onde fica o vale de Rhône?

    Apesar de não ser tão famosinha quanto Bordeaux e Borgonha, Rhône é uma região na França que produz vinhos tão bons quanto os dois citados anteriormente.

    O vale fica localizado ao sudeste do país. Aliás, ali se encontra a segunda maior vitivinícola da França, com cerca de 70 mil hectares de uvas. Perdendo, apenas, é claro, para Bordeaux.

    E não é só no tamanho que Côtes du Rhône, como a região também é chamada, que o local é conhecido. Foi lá que se deu a criação de diversos vinhos de altíssima qualidade e igualmente históricos, que marcaram o mundo dessa bebida em escala mundial.

    Porque a região vitivinícola é dividida em Norte e Sul?

    Este vale é dividido em duas regiões: norte e sul. Essa divisão traz muitas dúvidas a quem começa conhecer/pesquisar sobre a área. Isso ocorre porque mesmo sendo no mesmo lugar, ambos os lados têm características diferentes e únicas.

    A parte norte possui um tamanho de cerca de 3.240 mil hectares. A maioria dos vinhos dessa área são denominados como “cru”. E apenas 5% da produção total de Rhône sai de lá.

    Ao norte, o clima é mais continental, com temperaturas mais baixas do que o lado Sul. Os produtores nortenhos têm que lidar constantemente com um vento muito frio que atinge a área, chamado de mistral.

    É um vento muito forte e que ganha mais força conforme vai descendo para o vale e pode causar danos nas videiras. É por isso que estas são suportadas por, pelo menos, três estacas, que são chamadas de échalas.

    Outra diferença gritante é o solo. Ao norte, ele é composto principalmente de xisto e mica, com um subsolo de granito. Por conta da região ter encostas bem inclinadas, o que obrigada os produtores a plantar nestes locais, essa inclinação dificulta e muito o cultivo e, consequentemente, a colheita das uvas.

    Com os profissionais tendo que trabalhar dessa maneira, eles acabam fazendo boa parte do processo de maneira manual, e por conta disso, os vinhos da região são mais caros, pois os gastos são mais altos.

    Esse clima acaba sendo propício para as uvas do tipo Syrah, que são basicamente as únicas cultivadas ao norte. Isso para os tintos, para os brancos são plantadas a Roussanne, Viognier e Marsanne.

    Os vinhos tintos deste lado do rio costumam ser mais tânicos e secos. A sua cor é mais escura e os aromas lembram frutas pretas, violeta (flor) e pimenta negra.

    Como a maioria são rótulos feitos para envelhecer, com o tempo eles ganham cheiro de couro e caça.

    Esses tipos de características também são encontrada nos brancos, que não fogem a regra e são mais secos.

    Já o lado Sul se estende de Montélimar até Nímes. Ao contrário do norte, aqui os terrenos são mais largos e planos. Isso possibilita que os vinhedos sejam espalhados para além do rio, cerca de 80 quilômetros.

    Deste lado, o clima é mais mediterrâneo, ou seja, algo mais árido, sem chuvas e com verões bem quentes. Por conta disso, as uvas que já são automaticamente mais resistentes à seca se adaptam bem à área.

    Outro ponto importante são as noites frias comuns por lá, que ajudam as uvas a preservarem sua acidez natural.

    Apesar dos terrenos planos serem a maioria no lado sul, existem algumas partes com montanhas e picos, mas elas não são um problema para as plantações, pelo contrário. Quem cultiva nessa área acaba tendo uma vantagem, pois o ar que vem de cima beneficia os vinhedos que estão na base deste local.

    Por lá, existem cinco tipos mais comuns de solos:

    • Argila;
    • Calcário;
    • Arenito vermelho;
    • Pedregoso, também chamado de galets;
    • Loess, um conjunto de rochas sedimentares.

    Enquanto no norte as videiras precisam ser sustentadas por três estacas, no sul elas são plantadas sem qualquer sustentação. Um truque usado pelos produtores por lá é podar as videiras até bem próximas ao chão, fazendo com que elas sejam mais resistentes ao vento mistral.

    Por outro lado, isso faz com que a colheita tenha que ser manual, pois essa altura não possibilita o uso de máquinas.

    Outro ponto bem chamativo entre o norte e o sul é a quantidade de uvas que são plantadas em cada lado do rio. Enquanto o lado norte só pode produzir quatro tipos, contando as uvas tintas e brancas, o sul tem a possibilidade de trabalhar com 30 variedades de uvas.

    As que mais se destacam para os tintos são:

    • Syrah;
    • Grenache Noir;
    • Carignan;
    • Cinsault;
    • Mourvèdre.

    As brancas:

    • Clairette;
    • Grenache Blanc;
    • Marsannne;
    • Viognier;
    • Ugni Blanc;
    • Roussanne;
    • Rolle.

    Os vinhos do lado Sul são mais encorpados, com diversas variedades na sua composição, mais alcoólicos e mais potentes também.

    Como o vento causa influência nas produções das uvas?

    Como comentamos, a região sofre com o vento mistral, mas o norte acaba sendo mais afetado por ele.

    Por ter uma temperatura mais fria, esta área é muito prejudicada na época da brotação, ou seja, o produtor acaba tendo menos uvas por videira. Além disso, esse clima faz com que a fruta não tenha tempo o suficiente para chegar no nível ideal de maturação.

    É por isso que as uvas que podem ser colhidas precocemente se saem melhor ao norte.

    O que é GSM?

    Hoje, ouve-se muito sobre os vinhos GSM em outros países, como a Austrália, Estados Unidos, Chile e Espanha, mas quem criou o termo e a técnica, foi Rhône.

    A sigla quer dizer Grenache, Syrah e Mourvèdre, as principais uvas tintas da região.

    Os produtores usam muito esse trio para criar blends, ou seja, usam mais de uma uva na bebida.

    Essa técnica ganhou o mundo, pois temos várias regiões que possuem o mesmo clima que o sudeste francês, e também por se adaptarem melhor a diferentes temperaturas.

    Além dos tintos, é comum que essa região francesa faça blends com uvas brancas.

    É verdade que a uva Syrah “nasceu” no Rhône?

    Sim! Na verdade, existem várias teorias sobre a origem dessa uva. Muitos acreditam que elas chegaram na região por meio dos cavaleiros das cruzadas que retornavam para casa do Oriente Médio.

    Porém, acredita-se realmente que a origem está diretamente ligada com a região, mais precisamente ao norte do vale, na área do Rio Isére, que fica ao leste, até o lago de Genebra, entre Suíça e França.

    Segundo um estudo, a Syrah nasceu de uma mistura natural entre Dureza, uma uva tinta, e Mondeuse Blanche, fruta branca. Ambas são bem comuns por lá.

    Os Papas tinham preferência nesse vinho, por quê?

    Isso mesmo, na época, João XXII (segundo dos setes papas de Avignon), tinha uma casa de verão na área, em Châteauneuf-du-Pape e, por conta disso, a igreja começou a produzir vinhos na região. Este era chamado de Vin Du Pape (vinho do papa), e era constantemente servido no palácio papal de Avignon.

    Por conta disso, o vinho ganhou fama. Mas, na verdade, tudo começou pelo fato do rei francês ter convencido o até então arcebispo, Raymond Bertrand de Got a levar todo papado para Avignon.

    Como são feitas as classificações dos vinhedos?

    Apesar de não ter uma listagem de vinhedos Grand Cru em Rhône, os produtores usam uma classificação que vai desde o mais genérico até o mais “crus”.

    Inicialmente, a classificação começa com os vinhos mais simples, chamados de Côtes du Rhône. Em seguida, tem o Villages que recebe o nome das respectivas vilas. Cerca de 21 delas têm o direito de usar o nome em seus rótulos.

    Para os Crus, há 17, entre eles, Châteauneuf-du-Pape, Hermitage, Cornas, Saint-Josep, Condrieu, entre outros.

    Essa região possui nomes famosos e consagrados como o Ermitage ou Hermitage

    Assim como Bordeaux e Borgonha, este vale também tem produtores que são famosos em todo o mundo, responsáveis pela produção de vinhos de altíssima qualidade.

    É o caso de:

    • Château de Beaucastel;
    • Guigal;
    • Vidal Fleury;
    • Chapoutier;
    • Jean Louis Chave;
    • Delas Freres;
    • Paul Jaboulet Aîné;
    • Jean-Luc-Colombo;
    • Ogier;
    • Château Rayas;
    • Alain Graillot;
    • Château Saint-Cosme;
    • Clos des Papes;
    • Domaine Jamet;
    • Moulin de la Gardette.

    Por mais que as regiões mais famosas chamam naturalmente mais atenção, é preciso arriscar, provar algo novo.

    E os vinhos produzidos neste vale são o exemplo típico que é sempre bom experimentar, buscar conhecer coisas/áreas diferentes.

    Se você ficar detido no mesmo, perderá a oportunidade de conhecer rótulos excelentes.

    Afinal, uma das vantagens do mundo dos vinhos é justamente a sua imensa variedade, e é basicamente nosso dever degustar tudo de bom o que temos ao nosso alcance.

    Agora que tal experimentar um vinho desta famosa e escondida região?

    Referências:

    https://www.vinatis.com/cote-du-rhone-vins-rhone

    https://www.larvf.com/,vins-rouges-blancs-roses-vignoble-vallee-du-rhone-cotes-du-rhone-chateauneuf-du-pape-cote-rotie,10355,4025945.asp

    https://www.hachette-vins.com/tout-sur-le-vin/regions-vins/112/vallee-du-rhone/

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    Quais os 15 Vinhos de Portugal Mais Indicados Bons e Baratos?

    No celular gire a tela para ver a tabela completa

    PosiçãoVinho de PortugalPreçoOnde Comprar
    1EA Tinto – Fundação Eugênio de AlmeidaR$69,00Ver
    2Tinto Porta da Luz – Casa Santos LimaR$136,00Ver
    3Alandra 2017 – EsporãoR$38,00Ver
    4Branco Assobio – EsporãoR$90,00Ver
    5Galodoro Reserva – Quinta do CondeR$70,00Ver
    6Avidagos Douro 2019 – Quinta dos AvidagosR$120,00Ver
    7Vilena 2018 – Quinta Monteiro de MatosR$72,00Ver
    8Rosé Olaria Suave – Carmim ReguengosR$48,00Ver
    9Porta 6 Rosé Wine – Vidigal WinesR$60,00Ver
    10Mateus Rosé Tempranillo – Sogrape VinhosR$60,00Ver
    11Verde Aveleda Loureiro & AlvarinhoR$90,00Ver
    12CalamaresR$50,00Ver
    13Casal Garcia SweetR$50,00Ver
    14Madeira Justino’s Fine RichR$70,00Ver
    15Periquita OriginalR$100,00Ver

    Alguns países são cartinhas marcadas quando o assunto é produção de vinhos de qualidade, como é o caso do próprio Brasil, Chile, Uruguai, Argentina, Espanha, França e, é claro, Portugal.

    E é justamente sobre os vinhos dos nossos colonizadores que vamos falar abaixo. A seguir, você confere uma lista dos 15 melhores em custo benefício vinhos portugueses para você provar ainda esse ano, que tal?

    Qual a melhor região de vinhos portugueses?

    Portugal conta com excelentes regiões produtoras de vinhos, mas sem dúvida que a melhor e a mais importante é Douro.

    A área é tão relevante que virou patrimônio da humanidade pela UNESCO.

    1 – EA Tinto – Fundação Eugênio de Almeida

    O vinho EA Tinto é aquele rótulo que chamamos de coringa, pois cai bem com praticamente tudo. Além dos mais, é aquela bebida boa e barata.

    Você encontra garrafas a partir de R$69,00.

    É perfeito para abrir naquela sua reunião entre amigos. Ele leva uma mistura de Trincadeira, Alicante, Aragonez, Syrah e Bouschet. O aroma é de frutas vermelhas e pretas maduras, trazendo frescor ao paladar.

    É daqueles rótulos para serem tomados imediatamente/jovem. Vai bem com tudo, incluindo carne vermelha.

    2 – Tinto Porta da Luz – Casa Santos Lima

    Produzido pela Casa Santos Lima, esse tinto é originário de Algarve. Aliás, a vinícola é muito conhecida por ter uma produção totalmente artesanal.

    Este rótulo passa por vinificação em cubas de inox. Em seguida, fica cerca de cinco meses em barris de carvalho francês. O seu maior destaque é sua cor bem violeta.

    No olfato, traz uma mistura de frutas pretas e maduras. Já na boca é de corpo médio, frutado e com notas de chocolate e baunilha. Tem taninos agradáveis e que estão em destaque, além de um final longo e equilibrado.

    Ele harmoniza bem com queijos e carnes. Você o encontra a partir de R$136,00.

    3 – Alandra 2017 – Esporão

    Este é aquele rótulo para quem está atrás de uma bebida fresca, boa e barata.

    Sua garrafa custa em torno de R$38,00.

    Refrescante, tem uma coloração rubi bem brilhante, com aroma de frutos do bosque, revelando a juventude desse vinho.

    No paladar, ele apresenta uma textura macia e agradável, com taninos finos, mas na medida certa.

    Como um bom tinto, vai muito bem com carnes vermelhas assadas.

    4 – Branco Assobio – Esporão

    Apesar de Portugal ser mais conhecido pelos seus vinhos tintos, isso não quer dizer que o país não tenha boas opções de rótulos brancos.

    As uvas deste vinho branco vem de Douro, uma das regiões demarcadas mais antigas que existem.

    Por lá, encontram-se terrenos protegidos pelo sol e altos. Aliás, o nome da bebida é uma referência a sua área de origem. O vento que passa pelas encostas da Quinta dos Murças faz uma espécie de assobio, daí o título.

    Sua coloração é amarela e o aroma lembra frutas tropicais e cítricas, principalmente àqueles de polpas brancas.

    Na boca detém um bom nível de acidez, é encorpado e com uma ótima textura. O final é fresco e longo.

    Seu preço gira em torno de R$90,00 e harmoniza bem queijos e carnes brancas.

    5 – Vinho Galodoro Reserva – Quinta do Conde

    O Galodoro é feito com uvas de produtores que estão a apenas 45 km de Lisboa, a capital de Portugal. Esta região é conhecida por ter um clima temperado, com uma brisa que vem do oceano Atlântico e tem também uma ótima exposição solar.

    Por conta dessas características climáticas, esta bebida é bem rica.

    É suave e equilibrada, com um sabor agradável e frutado. No aroma, traz toques de baunilha, especiarias e frutas vermelhas e pretas. No paladar, a sensação é bem parecida, com um sabor de frutas maduras e até chocolate.

    Seu custo gira em torno de R$70,00 e harmoniza perfeitamente com carne vermelha, aves, vitela e massas.

    6 – Avidagos Douro 2019 – Quinta dos Avidagos

    Esse vinho branco da Avidagos é fermentado em cubas de inox com controle de temperatura. Trata-se de uma bebida equilibrada, de cor amarelada com toques de palha.

    Seu aroma é intenso, com destaque para o frescor das frutas maduras. Na boca se mostra cremoso, ácido, e com um final bem gostoso.

    Na hora de acompanhá-lo, opte pelos pratos feitos com frutos do mar ou peixe. Seu valor gira em torno de R$120,00.

    7 – Vilena 2018 – Quinta Monteiro de Matos

    De coloração amarelo palha, esse vinho é cheio de frescor devido ao local do plantio das uvas: um solo com calcário e argila, que ajuda na retenção de água.

    É um vinho branco fresco e leve, com aroma bem presente de frutas cítricas, como nectarina e capim-limão. O sabor lembra frutas recém colhidas e campo.

    Ele é o seu par perfeito para acompanhar saladas, canapés e carnes brancas.

    Você encontra a um preço de R$72,00.

    8 – Rosé Olaria Suave – Carmim Reguengos

    O rosé da Carmim Reguengos é uma bebida cheia de sabor e equilíbrio.

    Tem uma cor rosada e aromas de frutas vermelhas e tropicais. É macio no paladar, além de trazer bastante frescor.

    Combina bem com peixes, saladas, mariscos e carnes brancas.

    A garrafa custa em média R$48,00.

    9 – Porta 6 Rosé Wine – Vidigal Wines

    Para quem ama garrafas personalizadas vai adorar o Porta 6 da adega Vidigal Wines. O rótulo leva uma ilustração de Hauke Vagt, um famoso e renomado ilustrador alemão. O desenho representa o dia típico de uma lisboeta.

    A coloração da bebida é salmão, o que com certeza vai chamar a atenção quando ela estiver no copo. Tem notas de frutas vermelhas e toques cítricos e florais. Ele detém um bom corpo, além de uma acidez equilibrada e um final longo.

    Com um ótimo custo-benefício, a garrafa custa em torno de R$60,00. Você consegue uma harmonização perfeita combinando-o com carnes brancas, massas, peixes e petiscos em geral.

    10 – Mateus Rosé Tempranillo – Sogrape Vinhos

    Esse rosé da Sogrape é um dos mais conhecidos no mundo, tendo vendido cerca de um bilhão de garrafas em mais de 60 anos de existência.

    Um dos preferidos de Jimi Hendrix a Rainha Elizabeth II, a garrafa deste rosé foi inspirada nos cantis usados pelos soldados na Segunda Guerra Mundial.

    De coloração rosa, é uma bebida bem aromática, trazendo bastante equilíbrio no paladar.

    Este português cai bem com carnes brancas, mariscos, peixes e saladas, e o preço da garrafa gira em torno de apenas R$60,00.

    11 – Verde Aveleda Loureiro & Alvarinho

    Sabia que o vinho verde é o segundo mais exportado de Portugal?

    Se deseja experimentar esse clássico do país, recomendo este rótulo da Aveleda.

    Sua coloração é de um amarelo limão e cristalino. É harmonioso e equilibrado. Seu aroma traz toques de flores brancas, o corpo é médio e aveludado. Seu final é longo e persistente.

    O valor desse rótulo é de R$90,00 e vai bem com peixes gordos – salmão e atum, ostras, aspargos e legumes gratinados.

    12 – Calamares

    Mais uma vez para quem ama garrafas personalizadas, este vinho verde da Calamares além de ter a garrafa num formato diferente, ainda vem com uma ilustração bem fofinha do que parece ser um polvo.

    Entre os rótulos de vinho verde, ele é um dos mais conhecidos no Brasil. Aliás, essa bebida foi criada pensando no brasileiros, o que quer dizer que trata-se de um item leve e com uma ligação direta com o verão.

    No paladar, é levemente adocicado e fresco, com um aroma de pêssego. Além de ser suave e frutado. Sua coloração é branca com toques em verde.

    Com um excelente custo-benefício, a garrafa custa cerca de R$50,00 e pode ser harmonizada com peixes, mariscos, frutos do mar e queijos frescos.

    13 – Casal Garcia Sweet

    O vinho verde da Casal Garcia é uma bebida, como o próprio nome já diz, adocicado, mas na medida certa. Tem notas de frutas, com uma ótima textura e acidez.

    Efervescente e equilibrado, seu toque de mineral faz com que ele seja o par perfeito para pratos com peixes, frutos do mar e até sobremesas.

    O valor da garrafa é de R$50,00.

    14 – Madeira Justino’s Fine Rich

    De todas as opções da Justino’s esse é o mais doce entre eles. De coloração âmbar e um envelhecimento de três anos, esse vinho tem aroma de frutas com notas torradas.

    Na boca é equilibrado e leve com um final saboroso e longo. A doçura e a acidez estão numa proporção perfeita, melhorando ainda mais a experiência desse vinho.

    Ele é perfeito para acompanhar lanches, aperitivos e sobremesas.

    Você acha uma garrafa a partir de R$70,00.

    15 – Periquita Original

    Vinho tinto seco, esse rótulo tem uma coloração rubi bem intensa. De corpo médio, seu aroma traz notas de café, cacau, tâmaras e frutas vermelhas. No paladar os taninos são macios.

    Esse é um vinho bem português até na harmonização. Ele vai bem com bolinho de bacalhau, aves, massas, pizzas, queijos e pratos vegetarianos.

    O custo da garrafa gira em torno de R$100,00.

    Conclusão

    Que tal aceitar esse desafio e provar todas as garrafas da nossa lista?

    Nem de longe parece ser uma ideia ruim, certo?

    Nada como trazer um pouquinho de Portugal para dentro de casa por meio dos vinhos produzidos no país.

    Referências:

    https://www.clubevinhosportugueses.pt/rankings/ranking-clube-de-vinhos-portugueses-os-melhores-vinhos-para-si/

    https://www.timeout.pt/lisboa/pt/compras/os-melhores-vinhos-que-provamos-nos-ultimos-tempos

    https://ncultura.pt/melhores-vinhos-portugueses-do-ano/

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